Comportamento
Chora Que Eu Te Escuto
14 mar 2018, 64 comentários

Chora Que Eu Te Escuto!

As choradeiras estão ficando tensas, até caso oculto tivemos semana passada por se tratar de um assunto polêmico. Como será hoje?

Chora 01 – Caramelito 

Adoro seu blog e sempre quis mandar meu caso pra cá, até que vc disse que tava aberto e criei coragem. E o seguinte minha mãe é uma pessoa maravilhosa, mas como todas as pessoas ela possui alguns defeitos que me incomodam e não sei como ajudar.

Ela tem muito problema com dinheiro e mentira, gasta mais do que tem e sempre menti a respeito de alguma situação e até por coisa bem bobas, desde que me entendo por gente uns dos problemas da nossa família é esse, inclusive a separação do casamento dos meus pais.

Ela faz empréstimos em nome de outras pessoas, sempre gastando mais do que pode. Ocorre que dessa vez ela fez isso e pegou uma quantia relativamente alta e umas das formas de pagar e vendendo um bem imóvel dela, mas como todos sabem o mercado não está fácil e não estamos conseguindo vender. Então meio que estou controlando as contas de casa e pagando parte delas, o que não acho que seja errado pois se moro e posso ajudar mais do que minha obrigação. Acabou que invertemos os papéis sabe? Sempre estou procurando alguma pista nas coisas dela pra ver se ela não está fazendo nada de errado, fico no trabalho ligando pra ela pra ver se descubro algo, enfim uma loucura.

Ocorre que esse problema me atormenta de tal forma que fico sem dormir e isso afeta meu humor em todos os sentidos da minha vida (trabalho, estudo,  namoro, tudo) e sempre discutimos por conta disso. Procurei uma ajuda psicológica pra ela, e ela desviou disso e a psicóloga sugeriu que eu fosse a psicóloga para saber como lidar com a situação, só que agora não posso pois como as contas estão justas a prioridade é acertar as contas de casa. Mas já estão nos planos assim que as coisas se acertarem.

Então fico nesse impasse e super ansiosa de mais problemas surgirem. E também em breve devo sair de casa, pois já namoro há algum tempo e vou me casar, fico com um sentimento que estou abandonando ela com os problemas, como se eu fosse tão egoísta a ponta de não ajudá-la. Mas também não posso viver apreensiva todo dia esperando qual será a próxima bomba.

Grande parte desses descontroles dela era arcado pelo meu avô que acaba “acobertando” essas atitudes que infelizmente faleceu esse ano. Agora não temos mais ele é não sei o que me espera pela frente. Será que sempre Vou sempre viver nessa angústia? Estou completamente perdida. E ainda como toda briga que envolve pessoas está ligada à dinheiro os irmãos da minha mãe ficam doidos com essas coisas e me fuzilam de todos os lados falando dela. E eu fico no meio de tudo isso tentando sobreviver e ter uma vida normal. Se alguém puder me dar uma luz, agradeço de coração.

Caramba… miga não entendo muito disso, mas não tem como você intervir a ponto de você controlar o dinheiro dela? Não sei se é muito forte, mas acho que tem como declarar ela incapaz (posso estar falando uma grande bobagem, mas já vi caso em que os filhos tomam conta do dinheiro e do patrimônio dos pais em casos de doença mental por exemplo). Acho que terapia não é o que vai solucionar o problema AGORA mesmo pela falta de condições financeiras e por sua mãe burlar o tratamento. Talvez seja o momento de algo mais duro com ela… Procure saber mais sobre essa possibilidade!

Chora 02 – Rosabaya

Oi Cony, tudo bem? Quero fazer um relato hoje, depois de ler tanto sobre relacionamentos abusivos por aqui e por estar exatamente nesse momento pesquisando sobre meu primeiro vibrador, aos 32 anos.

Estive num relacionamento amoroso por quase 9 anos (6 de namoro e 3 morando juntos), sendo que ele foi o meu segundo namorado e primeiro homem que transei. Eu sempre achava o sexo no geral entediante e ruim, mas sempre me culpava pois diversas vezes, mesmo falando isso pra ele, ele dizia que a culpa era minha, que eu tinha que me masturbar mais e etc etc. Já teve diversas vezes de eu transar sem vontade, dizer que não queria e acabar cedendo por medo dele “me largar” como ele sempre dizia que faria já que ele falava que parecia até que eu nem gostava e então ele teria que procurar fora. Fora outras vezes de eu estar dormindo e ser acordada com ele me penetrando e eu puta, brigava e acabava cedendo (até depois, mais emponderada, vi que era um estupro marital). Além disso, teve uma vez dele querer muito sexo anal e eu falar que não queria e nem sentia que era a hora de tentar. Ele insistiu, eu briguei, ele ficou tão puto e brigou comigo que virou pro lado e disse que não queria transar mais. Aí eu me sentindo culpada, afinal eu tinha que transar com ele (na minha cabeça) e engolia a raiva e insistia pra ele transar comigo, mesmo eu não querendo, mas por achar que eu tinha essa obrigação já que ele queria.

Me separei há 1 ano (por iniciativa dele e hoje dou graças à Deus!) e foi quando comecei a me relacionar com outras pessoas e descobri o sexo casual. Morria de medo dele. E na primeira vez transando com um recém conhecido que eu havia ficado umas duas vezes, quebrei meu bloqueio de que não podia “transar assim tão rápido” e foi a primeira vez que gozei. Com alguém que eu conhecia há pouquíssimo tempo, sem nenhum grande esforço. E ali eu fiquei tão feliz pq percebi que eu não era frígida que mandei um áudio pra minha melhor amiga pra contar. Sim, eu achava que tinha alguma problema pq não era possível transar 8 anos com alguém e nunca ter gozado e nem ter curtido o sexo como via muita gente curtindo.

E meu relato do relacionamento abusivo só está no âmbito sexual. Ainda existiam as situações de agressões verbais quando ele estava nervoso por qualquer coisa e descontava em mim, quando ele me diminuía sempre, quando eu sempre “pisava em ovos” com medo dele “explodir”. Tantas coisas e eu no fundo sabia que era abusivo mas nunca tive coragem de terminar. Por isso agradeço à Deus e à ele por ter se separado de mim, pois eu voltei a ser quem eu era: uma pessoa alegre! Tenho meus percalços, ainda estou na vida de solteira aprendendo a paquerar, saber como lidar com tudo isso e quem sabe encontrar alguém pra dividir a vida comigo mas de maneira leve e contributiva. Tive ajuda dos meus amigos íntimos, da minha família e da minha psicóloga. Sem eles eu estaria no fundo do poço! Mas estou aqui: feliz com o que aprendi ao longo desse um pouco mais de 1 ano solteira, com a pessoa que me tornei e com o que percebi que quero pra mim em termos de relacionamentos.

O meu intuito é mostrar que a gente acaba se acostumando com relacionamentos abusivos, ruins e unilaterais, sexo ruim e sem prazer e acha que tem que ser assim. Que merece isso. Que nunca vai conseguir nada melhor. Ou que vai ficar sozinha pois “ah mas tem o lado bom”. Não tem! O lado bom não compensa minimamente nada disso.

Hoje aprendi que gosto muito de sexo, estou com vontade de sempre me conhecer mais sexualmente, que há diferença de química, de homem pra homem e que quando você aprende tudo isso, percebe que você pode também ter prazer no sexo, ah! isso é libertador!

Beijo grande e obrigada pelo espaço e por sempre compartilhar tantas histórias inspiradoras <3

Tive vontade de vomitar quando você contou do estupro!! MEU DEUS COMO PODE ISSO??? Que maldito!!!!!! Sinto muito pelo que aconteceu com você e agradeço enormemente seu depoimento pois ele pode ajudar milhares de mulheres que estão passando pela mesma situação e não tem coragem de sair fora ou que ainda arrumam desculpas para não separar. MULHERES, SER COAGIDA NAO É NORMAL. FAZER POR OBRIGAÇÃO NAO É NORMAL. SER AMEAÇADA NAO É NORMAL. VOCES NÃO TEM CULPA DE NADA! TER MEDO DO SEU PARCEIRO NAO É NORMAL!!!! E cá entre nós, estou achando LINDO esse monte de gente se abrindo e contando seus casos de relacionamento abusivo. Isso é mais comum do que se imagina e jamais pode ser considerado algo normal. As coisas estão mudando!

 

Quando o marido de Sunetra forçou ela a fazer sexo, algumas pessoas falaram que não tinha nada de errado nisso e que era o dever dela, como esposa, servir ele bem. Sunetra, seu marido não é seu dono e casamento não dá o direito de ele de violar sua dignidade. Sexo forçado é estupro, e é SEMPRE ERRADO.

Chora 03 – Livanto

Olá Cony! Eu te acompanho há muito tempo e agora preciso de conselho, estou muito infeliz com minha vida, com os rumos que ela tomou e não sei por onde começar a mudar.

Fui mãe muito jovem e precisei abandonar minha carreira porque tenho uma filha deficiente. Eu a amo, é a minha maior benção, fiz e faço tudo que posso por ela. Reconheço que foi uma escolha deixar tudo pra acompanhar seus cuidados de perto, muitas optam por não ter filhos ou tê-los muito mais velhas. Porém, hoje eu me sinto presa a essa decisão porque a maternidade não me satisfaz, me sinto inútil, sem talento e muito deprimida.
 
Fiquei tanto tempo fora do mercado que não consigo voltar. Tem sido longos anos de portas fechadas, seja pelo tempo que fiquei sem atuar, seja por ter filho, ainda que hoje eu consiga auxilio para cuidá-la quando eu estiver fora. Aliado a isso, aceitei muita coisa da família do meu marido, eles me humilhavam demais e sempre deixaram claro que preferem a ex mulher. Com medo de não conseguir me manter sozinha sem trabalho e com filhos, sendo uma com despesas extremamente altas todo mês, fui aceitando jantares, passeios e até viagens junto com ela com a desculpa que era pra manter o filho deles próximo. Anos sorrindo na frente das pessoas e aguentando ela em todas as festas familiares, à ultima na semana passada. Até hoje, 15 anos depois, ele ainda não se divorciou da ex mulher alegando que não quer dividir os bens e eu me sinto uma pessoa horrível por ter aceitado. Meus pais não se conformam que eu viva com alguém por tantos anos no papel de concubinato (amante judicialmente falando), dizem que não vão se meter nas minhas decisões mas morrem de tristeza.
 
Todos os dias penso em ir embora, deixar tudo e tentar uma bolsa de doutorado no exterior ou simplesmente trocar de profissão e recomeçar. Meu marido é o amor da minha vida mas estou infeliz, estagnada profissionalmente e cansada da vida doméstica. Sempre fui fiel e dedicada ao casamento porque acredito no ideal do matrimônio, na decisão de ficar com alguém na monogamia. Porém, conheci alguém por acaso e te juro que tenho controlado a tentação de ser infiél até em pensamentos.
 
Sinto que me falta paixão, não quero depender de homem a minha vida inteira, preciso olhar pra trás e ver que construí alguma coisa com meu próprio esforço, que fiz algo por mim também e isso parece algo muito distante. Me faltam forças pra nadar de volta antes de me afogar em depressão.
Por favor, me ajude, não sei o que fazer.

Senti um nó na garganta ao ler seu relato… quanta tristeza e dá para sentir de longe sua angústia!!!! Primeiro: você diz que ele é o amor da sua vida, mas será que você é o amor da vida dele??? Um homem que permite que a ex se relacione tão estreitamente com vocês??? Se ele realmente te amasse, te respeitaria e colocaria limites para a ex! Pensa nisso! Um relacionamento feliz, um amor verdadeiro, é bom quando é RECÍPROCO! Você é guerreira! Tá ao lado dele, está completamente dedicada a vida de esposa e mãe de uma criança deficiente o que não deve ser nada fácil! Onde está você nesse meio todo??? VOCÊ, SUA PESSOA, O SEU AMOR PROPRIO, onde está??? Está perdida no meio de uma família (dele) que te diminui, te ignora, te despreza, um marido que não te respeita, que te expõe, que não te protege??? Está em cuidar da casa de VOCÊS, dos filhos de VOCÊS??? Onde VOCÊ esta??? Novamente, casamento é acordo de reciprocidade. Juntos na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza. Está sendo assim???? Pense muito, não se anule mais. Você diz não querer depender de homem a vida inteira e eu te digo, VOCE NÃO DEVERIA TER DEPENDIDO DELE NUNCA! Mas dá tempo de reverter isso, e só depende de você. Se imponha, coloque seus limites na relação, seja forte, seja você a dar as regras do jogo que ele topou jogar com você! Se ele quiser continuar e respeitar você, ótimo. Caso contrário, levanta a cabeça e vá reconstruir sua vida (aliás, faça essa reconstrução pessoal JÁ, com ele ou sem ele)

 

  • Choras abertos. Mandem suas angustias, dúvidas, problemas para constanza@futilish.com e no assunto coloque: CHORA QUE EU TE ESCUTO. A gente pode não resolver, mas garanto os melhores conselhos da internet (e não falo dos meus, mas sim das leitoras mais solidarias, sensatas, maduras e inteligentes da blogsfera)
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64 comentários em “Chora Que Eu Te Escuto!”
  1. Juliana14/03/18 • 15h05

    Chora 01: a Cony tem razão. É possível que você controle o dinheiro da sua mãe. Sua mãe é pródiga, dissipa seus bens, gasta mais do que o necessário. Procure um advogado ou a Defensoria Pública e se informe sobre isso. Pro bem dela e pra sua saúde mental.

  2. Gláucia14/03/18 • 15h08

    Cony maravilhosa!! O seu blog é o único que me dá vontade de acessar diariamente :))

  3. Bruna14/03/18 • 15h19

    Nossa, essa última imagem mexeu comigo. Da velhinha no espelho :O

    • Constanza14/03/18 • 18h42

      Forte né???

    • Jah15/03/18 • 09h48

      Arrepiei com essa última frase! Uau!

  4. Leticia14/03/18 • 15h27

    Meu comentário vai pro primeiro caso:
    Sou advogada e no direito as pessoas com as atitudes da sua mãe são chamadas de Pródigos, nesse caso, como a Cony sugeriu, existe a possibilidade de interdição, prevista no art. 1767, 1782 e art.4, IV do Código Civil. Essa interdição só impossibilita sua mãe de dispor livrimente do dinheiro dela, fazer empréstimos, etc, sendo nomeado um curador, geralmente alguém da família (cônjuge, filhos), para administrar os bens e o dinheiro. Acretido q seja a melhor opção para você, pois ela já possui um histórico de gastos desenfreados e a tendência é só piorar. Espero ter ajudado 😉

  5. ISABELA14/03/18 • 15h30

    Alô colega do Chora 03: um alerta! Você não é considerada amante ou concumbina.

    Você pode comprovar judicialmente que o casamento do seu marido foi dissolvido no campo fático e demonstrar o período em que ele está com você, em união estável.
    Foi o que consegui interpretar da leitura do seu caso, procure um advogado ou defensor público para melhor lhe informar.
    Mas não, se o casamento dele acabou.. você não é amante!

    • Érika15/03/18 • 09h10

      Achei esse caso 03 um tanto estranho. Será que essa é a realidade mesmo? Como que uma pessoa que não consegue arranjar emprego e com uma filha deficiente tem como possibilidade um doutorado no exterior? Não ficou estranho? Eu achei…

      • Jéssica Diane15/03/18 • 13h50

        Não, não é tão estranho. Se ela já vem fazendo um mestrado com bolsa e tem um bom currículo acadêmico, existem a possibilidade de um doutorado com bolsas, ou doutorado sanduíche (metade lá e outra metade aqui).

        • moc16/03/18 • 16h55

          mas então, está bem ela.. só uma questão de tempo para arrumar um emprego na área. tem que aproveitar a questão do mestrado e doutorado.
          é que eu tbm lí e achei a história estranha, mas sendo assim a pessoa tem muito mais possibilidades de trabalho e todo o mais, não há necessidade de ficar em função do marido e tals..

      • Patricia20/03/18 • 18h51

        Mestrado e doutorado não tem nada a ver com emprego ou colocação no mercado de trabalho. Esses cursos são puramente acadêmicos, no Brasil eles só servem pra dar a pessoa a qualificação para tentar uma vaga de professor universitário mais nada. Então sim, é totalmente possível que ela não trabalhe ha muito tempo e mesmo assim tenha a possibilidade de ganhar uma bolsa de doutorado no exterior.

      • Patricia20/03/18 • 18h56

        Outra coisa: mestrado e doutorado não ajudam ninguém a arrumar emprego. Como eu disse, a menos que vc tenha o objetivo bem específico de se tornar professor universitário eles são inúteis.

  6. Leitora do Fufu14/03/18 • 16h25

    Fui casada por mais de 10 anos e só consegui perceber que estava num relacionamento abusivo quando assisti um video da Jout Jout que ela falava sobre isso e eu respondia afirmativamente a cada uma das “perguntas” que ela fazia.
    Até então achava tudo normal. A pessoa entrava no meu carro pra ver qtos km eu tinha andado naquele dia. Se eu falava que tinha levado 30 min pra chegar no serviço, ele entrava no waze, fazia a rota, me mandava o print e perguntava “como vc levou 30 minutos se o waze tá dizendo que tá levando 15 minutos?”. Ele me dava incerta o tempo inteiro. Ele hackeou meu e-mail pra ler minhas conversas e começou usar termos que eu tinha usado somente em conversas com amigos… e era tão bizarro e eu não tinha como provar que ele tinha invadido que num certo ponto eu comecei duvidar da minha sanidade mental. Muitas vezes ele me rebaixava, inclusive na frente dos meus pais. Foram muitas coisas, muitas que eu não conseguia perceber. O tempo foi passando e eu me sentindo cada vez mais diminuída, burra, incapaz, inútil e com medo dele. Eu morria de medo dele! Sabia que estava tudo errado, queria me separar e não conseguia.
    Até que ele pediu pra se separar de mim. Eu fiquei desesperada achando que era tudo culpa minha e precisei fazer terapia depois do divórcio pra entender isso.
    Relacionamento abusivo é uma coisa muito esquisita, é como se vc estivesse hipnotizada numa situação. Vc pode até ver e entender o que ta acontecendo, mas não consegue fazer nada.

  7. bruna14/03/18 • 16h35

    Sobre o primeiro caso: reitero o depoimento da Juliana. De fato, há soluções no âmbito legal para esses casos. Contudo, é difícil de provar que uma pessoa gasta aos excessos, teria que ter, salvo engano, laudos médicos e psicólogos, visto que ela dilapida o patrimônio sem consciência.
    Tente explicar, mais uma vez, a ela que essa não é uma forma de vida saudável. E deixe claro, que caso ela continue, vc tomará outras providências quanto ao assunto.
    Caso vc tenha irmãos, contate-os tbm.

  8. Ananda14/03/18 • 17h08

    Cony, os choras tem sido “incríveis”, pelo sentido de ajudar as mulheres a se abrirem, esse espaço de conversa, de ser ‘ouvida’, nao tenho como comentar e todas vezes nao dizer, PARABÉNS!
    Fui lendo o ultimo chora, com realmente, o sentimento de empatia em mim, o nó na garganta que voce falou, a senti tão triste, tão angustiada, e até, tão sozinha, espero profundamente, que se sinta acolhida por nós aqui e que sinta que não está só, que sinta tamanha energia de acolhimento, de felicidade, de positividade, pq merece!! acredite! você merece muito mais!! e que tudo isso passará, e se sentirá orgulhosa no final, pq com toda certeza, tem uma força imensa pra aguentar tudo isso, e conseguirá se livrar de tudo que é ruim e te faz mal, muita força pra você Chora 03 – Livanto!!

  9. Vivi14/03/18 • 17h45

    Fico de cara com essa mulherada carente e se submetendo a cada coisa!!!

    • Karol15/03/18 • 03h21

      Fico de cara com a falta de empatia e excesso de julgamento de algumas mulheres por aí… Se toca!

      • Vivi15/03/18 • 17h30

        Meu direito de Liberdade de expressão.
        É o que eu penso. Você tem o direito de discordar.

    • Andrea15/03/18 • 05h38

      Não julgue. Não sabemos o que a pessoa viveu para aceitar passar situações abusivas, não sabemos o que existe dentro de cada coração para que exista tanto medo e pouca autoestima! Apoiar e ajudar é a nossa obrigação como pessoas de alma e espírito!

      • Vivi15/03/18 • 17h38

        Gostei do seu comentário. Não é julgamento.
        Apenas constatação. É preciso apontar os problemas para que a pessoa se conscientize da MUDANÇA e até mesmo procure ajuda. É necessário encarar de frente as coisas.

    • Babi15/03/18 • 08h16

      E a culpa é de quem sofre, claro… Pena que não tem emoji de olhinhos revirados aqui…

    • Ca15/03/18 • 11h47

      É muito fácil falar quando se está de fora…

    • Rafaela16/03/18 • 17h45

      Não entendi o comentário da Vivi como crítica. Apenas como constatação. E também tenho constatado o mesmo.

    • Bruna16/03/18 • 21h37

      Nossa, até qdo isso?!? Se não tem nada de bom pra acrescentar então não comente!! Incrível como protegidos pelo anonimato da internet as pessoas conseguem ser tão desagradáveis… Q falta de empatia!! Aff…

  10. Amanda14/03/18 • 18h38

    Caso 01: você pode pedir a interdição da sua mãe, o que significa que ela não seria mais capaz de exercer os atos da vida civil, principalmente aqueles que dizem respeito ao patrimônio. O termo interdição assusta, mas acho que seria a melhor saída para a sua saúde mental.
    Procure um advogado e se informe direitinho! Boa sorte!!!

  11. Alicita14/03/18 • 19h41

    Não vou opinar melhor do que as meninas que já falaram. Meu comentário vai pra Cony: criativos os nomes do chora de hoje! Cápsulas da nespresso hahahahaha amei

    • Constanza15/03/18 • 09h53

      Hahahaha. Tava sem criatividade e tomando um café enquanto pensava. Bingo! Kkk

  12. hallini14/03/18 • 20h07

    Livanto, tenha uma conversa séria com seu companheiro, e se ele não resolver a situação com a ex, SEPARE-SE e vá viver sua vida!, com certeza sua família vai lhe ajudar e apoiar. Ele pensa nos bens mas também está cometendo um crime, bigamia; definição: realização de novo casamento, sem que se tenha dissolvido o anterior [Constitui crime se confirmada a existência anterior de casamento válido],já que com testemunhas e principalmente uma filha não é difícil definir sua situação. Pense em você, para não se arrepender no futuro, você ainda tem tempo para reverter isso. Eu também vejo a situação a qual ele lhe impõe como abuso, já que você tem que conviver com certas situações.

    • Juliana15/03/18 • 10h42

      Pelo que eu entendi, a história não envolve bigamia. O cara é casado no papel mas separado de fato da primeira mulher e vive em união estável com a mulher do chora. Bigamia seria se ele também tivesse casado no civil com a 2a mulher.

  13. Cassi Janes14/03/18 • 20h27

    Chora 3:

    Eu acredito que antes de modificar qualquer coisa na sua vida, você necessita de uma ajuda profissional, uma terapia. Primeiro para ver se realmente você não está desenvolvendo uma depressão e tomar providencias para não piorar e segundo para ver onde começam e terminam os problemas de sua vida. A situação parece complicada, mas não dá pra mudar tudo de uma vez, ainda mais com filhos. Creio que você precisa pensar positivamente que já percebeu que da forma que está não dá pra ficar e que precisa mudar. Mais um dia de cada vez, cada coisa de uma vez. Tem que ser muito forte para fazer as mudanças que vc precisa na sua vida e antes de começar a fazer mudanças na sua vida, vc precisa saber muito bem para onde ir e estar firme para as reações que isso vai gerar.

  14. Julia14/03/18 • 20h45

    1) cuidado para não virar seu avô e pagar por tudo.
    3) mudar não é explodir tudo, são pequenos passos direcionados há um objetivo. Vc quer fazer mais? Faça. Cria um projeto que te interesse e vá passo a passo na direção dele e a cada passo encontre satisfaçao.

    Crie uma empresa, um produto, um conteúdo, uma tese, um serviço, um trabalho social, etc
    Isso não t obriga a deixar teu marido.
    Tá com vontade de trair? Fantasie, se masturbe. Te garanto q as vezes o encontro real qdo mtoo sonhado é decepcionante.
    Paixão faz bem.
    Sabe onde eu encontro uma baita paixão, nas sensações, eu cheiro as comidas, eu esfolio o corpo, eu passo perfume só onde eu consigo cheirar, eu escrevo pequenos pensamentos,
    É só meu, uma paixão q nasce e morre em mim. Essas alegrias aparentemente bobas são incríveis. Sutileze sua paixão. Retome sua paixão, não delegue para eventos externos.
    (como já disseram é união estável)
    Boa sorte

  15. Dayenne15/03/18 • 00h57

    Para o caso três, mulher, só de ler dá pra sentir duas coisas, a primeira é sua tristeza diante da forma como você vive hoje, e a segunda é a sua FORÇA! Não deixe que o medo à impeça de viver, de tentar coisas. Ter um filho deficiente não é fácil, sei que demanda mais tempo e cuidado, mas não desista dos seus sonhos. Coloque no papel, planeje e execute, nunca é tarde demais. Exponha para esse homem o quanto se sente mal com essas situações que descreveu, se ele te amar de verdade e for seu parceiro irá estar ao seu lado, te apoiar, se não, você já sabe que seu lugar não é ao lado de uma pessoa assim. Não desista porque as portas estavam fechadas, procure algo pequeno se for o caso, comece de baixo! Tenha esperança, sinto um grande desânimo em relação ao que sua vida se tornou, mas você pode mudar tudo! Tente a pós, veja cursos, busque coisas que ocupem seu tempo além da casa e dos filhos! Nunca é tarde!

  16. Carol15/03/18 • 03h23

    Caso 01 sua mãe tbm pode pedir o termo de decisão apoiada, ou seja, ela escolhe vc para administrar os bens…interdição hoje é mais chamada de Curatela, justamente pq agora, pós estatuto da pessoa com deficiência, a interdição/CuratelA tem que ser específica, detalhada, não pode ser geral…juiz tem que dizer se pode votar, vender, administrar, etc. ah em tempo, casar, constituir família, nunca pode ser suprimido (em direito eh difícil dizer nunca pq sempre tem exceção, mas é um direito garantido pelo estatuto). Caso 03 na lei tá expresso que a união estável é legal, possível, quando há separação de fato. Seu companheiro não é divorciado, mas é separado de fato da ex mulher, então vcs vivem em união estável e não em concubinato! E hoje até pra fins sucessórios não há mais diferença entre casamento e união estável. Ou seja, se vc quiser separar basta entrar com uma ação de conhecimento e dissolução de união estável para partilhar bens que adquiriram durante a união, o esforço comum é presumido, ainda que vc não trabalhe, e cumule com pensão alimentícia, caso a residência fixa ou guarda da criança fique com vc, e ainda está pensão será vitalícia, por causa da deficiência. E se por acaso vc ficar sozinha e sem ajuda financeira do companheiro, sua filha tem direito ao benefício de prestação continuada, no valor de um salário mínimo, mas tal benefício assistencial é para família e/ou pessoas carentes. Ah depois joga no Google alimentos compensatórios, serve para o caso tipo da Rosana Collor, tinha Vida top e com a separação houve declínio, dai tais alimentos é pra compensar o declínio no modo de vida e é temporário, e também se ficar comprovado que vc era dona de casa pode pedir alimentos também até vc se inserir no mercado de trabalho, ex 5 anos, tipo caso da Stefani Britto, que perdeu novelas e tal. Enfim, como bem disseram procurem caso 01 e caso 03 a Defensoria Publica do Estado ou advogado. Defensoria atende pessoas vulneráveis ou hipossuficientes, ex, mulher vítima de violência doméstica, pode ser rica, mas por estar em situação de vulnerabilidade a Defensoria Publica atende.

    • Danusa15/03/18 • 10h10

      Carol muito obrigada pela orientação jurídica mais plausível aqui.
      Gente, interdição não é estalar o dedo e pedir pro juiz.
      Caramelito: sua mãe não é caso de interdição. é sem vergonhice. antes ela tinha seu avô pra resolver, e agora tem você pra segurar as pontas. enfim, ela sempre vai escolher o caminho mais fácil enquanto tiver alguém na retaguarda pra consertar o que ela faz.

  17. Andrea15/03/18 • 05h31

    Relatos tensos, histórias muito difíceis. Mas o que mais me impactou nesse Chora de hj foi a última figura!! Senti uma dor no fundo da minha alma!! Como deixamos passar tantas coisas nas nossas vidas por não termos coragem de enfrentar nossos medos! Triste…

  18. Ana15/03/18 • 07h26

    Chora 01 do Caramelito: sou advogada tb e reitero todos os conselhos que as meninas deram ai em cima, mas alem disso, tb tenho uma relação super complicada com a minha mãe. Não chegou ao extremo da sua, dela pedir emprestimos no nome de terceiros (o que tb é crime, inclusive), mas minha mãe tem atitudes adolescentes e completamente imaturas e tb tinha a passada de mão na cabeça da minha avo (q tb faleceu). Então eu sei bem a dificuldade que é ter que lidar com td questão de logistica em resolver essa situação alem do peso emocional e da culpa que carregamos quando não queremos mais isso. Faço terapia ha 10 anos ja e depois de muitos anos aprendi que não posso ser mãe da minha mãe. Ela é adulta e responsavel pelos proprios atos e se não quiser receber minha ajuda, lamento! Sei que não é facil processar td isso. Mas tome as medidas legais necessarias para sua sanidade mental, pq senao vcs duas vão pro buraco e ai ng ajuda ng! Você não merece abrir mão da sua vida e da sua felicidade pela de ng, nem pela da sua mãe. Pq ela não esta fazendo isso por você. Tem alguns momentos que precisamos sim ser egoistas e pensar em nos. Força e coragem!

  19. Sara15/03/18 • 07h46

    Caso 3: Converse com o seu marido com toda a sinceridade, abra o seu coração. Talvez você não tenha feito isso antes, pelo que entendi você aguenta tudo com um sorriso e se é assim ele provavelmente não percebeu que você está sofrendo. Feito isso, se ele não mudar, não fizer nenhum esforço, você pode pensar em separação porque casamento não é para ficar sozinha. Não tenha medo pelo dinheiro, você vai ter pensão e apoio da família. E quanto ao profissional, o momento econômico está ruim, mas nao desista! Será que tem outra coisa que você gosta de fazer? Ou uma formação para atualizar o seu vc e fazer contatos? Tudo tem uma saída. Um abraço.
    Caso 2 Parabéns!!! Obrigada por dividir sua experiência com a gente e que venha muita felicidade pela frente.

  20. Cris15/03/18 • 09h09

    Caramelito!

    Há mais mistérios na mente do humana do que imaginamos.
    Tenho alguém na família com um perfil semelhante. Até pensei em escrever um chora (na verdade não é um chora, mas um alerta) conversando a respeito de patologias mentais e pessoas que inventam histórias para aparecer.

    A pessoa da minha família sofre de transtorno de personalidade histriônica. Um transtorno marcado pela necessidade extrema de chamar atenção.
    Trata-se de uma pessoa dramática, chantagista e sem o menor pudor em mentir para se manter em evidência.
    Por motivos bons ou ruins, quer chamar atenção: é a mais sofredora, uma pessoinha doente, solitária e coitadinha…
    Mente, distorce os fatos e põe as pessoas no fogo, joga uns contra os outros… do tipo que perde o amigo, mas não a fofoca e a oportunidade de chamar os holofotes para si.

    Complementarmente, é perdulária… pq adora ser o centro das atenções sendo chique, pomposa, frequentando lugares finos e fazendo amigos importantes (leia: ricos).

    A pessoa destrói o emocional das pessoas ao redor.

    É uma patologia que não tem cura, e via de regra, os pacientes fogem da psicoterapia pois, enquanto estão se fazendo de vítima, está ok; mas quando o profissional começa a confrontar, eles fogem de fininho.

    Também há uma grande maledicência e até maldade nesse perfil de pessoa. costumam maltratar subalternos (como empregadas domésticas, por ex.)

    Por isso te aconselho: ache um jeitinho e faça psicoterapia, se fortaleça para se preparar emocionalmente para lidar com esse tipo de coisa, antes que VOCÊ ADOEÇA DE ESTRESSE!
    Pode ser que sua mãe não sofra do mesmo mal (TOMARA QUE NÃO!!!!). Ainda assim, ela te consome muito emocionalmente, busque um suporte!

    Te digo isso de coração, pois alguém desse jeito me prejudicou bastante na vida.

    Foi através de muito estudo, psicoterapia e um fod@-se enorme que eu dei, que consegui sair dessa!

    Pense nisso!

    Um beijo grande!

  21. Ana15/03/18 • 09h42

    Acompanho o blog há alguns anos, mas essa é a primeira vez que comento. Antigos choras já me ajudaram muito.
    E sempre que leio casos como o chora 3, lembro do livro “A Ciranda das Mulheres Sábias” da Clarissa Pinkola Estés.
    Ele fala sobre mulheres, para mulheres.
    Tem uma parte que fala que mulheres são como árvores: por mais que sejamos podadas, se ainda estivermos vivas, em algum momento um pequeno ramo vai florescer novamente.
    Basicamente é, por mais que sejamos humilhadas e podadas, em algum momento a gente vai conseguir se reerguer. Não significa que será fácil ou rápido, mas a gente consegue se reerguer SIM!
    Ao meu ver, no chora 3, esse raminho já começou a crescer! Tu sabe que precisa sair dessa! Tu tem que ser forte, ser muito forte e tu vai conseguir! Quando mulheres tem objetivos e lutam, conseguem! Não vai ser rápido, nem fácil, mas tu vai conseguir! E tu vai ter apoio de pessoas que tu tem imaginava que iriam te apoiar!

    • Sabrina16/03/18 • 11h02

      Oi, Ana! Obrigada pelo seu comentário, sempre leio os choras e todos os comentários, pois sempre há algo a se pensar, aprender… Mas o seu hoje tocou meu coração, que anda necessitado de um pouquinho de esperança. Muito, muito obrigada! <3

  22. Shirley Santos15/03/18 • 10h02

    Chora 3 – LIVANTO
    Sua história mexeu muito comigo.
    Tenho uma amiga numa situação muito parecida.
    Veja bem, pelo que entendi, vocês tem condições de dar tratamento adequado à sua filha com necessidades especiais. Então, você pode se dedicar um pouco a você. E, se você tem intenção de fazer um doutorado, é porque já tem curso superior. Comece fazendo algum curso de atualização e, uma vez estudando, terá contato com pessoas que podem te indicar para algum trabalho inicial. Veja, já que está fora do mercado de trabalho, talvez tenha que começar num posto inferior, para crescer depois, tenha paciência, você esperou até agora, não custa esperar mais um pouco.
    Quanto à “família” dele : isso não é família, saiba disso !
    Ponha as cartas na mesa para o seu digníssimo marido. Sim, ele é seu marido. Se não mora mais com a ex, e mora com você, você é a esposa. Coloque-se neste papel finalmente. E, caso ele não queira excluir a ex da vida da “família” dele, que exclua da vida de vocês, porque, afinal, a família dele agora são vocês dois e seus filhos. E, se mesmo assim, ele não ceder, por que você sempre aceitou a ex, mesmo que forçada, e agora tá querendo por as manguinhas de fora ? Negue-se a ir nos compromissos da “família” dele, você não é obrigada, não mesmo. Isso tudo, se o relacionamento de vocês, como casal, estiver ótimo e valendo a pena a situação que pode vir pela frente, ok ?
    E, por último mas não menos importante, lembre-se :
    VOCÊ TEM QUE ESTAR BEM, PARA ESTAR BEM PARA SUA FILHA !
    E VOCÊ só consegue isso, vivendo a SUA vida.
    Fazendo coisas que VOCÊ gosta, com que VOCÊ quiser.
    Trabalhando para VOCÊ proporcionar o necessário para ela e para VOCÊ.
    Chega de viver de migalhas do marido, da “família” dele, do dinheiro dele, dos outros.
    Seja VOCÊ o agente que faz tudo valer a pena.
    SEJA VOCÊ !!!
    Boa sorte querida !

  23. Natalia15/03/18 • 10h08

    Fiquei pensativa com o primeiro caso. No caso dela o marido era horrível e graças a Deus ela se livrou dele.
    Mas, temos que pensar que existem casamentos onde o marido é um bom marido mas a própria mulher se sente pressionada a fazer sexo com medo de ser “abandonada” e faz muitas vezes sem ter vontade só pelo marido e isso vai desgastando ela por dentro.
    Eu já ouvi muito: “Tenho que fazer isso para o meu marido senão outra faz”… E com o marido sendo fiel. Entende que a pressão é da própria mulher?
    E isso é culpa da nossa sociedade machista, onde se trata sexo como obrigação da mulher, e se ela não fizer, mesmo o marido a amando, ele vai procurar outra porque a vontade de fazer sexo é incontrolável.
    Concordo que sexo é parte muito importante em um relacionamento e ficar muitos dias sem sexo não é bom. Porém, tem que ser decidido pelos dois, explorado e descoberto pelos dois.
    Existem muitas formas de contornar essa falta de libido que atingem muitas mulheres. Se o homem for paciente e a mulher confiante, tudo dá certo.
    Porém, se ela vive insegura, como será feliz no sexo?

    Para um homem, é muito fácil gozar. Mas para una mulher depende de mais coisas. E não podemos desistir!!

    Só quero mostrar que a NOSSA sociedade tem nos tornado mulheres inseguras, sempre com medo de perder o marido ou o namorado ou de não casar… Com tanta mulher linda por aí nas revistas, na rua, a gente fica se sentindo inferior e preocupada.. E é isso que faz o relacionamento esfriar!

  24. Gabriela15/03/18 • 10h10

    Para o chora 3: Livanto, você tem uma rede familiar que possa te apoiar e te ajudar neste momento de dificuldades? Te pergunto pois no seu lugar eu buscaria mãe, pai, algum parente próximo que tenha condições de te abrigar temporariamente até você se reerguer.
    E mesmo que você não queira se separar de imediato, ou não tenha certeza de que é isso que deseja pro seu futuro, continue insistindo na sua independência. Dedique seu tempo livre para estudar para um concurso, inscreva-se em processos seletivos, entregue currículos até mesmo para posições que não sejam exatamente a que você busca, mas você precisa começar de algum lugar, não é mesmo? Estou torcendo muito por você! Eu acredito muito que nós mulheres devemos sempre evitar a cilada de nos tornarmos dependente de um homem, pois acabamos ficando muito fragilizadas e a mercê deles.

  25. Danusa15/03/18 • 10h25

    Livanto:
    as pessoas fazem com a gente o que permitimos. Reflita sobre isso para que as suas atitudes sejam positivas em relação ao que você almeja, e não negativas, no intuito de reclamar e se lamentar. Não adianta se colocar numa posição de alguém que só recebe as coisas, que se submete a isso e aquilo.
    Acho que não se trata de confrontar seu marido pelas atitudes dele, mas de assumir um reforço positivo, uma mudança sutil de comportamento, uma linguagem corporal diferente etc.
    Enfim, sendo mais abrangente, acho que todo mundo sofre demais com a separação de um casal com filhos. As pessoas vão tentando se adaptar, mas é difícil mesmo. A mãe do filho do primeiro marido também deve se sentir sozinha e sobrecarregada com os cuidados com a criança. Duvido que ela também se sinta super à vontade em viajar com vocês.
    Você também está sobrecarregada e não enxerga saída porque se sente sufocada, mas sempre há alternativas.
    Não sei o grau de deficiência da sua filha, mas procure uma escola especializada ou espaços alternativos para que ela possa passar um período do dia. Assim você tem um tempo livre pra você e pode produzir alguma coisa legal, seja fazer um projeto e procurar uma bolsa de estudos, seja uma iniciativa voltada para melhorar a qualidade de vida da sua própria filha, tipo montar uma ong etc.
    Lembrete: ong não é governamental, mas pode ter um pro labore pra você, uma retribuição pelo seu trabalho.
    Não acho que você precisa bater de frente com ninguém pra isso. Trata-se de fortalecer e exercitar toda a sua inteligência emocional.

    • Danusa20/03/18 • 08h50

      Gente, pera tudo que eu fiquei com uma dúvida crucial.
      “Até hoje, 15 anos depois, ele ainda não se divorciou da ex mulher” – se seu marido se separou há 15 anos, então essa criança do primeiro casamento tem quantos anos?! 18??
      Ou o cara também estava com você enquanto estava casado?
      Se a criança em questão é, na verdade, adolescente / adulto, acho muito tranquilo chamar um Uber pra ele ir na sua casa, ou vc pegar ele em casa, manter contato com ele pelo celular etc., até mesmo incentivá-lo a tirar a CNH e arrumar um carrinho pra ele visitar vcs. Enfim, já é grande e não precisa ser acompanhado pela mãe em todo canto.
      Agora, se vc iniciou um relacionamento enquanto o cara tinha família, filho etc., pense bem no porquê de ter sido humilhada e preterida pelo resto da família.

  26. Karina15/03/18 • 11h40

    Oi Cony. Sou sua leitora há muitos anos. Achava que o Chora era uma sessão mais superficial, para discutir problema de namorado como se estivéssemos entre as migas, mas nada muito forte. Mas os últimos tem sido profundos e doloridos. Alguns grandes lições. Tem horas que vou lendo e pensando que não teria ideia de como aconselhar e aqui te parabenizo porque os conselhos que você dá parecem realmente honestos e sensatos na maioria das vezes. E percebo um amadurecimento muito grande em você também. Antes gostava do seu estilo e do seu bom-gosto, por isso que lia o blog, mas te achava um pouco superficial, fútil. Hoje já penso que é uma pessoa incrível, equilibrada, sincera… enfim, nem sei se o nome (Futilish) combina com o conteúdo e isso é um elogio. Se quiser nem precisa publicar.

  27. Ju15/03/18 • 11h45

    Em relação ao depoimento da Rosabaya, posso dizer que compreendo exatamente o que ela passou. No meu caso era um namoro de quase 3 anos, finalizado em janeiro desse ano. Assim como ela, achava que tinha algum problema sexual por não ter muita vontade de transar com meu namorado, mas depois da primeira experiência sexual pós-término com um amigo vi que o problema não era comigo. Foi uma relação incrivelmente boa. Relacionamento abusivo é hard e tem que ser cortado tão logo tenhamos consciência dele. Ainda estou em fase de reconstrução, mas posso dizer que a vida é bem melhor longe dele. A terapia é fundamental. Viva as mulheres e que possamos nos livrar desses embustes e ser de fato felizes.

  28. manu15/03/18 • 13h24

    Caramelito

    Menina, minha mãe é bipolar (alterna estados de euforia e depressão) e na euforia ela se vê super rica e faz muitas dívidas. Já precisou vender o apartamento em que mora pra quitar dívidas. Ela se recusa a tomar medicação e a admitir que tem um problema, por isso eu não participo nunca da solução desses problemas que ela causa – se admitisse e aceitasse os remédios, as coisas poderiam ser diferentes. Ela me pediu dinheiro uma única vez (queria todas as minhas economias), eu recusei e desde então nunca mais me procurou pra isso. Sei que meu irmão é quem faz o papel que você tá fazendo. Enfim, o que te recomendo é que se distancie, que cuide da sua vida, que converse com ela e explique que não irá ajudar nas próximas vezes, que ela está por conta própria.

    Sobre o que a Constanza falou, é em caso de provar a doença e provar que ela não consegue administrar os próprios bens, precisa judicialmente entrar com um pedido de interdição. Meu pai pensou nisso na minha infância mas acabou desistindo e eles se separaram. Hoje estou com 34 anos e ela continua igual, repetindo esse endividamento ciclicamente.

    Não recomendo que você viva acompanhando e se envolvendo nisso, faz mal pra gente. Cuide primeiramente de você e da sua saúde mental.

  29. Jéssica Diane15/03/18 • 13h53

    Caso 1: pare de ajudar a sua mãe e vá viver sua vida! Sim, sem dó e sem culpa. Ela é adulta, na hora que não tiver ninguém pra arrumar os erros dela, ela vai ter que ser responsável. Você é filha e não guardiã da sua mãe. Beijos

  30. Stephanie15/03/18 • 15h39

    Caso 1: Sua mãe tem oneomania. É o vicio em compras, sem consciência financeira, que acaba com a vida da pessoa. É uma doença psicológica, que precisa ser tratada como qualquer vício, bem semelhante ao tratamento de dependentes de drogas e álcool. Dá uma procurada no Google. O primeiro passo para o tratamento é o reconhecimento, pelo doente, de que está doente. Depois disso, existem grupos de apoio em várias cidades para auxiliar. Essa é uma doença muito mais comum do que parece. Boa sorte para você e sua mãe.

  31. GIOVANA VIRGINIO15/03/18 • 15h59

    Caso 01, leia o livro mulheres que amam demais, foi indicado pela minha psicóloga, e é maravilhoso, fala de relacionamentos no geral, e com certeza vc irá reconhecer sua mãe em um dos casos e vai ver como é libertador. O livro foi escrito por uma terapeuta, acho que pode ajudar.
    Quanto a interditar sua mãe eu acho difícil, pq geralmente fazemos isso em casos de problemas graves de saúde, mas você pode alegar que ela está acabando com seu patrimônio e eventual herança, procure uma advogada que trabalhe na área de família para ter maiores informações.
    mas aqui, o principal é você colocar na sua cabeça que está ajudando sua mãe, você está fazendo tudo que pode, se preocupa com ela, paga as contas, controla as coisas, vc está fazendo mais do que é esperado para uma filha, então não se sinta egoísta (pq vc de fato não é) por viver sua vida, vc vai se casar, vai seguir seu caminho e é assim que deve ser. Uma coisa é você ajudar sua mãe, outra é deixar de viver por ela, infelizmente ela terá que querer se ajudar para sair desse problema, e isso ninguém pode fazer por ela, então o melhor que vc faz é permanecer ajudando na medida do possível e seguir sua vida.

  32. Giovana Virginio15/03/18 • 16h14

    caso 03
    Querida, me desculpe mas você não está casada, e eu nem digo isso pelo fato de não ter certidão de casamento, do seu marido ser casado com outra (e isso tem várias consequências jurídicas, inclusive para o filho de vocês), e sim pq vc vive essa relação sozinha, ele não te ama, não te respeita e não tem consideração por tudo que você faz, pois se tivesse e se te amasse jamais faria você passar por essas situações.
    A única solução que eu vejo é você deixa-lo, mas sei que isso é complicado e que pode não ser de imediato, mas ainda que demore, comece a reconstruir sua vida, tente a bolsa de mestrado, arrume ajuda para cuidar do seu filho(a), se ofereça para fazer trabalho não remunerado, entre em cursos para conhecer pessoas e ter mais chance de voltar ao mercado de trabalho. Tire essa ex (?) esposa da vida de vocês já, coloque limite nisso, diga que não vai aceitar e seja firme.
    Se puder, procure uma terapia, e como já indiquei acima leia o livro MULHERES QUE AMAM DEMAIS, vai te ajudar muito!!!
    boa sorte 🙂

  33. Andrea15/03/18 • 17h00

    Depois de ler todos esses relatos – fortíssimos – uma coisa insiste em martelar a minha mente: que precisamos educar e ajudar as novas mulheres que estão se formando para uma nova geração, a crescerem fortes, corajosas, decididas, a não se sentirem inferiores por nenhum homem, ajudá-las a valorizar sua autoestima, seu poder de serem quem elas querem ser como pessoas, como seres humanos. Temos que mudar nossa maneira de pensar e mais ainda – de transmitir isso com todas as nossas forças a todas as mulheres – pois acho que de todos os choras que eu já li até hoje, esse foi o que mais me doeu na alma! Saber que um homem é capaz de violentar a própria esposa enquanto ela dorme, não tem palavras!! Meu Deus!! Estou começando a ficar com medo de ler os próximos Choras que vierem!! Mas vamos em frente!!

    • Fer16/03/18 • 10h59

      Andréa falou tudo o que eu tava pensando. No dia em que nós, mulheres nos unirmos com mais empatia e mais sororidade umas com as outras, vamos construir uma sociedade mais justa com um futuro em q desde meninas sejamos cientes da nossa força e valor, e assim esses tipos de abusos não serão mais tolerados.

    • Izabela "Grambela" Ribeiro19/03/18 • 10h53

      Amém!

      e vamos também de lembrar de educar os meninos com esse pensamento!!!

      Tem uns que também acho pesado, mas acho que essa quebra no silencio do sofrimento das mulheres é importantíssima para vermos que ninguém está sozinha, e que quando a gente vê a quantidade de relatos, tá aí a prova de que não é “mimimi” é realidade!

  34. Liza15/03/18 • 21h41

    Caso 1 – eu trabalho em banco e a gente vê isso sempre… inclusive o contrário, o cliente com dinheiro e algum parente explorando e os parentes honestos só vendo a riqueza acabar na mão de um, etc… não é tão simples assim declarar alguém incapaz e interditar… tem um caso específico que já tentaram interditar várias vezes mas é pessoa é lúcida, sabe o que faz, fala bem nas audiências e a banda segue… em quase 18 anos de banco se vi 2 interdições foram muito.
    Eu tenho um caso na família, mm coisa, pessoa de coração de ouro, mas se ver um cartão, dinheiro, cheque dando sopa ela rouba, eu sou muito fria com essas decisões… a gente só pode ajudar quem quer ajuda, depois de alguns roubos cortei da minha vida, mas… não é a minha mãe, se fosse minha mãe eu tb ficaria devastada, ela não aceita terapia? pq ela tem q querer vc não pode querer por ela.

    Cony,
    Sobre o caso 3 https://br.pinterest.com/pin/143341200624672492/ ainda dá tempo!
    Minha história é o contrário, muito parecida com a sua aliás, eu comecei com 18 e não parei, mas tenho amigas e colegas que pararam um tempo pra criar os filhos e voltaram e estão lá na luta e muito felizes, eu não me lembro de ninguém ter parado e voltado com os melhores cargos e salário, infelizmente não é assim que funciona, e não estou dizendo que é isso que o caso 3 queira, mas acho que essas amigas/colegas estão bem felizes mais por saberem o queriam e querem e por aceitarem suas escolhas e decisões… não se pode ter tudo na vida, a gente tem que escolher, aceitar as escolhas que fez, se respeitar e seguir em frente pq amanhã vai estar um pouco mais difícil que hj… não tem solução mágica e pelo seu relado a tendência da situação é piorar, então mude.

  35. Layla15/03/18 • 22h54

    Caramelito… parece que fui eu que escrevi esse relato de tanto que me identifiquei em TUDO. Minha mãe era assim de uma forma que afetou a saúde dela e agravou um problema de saúde, ela morreu faz 3 anos. Nos 2 anos que antecederam a morte dela, suas atitudes me afetaram demais, eu não era completamente adulta e ainda tinha um pai com uma doença degenerativa que faleceu dois anos antes dela. Eu sinceramente não sei como passei por tudo isso, em alguns momentos eu ligava o piloto automático e ia fazendo o que algumas pessoas me orientavam, mas o falecimento dela interrompeu isso antes que pudesse entender como lidar.
    Quando eu tentava ajudar, ela me atacava, a mim meu irmão, os irmão dela, ela cortou relações com a gente e só voltei a falar com ela pra ser acompanhante durante a internação hospitalar em que ela morreu. Soube depois que ela ainda procurou orientação psicológica mas abandonou.
    O que posso te dizer é que seja bem sincera com você mesma, voce é filha e tem seu papel a cumprir, mas não deve pagar pelos erros dela. Vá morar com seu namorado/marido, construa sua vida paralela á dela. Uma moça aqui comentou pra voce procurar a defensoria/advogado. Faça pelo seu bem estar, não ligue se ela se zangar.

  36. LEITORA DO FUFU 216/03/18 • 10h22

    CASO 1

    O pródigo é aquele que dilapida de forma imoderada seus bens e dinheiro colocando em risco ou a efetiva perda de seu patrimônio.

    Diante deste ato compulsivo, os pródigos podem ser interditados judicialmente tendo alterada sua capacidade civil para relativamente capaz mediante sentença judicial transitada em julgado.

    Proteção ao Incapaz

    Curatela

    Constitui atribuições legalmente conferidas a uma pessoa, para reger, defender e administrar os bens dos maiores de 18 anos de idade, que não podem fazê-los, em razão de enfermidade ou deficiência mental, ou seja, quando o indivíduo for portador de alguma anomalia psíquica que o impeça de gerenciar a sua própria vida de forma independente
    Assim, estabelecida a incapacidade, pode ser requerida a curatela como proteção ao incapaz, pelo pai, mãe, tutor, cônjuge, parente próximo, Ministério Público, ou ainda qualquer pessoa interessada em proteger os interesses do incapaz.
    O curador deve salvaguardar os bens do curatelado, administrá-los, receber suas pensões, representá-lo nos atos da vida civil, em suma, protegê-lo da forma mais ampla possível.

    Interdição

    A interdição dá-se através do procedimento judicial pelo qual se pede ao juiz para que interdite civilmente uma pessoa portadora de incapacidade mental ou física e que nomeie um curador para que o represente e administre seus bens.

    A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração.

    MEU CONSELHO É, CONVIVO COM CASO PARECIDO EM MINHA FAMÍLIA E ACHO QUE UM TRATAMENTO PSICOLÓGICO VAI SER TE AJUDAR A LIDAR COM A SITUAÇÃO. CONVIVO COM ISSO E ME FEZ MUITA DIFERENÇA. TENTE INVESTIR NISSO E ECONOMIZAR EM OUTRAS COISAS. SEI TAMBÉM QUE TEM UNIVERSIDADES QUE FAZEM TRATAMENTO PSICOLÓGICO GRATUITO. QUANTO A SUA MÃE, ACHO QUE VOCÊ DEVE INTERFERIR NA CAPACIDADE CIVIL DELA E NÃO DEIXAR DE CASAR POR CONTA DISSO, POIS ELA TAMBÉM TEM QUE BUSCAR AJUDA E VOCÊ NÃO PODE FAZER POR ELA E NEM DEIXAR DE VIVER A SUA VIDA. PENSE EM VOCÊ TAMBÉM!

  37. Marcela Flores16/03/18 • 18h43

    Que soco no estomago essa ultima imagem! Para a gente grudar no espelho do quarto.

  38. Bruna16/03/18 • 22h00

    Livanto
    Pelo q entendi no seu relato vc não tem dificuldade financeira para manter seus filhos, então eu acho q vc deveria arrumar um trabalho mesmo q abaixo de sua qualificação e/ou pretensao salarial, só pra vc voltar pro mercado… Tenho certeza q vc começará a se sentir mais útil e as coisas vão mudar, se puder de uma mudada no visual tb, pode parecer bobo e fútil mas, vc já reparou q geralmente qdo nós mudamos internamente, geralmente mudamos o corte de cabelo?
    Eu acho q só o fato de ter um trabalho e até um novo visual já vai mudar seus pensamentos, sua autoestima e vai te empoderar!
    Qto ao marido, acredito q ele goste de vc (ou não estariam juntos e ele teria voltado com a ex já q é isso q a família dele preferiria), então qdo se sentir segura e empoderada o suficiente converse com ele sobre a situação de vcs, diga o qto te machuca o fato dele ainda ser casado com a ex e q vc não vai mais aceitar isso, comece a se impor pra família e a ex dele, nada radical, tenho certeza q perceberão sua mudança é passarao a te respeitar mais, e se isso não acontecer siga sua vida sem eles. Beijos e boa sorte!!!!

  39. Cristina17/03/18 • 18h32

    Sobre o chora #1.
    Compulsões, como a da mãe dela, são transtornos de comportamento. Doenças, que precisam de tratamento com medicamentos e terapia. Apenas terapia não vai adiantar nada. Ela precisa de um psiquiatra. Assim que o profissional a diagnosticar e começar o tratamento, voce pode conversar com um advogado que, usando a documentação que o psiquiatra vai fornecer sobre o diagnóstico e o tratamento, pode pedir na Justiça uma interdição. Mas o mais importante é que tanto ela quanto a família se conscientizem de que ela está doente, que ela não é ‘fraca’ ou tem alguma deficiência de caráter.

  40. carol17/03/18 • 21h12

    Caramelito
    tive um caso semelhante na minha familia, com meu pai. desde que se aposentou o salario dele diminuiu e ele nao parecia ter notado isso, praticamente um mes sim, outro nao recebia de presente um boleto de 2000, 3000 de presente, chegou um mes eu disse que aquilo estava ficando pesado para mim e nao paguei o boleto, no outro mes a bola de neve estava enorme ja, ainda mais com os juros de cartao de credito, ai ele disse que nao tinha pra onde correr. foi entao que eu disse, pago o teu cartao, mas tu tem que me dar o cartao, só te devolvo quando terminar de pagar todo ele… ACHEI MALDADE, MAS ELE TINHA DINHEIRO EM CONTA PRO DIA DIA.E mostrei para ele como era melhor pagar tudo a vista, credito so em ultimos casos, para gastos grandes. Fingi que tinha terminado de pagar so 6 meses depois, e ai perguntei como estava as finanças, para a minha surpresa ele nao quis o cartao e mandou eu cancelar. e hoje aprendeu a lidar melhor como dinheiro e sempre que precisa de algo de mais valor nos conversamos e eu compro. como ele mesmo diz… nao tenho maturidade pra credito.
    outra opçãp é entrar com processo de interdição por prodigo, provando que a sua mae poem em risco o patrimnio, ou ate mesmo dilapidou parte dele… como tu mesma relatou… é um processo bastante desgastante, por que ela vai ser expostas e nele ela poderá se defender. caso o juiz declare ela ficara relativamente incapaz para alguns atos da vida civil.
    Art. 1.782. A interdição do pródigo só o privará de, sem curador, emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, e praticar, em geral, os atos que não sejam de mera administração.
    dependendo de qual for o trabalho dela isso pode causar muitos dano.

  41. Karina19/03/18 • 10h25

    CASO 01 – existem cursos e até canais de youtube sobre educação financeira. Procure alguns bem legais e assista junto com sua mãe! Quem sabe ela não se reconhece e admite que tem um problema? Ajudá-la a perceber que pode lidar de uma forma diferente com o dinheiro pode ser um caminho. Talvez o caso dela seja mais grave e precise de tratamento psicológico mesmo, mas vale a pena tentar!

    CASO 03 – sua situação é bastante comum! Minha mãe também passou por isso: abriu mão da carreira profissional para se dedicar aos filhos e, depois de um tempo, passou a sentir estagnada e teve depressão. Eu sou muito grata a ela por tudo que fez por nós. Saiba que sua filha tem um orgulho imenso e gratidão por você! Mas não deixe de cuidar de você também. Os problemas você já conseguiu identificar. Corra atrás da sua carreira acadêmica ou profissional e reestruture esse casamento! Força! Vai dar tudo certo!