17
Apr 2013
Tok Tok, Quem É?
Comprey no Ebay, Novidades de Beleza

Uma leitora me pediu opinião um tempo atrás sobre esse aparelhinho, o Tok Tok, que é sensação entre as asiáticas. Eu não conhecia mas achei tão interessante que resolvi comprar (no Ebay, neste vendedor e custou US$ 50). Trata-se de um “aplicador” vamos dizer assim, para bases líquidas, cremes, pó, cleanser que também faz massagem! Mas qual a graça dele? Aplicar a base uniformemente, economizar produto, otimizar a cobertura, dar um acabamento natural de pele saudável além dele acompanhar o formato do seu rosto na aplicação já que possui maleabilidade. Com os cremes, o Tok Tok funciona ajudando na absorção do produto na pele além da massagem facial!

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A caixa é bem xing ling. Sim, eu reparo nessas coisas.

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Ele vem com 5 acessórios: 2 para base, um para pó, um para massagem e outro para limpeza da pele.

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Na foto só aparecem 4, mas tem outro dentro desse potinho vermelho.

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 Isso é tudo. O Tok Tok e suas esponjinhas.

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A montagem é super simples e sem grande problemas. Não parece estragar fácil durante a troca de esponjinhas. Eu testei apenas com a base, que tem que ser aplicada na esponja e depois deve-se acionar esse botãozinho branco que faz o Tok Tok ficar tremilique. Eu achei que poderia vibrar mais, ele treme bem de leve mesmo.  É rapidinho mas a pressão é super pouca. Tipo, olhando pra ele, não dá pra ver que tá tremendo sabe? Diz que são 12.000 vibrações por minuto. Funciona com bateria, dessas de relógio.

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E depois do uso, guarda-se assim! Fica bem bonitinho.

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Não entendi muito bem o acessório para produtos de limpeza (a marrom). Vou testar ainda.

Para mim, a utilidade maior do Tok Tok é a aplicação da base. Mas ó, ele é um acessório completamente dispensável. Fica um acabamento natural sim, a aplicação é melhor, mas EU não tenho muita paciência de deixar o trequinho vibrando e passando devagar no rosto. Porque tem que ser devagar para aproveitar as vibrações. Talvez para um dia de make elaborada, ou que o tempo não seja problema, tudo bem, mas para um dia a dia corrido, acho bobagem.

É um brinquedinho fofo, para fazer graça, mas juro que não vi muita vantagem. Quem gosta de maquiagem profissional, é mega detalhista e perfeccionista talvez possa achar ele mais interessante do que eu achei. Mas para mulheres normais, que acordam cedo e tem que sair rápido, acho perda de tempo. Nada que um bom pincel não resolva 😉

PS: Sobre o Comprey no Ebay – ele está suspenso por tempo indeterminado 🙁 O motivo é que tenho recebido MUITOS mails de pessoas com dúvidas sobre como comprar, me perguntando se o produto vai chegar ou não, se a demora é normal, ajuda para traduzir as respostas do chinesinhos, até algumas reclamações de gente insatisfeita com o que recebeu, então vou me desvincular um tempo do mundo ebayístico em benefício da minha saúde mental kkkk. Eu tento responder a todos, mas são tantos que minha caixa de mail virou uma bagunça e acaba atrapalhando outros leitores e a mim mesma. Mas não se sintam órfãs! O grupo Comprei no Ebay no Facebook está bombando e lá vocês terão resposta para todas suas dúvidas bem como encontrar dicas preciosas. Já pedi autorização para as moderadoras do grupo e elas estão sabendo que muita gente irá para lá, então paciência que aos pouquinhos elas irão aceitando os pedidos tá? Beijos!

03
Dec 2012
Um Conhecedor de Produtos de Beleza Orientais
Novidades de Beleza

Quando me falavam em cosméticos asiáticos a única palavra que vinha na minha cabeça era Shiseido. Um tempo depois, entraram na listinha o BB Cream, a marca Missha e o sabonete líquido facial Bioré (que amo).

Eis que fuçando aqui e ali, toda vez que eu tinha alguma dúvida sobre os produtinhos da Ásia, alguém me falava: “Pergunta pro Pedro!” Foi assim que conheci o famoso Pedro, do blog East to West Skin Care. Ele é mega fã dos cosméticos orientais e super entendedor do assunto! Ele conta que seu interesse começou ao comprar um protetor solar que falavam maravilhas, da marca Sofina. E o negócio era realmente tão bom que ele começou a pesquisar mais e mais, ganhou grande experiência e acabou criando um blog que trata apenas sobre cosméticos asiáticos.

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E a gente fica curiosa né? Mas quem é o Pedro? Ele respondeu assim: “moro em Florianópolis, estudo e tenho um negócio próprio que não tem nada a ver com cosmético. Já li em um forum virtual gente dizendo que eu tinha 60 anos, mas na verdade to “longe” de chegar aos 25, rs”.

Como eu não sei praticamente nada sobre o assunto mas morro de curiosidade (principalmente sobre os famosos protetores solares orientais), perguntei ao Pedro se ele toparia responder algumas perguntinhas sobre o assunto e ele gentilmente aceitou 🙂

Vamos lá!

O que os produtos asiáticos tem que os ocidentais não tem? Por que tanto burburinho sobre eles?

No caso dos japoneses, protetores solares com texturas realmente agradáveis para quem procura por aqueles que deixem um toque seco na pele (mesmo!), e não que apenas aleguem deixar toque seco. Além de espalharem extraordinariamente bem não deixando sensação pegajosa. Tudo isso oferecendo alto FPS e proteção contra os UV-A e alta resistência à água e suor, tanta que muitos só saem apenas com demaquilante capaz de retirar maquiagem à prova d’água. Até hoje nunca conheci uma única pessoa que tenha comprado um protetor solar japonês e tenha voltado aos ocidentais. Obviamente, não são todos os protetores solares japoneses que proporcionam efeito matificante/seco, até porque não são todos os consumidores que desejam este efeito. Mas muitos são verdadeiramente matificantes – e não apenas alegam oferecer toque seco. Sem exagero: são espetaculares.

Os limpadores também costumam gerar “burburinho” porque são muito interessantes e existem em diversas apresentações pouco usuais no mercado ocidental. As espumas de limpeza costumam proporcionar uma espuma extremamente abundante, rica e densa. Quantidade de espuma não está relacionada, necessariamente, ao poder de limpeza do produto. Mas os consumidores costumam gostar de produtos que fazem bastante espuma… Também há, por exemplo, os limpadores em pó. Além de serem divertidos e práticos em viagens, podem causar menos danos ao meio ambiente. Já que eles não contêm água na fórmula; logo, consomem menos recursos do meio ambiente não só por não haver a presença de água na fórmula, mas também porque a não presença de água permite que as embalagens sejam menores. E claro, existem os famosos óleos demaquilantes. Quem não sabe ao certo do que se tratam estes óleos demaquilantes podem imaginar que eles, necessariamente, deixam a pele oleosa. Mas vários são vendidos especificamente para pele oleosa e podem até ressecar a pele de quem não tenha pele oleosa, de acordo com vários relatos. Escrevi uma série de artigos sobre óleos demaquilantes para o blog Stash. Nestes artigos entrei em detalhes sobre estes produtos que, geralmente, fazem parte do “double cleansing”, também explicado do que se trata: Parte IParte II e Parte III.

A variedade assustadora de produtos, de tão grande; as diversas gadgets de beleza, como aplicacores elétricos de base e as diversas embalagens extremamente sofisticadas ou no estilo “kawaii” (“fofo”), geralmente mais voltadas aos consumidores adolescentes, também chamam muito a atenção dos ocidentais.

Também não poderia deixar de dizer que uma grande parcela do “burburinho” em torno dos cosméticos asiáticas é gerada pelos próprios asiáticos, que costumam ter uma extensa e disciplinada rotina de cuidados com a pele. Uma japonesa e uma coreana usa, em média, aproximadamente 10 cosméticos de “tratamento” na pele todas as manhãs e noites – sem contar a maquiagem – (limpador, loção, serum, emulsão hidratante protetor solar etc). A “Fuzkittie”, uma moça de Taiwan, mostrou sua rotina de cuidados com a pele e isso chamou muita a atenção das ocidentais. Parecia uma maluquice, já que ela aplicava uns 15 produtos no rosto de uma vez só. Ia aplicando um por cima do outro. rs Mas é um hábito cultural. Infelizmente ela apagou a conta dela no Youtube, mas aqui no Brasil muitas pessoas assistiram ao vídeo com as rotinas dela principalmente depois que a Victoria Ceridono mostrou no Dia de Beauté.

Suposto “Anti-ruga” inovador, como este patch da Shiseido com aproximadamente 1200 microscópicas agulhas de ácido hialurônico (ou derivado do mesmo, não importa) para ser usado em casa é outra fonte de “burburinho. Comentei mais sobre o produto aqui.

Conclusão: há muita coisa não usual e interessante para nós, portanto muita costuma gerar “burburinho” quando eu ou outra pessoa mostra no Brasil.

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As maquiagens também são boas?

Sim. Naturalmente, como em qualquer lugar do mundo, há produtos excelentes, medianos e ruins. Mas em geral, são ótimas e as empresas japonesas desenvolvem muitas tecnologias distintas para as suas bases e batons, por exemplo.

Na cultura japonesa, não é de bom tom uma mulher aparecer em público sem maquiagem. No trabalho, pode até denotar falta de profissionalismo. Para as japonesas, portanto, usar base é quase como escovar os dentes para as ocidentais. Logo, há uma variedade enorme de bases, de todos os tipos possíveis. Principalmente prometendo bastante resistência ao clima quente e úmido. Muitos brasileiros imaginam que o Japão é um país inteiramente frio. Para várias épocas do ano e regiões, isso é verdade. Por outro lado, em várias regiões do Japão – principalmente no verão – o clima do Japão é extremamente quente e úmido, sendo que boa parte das maquiagens são desenvolvidas para resistirem a climas assim.

Várias brasileiras já devem estar se animando, mas há um possível problema: é comum que as cores das bases feitas para o mercado japonês não adequadas em muitos tons de pele encontrados no Brasil. Se você for comprar “online”, no “escuro”, pode ser grande a chance de que o tom não fique bem na sua pele.

Outra característica importante a dizer é que a maioria das bases japonesas ou sul-coreanas proporcionam cobertura extremamente baixa, já que as japonesas e sul-coreanas gostam de fazer aquele tipo de maquiagem para parecer que a pessoa não está maquiada.

O investimento que as empresas japonesas fazem no desenvolvimento de maquiagem é tão grande que, como mostrei aqui, a base em pó foi inventada pelos japoneses. Quanto aos batons, recentemente os da Shiseido foram reconhecidos por pesquisadores da indústria cosmética (químicos, engenheiros químicos etc) como os mais tecnológicos do mundo, por assim dizer.

Fato curioso é que muitas ocidentais usam maquiagem japonesa e nem sabem. NARS e Bare Minerals, por exemplo, podem ser consideradas japonesas, já que são marcas da Shiseido.

Esses produtos servem para as peles e o clima do Brasil?

É tudo muito relativo. No Brasil há diversos tipos de climas. Na Ásia também, mesmo dentro de um único país. Enquanto que em determinadas épocas do ano os japoneses podem sofrer com um frio severo, em outras eles podem sofrer por um calor infernal – tão ou mais que nós brasileiros. Logo, há diversos produtos diferentes, cada um sendo mais ou menos adequado a determinadas épocas do ano.

Se você fosse indicar UM produto para quem nunca usou nada asiático e quer conhecê-los melhor, qual seria?

Pergunta extremamente difícil… rs Mas se eu fosse obrigado a escolher apenas um, o Bioré UV Perfect Face Milk SPF 50+ PA+++, porém só vai ser adequado a quem está procurando por um protetor solar extremamente matificante.

Existe alguma diferença entre os produtos japoneses e os coreanos? Um é melhor que o outro?

Pela minha experiência pessoal, sim, várias.

Texturas: os B.B. cream sul-coreanos costumam proporcionar um aspecto bastante hidratado, até meio úmido. (Porque é assim que muitos sul-coreanas gostam). Já os B.B. cream japoneses costumam proporcionar um aspecto mais mate, mais seco.

Perfume: cosméticos sul-coreanos costumam ser mais perfumados do que os japoneses.

Embalagens: as sul-coreanas costumam ser mais “cheguei”, para usar uma gíria da minha mãe. rs As japonesas, por sua vez, costumam ser mais minimalistas, seguindo a clássica elegância japonesa.

Fórmulas: as fórmulas sul-coreanas costumam ser mais extensas e contar com diversos extratos vegetais – dezenas e dezenas. Já as japonesas, mais minimalistas.

Mas atenção: estou fazendo generalizações baseadas na minha experiência pessoal. Há cosméticos sul-coreanos e japoneses de diversos tipos, nada do que respondi anteriormente pode ser considerado regra.

Não diria que, de modo geral, um é melhor que o outro. Mas – individualmente – alguém pode considerar melhor um produto japonês do que um sul-coreano ou vice-versa. Por exemplo: se gosto de um hidratante altamente perfumado, particularmente posso considerar melhor um sul-coreano do que um japonês. Mas se gosto de um hidratante menos perfumado, posso considerar o japonês melhor do que o sul-coreano. No entanto, isso seria uma preferência pessoal e seria diferente de dizer que, em geral, os cosméticos sul-coreanos são melhores do que os japoneses ou vice-versa.

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Quais são as melhores marcas?

São muitas e muitas. Não tenho como citar todas, portanto vou citar apenas algumas: Amore Pacific, LG (sim, a mesma dos eletrônicos), Shiseido, Kao Corporation, Kanebo, Kosé Corporation etc. Algo relevante a dizer é que, assim como no ocidente várias marcas têm diversas submarcas, na Ásia também ocorre o mesmo. Por exemplo: no ocidente a L’oréal tem La Roche Posay, Garnier, Lancôme, Yves Saint Laurent, Elséve, Kérastase e dezenas de outras. Já a Amore Pacific, sul-corena, tem Laneige, Sulwhasoo, Etude House e também diversas outras.

Qual o produto asiático que você testou que mais te impressionou? Por que?

O Bioré UV Aqua Rich Watery Essence SPF 50+ PA+++. Porque não matifica minha pele, mas também não deixa absolutamente nenhuma sensação oleosa. É praticamente como se eu tivesse passando água na pele…

Mas um dos produtos que mais me impressionaram nem foi testado por mim, é este limpador da Sofina, resenhado pela Meire, do blog Salada Médica. Vejam a foto da espuma que uma pequena quantidade de produto faz, acho que vai ficar claro por que me impressionou hehe.

Sabemos que foram as coreanas que lançaram a moda dos BB Creams. Eles realmente funcionam? Como e porque?

Eu me incomodo um pouco com o marketing em torno dos B.B. Creams. B.B. Creams costumam ser hidratantes com alguns ingredientes que podem ajudar a “tratar” da pele (como derivados de vitamina C, por exemplo), um pouco de cor de base e protetor solar. Nada de errado nisso. Mas há muito tempo existem coisas similares, como os hidratantes com cor e FPS. Há quem diga que os B.B. Creams cobrem mais do que um hidratante com cor e menos do que uma base. Pode ser, mas não há definição formal para o termo. Portanto, se eu quiser, posso lançar um B.B. Cream que cubra menos que um hidratante com cor ou um que cubra mais do que uma base…

E os CC Cream? Realmente são melhores que os BB Cream? Servirão para nossa pele?

O marketing em torno do C.C. Cream alega que o C.C. proporcionaria melhor resistência e cobertura do que um B.B. Cream. Mas cada empresa chama o que quiser de C.C. Cream… Consequentemente, por si só, tal termo pode não significar nada importante. Os ingredientes usados em um C.C. Cream são basicamente os mesmos usados nos B.B. Creams…

Qual o melhor BB Cream na sua opinião, o que melhor se adapte ao nosso clima?

O “melhor” B.B. Cream vai variar de pessoa para pessoa, de acordo com diferentes preferências pessoais. Mas como sei que muitas brasileiras gostam de texturas secas e matificantes, posso sugerir alguns com estas características: Ettusais BB Mineral Cream SPF 30 PA++ (marca da Shiseido); Solanoveil BB Milk SPF 50+ PA+++; Hada Labo BB Moist Emulsion SPF 50+ PA+++; The History of Whoo Gongjinhyang Seol Brightening Sun B.B SPF 45 PA+++ (marca da LG).

Também há uma enorme quantidade de B.B. Creams com um marketing voltado ao público masculino, visto que a Coreia do Sul é o disparado o maior mercado consumidor de cosméticos masculinos do mundo – tanto em proporção quanto em quantidade total (mesmo tendo apenas por voltado de 50 milhões de habitantes).

Qual tipo de produto asiático você acha que NÃO vale a pena?

Isso é muito relativo e também vai variar de pessoa para pessoa. Mas muitas sul-coreanas gostam de cabelo bastante volumoso, o que é oposto de muitas brasileiras. Logo, pode ser que muitas brasileiras se decepcionem com vários xampus sul-coreanos, uma vez que vários podem não reduzir o volume ou até dar uma impressão de cabelo mais volumoso.

Cosméticos anti-acne também podem não valer a pena porque o governo japonês permite apenas uma quantidade muito pequena de ingredientes como o ácido salicílico, que muitas vezes é usado neste tipo de produto. Além disso, acne é uma doença. Logo, o correto é tratá-la sob orientação médica o mais cedo possível, para evitar futuras cicatrizes.

Os preços são bons?

Há cremes em diversas faixas de preços. Há desde produtos que custam por volta de uns US$ 5.00 mas que não troco por muitos de US$ 100.00 até os cremes mais caros do mundo, como o La Crème, da Clé de Peau (marca da Shiseido), que custa por volta de 13 mil dólares (isso mesmo que vocês leram, o valor não está errado) por um potinho de apenas 50g. Contando com impostos, um creme destes custaria por volta de uns cem mil reais no Brasil, caso fosse vendido aqui… Até pouco tempo, o mais caro do mundo era o Impress Granmula Cream, da também japonesa Kanebo. Escrevi um artigo comentando sobre o produto. Como mostrei no meu artigo, muitas asiáticas, mesmo em épocas de crises econômicas, acabam deixando de comprar roupas, mas evitam deixar de cuidar da pele. Soma-se a isso o fato de que muitos consumidores, sejam eles ocidentais ou orientais, infelizmente têm uma visão deturpada e não fundamentada do ponto de vista científico de que cosmético caro – necessariamente – é melhor e mais eficaz de que cosmético mais em conta e que, claro, há muita gente rica na Ásia. Países e regiões como Singapura e Hong Kong estão lotados de milionários; ou seja, dinheiro para comprar creme não costuma ser um problema para grande parte deste povo. rs A indústria cosmética aproveita tudo isso para lançar linhas e marcas absurdamente caras por lá.

Algumas destas marcas asiáticas de “super luxo” podem ser encontradas inclusive nos Estados Unidos, como a Kanebo Sensai e a Sulwhasoo, ambas sendo vendidas na Bergdorf Goodman.

Aliás, muitas marcas ocidentais estão lançando primeiramente seus cremes mais caros na Ásia e só depois no ocidente. Um exemplo é a L’oréal, que primeiramente lançou a linha Youth Liberator, da Yves Saint Laurent na Ásia. E só bem mais tarde começou a vender esta linha no ocidente. O C.C. Cream da Chanel foi outro produto caro primeiramente lançado na China e os exemplos podem continuar… Até marcas inteiras de luxo estão sendo feitas especialmente para os asiáticos, principalmente os chineses. A americana Estée Lauder, pode exemplo, está lançando na China a Osiao

Mas o mais importantes a dizer é que também há centenas de produtos excelentes por preços realmente baixos. É muito fácil encontrar uma marca excelente na Ásia por um preço absurdamente alto, mas também é muito fácil encontrar uma marca excelente por um preço extremamente “amigo” (Bioré, Hada-Labo, Innisfree, Curél etc. etc. etc.).

Também há muitas por preços médios, de Biotherm e Clinique, por exemplo, como Laneige, Sofina… E as que custam bastante, como Dior, por exemplo, mas ainda assim “compráveis” por muitos, como Astalift (da Fujifilm), O Hui (da LG), Infinity (da Kosé) e muitas outras.

Onde podemos comprar produtos orientais com facilidade e segurança?

Para produtos japoneses, sem dúvida a minha preferida é a Ichibankao, que fica no Japão mesmo. É a mais cara de todas, mas o excelente serviço compensa, na minha opinião pessoal. Até durante o último grande terremoto do Japão eles conseguiram enviar minha encomenda dentro do prazo. Além disso, caso alguma coisa não esteja no site, você pode mandar um e-mail a eles solicitando orçamento.

Também há a Adam Beauty, nunca comprei nesta loja, mas é elogiada por muitos. Como fica em Hong Kong, uma “terra” praticamente livre de impostos e burocracia, oferece preços bem baixos.

Os sites destas lojas são altamente podres, porque não são revendedores oficiais, e sim pequenas lojinhas de pessoas “comuns”, por assim dizer. Mas o importante é que são confiáveis.

Também há a Sasa, que é uma enorme rede de lojas físicas. A Sasa também não é uma revendedora oficial, e sim uma outlet, mas também é confiável.

Não tenho muita experiência com o Ebay, mas os vendedores sul-coreanos e japoneses costumam ser muito confiáveis, pelo que “escuto”.

Na verdade, a única loja online pela qual eu compro é a Ichibankao, já que eu tenho três “fornecedores” que são pessoas físicas. Dois no Japão e um na Coreia do Sul. rs Eles mandam qualquer coisa que eu encomende e compram onde eu determinar, assim tenho a oportunidade de comprar nas lojas oficiais. Uma delas é a Lotte, que é uma grande cadeia de lojas lembrando muito a Sephora. Comprar na Lotte é uma maravilha porque há praticamente todas as marcas do mundo lá, sejam ocidentais e asiáticas, e eles me enchem de amostras e brindes magníficos. haha Mas não enviam para fora da Coreia do Sul e seu site é todo em coreano. Por isso que tenho estes “revendedores” que compram onde eu determinar. Geralmente a taxa do serviço deles é de US$ 30.00 por pedido mais o frete.

No Brasil, há a Vania. A Vania também tem fornecedores na Coreia do Sul e Japão que podem comprar nas lojas oficiais que ela bem determinar e tenho uma excelente experiência de compras com ela.

Destaco que não tenho absolutamente nenhum conflito de interesse com vendedores e lojas citadas.” 

Gente, fiquei nude com reflexos dourados com tanta informação importante e curiosa! Como assim as orientais passam cerca de 10 produtos de tratamento todos os dias, além da maquiagem? E um creme que custa 13 mil doletas??? E essa espuma toda do limpador da Sofina gzuis?? Desejei várias coisas Pedro, desde o aplicador de base ao protetor solar, claro. Realmente, é tanta coisa diferente que fico até meio perdida em escolher algo, mas o protetor solar tenho CERTEZA que vou comprar em breve, vou procurar no eBay!

Muito obrigada pela entrevista! E quem quiser conhecer um pouco mais sobre os produtinhos de beleza orientais, confiram o East To West Skincare e o Twitter do Pedro @easttowestsc!

19
Nov 2012
Que BB Cream O Quê… Agora é CC Cream!
Novidades de Beleza

No post passado fiz uma menção ao CC Cream e vi que algumas meninas não sabiam do que se tratava. E eu ao responder, me dei conta que também não sabia direito, só sei que é melhor que o BB Cream (já falei deles aqui).

Naquela googlada básica, descobri que o CC Cream veio para derrubar o primo BB e incrementar ainda mais todas as maravilhas que o antigo BB Cream promete cumprir.

Trata-se do Color Correction Cream e se diferencia do primo BB por ter maior cobertura, maior potência em tratamento, fixa melhor e também vem com fator de proteção solar mais alto! O CC Cream promete uniformizar o tom da pele o que muito me agrada. Digamos que o BB Cream é para todo e qualquer tipo de pele e o CC é para quem tem acne, manchas, rugas… ou seja, para pele mais zicadas. A Chanel foi bem rapidinha e já lançou o seu CC Cream e é claro que escolheu as asiáticas para estrearem o novo produto. Existem outras marcas que também já estão no CC e uma alternativa conhecida é o da Olay!

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E já que saímos do BB para CC, imagino que o ZZ Cream (zuper zkin kkkk) será pele nova em creme! Observemos.

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