Futilish

Com Vocês… Mi Casa, Su Casa!

Já tem um tempo que eu queria uma coluna aqui no blog sobre arquitetura e decoração, afinal acho importante cuidar das nossas casinhas da mesma forma que cuidados do nosso corpo e aparência né? Só que meu gosto pra casa não é lá muito bom e confesso que nunca me preocupei muito com isso. Até pouco tempo atrás morava na casa dos meus pais, até que eles foram embora e fiquei sozinha, mas ainda na casa deles. No meu caso, não fui eu quem saiu de casa, foram eles hahahaha. Bom, mas como continuava sendo a casa de papi e mami, deixei tudo como estava: móveis antigos, os tapetes de sempre, os efeites que me acompanharam a vida toda… Bem casa de pai e mãe sabe? Onde a gente não mexe muito… Só que como já contei em algum post anterior, vou mudar de lar. Agora sim, algo meu e que será com minha cara. Um pouco tarde talvez, mas ainda em tempo.

Nunca imaginei que construir e decorar uma casa desse tanto trabalho, principalmente quando não se entende NADA sobre o assunto e quando o gosto para isso é meio… duvidoso. Nos últimos meses tenho aprimorado esse gosto, já sei distinguir papel de parede rico e pobre, pisos que servem em banheiros e outros que não podem ser utilizados em áreas molhadas, já sei que temos que considerar friamente onde estarão as tomadas da casa e pensar em zilhões de detalhes que jamais pensei que existiam. Caramba, quanta coisa tenho a aprender sobre isso!

Mas eu sozinha, pela minha falta de conhecimento, falaria muita besteira por aqui e por isso saí em busca de colaboradores para me ajudar, tanto nas informações sobre arquitetura e decoração para a vida e para meu futuro lar.

Pedi pro Lelo me ajudar, um amigo muito especial e que tem excelente gosto. Ele cursou arquitetura por 4 anos e fez especialização em Design de Interiores simultaneamente, que ele diz ser a parte fashion da coisa. Ele vai nos ajudar aqui no blog com dicas e inspirações para nossos lares!

O assunto de hoje é: TIPOS DE PISO! Com vocês, Lelo, nosso novo amigo que vai deixar nossas casas LINDAS!

¨Oi gente, se tudo deu certo, a Cony manteve o nome dessa coluna como “Mi casa, su casa”, porque, vejam bem: ela é chilena, eu moro na fronteira e trabalho muito no Paraguay, esse blog é brasileiro, então eu acho que o drink oficial pra acompanhar essa leitura, deve ser o cosmopolitan.

Pode isso produção? Chegar embebedando as leitoras?

Então é o seguinte, vamos falar de obra, por que casa cheia de amor, é igual relacionamento, precisa de construção.

Eu não vou seguir uma sequencia muito lógica, mas ao longo do tempo, falaremos de todos os estágios de uma obra. Vamos começar com um assunto bem amplo: Pisos.

Ele está em todo lugar, mas enquanto não precisamos escolher um revestimento de piso pra chamar de “meu” a gente não dá muita atenção. No máximo separa mentalmente os pisos como: feio e bonito.

Claro que, existem pisos internos, externos, comerciais, residenciais… E eu pretendo sobreviver para falar deles todos aqui, mas, calma! Vamos começar pelos pisos pra usarmos nos nossos lares.

Atualmente, opta-se por praticidade, então os pisos mais comuns são: Porcelanatos, Cerâmicos, Pisos laminados, pisos de pedra, de madeira, o caçula do laminado vinílico e, fazendo às vezes de Rubinho, o carpete.

Agora vamos ter uma visão panorâmica de cada um. Coloca o capacete de obra e #vemkotio:

Os porcelanatos são os queridinhos da vez. Pela imensa gama de acabamentos, padrões, tamanhos e preço$.

Cerâmicos, estes são os primos menos tecnológicos e de baixa renda do porcelanato, são interessantes, em minha opinião, quando se tem um orçamento mais limitado.

 

Piso laminados, eles são quase… Tem cara de madeira, toque de madeira… Mas não tem cheiro de madeira, durabilidade de madeira.. Apesar de que tem pontos bons, como a fácil manutenção, rápida instalação e o preço convidativo.

Pedra – existem opções excelentes, geralmente usadas nos jardins e áreas de lazer, essas texturas incríveis são negligenciadas. Além dos granitos, mármores, limestone, e da escravizada canjiquinha, temos uma série de materiais pra exibir pela casa, como a miracema.

Madeira – meu bem, no preço que tá, transforou-se privilégio de alguns. Não somente pelo investimento inicial, mas também pela mão de obra, que deve ser especializada, pela manutenção com cera semanal, os cuidados pra não riscar… Pelo menos ela é muito resistente e pode ser lixada até 4 vezes (considerando o emprego de réguas com 2 centímetros de espessura) reavivando a beleza e deixando tudo novinho.

Laminado vinílico: não surta amiga. Não perca seu respeito por mim. Eu não tô falando daquele piso de hospital insolente. Alguma alma caridosa juntou a facilidade do uso do piso vinílico com o design moderno das réguas de laminados que imitam madeira.  Agora temos uma opção com 3 milímetros de espessura que nos dá a chance de, fazer de conta, que temos um piso de madeira.

Carpete – tadinho! Tão odiado no Brasil, ele é um cara legal. Especialmente se você tem um home theater ou uma academia em casa. Ao contrário do que as pessoas dizem, carpet não produz calor. Calor é energia, e se carpete produzisse energia, eu mesmo não teria a Itaipu aqui no quintal de casa. E os carpet modernos tem tratamento anti ácaros e bactérias, mas assim, acho que pra uso residencial, o carpet deve ser usado em menores proporções. Falaremos dele no futuro e vocês vão se assustar com os ensaios técnicos que eu tenho pra mostrar.

Muita coisa né!? Mas ainda é a pontinha do iceberg. Devagar e sempre, iremos falando de maiores detalhes. E por hoje é só!

#bença

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