11
Aug 2013
Diário de Viagem: Hotel e Hostel Em Dublin!
Dicas de Viagem

Já falei tanto da Irlanda e do quanto amei o país que algumas pessoas devem ter ficado interessadas em ir né? Então tá, hoje vou dar duas dicas de onde ficar em Dublin!

A primeira dica é de um hostel! O dia que eu aprender a viajar e levar poucas coisas quero muito ficar num desses. Quem ficou lá foi minha amiga Naiá, eu acompanhei ela a fazer o “check in” e fiquei encantada com o lugar! O atendente foi super fofo e me deixou entrar para conhecer (a fresca que nunca tinha entrado num hostel, affff). É cheio de salinhas de descanso, os banheiros eram limpos e os quartos também! Tinha até um lugar com penteadeiras e boa iluminação para as meninas se maquiarem. E a Naiá se deu melhor que a gente (ficamos num hotel, já já conto), pois além de ter pagado muuuuuuuito menos, ela ainda tinha café da manhã e todo dia aparecia com fruta, pãozinho… E nós do hotel tendo que comprar na lanchonete kkkkk. Vivendo e aprendendo. Bom, pedi para ela me contar um pouco da experiência:

“Em todas as viagens que fiz por aqui (Europa) fiquei em hostel. Sempre, a primeira coisa é ir sem muita frescura. Como nessas viagens ficamos muito na rua e pouco no quarto, acho hostel uma ótima opção. Tudo que preciso é uma cama, um chuveiro e um lugar pra deixar as malas e albergues oferecem tudo isso por, geralmente, um preço bem vantajoso. O difícil é saber se vale em relação ao quarto, banheiros e, principalmente, localização. Em cidades pequenas fica mais fácil mas em cidades como Londres é difícil saber qual o melhor lugar já que é tudo muito longe e a cidade, lógico, muito grande. A questão é que tive muita sorte no hostel em Dublin: o Abbey Court é super bem localizado, o preço é excelente e as acomodações são das melhores que já fiquei. Peguei o quarto mais barato de todo o hostel (heheheheh) com 24 camas e paguei 9 euros cada noite. A minha sorte é que só 5 camas estavam ocupadas, o que fez da estadia ainda mais tranquila. O café manhã – incluso no preço, pasmem – tinha frutas, café, chá, torradas, sucos, cereais e croissants. Sensacional, melhor que muitos hoteis que já fiquei. Os banheiros são limpos, espalhados por todo o albergue. Tinha até um vestiário exclusivo para as mulheres, o que é muito bacana e dá mais privacidade. Existem áreas comuns em que os hóspedes podem ficar o dia inteiro, com sofás, televisão, redes e até sala com computadores “for free”. Ah, salinha de cinema também, como vocês podem ver nas fotos. Eles possuem secador, chapinha e toalha pra alugar (2 euros cada um) e isso é uma super mão na roda pra quem viaja “low cost” (bagagem de 10 kg apenas) e não quer ficar levando peso desnecessário. Alguns hosteis que fiquei (em Paris e em Amsterdam) não possuíam toalhas e nem secador pra alugar, então isso é realmente um extra – apesar de eu julgar isso básico pra qualquer lugar, não dá pra esperar muito…). O atendimento do staff foi sensacional, são todos muito prestativos e simpáticos. Na minha opinião, sem dúvida o melhor hostel que já fiquei e não tenho NADA de ruim pra falar dele. Eu AMEI!”

Ai, quero ficar lá.

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Ele é uma graciiiiiiiiiinha! Lindo lindo, como a Naiá contou, mega bem localizado, a passos de Temple Bar! (Ah lá eu pensando na Guinnes rsrsrs)

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Ele é todo bonitinho por dentro, colorido e LIMPO! Muito limpo!

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A Naiá pegou o quarto com 24 camas, mas existem outras opções! Quartos com camas só para mulheres, quartos com 12, 10, 8, 6 e 4 camas! Esse com 4 camas custa 24 euros por noite, ainda assim, MUITO barato! Adorei!

Agora, quem não anima ficar em hostel (depois de ter visto um eu animo, só tenho que maneirar na mala rs), eu indico o hotel The Gresham! Também a passos de Temple Bar (isso é muito importante rs) e da Grafton Street (a rua das compras), ele é mega bem localizado. Tem cinema do lado, lanchonetes, uma Carrol’s (lojinha de souvenir) e o ônibus do aeroporto para literalmente na PORTA! Esse hotel é de 1817 e tem uma história meio sombria… o dono dele foi abandonado quando criança e quando jovem foi trabalhar em Dublin. Conseguiu dinheiro não se sabe como e montou o hotel. Dizem que pelas noites é possível ouvir os passos dele nos corredores do The Gresham, verificando se está tudo ok no hotel. MENTIRAAAA kkkk, a parte dos passos é fake, mas o resto é verdade rs.

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 Diz que é 4 estrelas mas eu não diria tanto, umas 3 tá ok. Achei o preço bom (se bem que depois de ver o preço do hostel, paguei uma fortuna kkk) cerca de 130 euros por noite, isso sem café da manhã.

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Os quartos são bem grandes e tem secador de cabelo, ferro de passar roupa, ar condicionado (o único que tinha ac, em Londres e Paris não tinham), um ferrinho que esquenta e seca as toalhas no banheiro que eu amei, porque deu pra lavar todas minhas roupas sujas e em horas estavam secas, internet de graça…

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Foi o melhor hotel que fiquei na Europa. Só um dia que teve um pequeno problema… vou contar kkkk. A gente tinha ido para Temple Bar e eu tomei várias Guinness. Eram cerca de 3h da manhã quando eu voltei pro hotel e… estava fechado! Sério. Eu doida pra fazer xixi e todas as portas fechadas, nenhum interfone ou campainha e por mais que eu batesse na porta ninguém abria! Isso durou uns 20 minutos e eu estava quase derrubando a porta quando aparece um carinha e com uma cara muito mau humorada abriu, e frente aos meus xingamentos ele disse: “It’s for security”. Ok, mas podia ter um interfone né? Essa parte eu não curti 🙁

  • E assim foi em Dublin. Já quero ir de novo, agora em St. Patrick’s Day! Alguém anima?
  • AHHHH! E quero dicas de hostel bacana! Quem já tiver ficado em algum e super indica, por favor, me conta! Uma das melhores coisas da vida é viajar, e gastamos tanto com hotel sendo que mal ficamos neles né? 
24
Jul 2013
Diário de Viagem: Guinness Storehouse – Irlanda
Dicas de Viagem

Ir para a Irlanda significa beber Guinness. Não adianta fugir. É lá que nasceu essa cerveja, que tem cerca de 250 anos e várias coisas (e comidas) na Irlanda giram em torno da minha querida Guigui.

Visitar a antiga fábrica, que agora é destinada apenas ao turismo é praticamente obrigatório. É a atração turística mais visitada da Irlanda! Eu tinha assistido um programa do Conan O’Brien, apresentador irish de um talk show americano super divertido, mostrando como era a Storehouse e foi um dos primeiros itens que anotei no meu roteiro para fazer em Dublin.

A entrada custa 16,50 euros e você pode comprar o ingresso na hora ou com um descontinho extra com os meninos do Wild Rover Tours. Eu achei que seria coisa rápida, mas o tour pela fábrica e conhecer todo o processo de fabricação da Guinness é demorado! Pode separar umas 4 horas para fazer tudo, ou até um pouco mais se quiser gastar um tempo no restaurante no final. Bom, ao chegar lá, adivinha o que estava tocando? City of Blinding Lights do U2. Meus olhos encheram d’agua na hora, era um sinal que eu estava no lugar certo e que tanto sonhei conhecer. Não poderia ser mais perfeito.

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Arthur Guinness é o pai da cerveja escura mais deliciosa do mundo (juro, é doce, mas não muito. É tipo… perfeita) e sua história teve início em 1759! Ele alugou um galpão em Dublin com um contrato de 9 mil anos (comprovado na Storehouse). Desde aquela época que é usada a mesma fórmula: malte irlandês, lúpulo, água e levedura. O logo da Guinness é uma harpa irlandesa.

A Guinness Storehouse funciona da seguinte maneira: são vários andares – 7 etapas – que você visita um a um (a graça é passar por todos), circulando neles e conhecendo todos o processo da fabricação da cerveja. É uma pint gigante que a gente vai subindo. Desde o ¨matinho¨ (lúpulo) da qual ela é feita até fazer um curso rápido (com direito a diploma!) de como servir corretamente uma perfect pint. Depois degustar no Gravity Bar com a vista mais linda de Dublin.

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Aprendemos direitinho! Dá um nervoso na hora porque todo mundo fica olhando kkkk. E o prato super delícia, que eu já tinha provado no primeiro dia de Irlanda e repeti na Storehouse: carne com molho Guinness e purê de batatas. Ah, eu fiquei curiosa porque não sabia o que era pint ou porquê era chamado assim… Agora sei que se trata de uma medida de volume que corresponde a 568 ml. #fufucultural

Hoje, a  Guinness é fabricada em 55 países e possui 80% do mercado mundial de cerveja preta. E é deliciooooooosa!

Durante o passeio, tem várias atrações bacanas, muita interatividade e pontos para fotos divertidas. Perca a vergonha e se jogue como nós fizemos! É muito bonito, tradicional e bastante esclarecedor, apesar de eu estar bem ansiosa para chegar logo no último andar e degustar a cerveja rs. Ah, na saída tem uma loja enorme com várias lembranças e presentes Guinness. Comprei uma camiseta bem linda, por 15 euros 😉

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Não perdíamos uma pose rs.

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E todo mundo pra lá de Dublin diplomados pela Guinness! Olha que eu tenho curso na Europa heimmmm!

  • É um passeio que TEM que ser feito. Faz parte da história irlandesa e é a cerveja mais consumida por lá, não tem pub que não tenha! É como vir ao Brasil e não provar uma caipirinha (ou uma água de côco, sejamos menos alcóolatras kkk). Eu adorei e se voltar para Dublin algum dia, repetirei a visita à Guinness Storehouse com certeza!
  • E queria deixar um beijo GIGANTE pra Naiá e Day, que fizeram dessa viagem a mais perfeita de todas (e não conhecia pessoalmente nenhuma das duas, mas o “santo” bateu demais). Morrendo de saudades meninas 🙁
15
Jul 2013
Irlanda, sua LINDA!
Dicas de Viagem

Depois que assisti aquele filme PS I Love You, cismei que queria ir pra Irlanda sim ou sim. Já tinha uma quedinha por causa do U2, uma das minhas bandas preferidas, e com o filme só tive certeza que queria conhecer mesmo. Fui com uma amiga e meu irmão e lá encontrei outra amiga. Do aeroporto até o hotel são uns 20 minutinhos (via Aircoach, um ônibus, que custa 12 euros ida e volta). É bem bom, passa de 15 em 15 minutos no centro de Dublin para quando você precisar ir embora.

Fiquei no The Gresham Hotel, numa das principais avenidas da cidade. O hotel é bem legal, bem localizado e barato. Até me surpreendeu, já que paguei baratinho mesmo. Em Dublin você pode fazer quase tudo a pé e em dois dias dá pra ver tudo. Agora, aproveitar… aí precisa de mais tempo rs.

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Fomos de Ryanair, que é uma linha aérea low cost. O ticket é bem barato porém qualquer extra tem que ser pago. Eu tive que comprar dois espaços para minhas malas. Também tem que levar o boarding pass já impresso, caso contrário também te cobram. De Londres à Dublin é um voo curto, de uma hora e meia mais ou menos e foi super tranquilo. Na foto dos fantasiados, Naiá, Day, eu e meu irmão. Turma meeega animada! Essa igreja é a Christ Church Cathedral, que era dos vikings.

Logo que chegamos fomos almoçar no Storehouse em Temple Bar (que é tipo um bairro que leva o nome do bar). Por indicação de uma amiga que mora lá provei a carne com molho Guinness (prepare-se para ver muitas comidas com Guinness) e pure de batata. DELÍCIA! Não me lembro bem o preço mas acho que custou certa de 15 euros. Dos países que visitei até agora (Inglaterra, França e Irlanda) a Irlanda é a mais barata de todas. Dublin é extremamente musical e em quase todos os lugares que iámos tinha alguma banda tocando, a qualquer hora do dia! Fora os artistas de rua… e ó, só música boa e de qualidade. Os irlandeses sao muito alegres e é contagiante toda essa alegria. Acho que nunca me senti tão bem, cercada de tanto alto astral.

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O famoso Temple Bar! Muuuuito bom e muita música boa. Sempre está lotado de turistas! Durante a semana os pubs fecham mais cedo então é bom sair tipo umas 8 da noite, mesmo que o céu esteja claro (a gente esperava escurecer e isso acontecia tipo 22 horas, e daí a pouco os bares fechavam). O legal de Temple Bar (agora falando dos bares em geral) e tomar uma pint em cada um deles, pulando de pub em pub mesmo. É bem divertido! E esse prato foi o primeiro que provei em Dublin, a carne com molho Guinness e purê de batata.

Bom, durante o dia dá para fazer vários passeios na cidade como a Trinitty College (uma universidade linda), a Saint Patrick´s Cathedral (do século XII e a mais antiga de Dublin, além de ser do patrono da Irlanda), a Christ Church Cathedral (que era uma igreja Viking), o Phoenix Park (não consegui ir, mas me garantiram que é muito bonito), a Grafton Street para fazer compras (confesso que comprar não está sendo meu foco na Europa! Além de achar tudo caro, acho um desperdício de tempo ficar dentro de uma loja. Só entrei na H&M rapidinho e na Pennys, que é meeega barata e me contaram que é a mesma que a Primark), passear pelo Rio Liffey ou ver a agitação de Temple Bar.

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A parte mais divertida com certeza é Temple Bar, mas os arredores também são encantadores! Eu queria muito ter ido em Dublinia, que é um museu interativo que mostra como era na época dos vikings.

Fiz mais três passeios que merecem posts exclusivos: a Guinness Storehouse, os Cliffs of Moher e Galway, e Killiney, uma praia da alta sociedade onde fica a casa do Bono Vox. Contarei TUDO!

Só tenho a dizer que Dublin me surpreendeu. Foi muito, mas muito mais do que eu esperava, Tanto pela beleza, simpatia dos irlandeses, alegria, músicas e paisagens. E gostaria de ter ficado uns 2 dias a mais (fiquei só 3) para ter ido em Belfast. Mas fica a desculpa para voltar um dia desses já que não tive tempo de me aprofundar bem na cultura irlandesa. Só posso dizer que foi muito além do que eu imaginava e que Dublin me conquistou mais que qualquer outros lugar. Ah, e voltei apaixonada pela música irish! Fiz um vídeo em Temple Bar, quem quiser ver, clique aqui!