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Bem Estar, Decoração, Mi Casa Su Casa
13 jan 2019, 44 comentários

Mi casa, Su casa – Downsizing, Uma tendência a copiar?

Fufus do meu corazón, tudo bem com vocês?

O assunto de hoje é controverso para os parâmetros de sucesso e de “plano evolutivo” que costumamos ser seguir aqui em Terra Brasilis.

Porém desde 2012 eu comecei a ouvir/ler mundo afora o termo “downsizing” que ao pé da letra seria “diminuindo o tamanho” porém o sentido dele aplicado aos imóveis seria mais correto traduzir como “enxugando espaço”.

Essa vertente é muito mais forte dentre casais ou pessoas que já tem filhos adultos e que já saíram de casa, mas eu acredito que possa ajudar até mesmo quem mora de aluguel.

Esse movimento comum em países com custo de vida alto  (Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos por exemplo) inicialmente era tido como uma forma de economia. Entretanto, esse novo estilo de vida mostrou-se eficiente em mais perspectivas da vida do que apenas a monetária.

Então vamos falar das vantagens de se diminuir o imóvel:

Aumento de fluxo de dinheiro: Diminuindo o valor do aluguel, ou do financiamento e de contas  como luz, água, manutenção, limpeza que são proporcionais a metragem.

Mais tempo livre: Diminuindo os afazeres domésticos, sobra mais tempo para cuidar de si.

Redução de consumo: menos espaço para coisas, menos coisas para entulhar energias, menos lixo e consumo.

Redução do stress: se você tem menos coisas para se preocupar ou tomar conta, o nível de preocupação e stress também diminui.

Como vocês vão perceber, o “Downsizing” está intimamente ligado a qualidade de vida, não apenas com sair de uma casa de 800 metros para uma de 200. Ou de um apartamento de 150 para um de 60m2. Não simplesmente tamanho, é uma mudança de comportamento.

O que se busca nesse movimento, especialmente quando falamos de pessoas que já estejam na faixa de 55 anos para cima é viver em um lugar onde não hajam escadas, desníveis ou outros desafios de acessibilidade.

Imóveis que estejam próximos a locais que você gosta e de necessidade, como família, lojas, restaurantes, farmácias, hospitais, bancos… Eliminando trabalhos diretamente ligados a grandes imóveis, como calçadas, jardins, ambientes com pouco uso.

Viver em uma casa onde você passa a chave e Tchau!

Pode ser um apartamento, pode ser um condomínio fechado, uma sobre loja. O importante é que seu endereço te deixe tranquilo caso decida fazer uma viagem seja ela longa ou um convite de última hora para um feriado curtinho.

Outro fator que em todos os sites que eu pesquisei para falar aqui com fufulândia repetem é:

Não faça uma mudança para um espaço menor sem programação. Pense a longo prazo.

Se você já formou suas crianças e está numa época da vida mais madura, verifique se você realmente precisa continuar onde está.

Precisa mesmo de sala disso e daquilo, escritório, 2 ou 3 quartos a mais que são ocupados quase nunca?

Se você ainda está no aluguel, será que dar uma enxugada no espaço, ou morar 10 minutos mais afastado não vai gerar uma economia grande de dinheiro?

Tudo tem que ser muito bem programado.

Me perdoe quem vive numa casa com 3 ou mais suítes, mas se elas todas não estão ocupadas, grande parte da sua vida e dinheiro está sendo desperdiçada.

Atualmente ninguém mais precisa de uma sala de estar, uma sala de TV, um escritório e um quarto de hóspedes. Tudo isso pode ser um único ambiente e não se perde conforto, beleza ou status por isso.

Garagem para 3 carros, em uma casa para duas pessoas?

Claro que existem desvantagens, e eu não vou fazer a Kátia Cega e pular esses pontos, vamos falar disso também.

Menos coisas: Se não tem espaço para guardar, vai ser necessário se desfazer de algumas coisas.

Sem quarto de hóspedes: Receber uma galera para uma fsta pode ser um desafio.

Restrições de privacidade: Sabe aquela hora que tudo que você precisa é chegar em casa, se jogar no sofá e ligar a tv no teu programa preferido para ficar em paz? Em um espaço menor, provavelmente mais integrado, você provavelmente terá que interagir com quem estiver na cozinha.

Menor prestígio: Brasileiro adora uma aparência, uma fofoca e mesmo que a maioria viva um estilo que vida que não condiz com seus rendimentos, ir para uma casa menor vai passar impressão de que você “regrediu” aos olhos de quem não entende uma vida mais concisa. Tá preparado para isso?

Eu não estou falando para vender tudo e morar num studio de 30 m2 com seu mozão, 3 gatos, 2 cachorros e 2 filhos. Estou incitando a conversa sobre ter menos espaço, menos coisas e, consequentemente, mais tempo, mais recursos e maior qualidade de vida.

Um casal que os filhos já sairam de casa, podem viver perfeitamente bem em um espaço com uma suíte e um quarto extra por exemplo.

 

Ou um casal com dois filhos pode viver sem medo de ser feliz em uma casa com uma suite e dois dormitórios.

O movimento busca cortar excessos, e evitar gastos de energia desnecessários. Ou seja, nada de lugar para a sogra.

Nada de churrasqueira completa gigante + cozinha completa cheia de equipamentos.

Nada de sala de tv + escritório + dormitório de hóspedes todos separadinhos…

Já tinha ouvido falar dessa vertente?

Conta para mim nos comentários.

#Bença!

 

Lifestyle
Decoração, Mi Casa Su Casa
30 dez 2018, 16 comentários

Mi casa, Su casa – Living coral 2019

Olá Planeta Fufu!

No finalzin do ano a Pantone sempre apresenta seu estudo e defende seu ponto de vista sobre a cor que influenciará o ano nas nossas vydas lyndras.

No site oficial eles explicam um pouco da forma que eles pesquisam as tendências e de como encontram os indícios de que isso se transformará em algo revelante no futuro próximo. Vou colar aqui para quem não quiser passear em outro link:

“A escolha da Cor do Ano é um processo que requer decisões muito ponderadas e uma análise de tendências consistente. Para chegar à decisão a cada ano, os experts em cores do Pantone Color Institute analisam detalhadamente o mundo inteiro procurando por novas influências de cores. Esta pesquisa pode incluir a indústria do entretenimento e filmes ainda em produção, exposições de artes famosas viajando pelo mundo, destinos populares de viagens, como novos lifestyles, novos “playstyles” e as condições socioeconômicas do mundo todo. As influências também podem surgir de novas tecnologias, novas matérias primas, texturas e efeitos que impactam na cor, plataformas relevantes de mídias sociais e mesmo eventos esportivos emergentes que provocarão a atenção mundial.”

Bora acabar com esse mistério?

Pois é! A cor do ano é algo que a Pantone acredita ser um hue (matiz) que transita entre o mundo real e virtual de forma cálida, vívida e transformadora.

Encorojadora e estimulante é uma cor que eu gosto  bastante – não tando quanto o Ultra Violet de 2018 ou o Greenery de 2017– contudo é algo que eu concordo que nos deixa feliz de olhar. Vamos dar uma espiada nas últimas cores selecionadas pela marca:

Na minha área, confesso que é um pouco complicado abusar dessas cores. O Coral é um tom que estimula consumo, fome e até mesmo nos deixa mais “elétricos” por isso é um tom que assim como o vermelho é muito aplicado em grandes cadeias de fast food, academias e lojas populares.

Agora pasmem, uma das melhores combinações para a cor de 2019 é o azul marinho.

É muito comum unir esses dois tons, principalmente em casas de praia, onde os pedaços de corais (nada ecológicos, mas tem fake) se unem ao branco, verdes, tons de palha para criar uma atmosfera de riqueza e esfregar igual bombril na cara da sociedade e fazer a sogra se mijar de inveja ao adentrar seu ninho próximo ao oceano.

Eu acho que se você gosta dessas cores mais vibrantes e precisa de uma ou duas poltronas de apoio, ou tem uma velhinha, precisando de uma repaginada – deve apostar nessa tendência.

Entretanto, não vá pensando que é simples. Quando eu me deparei com esta imagem…

… Só consegui sentir pena do Elliott. Primeiro porque como já diz a sabedoria brasileira, o único lugar que pobre não tem restrição são nas letras do nome. Logo o Eliot ganhou dois LL e dois TT. Depois porque claramente ele não foi planejado e reaproveitaram os móveis todos da irmã mais velha, Sttéffanny Suellenn. Por isso tem uma cômoda e uma mesinha bem princesa da Disney no quarto do guri.

Já na maquiagem e nas unhas, é tranquilo abusar dessa cor incrível:

Também indico sem moderação para decorar festanças:

Não vou ousar falar de moda feminina aqui, mas se você for um menino, ou se você aprecia deixar os homi que te rodeiam bem fashion, olha que itens legais:

Eu gosto de Adidas #FikDik.

Eu queria ter soltado essa matéria semana passada, contudo a última semana antes das férias foi intensa. Posso jogar um pouco de confete no meu escritório?

Vocês me permitem?

Quem quiser conhecer, a Nest Arquitetura e Interiores entregou agora dia 18 de dezembro de 2018 um apartamento decorado em Ciudad Del Este, e temos um passeio virtual disponível clicando AQUI.

O que vocês conhecem nesse link não é virtual, é de verdade verdadeira, e selecionando aqueles círculos no chão você transita pelo ambiente todo, pode dar zoom, olhar para cima, para baixo e ver exatamente como ficou nosso trabalho concluído. Fizemos as escolhas de decoração, tintas, mobiliário, gesso e iluminação. A única parte que já estava pronta quando nos chamaram foram os revestimentos de piso e de parede dos banheiros.

Espero que gostem. Conta para mim nos comentários.

Vou me despendindo de vocês por esse ano, que 2019 venha cheio de desafios e de conquistas para todos nós e que nos abençoe com saúde, sabedoria e muita paz.

Um beijo para todas as pessoas que gostam da minha coluna e dois para quem não gosta. Muito obrigado Cony pelo carinho e atenção de sempre!

Aliás nossa patroa tá concisa na mala e tá numa viagem cheia de dicas excelentes pela américa latina, acompanhem tudo pelo Instagram @Futilish.

Agora fui de verdade,

#Bença!

Lifestyle
Decoração, Mi Casa Su Casa
09 dez 2018, 30 comentários

Mi casa, su casa – Um robô!

Fufulenses! Tudo certo com ustedes?

Eu queria ter escrito essa matéria semana passada, mas eu escravizei o robô para poder falar direitinho com vocês.

Quando falei da casa inteligente AQUI, o item de maior atenção foi a seleção de robôs de limpeza, claramente nós deTerra Brasilis  somos asseados, isso nunca foi segredo para o mundo.

Aí a Black Friday tava chegando, e eu sempre me preparo para ter limite disponível nessa data então caiu no meu colo uma promoção para um destes pequenos notáveis e eu resolvi arriscar.

Me joquei no Google, no Youtube e pelas resenhas que li, o importante MESMO era a potência.

Os mais poderosos estão na faixa de 30 até 35 Watts.

Depois, o importante é uma bateria de boa duração, pelo menos 60 minutos.

E terceiro, um mapeamento inteligente e o retorno automático para a Base, assim o aparelho se mantém preparado para qualquer emergência.

Nas pesquisas encontrei as mais variadas marcas e no Mercado Livre achei um interessante, com uma boa potência, Bateria legal e Retorno para a base.

A marca é Quanta e acredito que muitos nunca devem ter ouvido falar, porém aqui na região ela é muito conhecida, pois é popular aqui do ladinho, em Ciudad Del Este.

Após cinco dias e a corriqueira guerra com os Correios, recebi o Robin. Sim ele ganhou um nome de coadjuvante de super herói.

O vídeo usado pelo vendedor do ML, foi esse:

É uma loja tradicional aqui de CDE, então eu acredito que tenha comprado de um revendedor deles no Brasil, claro que eu conferi antes e estava 30 reais mais barato comprar no site, e não diretamente no Paraguay, sem mencionar a facilidade de pagamento parcelado e a garantia de 3 meses que o código de consumidor do Brasil nos garante.

Ele tem controle remoto, 2 vassourinhas giratórias e tem um apetrecho para passar pano seco.

Infelizmente, já me lasquei logo de entrada: O Robin não volta para a base. Na verdade ele nem tem uma base, é um carregador tipo de celular, que tenho que encaixar na lateral dele.

Ainda que a produção do vídeo dê uma informação errada, e o vendedor de quem eu comprei não tenha participação, havia a pergunta na página dele a resposta era: “Sim, ele volta sozinho para a base.”

Quando questionei a pessoa simplesmente respondeu que esse modelo não voltava sozinho para base, se eu gostaria de devolver o produto. Acabei optando por mantê-lo mesmo ele sendo meio bocó.

Durante a primeira semana, largamos ele meio que sem muita atenção apenas para rodar por aí. No domingo que eu estava sozinho em casa aproveitei e fiz um belo teste:

Ergui tudo que era possível, isolei os locais que eu não queria que ele fosse (cozinha, sacada e baheiros) carreguei ele total e soltei ele pela casa.

Foram 75 minutos de muitas cabeçadas  pelas paredes e portas. Quando acabou, não sei quem precisava mais de uma Neosaldina, ele ou eu. Especialmente quando ele batia nas portas fechadas do banheiro era um barulhão.

Ele assassinou uma folha da minha mini pata de elefante (eu tinha erguido também, provavelment o vento derrubou).  Não que ela seja muito mini, essa folha tinha praticamente um metro. Cresceu bastante desde quando eu mostrei ela aqui no Futilish.

Quando ele se enroscou na folha começou a apitar e eu fui acodir a criança, sem saber o que tinha acontecido. Mas foi bem eficiente esse aviso. Outro momento que ele pediu socorro foi ao prender a roda na porta da sacada. Sinceramente, acho que ele quer fugir daqui, porque durante a semana ele saiu para a sacada e, obviamente, não conseguiu voltar por causa do desnível.

De tudo, a única coisa que me incomoda um pouquinho é ele não voltar sozinho para a base.  Ao mesmo tempo eu sei do fundo do meu coração que eu não acionaria ele e deixaria sem assisência, então é uma função meio boba, pensando que eu sempre estarei por aqui ao utilizá-lo.

O que importa é focar no bem e estou totalmente satisfeito com a potência, o nível de barulho, o reservatório e a durabilidade da bateria. Para uma limpeza depois de dois dias esse foi o resultado:

E olha, juro para vocês que a casa estava tinindo de limpa! Realmente é muito eficiente. Não vou indicar o vendedor por motivos claros – mentiu e não me ofereceu nenhuma vantagem quando eu questionei que o produto dele não era o que ele havia prometido.

Tenho um casal de amigos que fez resenha de um Robô de limpeza na mesma faixa de preços, inclusive eu já gravei com eles AQUI, testando uns produtos de cozinha comprados no Paraguay… mas olha… só vale pelas risadas mesmo.

A resenha dos Robôs de limpeza deles é essa:

Se valeu a pena? Sim! Se eu compraria de novo? Acho que só depois que o Robin morrer. Por enquanto ele vai ser abusado com frequência.

Qualquer dúvida, deixa nos comentários pro Titio.

Não esqueça de seguir a patroa mais maravilhenta do hemisfério sul no IG: @futilish eu apareço pouco por lá, mas se quiser tentar a sorte, é @TioLeloFoz

#Bença!