LifestyleEditorial
Decoração, Mi Casa Su Casa
09 set 2018, 22 comentários

Mi casa, su casa – Hoje não vou dar, eu vou distribuir.

Luz Fufus, vou distribuir LOOOOOOOZ!

Anteriormente conversamos sobre o LED, e sobre os efeitos de iluminação.

Logo logo a Patroa Magnânima vai chegar nesse mundo louco na casa nova então já vamos deixar uma cola para ela.

Esses conhecimentos prévios nos permitem entender como salpicar a luz para obtermos  resultados diferentes.

A luz muda tudo:

Cada tipo de ambiente tem por lei uma quantidade específica de luz necessária. Esse valor é determinado pela ABNT 5413 que caso você seja alguém bem curioso, pode consultar clicando AQUI.

A lei estabelece valores em LUX, que não é aquele sabonetão que a gente compra na gôndola de melhor custo x benefício do mercado. Lux é uma medida que incorpora vários itens dos quais o mais importante é fluxo lumínico, ou seja, quanta brilhosidade é necessário no local para a gente poder usar o espaço de forma funcional; para tanto precisamos multiplicar esse valor que a legislação define pelo tamanho em metros quadrados de seu ambiente.

Se você é mais prático ou se quer saber de uma forma global os números apenas para uma residência, espia aqui:

Agora se não tá entendendo porque temos umas sequência com 3 fatores de LUX , deixa eu explicar que somos humanos e o que acontece com humanos? Nós deterioramos. Assim como uma fruta na cestinha, a verdade é que a gente não melhora com o tempo. Então a iluminação tem que mudar conforme nossa idade avança.

Antes de distribuir os pontos de luz, eu gosto sempre de imaginar 3 cenários diferentes para cada ambiente. Caso você queira inventar mais, é perfeitamente possível, vai da sua imaginação e vontade. Esses cenários podem ser complementares e podem ser “misturados” para atingir os propósitos. O mais importante deles  é sempre o que eu calculo primeiro que a cena de transtornados como eu:

1ª Cena: Manutenção:

Toque a musiquinha da escrava Isaura aí e pense comigo: Tem que limpar, tem que tirar pó, tem que achar a tarraxa do brinco que caiu, dentre outras possibilidades variáveis mediante qual o uso do seu cômodo. Para esse exercício vamos usar uma sala integrada, dessas que combinam jantar, estar e tevê, afinal hoje e dia a maioria das pessoas tem uma sala nesta configuração.

Como ninguém que está aqui tem obrigação de entender um desenho de planta baixa, deixa eu explicar esse abaixo:

A setinha vermelha indica a porta principal de entrada;

Logo depois dela, tem coladinho na parede uma linha mais grossinha azul bem escuro que seria um painel com um revestimento bonitão;

Esse círculo mais abaixo com quatro orelhinhas; é uma mesa de jantar redonda com 4 cadeiras;

Mais abaixo da mesa, grudado na parede, uma cristaleira, chique vovó;

O quadrado azul clarinho pequeno é uma mesinha e do lado direito dele tem um sofá para 3 humanos que está pintadinho de um bege meio cinza;

Esse circulo meio falhado, que parece que tem uma areia dentro, é um tapete na frente do sofá;

Ele chega até um retângulo marrom mais claro, que seria o móvel do televisor, onde tem um ar condicionado (retângulo branco);

Essa linha rosa bem exibida, é o desenho do gesso do teto, formando uma sanca.

Ufa! Se você está um pouco sem entender, é super normal, não se sinta meio besta. É difícil logo de cara compreender estas representações.

Seguindo com o desenho técnico, tudo que for os pontos de luz, aparecerão em amarelo para você perceber melhor.

Voltando para nossa sala chiquérrima, dos três usos, a sala de jantar é a que demanda maior necessidade de luz, afinal a gente tem que ver se não tem proteína extra no alface. Logo, vamos dar um amor extra sobre a mesa mais adiante. Contudo a luz de manutenção deve ser bem homogênea e iluminar de forma eficiente todo o espaço. Para isso eu incluiria no gesso, uma sanca iluminada em todo o perímetro:

Como essa luz fica dentro de uma calha de gesso, ela bate no teto e ! Volta bem louca da cabeça gritando UHULLLLLLLLLLLLLLLLL! E faz tudo aparecer bem direitinho, de forma bem uniforme. É importante que a potência dessa fonte de luz (seja ela fita de led, mangueira de led, tubular ou qualquer outra que te ofereçam) supra toda a necessidade de LUX das salas e ainda exceda em uns 30% que é o que a gente “perde” luminância quando rebate ela no teto.

Um bom recurso seria dimmerizar essa sanca, que é um aparelhinho que coloca no interruptor e assim podemos controlar a intensidade da claridade, para isso o lâmpada tem que ser compatível com essa função.

Agora vamos para um outro momento.

2ª Cena: Boas vindas

Esse efeito eu gosto de dizer que é aquele que a sogra quando entra se mija de inveja. É pras colegas invejosinha pensarem : “Féla-da-mãe que casa mái-linda!

Para isso vamos demarcar o que há de belo no local. Arandelas na parede iluminando arte ou revestimentos especiais, spots voltados para parede com aquela “mancha” que escorre pela parede, e também para móveis com apelo decorativo, neste caso a nossa cristaleira.

É uma luz mais baixa, bem intimista, que explode numa mesa de centro ou no tapete, criando sombras em algumas partes, nessa proposta a televisão estaria em uma parte mais sombria, evidenciando a tela. O resultado é algo assim:

Só entre nós, alguém mais vê algo fálico nessa luz que “desenha” a parede?

Esse desenho pode variar muito, depende da distância que o ponto estiver da parede e do ângulo de abertura da lâmpada, mas isso é conversa para outro post.

Shall we go to the next?

3ª Cena: Jantar

Essa é aquela hora de desfrutar, de compartilhar bons momentos com a família, com seu benzin, ou de se divertir e distribuir felicidade aos que queremos por perto.

Para isso a ênfase é na mesa, dividir o alimento e celebrar a vida. Por mais clichê que pareça (e seja) é onde eu acredito que um belo lustre/pendente/plafon decorativo deve estar.

E para que ninguém se perca e saia trombando nas paredes e móveis, combinamos essa luz com aquela perimetral das boas vindas, sobre o sofá e na cristaleira.

Para ter uma ideia de como seria essa marcação, olha essa referência:

Temos três cenas sim, mas nesse local eu acho que falta uma iluminação ainda. então vou colocar mais uma cena.

4ª Cena: Cheguei MiMi:

MiMijando, situação também conhecida como cosplay de gatinho.

É aquele momento que abrimos a porta do apartamento é só precisamos enxergar uma coisa: O caminho até o banheiro mais próximo.

Também muito útil para ir buscar um copo d´água maroto no meio da madrugada sem temer os espíritos que vagam nos corredores escuros.

E por fim, já a segunda cena extra, mas que surge da oportunidade, olha a…

5ª Cena: Cinema em casa.

Uma luz bem fraquinha, só para não errar o pote de pipoca, é esse o Brasil que eu quero!

Aproveitando que já temos arandelas no painel, criamos um clima e ajudamos o pipoqueiro a achar a porta da cozinha facilmente. Essa luz na parede, geralmente entre 170 e 210cm de altura é muito luxuosa e uma das minhas preferidas.

Chega por hoje né? Contudo, antes preciso dissertar um pouquinho. Quero que se compreenda além da questão estética.

O ideal é que se tenha o projeto de mobiliário antes de se fazer a distribuição da iluminação. O gesso também influencia ou sofre influência da distribuição de pontos de iluminação. Mas com certeza entender o que estará sob o domínio da luz é muito importante.

Outro quesito é que a iluminação, como eu disse lá no começo dessa matéria, muda tudo  (e espero que o gif tenha ilustrado bem).

Algo que eu sinto obrigação de pontuar é que 60% da maravilhosidade de uma decoração se perde com a falta de um bom projeto de luminotécnica. A especificação em si não tem um valor elevado e muitas lojas de produtos de iluminação e de elétrica atualmente dispõe de funcionários formados e capacitados a te oferecer por um valor excelente esse estudo.

O investimento deve ser muito bem contabilizado porque as vezes o profissional não explica que mesmo que se pague por ponto deixado, depois por luminária instalada e ainda por vários spots, arandelas, plafons etc… Esse diferencial em um momento de comercialização do imóvel encanta e valoriza seu espaço. E eu quero deixar isso claro pois se você olhar a planta final de iluminação, temos numa sala de  19m2 nada mais nada menos que dezesseis pontos de luz:

Esse post sofreu um empurrãozinho da Nathália, que me pediu recentemente para voltar com o tema. Fiquem a vontade para deixar sugestões, dúvidas, críticas e elogios nos comentários.

#Bença!

Lifestyle
Decoração, Mi Casa Su Casa
26 ago 2018, 19 comentários

Tem Jeito Decor 47 – Cristcheeeeeena!

Olá Fufulândia!

Estavam com saudade de um Tem Jeito Decor? Eu estava MIM coçando para dar pitaco nos espaços alheios.

E pela ordem de sofrência, porque sim, tem uma filinha, e recém chegamos em uma solicitação de Fevereiro 2018…

Mas, #vemkotio!

“Acompanho a Cony há muito tempo e, apesar de nunca comentar, gosto muito da forma como ela escreve e dos assuntos abordados. Mas confesso que fiquei mais assídua, quando ela iniciou essa Tag, AMO decoração, até mais do que makes ou moda (podem me julgar) e achei perfeito tudo “juntim” num lugar só.
Já escrevi esse e-mail váaaarias vezes, mas sempre desisto na hora de apertar o “enviar”, não me pergunte porquê…
Bom, vamos ao meu problema…

Compramos esse apartamento há pouco tempo e, aos poucos, estamos colocando do nosso jeito, mas me perco nos detalhes…

Queria uma sala perfeita, mas acho que está faltando alguma coisa (tapete, luminária, vasos, quadros) e não sei por onde começar… Por favor, me ajude!!


PS.: Tenho uma gata muito levada que não me permite utilizar vidro na decoração.

Obrigada,

Beijos,

Cristina.”

Menina, a “base” da sua decoração está excelente. Tudo que você precisa é adicionar umas coisas para deixar o espaço mais decorado. Quem me lê faz tempo já sabe que o diagnóstico parcial é: Parede pelada.

Eu que gosto de uma parede-drag, já imaginei várias coisas. Porém, vamos com calma né? Não quero te assustar. Um papel de parede listrado, com tons neutros, porém com alguma cor já ajuda a preencher o espaço:

Querem desenhos altamente artísticos né?

E eu não tenho problema nenhum em colocar um quadro sobre um papel com listras:

Para a área do jantar, podemos dar um volume com uma planta, e criar uma textura interessante com a adição de um tapete:

Não esqueça de pegar as dicas de como escolher o tapete que eu ja dei (ui!), deixei aqui: Mi Casa Su Casa, Tapetes!

Já a parede da TV, temos um dilema. Eu acredito que, para a distância do espectador o tamanho da TV está adequado. Aliás, existe uma relação não somente ao tamanho da tela com a distância necessária para assistir, mas também atualmente precisamos saber qual a resolução do produto. Abaixo vou deixar uma tabelinha válida para a Samsung:

(Samsung, paganóis!)

Na parede do televisor, tá boa não. Não tá ruim, não é um caso de tacar tomate, porém me parece sem equilíbrio.

Um móvel um pouco pesado embaixo, um televisor sozinho no meio e uma prateleira crossfitera lá no alto.

Acho que incluir um painel no centro ira dar um balanço melhor. Caso a distância permita, aumentar o tamanho da tela também ajuda e só para dar um charme, pode colocar arandelas nas laterais:

Não precisa forrar a parede inteira em painel, só fazer o ressalto para envolver o eletro. Quanto aos interruptores não precisa sofrer, eles podem ser colocados na frente do painel sem problemas.

Cris, não sofra, vou responder seu outro email agora no comecinho da semana.

Quem leu tudinho, não esqueçam de deixar suas ideias também.

#Bença!

LifestyleEditorial
Decoração, Mi Casa Su Casa
12 ago 2018, 43 comentários

Mi casa, su casa Japonês: Tá Karo.

Fufu pinguins, tudo gelado por ai?
Eu estou oficialmente em período de hibernação, avisem os boletos que só vou pagar os que me mantém aquecido, como o da companhia elétrica que provém chuveiro quente e aquecedor idem.


Muita gente ainda replica a frase : “Contratar um profissional para construir, reformar e decorar custa muito caro”.

Não é exatamente assim.

O projeto costuma representar entre 3 e 5% do gasto global de uma construção. E quando analisamos e contabilizamos o tempo de obra otimizado, e o uso e compra adequado de material o investimento desta contratação acaba se tornando uma manobra inteligente.
Por exemplo, um pedreiro/mestre de obras (dos bons) sabe o que é necessário para construir uma casa. Mas ele tem esse entendimento por vivência, e provavelmente irá “exagerar” na quantidade de ferragens, gastar mais em fundações…
Possivelmente não terá consciência sobre eficiência energética, fluxograma, organograma, setorização…
E é neste momento que o gasto com correções ou com recursos para contornar problemas gerados por falta de planejamento são, além de dispensas monetárias, também custos de estresse, frustrações e desconforto.


Um projeto arquitetônico bem pensado diminui substancialmente gastos de energia elétrica, explorando iluminação natural e estudos de insolação e ventos. Óbvio que nos dias de hoje com as prefeituras loucas atrás de dinheiro ninguém consegue eregir uma casa sem ter a obra embargada e pagar muitas multas, por isso, contrate sempre que for construir ou reformar um profissional de arquitetura e engenharia.
Partindo para a atuação de um profissional de design de interiores, que não é obrigatória, porém faz diferença no resultado, temos vantagens financeiras pois é muito fácil cair nas armadilhas de escolher – sem necessidade – o item mais caro de todos. Esse post não é para as pessoas que estão no nível da Kim Rabãodashiam, porque pra ela, dane-se a etiqueta. Mas você que faz seu dinheiro valer, continua comigo.

Eu tenho acompanhado um rapaz muito talentoso (em comédia) e essa semana ele fez a seguinte publicação:

Contextualizando, ele está morando só pela primeira vez, e descobrindo as dores e delícias das coisas da vyda. Gosto do tipo de humor inteligente dele, sempre relacionado com momentos cotidianos. Sigam o @bubarim que terá umas risadíneas garantidas. Só preciso atentar já previamente as piadas de pum, porque sejamos analíticos, homem hétero adora tudo relacionado a flatulência.

Voltando para cá eu QUASE marquei patroínha e o moRRR dela @futilish.house porque né, eles estão nesse período de investir aqui e ali. Contudo achei melhor falar com todo nundo que lê o blog. Então pega o evernote e #vemkotio descobrir o que é que encarece um projeto.

Aberturas (Janelas/ portas)

Sim, é preciso por na ponta do lápis qual a mais adequada.
Será que precisa MESMO ser do material mais caro? Os mais comuns são ferro, alumínio, pvc, madeira. O valor de um ou outro pode variar de região então só analisando mesmo. Mas por exemplo, você não vai usar ferro no litoral, as o PVC é uma opção também. Numa região mais interiorana, talvez a madeira tenha um valor mais atrativo que o alumínio. Então atentem-se para esse investimento. E também para tamanhos “exclusivos” tudo que foge do padrão, como um vidro com mais de 4 metros de altura, vai ter um valor agregado maior, inclusive pela dificuldade de transporte, seguro e não somente a fabricação em tamanho especial.

Pisos e Revestimentos

As opções de piso são praticamente infinitas. E os preços idem. Minha dica é: defina uma faixa de preço, assim como eu fiz com  Joy 106D. E foque seus esforços em encontrar o piso dos teus sonhos dentro desse espectro.

 Metais de banheiro

Fufu, é inacreditável a discrepância de valores entre as coisinhas de banheiro. E as marcas brasileiras são umas abusadas. O principal item são as torneiras, pelo menos é nelas que focamos na hora da compra. Se ela é bonita, se tem uma “pegada” boa, se é fácil de abrir e fechar com a mão molhada, se tem aerador, se tem a altura que a cuba precisa que tenha. Aí quando tudo isso está unido em um só produto, custa R$ 690,00 – tô falando sério – Seiscentos e absurdos noventa reais. Geralmente 700 conto é o que a gente quer pagar no banheiro inteiro. E é nessa hora que a gente sussurra para a vendedora:

Tem uma assim, só que mais em conta? E tem viu, tem uma linda, que eu amo que fica entre R$ 99,00 e R$ 105,00 agora preparem-se para ter ódio no coração comigo:

Sabe a papeleira? Aquele cabide de papel higiênico? O que combina com a torneira de R$ 99,00 custa R$239,00. Exatamente, eles acham que a gente é palhaço. E é nessa hora quando a vendedora disser isso que você vai responder:

“Obrigado, eu uso um suporte de chão.” Nesse momento o leite das crianças da vendedora deixará de ser comprado. Porque a comissão dessa papeleira ela não vai ver. Abusada.

Mobiliário

Vishe! É muito fácil encarecer um projeto de móveis. Obviamente tem diferenças de fornecedores, de acabamentos e etc.

Contudo quero falar do que encarece independente de ser numa marca popular ou em uma de alto padrão. E sim, tem como diminuir custo no mesmo projeto, no mesmo fornecedor.

Ferragens encarecem MUITO o valor de um projeto. Eu fiz uma imagem de dois balcões de cozinha com o mesmo tamanho: 2 metros, para ilustrar:

Móvel da esquerda composto por: Pia 80cm – Gaveteiro 40 cm – Gavetões 80cm e o móvel da direita com Pia 100cm – gaveteiro 100cm.

O balcão da esquerda direita, custará aproximadamente R$ 700,00 mais barato em uma boa marcenaria aqui na minha região. Talvez até menos, pois eu só sei o preço das corrediças, não tenho como precificar o valor da mão de obra. Analisando, é perceptível que invés de 4 gavetas e 2 gavetões temos 2 gavetas e 1 gavetão e por isso diminuímos a necessidade de compra de 3 pares de corrediças. é o mesmo espaço, a mesma funcionalidade, a mesma disposição. Só aumentamos os módulos e assim dinamizamos o processo de fabricação, mo tempo de montagem e consequentemente melhoramos o valor do orçamento. Do ponto de vista de uso, a cuba da opção mais barata poderia ser maior, mas eu quis exibir com os mesmos eletros. Perceba também que apesar do espaço no meio ter ficado um pouco menor, ganha-se um espaço no canto, ao lado do cooktop, o que significa que você não vai ralar os cotovelos na hora de virar a panqueca.

Eu sou sempre a favor de modulações mais largas, acho muito mais elegante portas com largura de pelo menos 50cm de largura, Fui treinado para isso numa empresa de alto padrão, mas o mais importante é que se tenha uma composição harmoniosa. Projeto meu a não ser que o cliente exija, jamais terá uma gaveta com menos de 50cm e esse é um item que também faz diferença nos armários de quarto:

São dois armários, bem genéricos, com 220cm de largura divididos padrãozinho: Gavetas, sapateiras, espaços de cabideiros e calceiros.

O da esquerda custará menos. E eu estou falando de R$ 1200,00 só de corrediças. Sem contar que calças em cabideiro baixo, como o modelo da esquerda, acomodam muito mais peças do que o “calceiro” convencional seja ele o de leque ou o extraível. Praticamente o dobro de peças. E tem mais um ganho que talvez você não tenha se atentado:

Tô falando desses 12,4 cm de estrutura necessária para fazer duas fileiras de gavetas/sapateiras é ridículo gastar com o dobro de corrediças e ainda perder praticamente 50cm (12,4 x 4 = 49,6cm) de armazenagem para colocar estrutura dentro de um armário. é praticamente uma gaveta a mais simplesmente por optar fazer ela com a largura toda, e não dividida.

Dae vem as “personal organizer” (uma muito ruim já me disse isso) dizer que é melhor gaveta mais estreita pra dividir as calcinhas, os pijama, as roupas de academia…

PELAMORDEDEUS coloca um divisor interno:

Olha o ganho de espaço! Não me importa se vai dividir internamente com caixa de leite revestida com papel contact, ou com garrafa pet cortada com faca de cozinha. Pensa em economia de dinheiros e ganho de espaço. Ok, combinado?

Eu me revolto quando lembro desse assunto.

Tô atrasadíssimo! esse post já deveria estar no ar faz duas horas, me desculpem.

Você já economizou de algum jeitinho numa questão assim de casa?

Conta pra mim nos comentários.

#Bença!