27
Jul 2016
Sorria Que Eu Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Hoje a quarta feira é de esperança e sorrisos!

Recebi três casos lindos de sorrias e achei justo um post só pra eles!

Caso 01 – Lara

Hoje a história não é pra chorar e sim sorrir muito…

Bom, oi Cony! Meu nome é Lara  tenho 26 anos e A D O R O o seu blog. Todos os dias dou aquela passadinha básica pra ver o que tem de novo.

Mas vamos a minha história, como quase tudo nessa vida começa com muito choro, e no meu caso foi muito chororo mesmo, acho que as minhas lágrimas até secaram. hahahaha.

Há um ano atrás estava eu, linda e loira, indo trabalhar dirigindo, quando começo a passar muito mal. Por sorte eu consegui encostar o carro em um ponto de ônibus e ligar pra casa para alguém ir me buscar. O meu irmão então foi correndo encontrar comigo e me levou pra casa, chegando lá eu deitei um pouco e minha mãe decidiu que era melhor eu ir ao médico. Ao levantar da cama eu simplesmente estava com o meu lado direito todo paralisado. Chegando ao hospital eu não conseguia nem me alimentar sozinha e comecei a falar nada com nada. Fiquei o primeiro dia no CTI (que dia que eu iria me imaginar no CTI, eu sempre forte e bem de saúde), depois fui transferida pro quarto e os médicos chegaram a conclusão do que tinha acontecido comigo: eu tinha sofrido um AVC. Isso mesmo, um Acidente Vascular Cerebral. Até então, como eu estava debilitada, a minha família não quis me falar o que tinha acontecido, mas hoje eu paro pra pensar e só tenho a agradecer muito a Deus por hoje eu está 100% recuperada. Imagina uma pessoa com 25 anos, na época, sofrer um AVC. Na verdade não é possível imaginar.

Mas continuando a história, que por sinal é um pouco longa, passaram 29 dias e eu saio do hospital. Sabe aquele alívio, aquela sensação boa de poder ver as pessoas na rua, de sair do hospital? Foi essa que eu senti. Na hora que eu sai do hospital não me contive e cai nas lágrimas. Lembrem que eu tinha falado que esse é um chora de verdade. Mas eu pensei comigo, pronto acabou!

Fui pra casa e fiquei quase um mês de licença. Ao retornar ao trabalho, simplesmente fui demitida. Hoje eu vejo que não estava recuperada o suficiente para voltar a trabalhar, mas naquele momento eu fiquei muito chateada, pois era a chance que eu tinha para retomar a minha vida e ir me recuperando. Mas a empresa não tinha esse tempo disponível. Então parei e pensei: FUDEU! O que vou fazer da minha vida agora?

Só para explicar, eu sou formada em Jornalismo e Relações Públicas, e como todos os comunicólogos (era assim que um professor chamava a gente) sabem, a área está extremamente complicada, com a crise então ficou tudo ainda mais difícil.

Foi então que começou o início da depressão. Afinal sempre fui ativa e independente e passar por esse momento foi um verdadeiro soco no estômago. Mas não me deixei ir realmente ao fundo do poço. Fiz trabalhos temporários, onde precisava de alguém para trabalhar, eu estava lá. Nem eu acredito, mas foram 10 meses desempregada.

Ainda durante este período eu não conseguia manter o meu namoro, de 6 anos na época, bem. Afinal estava muito abalada psicologicamente. Mas Deus é tão bom, que o que faltava de estrutura psicológica em mim sobrava no meu namorado e aos trancos e barrancos passamos por este período turbulento.

Mas como eu disse, não podia me deixar ir ao fundo do posso. Comecei a me tratar com uma psicóloga, afinal a coisa estava feia mesmo, e continuei distribuindo o meu currículo até ser contratada pela empresa que estou hoje.

E como sei que nunca é tarde para recomeçar, vou iniciar na próxima semana uma nova faculdade e pasmem, vou fazer o curso de Engenharia de Produção. Já que tive uma segunda chance, nada melhor do que começar tudo do zero e me reinventar.

Agora realmente me sinto 100% recuperada e pronta pra novos desafios!

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Caso 02 – Zelda

Olá Cony! Amo seu blog de paixão, e estou aqui não para um Chora, e sim pra contar uma história que tinha tudo pra dar errado, mas até aqui tem dado é muuuito certo! Tenho 50 anos muito bem resolvidos,  e conheci meu marido na minha festa de aniversário de 29 anos. Na verdade nos conhecemos no dia anterior, e no dia seguinte ele foi o primeiro a chegar à festa e o último à sair. Nessa altura eu já sabia que ele tinha… 20 anos!! Estávamos saindo de relacionamentos onde ainda éramos apaixonados pelos ex- parceiros, mas a coisa foi fluindo de tal forma, que quando percebemos estávamos total e completamente apaixonados. Carinhoso, gentil, sensível , gato, beijo delicioso e junte-se à isso um sexo maravilhoso, daqueles de não querer sair da cama! Nunca me preocupei com a diferença de idade, até porque ele fisicamente não aparentava a idade e emocionalmente era mais sério. Estava tudo lindo e maravilhoso até que …eu engravidei! Eu não queria filhos (NUNCA), trabalhava numa grande empresa, salário ótimo e morava com meus pais, pois sou filha única. Ele não trabalhava, só estudava. Quando engravidei entrei em pânico e ele também, tanto que quando contei ele simplesmente parou de me procurar. Eu estava tão preocupada em me livrar daquela gravidez, que mal tive tempo de chorar ou sentir ódio pelo sumiço dele. 3 semanas após a descoberta da gravidez, caí de moto voltando do trabalho com um amigo. Adivinha? Perdi o bebê! Lógico que foi melhor assim, o cara nem trabalhava…. Depois do susto e a vida voltando ao normal, eu continuava apaixonada, mas me recusava a ficar com um cara que foi capaz de me abandonar num momento tão difícil como aquele. Sabia por amigas que ele não estava bem, mas eu pensava: dane-se! Continuei saindo com amigos, sempre gostei muito da noite, de uma cervejinha e um bom papo, mas quando chegava em casa a tristeza batia total. Tínhamos feito planos de passar as festas de fim de ano juntinhos, mas quando chegou o natal passei sozinha com amigos e família. Feliz? Não. Mas estava orgulhosa de mim como mulher. Um dia após as festas eu estava na casa de uma amiga, quando ele chegou com um primo pra desejá-la Feliz Ano Novo. Quando o vi meu coração disparou, as mãos ficaram geladas. De repente ele veio em minha direção pra cumprimentar e quando ele chegou perto de mim o que senti foi indescritível!  Senti o corpo dele, o perfume, e quando nos abraçamos eu tive a sensação de ter voltado pra casa, sabe? Lugar de onde eu nunca deveria ter saído, sensação de aconchego e de tranquilidade…A gente foi se abraçando timidamente, meio desajeitados e de repente ele me beijou suavemente e a gente se agarrou um no outro e o beijo foi de saudade, de lembranças de tudo…Percebi que estávamos sozinhos no cômodo, pois os amigos sempre quiseram a nossa volta. No meio do beijo eu ouvi um eu te amo olho no olho com pedidos de perdão, e passamos o resto do dia conversando e colocando os pingos nos is. Conversamos e á partir daquele dia as coisas seriam do meu jeito, a começar pelo trabalho. Dei um prazo para que ele arranjasse um emprego, mas até que ele começasse realmente à trabalhar eu continuaria saindo com meus amigos, pois como ele não tinha dinheiro pra bancar a noitada ( eu me recusava a pagar pra ele), eu ia e ele ficava. Eu saía com minhas amigas  e não me divertia, pois sentia falta dele, mas sabia que era melhor assim. Eu me recusava a namorar um cara irresponsável.  Antes não tínhamos compromisso, mas após o ocorrido tudo havia ficado definido, e para que desse certo eu tinha que ser forte e fazer ele perceber que se ele tivesse dinheiro poderíamos nos divertir juntos em todos os momentos. Foi o que aconteceu. Em 3 meses ele estava trabalhando, ganhando o dinheiro dele, e aí o céu foi o limite para o nosso amor. Ele se transformou à olhos vistos (conseguiu ficar ainda melhor). Eram declarações de amor o tempo todo, flores e tudo mais. A gente se completava de um jeito… Após 2 anos, eu já frequentava a casa dele e ele a minha. Quando nos despedíamos à noite, o coração chegava a doer  quase que fisicamente de tanta saudade. Até que ele me convidou pra morar na casa dele e eu aceite; a despedida, mesmo sabendo que logo pela manhã nos veríamos(ele me levava trabalhar todos os dias), nos fazia sofrer. Moramos 1 ano com a família e depois fomos pra nosso apartamento. Chegávamos do trabalho, ou recebíamos os amigos ou saíamos pra noitada. Gostávamos de estar com os amigos, mas estar sozinhos era maravilhoso. Após 5 anos de puro amor eu engravidei. Não queria, mas ele me convenceu que a gente se devia isso, fora que o bebê seria um pedacinho de nós  e viria coroar o nosso amor e já estava na hora, etc…Tivemos uma filha linda, hoje com 18 anos e fazendo faculdade. Acabou de ganhar um prêmio de melhor aluna do semestre de Artes Visuais na Universidade. 5 anos após a primeira, nasceu a segunda , hoje com 13 anos. Linda, esperta, amorosa, primeira da classe e acima de tudo são saudáveis. Antes éramos dois, agora somos quatro, felizes da vida. Temos problemas como todos tem, brigamos como qualquer casal, mas nos amamos(ainda) graças a Deus! Porque resolvi escrever? Penso que minha história é um pequeno exemplo de que na vida toda regra tem sua exceção. As coisas em se tratando de relacionamento não são tão definidas assim. Isso vai dar certo, aquilo não. A vida não é uma ciência exata. Beijos.

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Caso 03 – Nikki

Oi Cony, oi meninas! Hoje estou aqui para contar minha história, e espero que eu possa restaurar em vocês a coragem de ser quem você e a fé no amor. 🙂

Começarei contextualizando: meu primeiro namoro foi aos 17 anos, com uma pessoa dois anos mais nova. Eu não era muito fã da família, nem a família de mim. Ou seja, hahahaha. Dois anos depois desse término, comecei outro relacionamento. No começo, tudo flores, tudo lindo. Com o passar do tempo, ignorância, ciúmes, invasão de e-mail, brigas, abuso verbal, 3 términos. No 2º, eu entrei em depressão. No 3º (sim, voltei com a pessoa que me fazia tomar remédio), apesar de mais conformada, comecei a ter crises de ansiedade. Mais remédio.

Até que um dia, um tempo depois, uma colega me perguntou: até quando você deixará os remédios controlarem sua vida e sua felicidade? Esse foi o famoso wake up call! Rs. Larguei os remédios (com supervisão médica! Tive uma semana terrível de crise de abstinência) e decidi que quem mandava na minha vida era eu!

Fui curtir a vida, e curti até mais do que precisava. Hahahaha! Comecei um processo de libertação capilar pra voltar aos cachos, retomei amizades que importavam e eu estava deixando escapulir por bobagens e, principalmente, estava preocupada comigo, em ter minha auto estima de volta depois de ter um relacionamento tão desgastante em todos os sentidos.

Um ano de v1da lok4 e cansei. Kkkkkk. Paqueras mau caráter (um leve dedinho podre né? rs), tinders não respondidos ou seriedade zero (app deletado, claro), balada, etc, não queria mais nada disso. Então resolvi que iria moderar mais as coisas, me colocar em primeiro e me abrir pro universo. Isso mesmo.

Eu estava me sentindo muito bem comigo mesma, decidida a me valorizar, a não aceitar podridão e rebaixamentos. Meu coração estava pronto pra ser amado novamente. E o que eu não fiz foi correr atrás de alguém desesperadamente. O amor exige paciência.

E eis que essa abertura coincidiu com a nossa querida copa do mundo. Eeeita! Trabalhando na Savassi (quem mora em BH entende!), a rua lotada de gente 24h…bora baixar o Tinder de novo. Hahahaha. Match vai, match vem, comecei a conversar com alguns caras, alguns estrangeiros, e com um deles o papo rendeu. Disso pro WhatsApp, e para um encontro. Isso tudo em menos de uma semana. Empolguei! 

No primeiro encontro a gente se encantou muito e marcamos de novo no dia seguinte. Juro que nunca pensei que fosse possível se apaixonar por alguém tão rápido. Mas ele iria embora no dia seguinte. Chorei muuuuito nessa noite depois de despedir, perguntando por que o melhor cara que eu já tinha conhecido na vida tinha de morar a quase 10.000km de distância, que era muita sacanagem do universo comigo. Mas, independente disso, já tinha valido a pena.

Mal sabia eu que hoje eu estaria aqui, contando minha história pra vocês, com 2 anos de namoro completos. Yay! \o/ Tudo funcionou pra gente se encontrar de novo e ficar junto. Muita coisa pra contar! Mas gente, tudo tem sua hora certa. Acreditem! Confiem! Se amem! Pensem positivo! 

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  • Lindezas da VIDA!!! Adorei fazer um Sorria!!!! Mas quem gosta de drama fique tranquila que teremos Chora ainda esta semana 🙂
20
Jul 2016
Chora Que Eu Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Qual será a choradeira de hoje?

Caso 01 – Afrodite

¨Olá pessoal,  meu  problema é o seguinte: odeio meu trabalho com todas as forças… Ainda mais pq não vejo crescimento profissional… Não há respeito por parte dos chefes e não tenho a mínima vontade de me aperfeiçoar, pois a motivação é zero.  Tenho mta vontade em mudar de área,  porém tem o fator financeiro,  meu salário não é a oitava maravilha da terra, mas financiei um apartamento com meu noivo, e hoje em dia está tão difícil achar emprego. A questão é estou com quase 30, um emprego que odeio, um financiamento de quase 20 anos e pouco apoio por parte da família pra mudar de área.  Gostaria de uma opinião externa… Uma luz… O que devo fazer?¨

Aguentar o emprego, esperar a crise passar e aí sim procurar outro! Realmente, para quem entrou num financiamento não é boa idéia pedir demissão. As coisas não estão fáceis. Você também pode tentar um trabalho paralelo, fazer algo por fora, que te dê prazer. Quem sabe vinga e você consegue se desvencilhar do emprego chato? Mas na minha opinião, não deveria sair do emprego atual não. Não agora.

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Caso 02 – Atena

Tenho 25 anos, tive uma infância e adolescência normal, uma família que sempre me acolheu e me apoiou nas minhas escolhas, tenho uma relação de afeto muito grande com todos, carinho e amor nunca faltaram na minha casa, sou estudante de direito e apaixonada por tudo que envolve esse meio. 

Até aqui tudo bem né?! Só que de uns tempos pra cá a vida deu uma volta gigante e tudo que estava caminhando na sua rotina normal, virou uma bagunça e me encheu de duvidas sobre como agir em relação a essa minha “nova” vida. 

Namorei por 7 LOOOONGOS anos, ou seja, deixei de aproveitar muita coisa  e viver experiências que não eram pra fazer falta hoje. Tive um namoro super maduro, nos dávamos muito bem, sem brigas, muito respeito e  carinho um pelo outro, mas nunca foi AMOOOR, sabe?! De uns tempos pra cá resolvi dizer não pro comodismo que vinha vivendo, me perguntando se queria mesmo viver a vida toda em água morna, ou provar dos prazeres e desprazeres que a vida poderia me oferecer caso estivesse sozinha. Terminei há 5 meses, no começo achei que tivesse “cagado” na escolha, mas hoje depois do luto, tenho visto o lado bom de ser companheira de mim mesma. Saio, me divirto, beijo bocas, e se me sinto a vontade  faço sexo sem compromisso, tenho me permitido!

Meu problema maior, apareceu logo no inicio do meu término, sabe aquele amor de criança, primeiro beijo, depois a primeira transa, mas  que você sabe que no final não vai dar em nada? Então, esse amor que eu expliquei ai, voltou… 10 anos depois! Alto, lindo, cheiroso e todo cheio de saudade. No começo eu muito segura de mim, dizia pras minhas amigas que eu era outra pessoa, totalmente madura, e nem me lembrava do quanto eu já tinha suspirado por ele. Até que nesses últimos dois meses eu liguei o botão do F***, me joguei de cabeça nas conversas e deixei o sentimento rolar.

E  quando eu vi já estava dentro de um avião, indo pra uma cidade totalmente desconhecida com um único pensamento, VIVER! Moramos em cidades BEEEEEM distantes, e há exatos sete dias eu voltei de uma das viagens mais lindas que já pude imaginar, quatro dias de muito amor, sexo com química, física e o que tínhamos direito, o companheirismo e carinho foi surreal! Porém, sem nenhuma promessa, sem nenhuma certeza do que seria depois dali. A menina que prometeu não se apaixonar e nem se machucar, tropeçou nas próprias certezas e está totalmente submissa a esse sentimento. Penso muito  nele  e no quanto eu pedi por um amor assim. Ele é uma pessoa muito sincera, passa por momentos ótimos da vida dele, me fala de amor, mas não me assegura com nada, e eu até entendo, somos dois estudantes, quebrados e sustentados pelos pais (hahaha)… Usa constantemente a frase de que “ESPERA QUE O DESTINO NOS COLOQUE MAIS PERTO”, já que acha incompreensível duas pessoas se gostarem mas morarem tão longe, e namoro a distancia pra ele NÃO ROLA! 

Nesse momento eu só quero que vocês me mostrem que caminho seguir… Me afastar e esquecer o boy enquanto  é tempo, ou deixar as coisas rolarem e se for pra ficarmos juntos a vida vai mostrar o que fazermos?!? Eu tão acostumada com a calmaria que sempre vivi, hoje com medo da insegurança que esse sentimento pode me trazer!

Deixa rolar mas PÉ NO CHÃO. Não fique achando que na sua ausência ele fica em casa, deitado na cama e olhando pra sua foto, porque ele não estará fazendo isso. Viva sua vida normal, não feche portas, continue conhecendo gente, beijando bocas, cedendo seu corpitcho pra quem tiver vontade, mas não viva em função dele. Se a saudade apertar, pode ser que vingue, mas também pode ser que vocês fiquem nesse lenga lenga eterno. Viva sua vida, deixe rolar o affair, mas não se prive de nada.

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Caso 03 – Artemis

Cony, tenho quase 24 anos e namoro há pouco mais de um ano. Desde a época que ficávamos, achava meu boy meio retraído, até que uma noite, quando trocávamos uns beijinhos mais quentes, ele me contou que era virgem (aos 25 anos!!). Meu mundo caiu porque, pasmem, também não tenho experiência nenhuma. Nosso relacionamento é bacana, mas falta algo a mais, e acredito que seja o sexo. Como não tomava anticoncepcional e seria minha primeira vez, enrolei bastante, até o dia que ficou complicado “segurar”. Acontece que na hora h, simplesmente não entrava. Fui ao gineco e tá tudo normal comigo. Meu médico disse que tenho vaginismo (espessamento do himem + fatores psicológicos) e que por isso ainda não rolou nada. Acontece que mesmo relaxada (até já tomei uns bons drinks pra ficar menos retraída), a dor era forte. Minhas amigas acham fofinho e ninguém consegue me dar conselhos que prestem. Pra piorar, Comecei a tomar anticoncepcional há três meses e agora já não tenho mais vontade de “namorar”, apesar de querer continuar com meu bofe e ter medo de que ele procure na rua o que eu não consigo oferecer. Me ajuda! Sei que você e as leitoras terão boas dicas pra me dar.

Ai Artemis, a primeira vez dói mesmo (acho, nem lembro direito da minha hahahaha) mas aguenta a dor da primeira e pronto, é uma vez só. Na segunda já não dói tanto. Usa uns lubrificantes para ajudar a entrar mais suave, e tenta relaxar… mas tenta MESMO. Não sei bem como é isso de vaginismo, mas lembro de uma leitora que tinha zero vida sexual por causa disso mas acho que era outro caso, algo mais grave. Quem souber mais sobre vaginismo conta aqui pra gente? E outra coisa, pra que anticoncepcional? Me conta???? Toma isso não… usa camisinha e quando sua vida sexual ficar mais ativa põe DIU!

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Caso 04 – Demeter

Tenho 33 anos tive um relacionamento de 10 anos e fui casada por 3 anos não deu certo, até que separamos decidi acabou já era, porém tenho um apto para vender e partilhar que está de rosca pela crise no pais e meu ex mora lá então rola uma enrolação também.. (essa seria uma das rendas que necessitaria, explico abaixo)

Em outubro de 2015 em uma viagem ao Chile (que já fiz 6 vezes porque sou apaixonada por lá) conheci um conterrâneo seu muito fofo e me trata como princesa e desde então não nos desgrudamos mais (WhatsApp obvio) isso já faz 9 meses, já fui 2 vezes e moramos juntos por 15 dias por 2 vezes em um apto que aluguei lá em cada férias que fui… e foi incrível, logo ele virá pra conhecer minha família também.

Sim relacionamento a distância é uma merda, mas confio mais nele a 2.574 km do que meu ex que dormia comigo.. enfim.. E estamos muito apaixonados e um hora teremos que escolher ou lá ou cá. Tenho um trabalho fixo aqui num empresa grande a 6 anos e meu salario não é ruim e o trabalho é tranquilo, porém sou consumista e minha renda sempre está estourada por cartões e hoje não conseguiria morar com ele e bancar tudo até ele se estruturar, lá no Chile ele não ganha tão bem e ainda não tem emprego estável.

Bom estou num dilema da minha vida.

Sempre amei viajar e tenho muita vontade de passar pela experiência de morar em outro pais, porém não falo espanhol e não tenho nada certo lá como moradia e trabalho, e ele para vir pra cá nessa crise também nos deixa com medo. Fora que aqui a insegurança está pior para se viver está bem tenso e perigoso (moro em SP).

Não sei o que fazer, coloquei uma meta de até 2017 me decidir se vou ou não. Ele disse que está disposto a vir, mas a área dele que é publicidade está bem tensa de trampo aqui também e não tem muita grana pra se manter muito tempo. São muitas coisas pra decidir.. tenho que sair do trampo (fazer um acordo para ser mandada embora para também levar grana), ficar sozinha lá sem família, levar minha mudança, arrumar um apto e um trabalho que ouvi que lá não tá fácil também.

Mesmo ele sendo um príncipe esta distância também é complicada porque estamos perdendo toda convivência e se conhecer de verdade para saber se essa loucura de largar tudo vale a pena.

Será que vale tudo isso por um amor? 

A certeza que temos é que vamos ficar juntos isso é fato, mas como?

É difícil porque vejo blogs de brasileiros lá e fico confusa com os relatos, mas sinto que a vida lá é mais tranquila e segura e me deixa muito na dúvida.

Arriscar tudo ou não? 

Ser emocional ou racional?

Cuidado com os chilenos… olha que quem te fala é uma chilena… Cuidado rsrs. Tô achando tudo muito cômodo para ele. Você vai nas férias e aluga um apê e ele fica com você. Porque você não ficou na casa dele??? Outra coisa, você diz ter um emprego bom, você teria que largar SEU emprego, alugar apto para ir morar com ele. Cadê ele se mexendo pra alugar apto pra vocês??? Outra, ele não tem emprego fixo, e você vai deixar o seu para viver de que? Se tem uma coisa que aprendi é que esse papo de um amor e uma cabana NÃO EXISTE. Sinceramente? Eu não iria. Faria ele se mudar para cá afinal aqui você já tem casa e trabalho, lá seriam dois sem casa e sem trabalho. Coloque na balança, já que ele não tem nada seguro no Chile, que venha pra cá e tente algo aqui. Se achar um emprego, maravilha. E nisso vocês podem ir testando a convivência também. Você largar tudo para viver um amor que nem sabe se dará certo – porque namorar a distância é uma coisa, dormir e acordar todos os dias com a mesma pessoa é ouuuuutra coisa – não é muito inteligente nem racional…

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  • Quatro Choras hoje hein! Vamos acelerar para conseguir abrir de novo a caixa de mail para novos casos! Vamos comentar gente, vamos aconselhar essas meninas angustiadas!!
14
Jul 2016
Chora Que Eu Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Recebi uma surra de emails pro Chora e novamente suspendo o recebimento de depoimentos até segunda ordem, ok? Na medida do possível publicarei 4 casos ao invés de 3 para andar mais rápido.

Vamos lá!

Caso 01 – Marcela

¨Cony, oi. Há algum tempo considerava escrever para a sessão do Chora mas nunca tinha tomado coragem até o momento. Meu problema são muitos e creio que tenha pouco a ver com o que geralmente leio na coluna. São quatros pontos cruciais que se encaixam para a minha situação atual e vão ser um tanto longos, por isto já me desculpo.

1. Tenho atualmente 21 anos e sou vestibulanda de Medicina há quatro anos. Sempre soube que era isto que queria e uma vez que me decidi pela carreira não larguei mais o osso. Eu estudo muito, praticamente minha vida é centrada ao redor disso. Até o momento presente nunca passei em nenhuma universidade pública (embora tenha passado em uma particular a qual não tenho condições de pagar e que não possui FIES). Como me dedico a passar em uma universidade pública, minha vida social é próxima de nula.

2. Tenho amigos, nunca foi um setor do qual eu pudesse reclamar. Amizades antigas que datam mais de 10 anos, amizades da época do colegial e amizades do próprio ambiente do cursinho. Meus pais moram juntos, apesar de erem um relacionamento complicado, e atualmente minha mãe está com câncer e meu pai desempregado. Meu irmão mais novo tem um espectro do autismo, a síndrome de Asperger por isso as coisas nunca foram exatamente fáceis.

3. Nunca estive em um relacionamento que durasse mais que um dia e sou virgem. Meu primeiro beijo foi tardio, aos 19 anos em uma balada com um cara que nunca mais vou ver na vida. Depois disso beijei apenas duas outras pessoas também em ocasiões similares. Sinto vergonha, apesar de estar ciente de que é uma besteira e não deveria, e por isto apenas minhas amigas mais antigas sabem disto. Todas as minha amigas namoram e frenquentemente eu me pergunto o que há de errado comigo.

4. Sou uma pessoa muito ansiosa e provavelmente devo ter algum grau de depressão. Tenho pensamentos suicidas frequentes mas devido a conjuntura atual da minha família eu sempre decido não perdurar muito em tais ideias (meaning que eu não seguiria em frente com nada). Já busquei tratamento psicológico mas nunca consigo me adaptar às terapeutas e atualmente com a situação econômica é virtualmente impossível procurar outro tratamento. Minha autoestima é próxima de não existente.

Reconheço que se trata de assuntos diferentes mas no fim eles trouxeram a mim à situação atual em que tudo que eu desejo é morrer. Não desejo falar nada aos meus pais pois os problemas deles já são muitos, meu irmão não possui a maturidade necessária para me ajudar, ajuda profissional, como mencionei, é inviável. Não quero incomodar meus amigos – qualquer que sejam eles – com meus problemas porque sinto que toda vez que é minha vez de falar eu só despejo o caos que é minha vida. Eu procuro permanecer o mais estável possível, continuo a estudar e a realizar simulados, estou à procura de emprego para auxiliar minha família. Participo, na medida do possível, da vida dos meus amigos, ajudando, rindo, estando presente. Procuro tentar “me colocar” engajando em conversas com um crush. E ao mesmo tempo eu acordo todos os dias e tudo que sinto é um vazio imenso e uma vontade de dormir, um sono sem sonhos, para sempre.

 Aceito qualquer tipo de conselhos que você ou qualquer uma das leitoras tenha a dar (exceto, talvez, o clássico “cada coisa tem sua hora e a sua vai chegar” que honestamente me faz querer chorar e gritar).¨

Uh, deixa eu respirar aqui. A cada parágrafo meu peito apertava mais um pouco. Menina, você está se mantendo forte demais e uma hora isso pode desmoronar. TODO MUNDO TEM PROBLEMAS, todo todo mundo. Acho que você deveria desabafar com seus amigos SIM, amigos são para isso e você está num momento que precisa falar falar falar e ouvir muitos conselhos ou pelo menos ter um ombro onde encostar e VOCÊ TEM! Vamos por partes:

1 – Uma hora você vai passar. Pode gritar e chorar mas é a verdade. Você vai passar e fará sua faculdade de Medicina. Não desista e sinto que não vai desistir mesmo, continue centrada É QUESTÃO DE TEMPO SIM POHAN. Não tem outra resposta.

2 – Você tem amigos, maravilhoso. Sua família está passando por momentos difíceis, seja PARCEIRA, e não o pilar da família. Você tem suas fraquezas também, não precisa ser a perfeita, estudiosa, ou o peso de seus pais. Seja leve em casa, motive seu pai, motive sua mãe que precisa MUITO de você e cuide seu irmão. Faça isso naturalmente, é a sua família! É o que a gente faz normalmente, faz no automático, não se exija quanto a isso, apenas pratique o amor dentro de casa.

3 – Você não namora, nunca namorou e tem 21 anos. Grandes bostas hahahahahaa. Sério mesmo, eu no seu lugar o que eu menos iria querer nesse momento é um namorado. Homem dá muita dor de cabeça e você não precisa de mais uma coisa para se preocupar. Relaxe, saia, se divirta como puder. Se rolar de ficar com alguém fique, mas no fundo no fundo, não faça disso uma prioridade em sua vida. Você tá muito nova e tem muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito o que viver ainda. Acredite, pode excluir esse ponto.

4 – Pensamentos suicidas. Bacana hein? Uma moça doida pra fazer Medicina, quase lá, cheia de amigos, com uma família que precisa de você, sua mãe lutando pra viver e você querendo desistir? SÉRIO ISSO? Páre JÁ de pensar bobagem! O fim da nossa vida não é a gente que decide não! Nem é algo a ser pensado! Pode estar difícil agora, pode não estar sendo do jeito que você sonhou, pode não ser uma vida cor de rosa, podem aparecer problemas novos todos os dias mas sabe o que isso significa? QUE VOCÊ ESTÁ VIVA, VIVENDO E APRENDENDO! Pode estar pesado, mas saiba, vai ficar leve! FATO! Tenha paciência, se ame, você é perfeita!!! Um dia você vai lembrar disso tudo e pensar: putz, como eu era boba…

Estamos conversadas? Ânimo, ame seus pais, seu irmão, cobre a amizade dos seus amigos (eles estão aí pra isso), estude estude estude, passe em Medicina e para cuidar de mim quando eu estiver velhinha. Combinadas?

 

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Ganhou 2 quotes!

Caso 02 – Alessandra

¨Tenho 29 anos, casada há 10. Meu marido é uma EXCELENTE pessoa, aquele típico marido que beija o chão onde eu piso, e não mede esforços pra me fazer feliz. Eu sempre fui feliz com ele, justamente porque ele sempre foi uma ótima pessoa, um grande amigo. Mas o olho nunca brilhou, e nunca tive borboletas no estômago. Até que, há cerca de 1 ano, comecei a perceber que estava tendo um crush num amigo. Sabe aquele tipo de pessoa que você pode conversar por horas a fio, que o assunto nunca acaba? Aquele tipo de pessoa que parece adivinhar seus pensamentos, e que combina com você em praticamente tudo? Pois é. O problema é que esse amigo é casado também. E eu também sou amiga da mulher dele, que também é amiga do meu marido. Ou seja, são dois casais amigos. Eles também são casados há um tempão, e tem uma relação que, à primeira vista, é perfeita. Sempre parecem felizes, amigos, companheiros. Justamente por isso, eu ficava aqui alimentando minha crush, mas sem nunca achar que teria a menor chance. Total amor platônico. Até eu descobrir que tinha chance sim. E que tudo que eu sentia pelo meu amigo era correspondido. Enfim, foi um choque para nós dois, ficamos sem saber o que fazer, totalmente perdidos. Nunca tivemos nada, nem um beijo, nada. Mas as conversas são totalmente explícitas, ele já disse com todas as letras que está apaixonado por mim. Mas, apesar disso, já concluímos que jamais teremos um caso, porque as outras duas pessoas envolvidas são especiais demais para serem sacaneadas desse jeito. Agora eu me encontro nessa situação horrível, porque não quero magoar meu marido, NUNCA, JAMAIS. Mas, ao mesmo tempo, o coração bate forte pelo amigo, o estômago fica cheio de borboletas voando pra tudo quanto é canto, os olhos brilham… Tenho considerado a possibilidade de me separar sim, afinal, claramente não amo meu marido. Mas tenho 99,99% de certeza de que meu amigo jamais se separará da mulher dele, porque ele é uma pessoa muito correta, que nunca teria a coragem de magoá-la. É uma relação de muitos anos também, eles são super amigos, enfim, não imagino eles separados. Então acabo ficando na dúvida… mesmo que meu amigo nunca se separe, seria justo eu continuar com meu marido, sabendo que não o amo? Não seria melhor recomeçar minha vida (afinal, sou nova ainda), se não com o amigo, com alguém que um dia possa aparecer? Ou seria melhor dar valor a uma pessoa que sempre foi muito boa pra mim, e sempre me fez “feliz”? Enfim, estou desesperada. Se alguém puder me ajudar, agradeço!¨

Separa. Você quer isso e essa vontade está em cada frase sua. Mas uma curiosidade: onde, como e quando você conversa intimidades com esse seu amigo? Cuidado pra não dar mierda grande hein… mas voltando aqui, miga, você não não sente nada pelo seu marido. Ele é bacana e tals, mas é isso? Viver no morninho te satisfaz? Se isso pra você está ok, continua… mas vai ser sempre aquela coisa sem graça, apenas pelo seu comodismo. Isso tudo baseada no que você contou ok? Quanto ao seu amigo, esquece ele. Separando ou não separando, corta isso já! Pode ser que você se separe e ele também, eu acho bem possível… se ele realmente está afim de você, acho muito mais digno isso acontecer quando nenhum dos dois tiver mais vínculos com os parceiros. Você não está FELIZ, você está ¨feliz¨. Isso te basta? Acha que pode se apaixonar novamente pelo seu marido? Acha que está pensando em separar só por causa do outro carinha ou isso é inerente ao crush? Pense nisso… mas a resposta acho que você já tem. Sei que vai ter gente falando para lutar pelo seu casamento, não deixar o amor acabar mas sinto um desânimo forte na sua fala… Sei não, eu tomaria outros rumos, outros ares. Ainda mais tendo apenas 29 anos.

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Caso 03 – Paula

¨Cony, sou seguidora assídua, dessas que entro quase todos os dias pra ler seu blog e tive que tomar muita coragem pra escrever e expor meu problema. Tenho 25 anos, sou formada e bem-sucedida. Namorei por 6 anos, fiquei noiva, e 6 meses antes de me casar conheci uma pessoa, me apaixonei e larguei tudo. Não por causa dessa pessoa, mas porque ela foi a personificação de um problema que existia. Nunca me arrependi por essa decisão, mesmo sendo vista como megera pelo meu ex, sua família e alguns amigos. Acontece que essa pessoa por quem me apaixonei, namorava há 10 anos. Ele também terminou pra ficar comigo, ficamos juntos por 4 meses e foi incrível. Mas a ex não sossegou até fazê-lo voltar. Não tiro a razão dela, 10 anos é muito tempo mesmo. Sofri muito, cheguei a esbarrar com eles algumas vezes e até passar mal. O grande problema não foi porque ele voltou o relacionamento, mas porque voltou e continuou me procurando, dizendo que estava sofrendo, que eu poderia ser o amor da vida dele. Foram 2 anos da minha vida assim, me sentindo sozinha, vendo minha autoestima indo pelo ralo…Ele me dizia que tava em um dilema, que era muito difícil, que me amava, mas aí eu entrava no instagram e tinha uma linda foto dos dois.

Até que eu conheci uma outra pessoa. E me permiti me envolver. Ele é incrível, somos formados na mesma área, temos sonhos parecidos, é lindo e me trata como uma princesa. Não estou apaixonada, não é um sentimento avassalador como foi com o outro, mas ele me traz paz, gosto demais dele e é a minha chance de esquecer toda a história que me fez tão mal. O problema é que o outro descobriu, surtou, terminou o namoro, disse que não quer me perder e me deu um prazo.
Uma parte de mim queria arriscar. Mas nossa história não vai começar do zero, tem uma bagagem muito grande e eu sempre vou me questionar por quê ele demorou tanto pra “descobrir” que era comigo que ele queria ficar. Ele já me machucou demais, mas ao mesmo tempo, não consigo me livrar desse sentimento.

Alguém já passou por algo parecido e poderia me ajudar?¨

AMIGA FUJA PARA AS MONTANHAS! E de preferencia, SOZINHA! Meu, só consigo ter muita pena da ex desse cara e achar ele um grande cachorrão! Pense que o que ele fez com ela, pode facilmente fazer com você! O cara voltou pra namorada, postando felicidade em rede social e te procurando ainda? Não vale NADA. Nada mais a dizer. Esquece ele, não vale a pena, vai te fazer sofrer e se for o caso, fique com o rapaz novo sim, nem que seja pra você esquecer um pouco o cachorrão. ¨Ah mas não quero magoar o rapaz…¨ Você pode até se apaixonar por ele sabia? Tente, de leve, aos poucos e se organize. É muita treta pra pouca pessoa. 

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Caso 04 – Monica

¨O título é chora, mas eu não vou chorar não.
Acompanho os “choras” desde o começo e queria aqui fazer o contrário. Sorrir! E sorrir junto é mais gostoso, não é?! Por isso vim dividir um pouco minha história.
Desde a adolescência sempre fui muito insegura. Achava que os meninos não gostavam de mim, que não tinha amigas, que não era suficientemente inteligente. Estava sempre me colocando para baixo e me comparando com as outras pessoas. Comecei a namorar super cedo, aos 16 anos, e esse namoro durou quase 11 anos. Foi uma história cheia de coisas bonitas, mas muito conturbada. As inseguranças sempre vinham à tona e o namoro acabou de uma forma muito feia, numa história cheia de traições e falta de sinceridade.
No meio disso tudo, existia uma angústia muito grande com relação à profissão. Eu nunca tive certeza do que queria. E mesmo quando descobri dentro da profissão uma área que eu gostasse, nunca consegui entrar no mercado de trabalho nessa área, o que só piorava o meu emocional.
O fato é que com o fim do namoro eu fui pro fundo do poço. Todas os sonhos que eu havia construído tinham virado fumaça. E eu não sabia o que era ser adulta sem ter um namorado do lado. Eu era co-dependente daquela relação. E agora? Eu não sabia quem eu era, do que eu gostava, quem eram meus amigos e que rumo seguir na profissão.
Foi duro, mas tive que aprender. Na marra! Tomei remédio e fiz acompanhamento psicológico, tudo para me colocar nos eixos novamente.
E eu encontrei sim meu eixo! A dor passou, o sorriso veio, e comecei a compreender o amor de uma forma diferente. Comecei a sentir o amor próprio! E com ele, acabei descobrindo a liberdade, a segurança, a força e a coragem. Agora eu sabia quem eu era e do que gostava. Eu era de novo a única responsável pelas minhas escolhas e minha felicidade.
Hoje, com 30 anos, posso dizer que nunca fui tão feliz na minha vida. Não porque algo me faz feliz, mas porque hoje eu SOU feliz. Descobri que a felicidade vem sim de dentro. Claro que algumas coisas me entristecem e enfurecem, mas os sentimentos ruins são passageiros, pois sou eu que escolho o que vou fazer com eles, se vou deixar eles me dominarem ou não.
Minha escolha hoje é ser feliz! então eu respiro fundo, e vivo um dia após o outro, sempre com pensamento positivo e alegria no olhar!

Sei que meu relato sai um pouco do contexto, mas espero com ele ajudar algumas meninas e enxergar que sempre há luz no fim do túnel! Nada nessa vida é para sempre. Lembrem-se: “não há mal que nunca acabe, não há bem que sempre dure”! Beijos no coração.¨

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  • Que lindo esse último caso hein? Fico feliz quando vejo a mulherada reconquistando o amor próprio! Gente, é SALVADOR! Resolve os problema tudo hahaha. Bom, como falei no início do post, NÃO ENVIEM MAIS CHORAS. Tenho material para uns 3 meses mas farei passar mais rápido, ok?
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