Lifestyle
Decoração, Mi Casa Su Casa
07 abr 2019, 22 comentários

Mi casa, su casa- Pinto o teto?

Fufuland! Turupom por aí?

Desde 2017 temos usado alguns tetos com cor, e essa semana uma Fufu maravilhosa entrou em contato para conferir umas cores no projeto dela e eu me dei conta de que nunca tinha conversado aqui sobre isso.

Sei que MUITA gente vai odiar o tema, mas também é meu dever cívico – HAHAHA – de apresentar coisas diferentes para vocês. E vou comecar com uma imagem que ninguém vai poder reclarmar, um teto com forro em madeira:

Achou que eu ia chegar aqui com teto pintado de tinta óleo brilhoso bordô, né? Lamento desapontar você, só que é muito possível ter uma cor no teto e não ficar feio.  Outro teto na moda é o concreto aparente:

Já quebramos o gelo, e tenho certeza que todo mundo quer saber mais sobre cores e dicas. Até mesmo porque é um recurso que pode facilmente dar errado.

A cor que mais amamos empregar lá na Nest, é o azul, especialmente os azuis que lembram o céu.

Se o clássico faz você ter palpitações, os Coffered Ceillings, que são os tetos com aquelas molduras super trabalhadas, eu te digo que: colorí-los fará com que eles fiquem ainda mais emblemáticos:

Se a altura do seu imóvel não permite que faça algo tão trabalhado, uma bela moldura nas laterais, e um centro colorido deixam tudo mais interessante:

Mas vamos ver a cor do teto como um recurso. Hoje em dia temos grandes espaços integrados e aí subdividir o teto é algo que faz com que nossos ambiente parecam mais acolhedores e com toda a certeza do mundo, mais luxuosos e bem pensados:

Quando temos algum elemento arquitetônico que queremos aproveitar, também podemos tirar partido da cor, como em vigas muito baixas e lajes inclinadas:

Um cômodo que merece uma ousadia é o Home. Se no seu lar há um espaço destinado a sétima arte, por favor, deixe ele bem decorado. E algo que eu ADORO numa bela sala de cinema, é um teto preto.

O que você acha? ousadia demais? Interessante? Conta pra mim nos comentários.

Ah! A próxima matéria eu quero reviver o Tem Jeito Decor. A fufu Edméia mandou para mim um material bem legal. e vou reparar com carinho pra você, pos acho que vai ajudar muitas pessoas.

#Bença!

LifestyleComportamento
Bem Estar, Cotidiano
02 abr 2019, 139 comentários

Ansiedade

Como queria escrever sobre isto e conversar com vocês… Tenho visto tanta gente reclamando da mesma coisa até que percebi que eu era uma delas mas não “aceitava”.

Deixa contar um pouco sobre mim. Pra quem já me conhece há mais tempo, deve ter percebido que sou muito clara e objetiva em relação a tudo. Não sei explicar mas eu tenho uma visão muito límpida das coisas, costumo ser bem sensata e realista. Ok, não é 100% do tempo, mas na maioria das vezes consigo avaliar bem uma situação sem muitos ruídos. Acho que esse é um dos motivos que não faço terapia, porque sei exatamente tudo o que se passa comigo e de onde se origina. Apenas fiz terapia duas vezes na vida e durou coisa de 2 meses cada, que foi quando terminei um namoro de 15 anos e depois quando terminei outro relacionamento. E a terapia não foi para me fazer enxergar que não era o fim do mundo, ou que haveriam outros namorados com certeza, ou me reafirmar de alguma coisa. Acontece que eu fico TÃO chata quando termino namoro que acho que ninguém aguenta minha ladainha, por isso vou pra terapia para alguém ouvir as infinitas e intermináveis lamentações que ficamos viciadas em repetir quando levamos uma rasteira emocional.

Ok, mas não sou fodona assim. Eu tenho MUITOS defeitos, alguns bem chatos e tenho plena consciência deles. Tento trabalhar para melhorar, mas eu comigo mesma. Eu sei o que é, porque e quando acontece. E eis outro defeito meu, controle. Ou pelo menos, me preocupar apenas com o que posso controlar. E se eu sei que posso controlar, eu controlo. Se acho que não consigo, me afasto e deixo as coisas se resolverem por si só. E nesse cenário algumas coisas começaram a me atrapalhar, meu auto controle começou a sumir. Acredito que nossa mente comanda muita coisa na nossa vida e no nosso corpo, por exemplo, já tive MOMENTOS depressivos, mas aquela falta química que tem que ser remediada, nunca tive. E quando tive momentos de tristeza profunda, me permiti sofrer, mas sempre por um tempo curto e depois me forcei a sair disso. Até aí tudo bem.

Só que um dia comecei a não ter mais controle sobre mim. Comecei a ficar nervosa a toa, a ter palpitações no peito que não paravam nem com a “força do meu pensamento”. Comecei a sentir falta de ar, sentir a boca adormecendo, ficar tonta, mão gelada, achar que ia desmaiar e tudo isso sempre que estava “esperando” algo. E essa espera poderia ser uma fila de banco, um atendimento com senha, esperar alguém chegar, esperar minha vez de falar ou me apresentar em público. Coisas até então super rotineiras e comuns em minha vida.

Então tive que aceitar. Conheci a primeira “pessoa” que conseguiu tirar meu auto controle: a ansiedade.

Obviamente que as primeiras vezes que passei por isso, que tive esses sintomas, achei que era bobagem, que era por algum motivo pontual e que não aconteceria mais. Só que o negócio foi se repetindo, e cada vez, com uma novidade. Tipo, antes era só coração pulando pra fora do peito. Depois começou a ser o coração pulando e a boca adormecida. Depois o coração, a boca e a mão gelada. E por ai vai, adicionando sintomas até que teve um dia que eu achei que iria morrer. Estava em San Pedro de Atacama, acordamos bem cedo para fazer um passeio, tudo normal, como sempre. Quando entrei na van, comecei a ficar apavorada. Não conseguia respirar, minha vista embaçou, meu coração disparou. DO NADA! Fiquei realmente desesperada sem conseguir respirar, por mais que eu tentasse ritmar a respiração e enfiar na minha cabeça que não tinha nada de anormal ou diferente ali, eu não conseguia me livrar daquele pânico. Tive que descer da van, respirar fundo e me acalmar. Leo perguntou se eu queria cancelar o passeio mas eu não quis. Poxa, porque me deu aquilo??? Não sou disso! E só pensava numa coisa: será que isso é a tal síndrome do pânico? Porque o que eu senti, foi isso, pânico.

Me bateu um terror de acontecer a mesma coisa no avião ou nas viagens de ônibus que ainda tínhamos pela frente. Vocês não imaginam minha tensão cada vez que tinha que entrar em algum lugar fechado onde eu não poderia sair a hora que quisesse. Foi aí que a ficha caiu: isso é sério e tem que ser tratado.

Voltei de viagem, graças a Deus não tive mais episódios assim, achei que tinha sido esporádico, talvez não fosse tão grave, que sim teria que ir ao médico mas poderia esperar. Até o dia que fui buscar minha mãe no aeroporto em SP. Ela veio me visitar e eu fui até Guarulhos fazer uma surpresa pra ela. Enquanto esperava ela aparecer, juro que achei que iria ter um treco. TODOS os sintomas que mencionei acima, eu senti. TODOS, e até mais, vi bolas brancas flutuando. De novo, aquela aflição, aquele desespero, aquela sensação ruim e totalmente sem controle.

Não tem mais como negar né? Sofro de ansiedade. Qual delas, qual tipo, qual grau, não sei, porque até hoje não fui ao medico. Tenho muito medo de ter que usar remédios fortes e ficar lesada por isso estou tentando outras alternativas como por exemplo aromaterapia com óleos essenciais. Ganhei um colarzinho que é um difusor pessoal, super fofo, e pingo óleo nele todos os dias para ter um dia tranquilo e sem stress. Até hoje não tive mais crises, mas também não sei se é assim mesmo, se tem frequência, se de repente do nada vou passar por isso de novo. Também não provoquei situações estressantes, aliás, falei em publico esses dias, deu um nervoso mas passou. Consegui falar com coerência e passar o recado. Para mim, ansiedade era aquela preocupação pelo que não aconteceu ainda, aquela euforia pré viagem ou aquele frio na barriga de uma situação nova que está para acontecer, mas descobri o lado feio da ansiedade, o pânico, os sintomas físicos, a falta de auto controle. Enfim, tudo ainda é muito novo pra mim e confesso que a minha teimosia/controle ainda insiste em tentar me convencer que eu dou conta. Algumas leitoras já me alertaram que ansiedade não tratada vira síndrome do pânico e claro que não quero isso.

  • Quero saber de vocês. Experiências, tratamentos, cura… Quero saber onde estou me metendo, com o que estou lidando e como é essa tal de ansiedade. Conversa comigo??
Lifestyle
Decoração, Mi Casa Su Casa
24 mar 2019, 34 comentários

Mi Casa, Su Casa – 3D(elícias) 3D(esgraças)…

Fufu-terrestres!

Já disse algumas vezes, acredito que até por aqui, que TUDO fica bom em algum lugar.

Algumas vezes é no lixo. 😀 😀 😀

Já tem um tempão que os revestimentos com relevos, ou com a impressão que simula eles, estão bem na moda. Tava aqui na listinha de temas para conversarmos, então pega um espanador (afinal junta pó nesses negócios) e #vemkotio.

Eles surgiram nos banheiros, exibidos e sorridentes. Criando umas sombras lindas e amaciando os nossos corações para ir tomando conta da casa. De formas boas e ruins, essa segunda em muito maior profusão.

Não vou mostrar os 3D(esgraças) por motivos éticos. Também não estou podendo ser proce$$ado. Então vamos ser  humanos positivos e falar dos bons resultados.

Os principais usos são em salas, espaços gourmet e quartos. Confesso que sofri para achar imagens, não só que tivessem ambientes bonitos, mas que chegassem numa resolução boa.

Estes revestimentos podem ser de porcelanato, de pvc, de madeira, poliestireno (isopor)… Falarei de alguns.

No caso de áreas molhadas, como banheiros, é necessário que se use um produto adequado para umidade, e fazer o uso do rejunte, que “veda” as peças e proteje o mundo de infiltrações.

Quando as peças não forem expostas a umidade – vapor é umidade pessoínhas – e o modelo a ser aplicado permitir, pode se fazer a instalação de junta seca:

Junta seca são alguns modelos de revestimentos que podem ser encostados um no outro, então não vemos a linha de separação – que é onde entra o rejunte.

Do fundo do meu coração (maldoso and peludo) eu associo os percelanatos com banheiro e não consigo amar a aplicação deles em salas e quartos.

Suei os sovacos aqui, mas achei esse quarto com um porcelanato que ficou lindão. Pelo foguinho fofo, acredito que seja imagem de um catálogo da Portobello. As mesas diferentes, a cabeceira desalinhada com o painel, quadro de um lado com abajour… é TÃO dificil fazer algo assimétrico com um equilíbrio desse que olha… quase tenho fé na humanidade nessas horas.

Voltando ao tema, Vamos dar uma olhadinha nas versões conforme os materiais.

Madeira

Os produtos em madeira são bem elegantes, e também costumam ter um precito nada amiguito. Porém, temos que entender que é um material caro sempre.

Lembrando que existem também os porcelanatos, muito verrossímeis (voltar a ler tá me fazendo bem) e que na maioria das vezes tem um valor muito melhor, espia aqui:

Contudo, falando de custos, os itens em PVC geralmente são ainda mais atrativos. E também tem muitas versões lindas.

PVC

Acho que os primeiros drevestimentos com relevo que surgiram no mercado foram as pedras naturais, como as pedras filetadas. Até hoje tem algumas peças muito bonitas de pedras com os mais variados formatos e tons.

Gosto bastante das pedras naturais porque elas trazem – literalmente – uma parte da natureza para os ambientes.

Pedra

Temos ainda os revestimento cimentícios, que costumam ser usados em fachadas, por motivos de: durabilidade AND uma profusão de itens mais volumosos que ocupam espaços consideráveis.

Cimentício interno:

Externos:

Eu adoro o recurso, que pode “levantar” uma fachada sem uma mega obra, ainda que o investimento seja considerável.

E vocês, o que acham? Conta pra mim nos comentários =) Adoro comentários!

#Bença!