13
Jan 2015
Diário de Viagem: Comendo Como Os Chilenos
Diário de Viagem

E voltando uns 3 kg mais cheinha rs.

A comida chilena é bem gostosa. Não é porque sou de lá, mas é realmente saborosa, com gostinho caseiro, de casa de vó, farta e pesada, muy pesada. Chilenos amam carboidratos: quase tudo tem batata, milho, arroz. Chilenos amam abacate, e salgado. Vai no cachorro quente (lá se chama completo), na salada, na comida japa e acredite, fica DELICIOSO. Chilenos amam temperinhos, quase tudo tem cominho e coentro. Chilenos comem pãozinho caseiro com manteiga (manteiga pura) e pebre enquanto a comida não chega (abaixo explicarei o que é pebre). Chilenos gostam mais de cerveja que de vinho, essa informação também me surpreendeu mas foi confirmada por uma guia turística. Eu devo ser chilena revoltada, pois prefiro un buen vino tinto.

Vamos ao fatos. Sempre me perguntam onde comer a típica comida chilena e o único lugar que eu sabia indicar era uma cidadezinha perto de Santiago (Pomaire) ou no Pueblito Los Dominicos, mas lá não tem tudo, tudo. Desta vez fiquei sabendo de um restaurante chamado Doña Tina, bem famosinho e que é de uma senhorinha, Agustina, que vendia pan amassado (pão caseiro) na rua. Os pães dessa dona faziam muito sucesso e logo ela começou a vender empanadas. Tudo isso para sustentar os 7 filhos, e sem saber ler e escrever, montou um restaurante de comida chilena. Isso já tem 30 anos e até hoje ela está lá comandando a cozinha. Eu a vi pessoalmente e é uma vovó muito fofa que foi em algumas mesas conversar com seus clientes!!!

O lugar é bem bonito e reproduz um ambiente rústico bem chileno. Fica no final da Av. Las Condes, aos pés da Cordilheira dos Andes.

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O chão é de terra, as mesas e cadeiras bem simples e o atendimento agradável. Apesar de parecer um lugar propício para turistas, a maioria das pessoas que estavam no dia que fui eram chilenas! Apenas uma mesa com gringos. Achei isso interessante… 

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Para tudo ficar mais chileno ainda, uma dupla tocava músicas tradicionais.

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Aí ela! Doña Tina!

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E esse é o pebre, o molhinho que SEMPRE acompanha um pãozinho antes do prato principal chegar. É feito de tomate picado, cebola, coentro, vinagre, sal e aji, uma pimenta bem ardida. Mas acho que esse não tinha aji pois nem estava ardido. Ah, uma curiosidade: no Chile descascamos os tomates. Sempre.

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Empanada de pino! Como expliquei e mostrei no Instagram (já segue né? @futilish), o pino é o recheio mais tradicional da empanada. Ele é feito de carne (pode ser moída ou em quadradinhos), cebola picada, ovo cozido e azeitona (uma só, minha parte preferida é achar a azeitona rs). Algumas levam passas. A empanada também pode ser de queijo ou de camarão com queijo. Geralmente essa última é mais consumida no litoral e é frita.

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Outra preciosidade chilena, o Pastel de Choclo! Choclo é milho! Eles fazem tipo um purê com milho, manjericão (albahaca) e açúcar (sim, é doce) e por baixo desse “purê” tem um pino (vide explicação acima) que desta vez é incrementado com um pedaço de frango. Gostoso, mas pesaaaaaado! Eu não consegui comer nem a metade. Ah, e a maioria das comidas chilenas é feita e servida nesses bowls de um tipo de barro, que lá chamam de greda. Esse material mantem a comida quente o tempo todo.

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AMO porotos granados! Trata-se de uma sopa de feijão branco que só aparece no verão. No inverno não tem desse feijão! E pensem comer isso no calor de 35 graus de Santiago? É de suar bicas, mas delicioso. O feijão é cremosinho, derrete na boca, e o que mais tem na sopa? MILHO! Ou choclito :-) Também leva manjericão (albahaca) que no Chile tem uma folhas enormes e um cheiro maravilhoso e abóbora (zapallo). Fica muito gostoso acompanhado de uma ensalada a la chilena, que nada mais é que tomate e cebola à juliana. Salivei…

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E para refrescar do calor, Mote con Huesillo! Bebida mais típica IMPOSSÍVEL! Lembro que uma leitora falou que quando viu isso, pensou em suco de cérebro rsrs, realmente não é muito bonito. O mote é um trigo e o huesillo é pêssego desidratado que eles cozinham e o caldinho vira esse chá. É servido BEM gelado e é algo do tipo ame ou odeie. A maioria ama. 

  • O restaurante é perfeito para quem quer conhecer a fundo a cozinha chilena. Tanto o ambiente quando os pratos não deixam nada a desejar. No menu existem vários outros pratos, como as humitas (um tipo de pamonha), plateada (carne cozida), arrollado… E também bebidas, muito pisco, sucos e cervejas nacionais. Não é dos mais baratos, uma empanada sai por uns $ 2.800 (uns 15 reais), o pastel de choco $ 9.000 (cerca de R$ 50), os porotos $ 8.000. Mas vale cada centavo e a visita. Até o momento, não sei de lugar melhor em Santiago para provar a verdadeira comida chilena. Se quiser degustar as delícias chilenas, indico muito o Doña Tina!
08
Jan 2015
Diário de Viagem: Duas Vinícolas Diferentes no Chile
Diário de Viagem

Hoje vamos falar de uma coisa que me gusta mucho: VINHOS!

O tal do vinho é um dos grandes responsáveis pelas minhas gordurinhas mais resistentes, pois posso até cortar pão de queijo e coxinha, mas vinho não! Antes que pensem mal, não sou alcoolatra tá? Mas adoro tomar uma tacinha a noite, sem motivos nenhum e só para curtir mesmo. Prazer, Constacinha.

Aqui no Chile já visitei a Concha y Toro que é a vinícola mais comercial e com melhor infraestrutura. É muito bonita mas prepare-se para ver muitos brasileiros e um comércio muito bem definido. Ela segue uma linha mais industrial então quem quer algo mais artesanal ou em menor escala pode não gostar muito. Ainda assim acredito que quem nunca foi a uma vinícola deveria ir na Concha y Toro e em outra menor para ver a diferença. Também já visitei a Indómita, que fica no caminho a Viña del Mar. É pequenininha, mas bem bonita e aconchegante. Dizem que o restaurante de lá é muito bom mas quando fomos estava fechado.

Desta vez fomos na Viña Santa Rita e na Errazuriz e contarei um pouquinho sobre elas.

Vamos começar pela Santa Rita!

Queríamos fazer algo diferente e meu namorado viu que existia um tal de Bike and Wine nessa vinícola. Nada mal para queimar as gordices de final de ano certo? A empresa que faz o passeio se chama Turistik e se não me engano é a maior empresa de passeios turísticos em Santiago. Tem vários roteiros: para o litoral, por Santiago mesmo, pra neve… Confesso que tinha escutado falar bem mal dela, que era muito cara e bagunçada mas como era a única opção, fechamos com eles mesmo via internet (pois tinha um desconto de 10%) e o passeio Bike and Wine ficou por uns USD 60 por pessoa.

Eles tem uma lista de hotéis onde passam para te pegar, e se seu hotel não estiver na lista, você escolhe o local mais perto. Marcamos às 8:15 da manhã perto da casa da minha mãe e por volta de 8:30 uma van nos pegou. Achei que daí iríamos direto para a Santa Rita mas nos levaram ao estacionamento do Parque Arauco onde um MONTE de ônibus e um batalhão de turistas procuravam seus respectivos passeios. Achamos o nosso e partimos.

A Santa Rita fica a uns 45 minutos de Santiago, no Valle del Maipo,  e nosso passeio de bike deveria começar por volta de 10 horas da manhã, com duração de uma hora e meia e sem direito a pausa para almoço. Após o passeio, a volta para Santiago seria imediata. Ok né…

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Lá é muito bonito, jardins lindos e muito verde. Não é grande (comparando sempre com a Concha y Toro), mas é mais intimista sabe?

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Uma das particularidades da Santa Rita é que lá foi redescoberto o Carmenere! As videiras dessa variedade foram dizimadas no mundo inteiro por uma praga (a filoxera) e pensaram que nunca mais haveria carmenere no mundo. Até que um francês veio ao Chile em 1994, foi passear na Santa Rita e que folha ele viu lá? CARMENERE! Sim, o Chile não foi afetado pela praga devido as suas barreiras naturais (mar, deserto, cordilheira e glaciais) e eis que o mundo novamente tinha seu Carmenerzinho. E hoje em dia, todo carmenere é derivado do Chile, mais precisamente da Viña Carmen de Santa Rita!

Êeeeee, todo mundo junto comigo: chi chi chi, le le le! 

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10 horas e nada… 10 e meia e nada… 11 horas e NADA! O que estava acontecendo? Fui perguntar para a guia e eis o problema: NÃO HAVIA BICICLETAS DISPONÍVEIS! Como assim? Como uma empresa desse porte monta um passeio desses se não tem bicicletas disponíveis???

Faltavam cerca de 4 (ou 6, não me lembro) bicicletas e descobrimos que elas existiam porém estavam todas com os pneus vazios. Era só encher certo? Certo, mas não tinha o trequinho que enche… Daí me lembrei do que tinha escutado falar da Turistik… Foi um caos. Eu não entendia como podiam ser tão desorganizados. Se tem um grupo fechado para o passeio com X pessoas, manda alguém antes do grupo chegar e arruma as bikes e já deixa tudo prontinho! Mas não, tivemos que chegar lá para eles começarem a arrumar as bikes e se deparar com os pneus vazios. Por um momento a guia falou em cancelar o passeio, o que gerou a ira de todo mundo, afinal, uma manhã de férias vale ouro! Todo mundo com os dias contados para aproveitar! 

Depois de um tempo conseguiram a bomba para encher os pneus e pronto, o passeio saiu quase meio dia!

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E lá fomos nós. 

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Estava muito quente mas o passeio é bem tranquilo. Achei que seria mais hard, mas foi piece of cake.

Após o passeio aconteceu a tão aguardada degustação de 3 vinhos Santa Rita. Não sei porque não tirei fotos… O rapaz deu várias informações úteis e ele conhecia bem sobre o assunto. Explicou temperatura do vinho, teor alcoolico, como segurar a taça, com o que harmonizar… Bom, acho que sei o porque de não ter tirado fotos… estava bebendo hahaha.

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E a surpresinha depois da degustação. Como pedido de desculpas, a Turistik deu cestas de picnic! Estavam bem recheadas e com a fome que estávamos, deixamos passar o deslize viu Turistik? Mas só desta vez.

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Lindo passeio e acho que super vale a pena, mas o picnic foi uma das partes mais legais e não estava no roteiro. Se existisse o Bike and Wine and Picnic, seria PERFEITO. 

Agora vamos para o luxo da Viña Errázuriz?

No caminho para a praia (frequento o litoral norte) tem o Vale do Aconcágua e eu nem sabia que existiam vinícolas por lá. Meu namorado pesquisou e achou a Viña Errázuriz, perto de San Felipe, a uma hora e meia de Santiago mais ou menos. Desviamos um pouco o caminho e para lá fomos.

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O lugar é lindo. Lindo de maravilhoso. Pertence a uma das famílias mais tradicionais do Chile e se procuram exclusividade, a Errazuriz é a sua escolha.

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Nós fomos na sorte, pois vimos no site que era necessário fazer reserva mas ninguém me atendeu pelo telefone. O lugar é de fácil acesso (fomos de carro) mas tem que prestar atenção a sinalização. A entrada não diz que é entrada, mas paramos para ver se era por lá (um portão enorme e maravilhoso) e era lá mesmo.

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Essa sem dúvidas foi a vinícola mais chique que já conheci. Ainda mantém vários cômodos exatamente como o Don Maximiliano Errazuriz deixou. Ah, por sorte teria tour no dia que fomos, um grupo tinha reservado e a moça deixou a gente fazer junto com eles, então sobre a reserva, é bom fazer mesmo! Tem restaurante, mas também precisa reservar. Como a Errazuriz fica mais longe, tudo é com horário marcado e a cozinha não fica aberta o dia todo para o público. Eles cozinham para o número exato de pessoas reservadas. O menu parece bom apesar de alguns reviews negativos na internet. Nós preferimos não arriscar, era caro (30 mil pesos por pessoa, uns R$ 150) e as resenhas negativas nos desanimaram. 

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Tudo é muito bem cuidado, rola uma mistura de arquitetura antiga e tradicional com modernidade.

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O prédio onde ficam os vinhos ícones (os mais tops) é impressionante! Parece um laboratório da Nasa de tão moderna.

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E a degustação foi quase perfeita. Enquanto a maioria das vinícolas oferece 3 tipos de vinhos, na Errazuriz são 4 e ainda acompanha queijos e biscoitinhos. Mas porque “quase” perfeita? Porque achei a explicação da guia bem vaga e sem muitos detalhes. Foi basicamente sentir o aroma dos vinhos e beber, sem maiores informações. Eu já gosto de saber mais rs. Ah, o valor do tour é de 20 mil pesos por pessoa, cerca de R$ 100.

  • Saindo da trivial Concha y Toro, existem muitas vinícolas interessantes no Chile! Quem souber de outras que não foram citadas aqui, pode mandar a dica nos comentários.
  • E teremos mais um post de Santiago e logo em seguida o geral, com todos os posts sobre o Chile já feitos até hoje no Futilish!
07
Jan 2015
Comprinhas no Chile!
Beauty Stuffs, Compras da Semana, Diário de Viagem

Este post será bem decepcionante para quem me acompanha desde os primórdios do Futilish. Lembram como eu era a louca das compras? Era tipo todo dia, toda hora, um desejo atrás do outro! Não era falta de nada (psicologicamente falando) mas sim o grupo que eu frequentava, onde as meninas compravam muita coisa e eu ia no fluxo. Daí que procurei outros objetivos e não é que a Cony Bloom descansou?? Claro que ainda faço minhas loucurinhas, mas não tão frequentes. Às vezes quando vou na Zara e ela está boa, meu cartão de crédito sofre rsrs.

Bom, hoje vou mostrar minhas compras de maquiagem e cosméticos aqui no Chile e quase todos são culpa dela, Camila Coelho. Vou contar um segredo sobre mim… Não leio blogs!!! Já li muito, principalmente no começo, era bem viciada mas depois que passei pro lado de cá da coisa, meu tempo ficou tão escasso e internet acabou virando sinônimo de trabalho que o que era prazeroso já nem é mais… De vez em quando clico em algum link interessante de blogueiras no Facebook e fica por isso mesmo! Daí que dia desses vi a campanha super forte da Camila no Youtube, achei bacana afinal ela é um fenômeno dos vídeos, apesar de eu nunca ter visto um (até então) e faz makes perfeitas não só para vídeo, ao vivo também são maravilhosas. No voo para Santiago, via Lan, fui assistir TV e quem tinha um canal lá? Camila. Pensei ¨vou assistir os vídeos¨. Gente, AMEEEEEIIII! Não conseguia parar de ver, foi um atrás do outro hahahaha. E a parte ruim foi que anotei várias makes que ela usa bastante e fala super bem. Achei alguns itens aqui no Chile e tenho outros para wish lists gringas.

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Vamos lá:

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Base Sheer Glow Foundation da Nars. Fica linda na pele e deixa um glow mara! Pele com viço, saudável sabe? A cor da Camila é a Stromboli mas para mim achei escura. Acabei comprando a Medium 2, Santa Fe, um tom abaixo e ficou perfeita. Custou 34.000 pesos, algo como 170 reais. (Ah, aqui no Chile você encontra Nars na loja Ripley). Só achei o dosador ruim. BEM ruim.

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Ainda influenciada pela Camila, também comprei o corretivo da Nars, o Radiant Creamy Concealer, desta vez, na mesma cor dela, a Custard. Nos vídeos ela fala o que os maquiadores sempre dizem, que o corretivo tem que ser um tom mais claro que sua pele para dar aquela iluminada. Este da Nars é bem cremosinho, promete disfarçar imediatamente imperfeições, rugas, linhas de expressão, olheiras e ainda hidrata. Não craquela NADA e o acabamento fica perfeito! Mega dica essa viu. O olhar fica fresco… Uns 110 reais.

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Esse não foi dica da Camila mas já que estava na Nars acabei olhando outras coisinhas e amei a cor desse batom! E o vendedor ainda me convenceu falando que esse aplica a cor REAL nos lábios, sem sofrer alterações da bala para a cor da boca. E como a cor era linda, também veio junto. Chama-se Fanny e é da linha Audacious Lipstick. Cerca de R$ 100

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Em quase toda make, a Camila usa o Paint Pot Soft Ochre e em menor escala usa o Painterly, ambos da MAC, para neutralizar a cor das pálpebras e segurar a sombra. Eu anotei os dois na minha listinha e fui atrás. Ao provar, notei que o Painterly casou melhor com minha pele, o Soft Ochre ficou meio amarelado. A diferença foi muito sutil entre eles, e como o Soft é difícil de achar, comprei os dois rsrsrs. Tenho usado mais o Painterly mesmo. Farei resenha com os dois, aliás, com os quatro Paint Pots que tenho agora, mas só quando voltar ao Brasil. Na foto só tem o Painterly pois estou na praia e o Soft Ochre ficou em Santiago.

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Uma leitora muito observadora e gentil me contou que a base Superstay Better Skin da Maybelline já estava sendo vendida aqui no Chile. Eu estava com desejo dela desde a semana de moda de NY, quando visitei o backstage do Custo Barcelona e eles estavam usando muito esta base. O maquiador top Gato da Maybelline, falou muito bem dela e o resultado nas modelos era incrível. Pois bem, comprei a base ontem! Chutei a cor 030 Sand (comprei nas Farmácias Ahumada e eles não tem testes humpf) mas deu certinho. Passei ontem em mim e na minha mãe e ficou muito bom! Ela tem acabamento seco porém sem tirar o brilho natural da pele. E ainda promete melhorar a textura da pele em 3 semanas. Gostei. Ultimamente ando numa vibe de bases que deixam a pele natural, e essa ficou bem nesse quesito. Baratinha, cerca de R$ 35.

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E para finalizar, estava procurando alguma novidade para clarear manchas (sempre né… o Spectra foi ótimo. Pra gastar dinheiro) e dei de cara com uma novidade da La Roche Posay, o Pigmentclar Serum. É um concentrado clareador intensivo que contém Ácido Ferúlico na sua fórmula, o mesmo ácido do famoso Ferulic da Skin Ceuticals e por um preço mais amigo. Ele não tem Vitamina C, mas considerando que já uso a super top da SVR (Hydracid C20), acho que pode dar certo. Ou não… quando se fala de manchas, acho que só nascendo de novo para resolver, mas enfim, a proposta desse serum da LRP parece bem tentadora. E claro, testarei.

 

  • Só 5 coisinhas!!! Ah, comprei uns lápis de olho na MAC também mas sem grandes alardes. Repeti o Stubborn Brown que para mim é o marrom perfeito, comprei um cor berinjela e um pretinho pois achei que o meu da Natura tinha sumido (mas achei depois). E só!
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