Comportamento
Cotidiano
15 fev 2019, 37 comentários

Para As Pessoas Que Não Sonham

Passei a seguir o Italo Marsili por indicação de vocês. SEMPRE alguém fala dele nos Choras ou então me manda direct no instagram falando: Cony, o Italo Marsili está falando exatamente o que você falou no Chora!

Fiquei curiosa e fui ver do que se tratava. O cara dá um choque de realidade em todo mundo, geral mesmo, não só em mulheres que estão a espera do príncipe encantado ou que ficam se vitimizando por tudo.

E como concordo com ele. As pessoas não estão preparadas para a vida real, para abrir os olhos e perceber o mundo que vivem. Vejo isso muito nos Choras. Muitas pedem conselhos mas se não ouvem o que querem ouvir, ficam chateadas e me chamam de grossa, de não ter empatia porque não estou no lugar da outra pessoa. Mas claro que não tô, não faço a mínima ideia quem sejam as pessoas que mandam os Choras e justamente por isso consigo dar minha opinião sendo 100% neutra. Respondo ao que me perguntam da forma mais crua que consigo, da forma que sua amiga não te aconselharia porque não quer te magoar. E se tem medo ou quer cafuné e confete, não mande Chora. Simples assim.

Mas enfim, voltando ao Italo Marsili (se quer afago no ego não siga ele! E nem a mim!) ontem ele postou uma frase que adorei. Segue:

E é exatamente como me sinto, como sou.

Eu não tenho sonhos. Sempre que alguém me pergunta qual o meu sonho, fico pensando pensando pensando sem saber o que responder. Sou uma pessoa tão prática que não miro onde não posso alcançar. Eu tenho planos, objetivos palpáveis que sei que são super possíveis de realizar a curto prazo.

Não almejo uma super cobertura no melhor prédio da cidade, o melhor carro, ter o closet cheio de grifes ou fazer inúmeras viagens e ficar nos melhores hotéis. PRA QUE pensar assim e aumentar enormemente a possibilidade de me frustrar??? Sou feliz com o que tenho e quando desejo melhorar algo, é sempre um ponto a mais, apenas. Um carro melhor que o meu, morar num apartamento melhor, viajar pelo menos uma vez por ano… Coisas que eu sei que dou conta de concretizar e fazem parte da minha realidade. O que não faz, eu simplesmente excluo da vida e nem gasto energia com isso.

“Ah Constanza, mas sonhos não são apenas de bens materiais, você pode sonhar em ser mãe, em ter um crescimento empresarial, em rodar o mundo…” Sim, posso ter esses sonhos mas eu SIMPLESMENTE NÃO TENHO. Sou muito esquisita por isso? E se por algum motivo eu não puder ser mãe? Não vou morrer por isso. E se minha empresa falir? Ok, acontece. E viajar o mundo inteiro? Aos poucos as coisas acontecem. Um país por vez. TUDO DEPENDE DO QUE ESTAMOS FAZENDO HOJE.

A vida é baseada no AGORA, NA REALIDADE ATUAL. Não adianta fazer masturbação mental com algo que não faz parte da sua vida! Não adianta querer ser alguém que não tem nada a ver com você. Não adianta desejar coisas que não cabem no seu orçamento! Não adianta querer ser uma empresária super bem sucedida se nem tem uma empresa ainda ou se não está se mexendo para isso. Não adianta querer o carro mais top se não tem dinheiro pra comprar e manter. Não adianta sonhar em casar e ter filhos se nem namorado tem ainda. Vá aos poucos! Caso contrário sua vida girará em torno de um sonho que pode ser que não se realize jamais! A vida é construção e toda construção é aos poucos e constante. E primeiro atinge um patamar, para depois seguir para o próximo.

Por isso faço sempre meu melhor HOJE. Me preocupo em estar com as contas pagas, com saldo positivo no banco, com o carro com a revisão em dia, com a geladeira com comida, ter plano de saúde bom, entregar um bom trabalho, ter outro projeto em mente, mas não para alcançar um sonho e sim para alcançar o próximo passo. Hoje tenho coisas que JAMAIS sonhei ter e nunca achei que teria. E tudo consequência do “agora” bem feito.

Cuidado com o tamanho da sua ambição, ela pode te impedir de ter sucesso na vida. Sempre pense em pequenos passos e que estejam completamente dentro da sua realidade. Isso evita o fracasso, a decepção e a falta de controle na vida. E não confundam isso com mediocridade. Isso é ser realista, pé no chão e ser maduro. Mediocridade é se contentar com pouco e não é isso que queremos. Queremos o melhor e cada vez mais, só o caminho que tem que ser feito aos poucos e com paciência.

Não estou falando para não ter sonhos, tenham, mas sonhem coisas realizáveis e dentro da sua realidade!!! Da sua realidade HOJE, AGORA e que você será capaz de ir atrás, sem depender de ninguém.

E vale pra tudo. Sonhos materiais e não materiais também.

Comportamento
Cotidiano
01 fev 2019, 86 comentários

O Que É União Estável?

São 10 anos de blog (sim, em julho o Futilish faz uma década!) e quem me acompanha desde o início deve saber um bocado sobre minha vida sentimental né? Vocês acompanharam alguns namoros, acompanharam minha solteirice, me ajudaram a me maquiar pra ir pra balada nas noites de sexta (algumas de quinta e sábado também kkkk) e agora me acompanham em um momento novo e único que é montar a casa com o Leo. Nossa história ainda vai render um post, um Sorria, porque foi bem curiosa e inesperada e PRECISO contar para vocês e testemunhar que quando a gente está feliz sozinha é que as coisas acontecem. E que quando é para dar certo, tudo ocorre naturalmente, sem cobranças e sem pressa. Pois é… com 3 meses de namoro já estávamos morando junto, com 8 meses mudamos para um apartamento maior e agora estamos deixando tudo a nossa cara.

Só que aí vem a dúvida e algo que me incomoda um pouco: ele não é meu namorado, é mais que isso, muito mais. Mas também não é meu marido, porque não somos casados. Somos o que então????

Na hora de apresentar para alguém, fica estranho falar que é meu namorado. Na hora de preencher estado civil em um formulário, sempre paro e fico pensando em como definir essa relação, porque não sou casada mas é como se fosse. CARAMBA, ALGUÉM NOS DEFINE LEGALMENTE E OFICIALMENTE? hahahaha Sei que rótulos pouco importam, mas sejamos sinceras, dá para bugar durante várias situações quando você mora com seu “namorido” – odeio essa palavra, acho que parece que é brincadeirinha – e tem que falar sobre seu “estado civil”.

Pensamos em fazer União Estável, que na MINHA CABEÇA era algo simples, rápido, sem burocracia e que definiria logo essa situação. Além disso, pensamos no benefício de planos de saúde e tal. Só que eu não sei praticamente NADA sobre União Estável e fui me informar. Quis saber o beabá desse “contrato” ou sei lá como chama isso e fui atrás de uma advogada para me explicar direitinho e ver se fazer União Estável seria o suficiente pra gente, neste momento. Como sei que essa é a dúvida de MUITA gente (perguntei pra amigas, conhecidas, olhei na internet e em cada lugar era uma informação diferente), pedi pra Laura Brito, que é Advogada e Professora de Direito de Família fazer um texto pra gente, bem explicadinho e sanar todas as dúvidas das “namoridas“.

Vem ler (com calma porque é muita info!):

“Quem acompanha o blog da Cony viu aqui muita coisa legal quando ela foi morar junto com o namorado – muita dica de casa, decoração, viagem.

Chamou a minha atenção como essa expressão ‘morar junto’ aparece com frequência nos posts, nos comentários, no CQETE. Ou seja, faz parte da vida dos casais jovens (e nem tão jovens…), mas pouca gente sabe o que isso realmente determina em suas vidas.

Conversando com a Cony, pensamos em trazer para as leitoras explicações sobre como o Direito de Família regula essa situação e como é importante tomar as decisões bem informadas.

Espero que vocês gostem!

União estável é família

Para começar, é sempre bom contar um pouco de história. Até 1977 não existia divórcio no Brasil e até 2010 divorciar demandava muitas formalidades. Com isso, não era raro que, com o desgaste do casamento, as pessoas saíssem de casa sem se divorciarem e constituíssem nova família “morando junto”.

Originalmente, até as décadas de 80/90, essa nova relação gerava efeitos como se fosse um contrato ou uma pequena empresa. Eu saía com o que entrava, se tivesse tido o cuidado de registrar tudo direitinho. Mas isso causava severas injustiças porque as pessoas viviam juntas por anos e anos, ajudavam um ao outro a construírem uma carreira, um patrimônio e, ao final, seja por rompimento, seja por viuvez, um deles podia ficar em situação de desamparo.

Por isso, desde a Constituição de 1988 reconhecemos a união estável como uma forma de família e damos a ela especial proteção. Isso significa que quem vive como companheiros tem direitos e deveres, dentre eles, ser herdeiro, receber pensão na falta do outro, ser dependente no plano de saúde.

Em suma, viver em união estável significa formar uma família.

União estável não é casamento

O casamento, no Brasil, é civil. Em outras palavras, é casado quem vai no cartório e casa. E não é qualquer cartório – é o registro civil de pessoas naturais. De lá, vai sair com uma certidão de casamento e com o estado civil de casado. Além disso, sua certidão de nascimento receberá uma anotação de que houve mudança de estado civil e nome, se for o caso. Veja bem: o que constitui a relação de casamento é o ato solene no cartório.

A união estável se forma no plano dos fatos. Quando as pessoas passam a morar juntas, a se apresentarem socialmente como uma família, a união estável está constituída. Sabe aquele vizinho que você diz: “ah, ele mora no meu prédio com a esposa”? Se eles não forem casados, eles vivem em união estável. Essa relação existe quando há essa impressão social de que vivem como se casados fossem.

É importante saber que não há uma hierarquia entre casamento e união estável: ambos são família. Um não é melhor ou mais importante que o outro. A diferença está na formalidade. O casamento é formal e tem um documento que o comprova de maneira cabal. A união estável é informal e depende de um conhecimento público para ser verificada.

“Ah, Laura, mas meu primo fez a união estável no cartório”! Escuto isso todos os dias. Veja bem. Quem vive em união estável pode declará-la por meio de escritura pública de pacto de união estável em um tabelionato de notas. É certidão de casamento? Não! É certidão de união estável? Não! É contrato? Não. O que é, então? É uma declaração dos dois que só terá validade se, de fato, corresponder à realidade dos fatos. E ela pode ajudar na hora de pedir inclusão no plano, no clube, etc.

Mas repita como um mantra: união estável não muda estado civil, nem documentação das pessoas.

União estável não é namoro, nem noivado

Você pode ainda me perguntar: “Laura, já estou namorando há oito anos. Tenho os direitos e deveres decorrentes da união estável?”. Não, não tem.

O tempo não é o que determina se existe uma união estável. Como já disse, é um comportamento.

Mesmo que vocês passem os fins de semana juntos, façam viagens e namorem há bastante tempo, não é união estável. É um namoro de adulto.

Para ser união estável, em regra, as pessoas têm que morar juntas. Digo em regra porque existem pessoas que constituíram uma família, mas por questões profissionais, por exemplo, moram em cidades diferentes. Mas é difícil dizer que há união sem morar sob o mesmo teto.

Agora, tem um ponto aqui que é complexo. E o noivado? Ora, aquele noivado tradicional, que antecede uma festa de casamento já marcada e que os noivos moram cada um ainda com seus pais não deixa dúvida: não é união estável.

Mas sabemos que é muito comum que os namorados decidam morar juntos, em uma espécie de test drive. Para satisfazer a família e os palpiteiros de plantão, trocam alianças na mão direita e passam a ser apresentar como noivos. E aí? Aí, temos que analisar outras circunstâncias: têm economia em conjunto? São dependentes um do outro no plano de saúde? Como eles se apresentam no ambiente de trabalho?

Neste caso, se as pessoas de fato formaram uma família, é uma união estável. Mas, se ainda se apresentam como um projeto futuro de família, deve ser considerada uma relação sem efeitos de união.

É fácil? Não, nem é brincadeira.

União estável não é brincadeira

Como família, a união estável tem efeitos sérios.

Primeiramente, efeitos pessoais: deveres de assistência material e imaterial, lealdade e respeito. As pessoas que vivem em união estável partilham um padrão de vida e devem apoiar um ao outro. Isso, inclusive, pode gerar direito a pensão alimentícia no término da relação.

Em segundo lugar, há os efeitos patrimoniais. A união estável faz com que seu companheiro seja seu herdeiro. Sim, seu herdeiro, junto com sus pais, se eles forem vivos. Além disso, há a constituição da um patrimônio comum. Se não houver pacto em sentido contrário, tudo o que os companheiros adquirem com seu trabalho durante a união é dos dois – e não precisa provar que um ajudou o outro.

Ou seja, os efeitos são tão sérios quanto os de um casamento.

Mas você pode me dizer: “Mas, Laura, é muito mais fácil de separar”. Já te adianto: quando que você acha que separar é fácil? Terminar uma relação é sempre duro. 

No caso da união estável, de fato, não é necessária uma nova mudança do estado civil: de casado para divorciado. Se não há nenhuma pendência entre os companheiros, basta que cada um vá para o seu canto. Contudo, se tiver patrimônio para dividir, convivência e pensão de filhos para resolver, dissolver a união estável é como um divórcio.

Não existe almoço grátis, já diria sua avó

Muita gente me diz que optou pela união estável porque é mais barato que o casamento. Nunca entendi essa história.

De fato, constituir união estável não custa nada. Agora, se você quiser fazer um pacto no tabelionato de notas, você vai gastar uns R$ 100,00.

Para casar, você vai gastar uns R$ 400,00. Se não tiver condições, pode pedir a gratuidade.

Francamente, esses valores não são tão altos a justificar a escolha por si só. São tantas repercussões financeiras mais impactantes que isso!

Last but not least: sobre o que refletir antes de decidir

Na minha conversa com a Cony, ela me fez a seguinte pergunta: há vantagens ou desvantagens em morar junto ou casar? Sinceramente, isso depende do casal. As questões pessoais são tão relevantes em um relacionamento, que as repercussões jurídicas não podem ser analisadas fora do contexto.

A união estável traz menos segurança. Isso é um fato. Até porque ela, em regra, não tem um dia de começo. A gente leva uma escova de dente, depois uma muda de roupa. Passa o fim de semana, depois de quinta a segunda. Quando vê, já viu, né?! Daí, pergunto: quando começam os efeitos patrimoniais de partilha? Desde o primeiro brinde de champagne?

Além disso, a pessoa que vive em união estável está sempre precisando comprovar que forma uma família. Por exemplo, a recentíssima Medida Provisória 871/2019 mudou as regras para o recebimento de pensão por morte por parte de companheiro sobrevivente. Agora, o pedido de pensão depende de início de prova material contemporânea dos fatos, não admitida a prova exclusivamente testemunhal. Ou seja, o companheiro sobrevivente terá mais dificuldade que o viúvo para receber pensão.

“Mas, Laura, eu já devia pensar nisso?”. Bom, eu penso em tudo, sempre.

Isso significa que eu tenho que casar? Não! Significa que você tem que refletir sobre os caminhos que a vida toma. Porque, se por motivos pessoais, o momento não é para casar, minha cara, não case.

E, o que é muito importante, muito mesmo: não hesite em procurar o advogado de família da sua confiança. É ele que pode te ajudar, conhecendo o seu caso, a tomar as melhores decisões.

Espero ter te ajudado. Se precisar de mim, pode me escrever no laura@laurabrito.com.br. No meu site www.laurabrito.com.br você pode encontrar mais informações sobre Direito de Família.

Um abraçoLaura

Advogada e Professora de Direito de Família em Belo Horizonte

Doutora pela USP

  • Hum… li, reli, li de novo… ou seja, mesmo se fizer União Estável, continuaremos sendo “solteiros” e “namoridos” rsrsrs. Adorei as explicações da Laura e constatei o que eu e Leo já conversamos, que já temos nossa ‘família’ (eu brinco e às vezes chamo ele  ‘minha familinha’ afinal, nós dois estamos longe de pais e irmãos. Eu bem mais longe, diga-se de passagem). Além disso, já temos a União Estável, só não está registrada. Sinceramente não vejo vantagem neste momento em fazer União Estável então, já que é diferente do que eu imaginava! Vish, vou ter que casar CASAR? E aí surgem mais dúvidas, qual regime de casamento? Qual o melhor? E contrato pre nupcial? Quem faz isso? Pra que faz isso? Como funciona? E se separar? Aff… acho melhor a gente continuar quietinho do jeito que tá kkkkk
Comportamento
Cotidiano
31 dez 2018, 11 comentários

O ÚLTIMO DO ANO!

Antes de terminar 2018 iria fazer mais um Chora mas preferi não fazer. Vamos dar um respiro e começar o ano só com casos lindos! Pedi para me mandarem Sorrias ao invés de Choras e assim que o ano virar (e eu puder) publicarei ok?

Eu nunca gostei de anos pares. Sempre me dei melhor nos ímpares e estava pronta para reclamar de 2018 quando percebi que não foi um ano tão ruim assim. Na verdade, foi um ano MARAVILHOSO!

Tudo bem que tomei o maior calote da vida, mas aprendi a não confiar tão cegamente em ninguém, nem em amigas. Sempre fui muito de acreditar nas pessoas e me ferrei, fica o aprendizado.

Tudo bem que tive que abrir mão de alguns projetos novamente por acreditar demais e mergulhar de cabeça, mas aprendi que tenho que planejar melhor as coisas e pensar mais de forma individual. Acho ruim, mas a vida é assim. A gente não pode se prejudicar pra privilegiar o outro.

Tudo bem que tive pouco trabalho, fiquei tensa e com medo mas percebi que meu pouco trabalho era desorganização e depois que consegui organizar as coisas, tudo fluiu mais.

Tudo bem que tive que mudar de apartamento, meio que as pressas mas consegui um apartamento maior e melhor e ainda iniciei minha nova vida oficialmente a dois!

Tudo bem que descobri que tinha endometriose meio que sem querer e tive que operar, não sou de esperar muito e fiz a cirurgia bem rápido. Mas deu tudo certo e minha qualidade de vida melhorou!

Se tive coisas ruins em 2018, o aprendizado que ficou delas foi bem maior! E como disse acima, foi neste ano que pela primeira vez dividi um lar pra valer com namorido. Acho que foi o fato mais marcante de 2018, uma mudança repentina mas tão tranquila e natural que parece que sempre foi assim.

E é isso que desejo pro meu 2019 e pro de vocês também: TRANQUILIDADE E NATURALIDADE. Deixem as coisas acontecer, não forcem nada, mas também não se fechem para a vida. Mente aberta, coração aberto e muuuuuita leveza nos movimentos. Que sempre tenhamos em mente duas leis: a do retorno e a do amor próprio. Que tenhamos a serenidade e a sensibilidade de perceber e escolher o melhor pra nós, sempre! E se algo não sair como o esperado, que transformemos isso em lição e aprendizado. Tudo tem seu lado positivo e vamos viver na POSITIVIDADE!

Nos encontramos em 2019, no início do ano devo sumir um pouco porque estou fazendo uma viagem maluca entre o Atacama, a Bolívia e o Peru, com uma malinha de 10 kg hahahahaha. Mas é isso, leveza na mala e na vida.

Se cuidem migas. E não se esqueçam da simpatia do passaporte na virada do ano hein? (Se não sabe o que é, segue o LINK. Faça porque dá muuuito certo!)