07
Jan 2015
SORRIA Que Eu Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Nada de começar 2015 com choradeira! Esta semana será só de coisas lindas e felizes para trazer boas energias pro restante do ano. Hoje teremos 2 casos de superação, felicidade e muito amor, para a gente se encher de esperanças e encarar o ano novo lindamente!

Vamos coma primeiro e DUVIDO que alguém termine o texto dela sem dar um sorrisinho no final. Eu tô com carinha feliz até agora rsrs.

Oi Cony, tudo bem? Comigo tudo ótimo! Acabo de voltar ao início do email para dizer que tem upgrade no fim, e siiim, meu caso estava escrito só esperando você autorizar o envio de novos casos para essa coluna. Ainda fiquei me perguntando se enviava, mas após ler o caso lindo da Dani, percebi que além de conselhos, ver o caso de superação de outras pessoas nos dá força para tentar superar os nossos problemas. Então, vamos a minha história?

Tenho 25 anos, e um ex relacionamento que durou 8 anos, morávamos em cidades diferentes, mas nos víamos todo fim de semana. Meu ex foi o meu primeiro namorado, aquele da adolescência, com quem dei meu primeiro beijo; sempre muito carinhoso, e eu o amava absurdamente demais, nesse tempo ele me traiu 3 vezes, perdoei todas, e me convenci com o passar do tempo que tudo não passou de curiosidade de menino novo. Depois de 8 anos as coisas se desgastaram, e eu já não reconhecia o homem com quem eu estava. Grosso, convencido que me tinha nas mãos (e tinha mesmo rs), cheio de palavras duras. Uma noite, enquanto discutíamos por telefone ele terminou comigo, me disse que eu era muito convencida que valia muita coisa, mas que mulher como eu ele encontraria em qualquer esquina. Nessa hora já era para eu ter dado um fim em tudo, afinal o respeito estava definitivamente acabado; mas sabe como é né? Eu o amava, muito, mais a ele que a mim. Tentei insistir, liguei pedindo volta, e na minha última ligação ele disse: “Não vou voltar pra você, para de andar atrás de mim feito uma cachorra”. E PAREI! Pensei que fosse morrer, aquele homem era tudo na minha vida, emagreci horrores, não saía de casa, e tinha vergonha de assumir para todos que tudo tinha acabado. Depois desse dia, passaram-se dois meses, até que ️então teve um show na minha cidade, o qual resolvi ir, depois de dois meses de cama, e fossa já tava na hora de acabar meu luto. Me arrumei maravilhosamente linda, e fui finalmente perder a dignidade mas não o Open Bar daquele dia. Enquanto eu esperava meu táxi, o telefone tocou, e adivinha quem era? O EX! Que me ligou única e exclusivamente para dizer que não era pra eu ir pro show, pois ele tinha acordado pra vida e descoberto que eu era a mulher da vida dele, e precisávamos nos entender. Adivinha o que a boba fez? Desliguei o cel, guardei na gaveta e fui curtir o show. E nesse show finalmente beijei outra boca, foi estranho, me senti a pior das mulheres, como se ainda devesse consideração ao meu ex. O rapaz viu meu constrangimento, e me add no face para pedir desculpa, pois não sabia que eu não gostava dessa vida de “pega e não se apega”. Até hoje não sei explicar o que aconteceu, pois nunca havia beijado alguém sem compromisso, e qd vi, já estava garrada haha. Pois bem, desde então passamos a papear, e só paramos quando pensei em dar uma última chance pro meu ex que não saía do meu pé. Pois é ele não parou na ligação do show, inclusive descobriu do beijo do show, e teve a capacidade de espalhar pra Deus, o mundo, todos os amigos e família que ia terminar comigo pq eu havia traído ele. Adivinha o que aconteceu? Me senti culpada, pensei que deveria ter esperado mais, e fui na cidade do ex para tentar me reconciliar, mas então, o tal do show não me saía da cabeça. Voltei para minha cidade, avisei o ex que não dava mais mesmo; afinal todo aquele amor doido e roxo já tinha acabado, quando? Não sei! Mas acho que a verdade é que o desgosto tomou conta de mim. E tomou mesmo, principalmente depois de descobrir que eu tinha mais ponta que maxixe e todos sabiam; o fim de semana era meu, a semana era das outras, 8 anos assim. Preciso dizer o quanto fui exposta, humilhada, e me senti a pior das mulheres? Pois é, mas fui superando dia a dia, enquanto isso, Eu e o rapazinho viramos amigos, papeávamos todos os dias pelo chat do face(durante 8 meses), até que ele veio visitar o irmão e aproveitou para me ver; dessa vez beijei sem culpa rs, já estava totalmente envolvida, ficamos dois dias grudadinhos, e na hora da despedida, foi choro, choro, choro. Mas a volta não demorou nada, 1 mês depois ele voltou, dessa vez apenas para me ver, e já me pediu em namoro; eu que não sou boba aceitei, e estamos juntos e felizes a 1 ano e meio. 1 ano e meio de lua de mel, ele é um verdadeiro príncipe, me trata a pão de ló, um gentleman; lindo e apaixonado; o amor da minha vida! sabe todos nossos sonhos de homem ideal? Eu não sonhava apenas, eu também orava, e contava para Deus tudo que esperava, e Ele me deu, melhor do que eu pedi. Estou nas nuvens até hoje. Ainda na vida de namorar a distância, mas talvez esse seja meu carma. Agora vem o UPGRADE: Enquanto essa história estava guardadinha esperando sua autorização para enviá-la, fui pedida em casamento. E só de escrever me emociono mais uma vez. O pedido foi surpresa, lindo, cheio de cuidados e detalhes, digno de um roteiro de filme. Então agora sou mais que a moça superada; sou a noiva mais feliz do mundo!
O que eu quero contando minha história? Sinceramente que todas entendam que devemos acima de tudo nos amar em primeiro lugar. A pessoa certa vai amar tudo aquilo que a pessoa errada achou que era defeito. Não aceitem migalhas, o homem perfeito não existe, mas existe nosso “perfeito imperfeito” que vamos amar até os defeitos. Um amor bonito e cheio de cumplicidade é possível e mesmo tantos apostando que homens são todos iguais, acreditem: todos os outros são, mas o meu, o seu, aquele que Deus fez para você, é diferente de todos os outros. E ele existe!
Beijos a todas, e deixa eu correr que falta menos de um ano para o meu casamento rs.
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O outro caso é de uma moça que se chama Constanza hahahahaha. Ai ai ai, o que não faço aqui né? Vocês pediram e eu pensei muito, mas muito mesmo, se deveria falar de mim novamente em assuntos do coração. Perguntei pro Rafa o que ele achava e tá tudo ok!

Bom, como vocês sabem eu terminei no final de 2012 um namoro de quase 15 anos (e cada vez gosto menos de falar disso. É algo tão distante de mim que parece uma história que vejo de fora e que não me pertence) Enfim, sofri, chorei mas nem tanto como imaginam. Só me permiti cerca de um mês de sofrimento intenso e depois fui pra vida. Exatamente no dia 1 de Janeiro de 2013, resolvi deixar tudo o que tinha me feito mal para trás. Querem saber de mais uma bruxaria minha? hahaha lá vai… escrevi num papelzinho tudo de ruim o que tinha acontecido em 2012 e as pessoas que não queria mais na minha vida e botei fogo no papel. Queimei aquilo como se fosse um ritual do fim de todo meu sofrimento. Em outro papelzinho escrevi tudo o que queria para 2013 e o tipo de pessoa que eu gostaria de encontrar, as qualidades e até características físicas. Guardei o papel do bem na carteira. Comecei o ano ouvindo músicas felizes (ai gzuis, a playlist da felicidade… tenho que atualizar né?), fazendo caminhadas e paquerando os gatinhos que apareciam no caminho, andei muito de bike, resolvi cuidar do corpo e decidi fazer do meu aniversário do ano, o melhor da minha vida. Arrumei vários “paquerinhas”. Até julho de 2013 tive uns 4 e revezava (não me julguem) e nenhum deles conheci em baladas. Mentira, um sim. Os outros eram amigos de amigas, conhecidos, etc. Na verdade nunca tive dificuldade em conhecer pessoas e me relacionar, sempre foi questão de querer mesmo e claro, um bom papo. Saí muito. Topava de aniversário de tia de amiga, festa junina de bairro até show de banda que não conhecia. Mas quando não dava para sair, nem achava ruim. Tomava um vinho em casa e comia um japa assistindo The Voice gringo, American Horror Story ou Girls. Fui atrás de amizades que me fizessem cia REAL, não queria mais coisas virtuais na vida. Claro que ajudam, mas as vezes a gente precisa de gente perto, de olhar no olho, de dar abraço, de sair de casa. Chamava para sair na cara de pau. Mandei mensagem para todos meus contatos, amigos antigos, novos, conhecidos e até gente que eu apenas simpatizava pela internet, simples e direta: “oi, tô solteira e quero sair, quando fizer algo me chama?” E chamavam. Numa dessas, uma “leitora” me mandou um inbox contando que tinha acabado de separar do marido e estava mal… O que eu falei? “Vamos sair?” E fomos no pior bar de BH hahahaha, sem papo, afinal nem nos conhecíamos, nunca a tinha visto e ela só me conhecia pelo blog, bebemos um pouco e fomos embora. Hoje é uma das minhas grandes amigas! Ah, fui passar meu aniversário na Europa, bem estilo Paris Hilton comemorei em Londres, Dublin e Paris. Entrei em contato com todas as pessoas que conhecia nos lugares onde ia passar, eu queria ver gente, queria me divertir! Em Londres conheci outra leitora, que já era muito especial mas que eu só conhecia virtualmente e é minha paixãozinha… Uma menina maravilhosa de energia tão positiva que vicia! Também encontrei um querido amigo das antigas e conheci outra querida leitora. Em Dublin, outra amizade virtual virou real (e na Irlanda foram as 3 noites mais divertidas da minha vida). Em Paris, meu melhor amigo que na época morava na Itália, foi encontrar comigo e foi fantástico. Tudo perfeito, tudo redondo, tudo feliz. Na volta, recebi a proposta de entrar no F*Hits e obviamente encarei. Me tornei uma pessoa de SIM e deixei todos os NÃOs para trás. Se desse errado, pelo menos teria tentado e não teria um “e se…” na minha cabeça. Esse foi meu mantra durante todo o ano. 2013 estava sendo tão bom que não poderia melhorar, mas ficou ainda melhor! No final de outubro conheci uma pessoa, assim do nada, quando menos se espera e ele me convidou para jantar. Topei, afinal, eu tinha me transformado em um pessoa de SIM, lembram? Poderia ser horrível? Poderia. Mas também poderia ser muito bom. E não foi bom, foi ótimo! Conversamos muito, ele não entendia o que era um blog e eu estava com muita vergonha de mostrar. Imagina, ele abrir o Futilish e cair num post onde falo de onça pobre? Iria me achar A louca né kkkk Enfim, combinamos de nos ver no final de semana e assim foi. Não demorou muito (quase nada) e me apresentou aos amigos, me pediu em namoro e marcamos a primeira viagem juntos. Tudo muito rápido porém firme. Eu que não sou boba, avisei logo no início: viajo muito e sou chata. O lance de viajar ele tirou de letra, já que também ama e me acompanha muito. Sobre eu ser chata ele não acreditava, hoje já pode confirmar com conhecimento de causa rs. Lembram do papelzinho do bem que tinha feito no começo do ano com o tipo de pessoa que eu queria para mim? Era exatamente o que tinha escrito. Em novembro do ano passado fizemos um ano de namoro e tem sido maravilhoso. Somos muito parceiros, viajamos bastante, ele me apoia e incentiva e temos gostos parecidos. Claro que brigamos… por semos mais velhos temos nossas manias e teimosias e passamos constantemente por ajustes e adaptações, mas no final das contas só temos acrescentado um ao outro. A cada dia ele me ensina a ser uma pessoa melhor e acredito que eu a ele também.

E é isso! Não digo que minha vida sentimental será perfeita eternamente (quem me dera) mas se o destino me der outra rasteira, sei muito bem como me levantar. Quando paro para pensar na virada que minha vida deu, vejo que tudo foi fruto somente das minhas atitudes! Eu poderia ter me deixado dominar pela tristeza, reclamar da vida, achar defeitos em todos, ficar estática e ver o tempo passar mas não, eu me fiz o mais leve possível e deixei ser levada por todos os ventos que passaram por mim. Não rejeitei nenhum. Uma pessoa de SIM. E hoje me encontro tão bem que como disse no início do meu texto, o “drama” que passei, parece nunca ter me pertencido.

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  • Então amigues, menos choro, mais atitude, mais amor próprio e mais SIM em 2015!
18
Dec 2014
Chora Que Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Meninas, vou pedir nova pausa nos emails ok? Hoje fui dar uma olhada e quase caí pra trás! Muitos problemas, muitos desabafos (alguns beeeem cabeludos por sinal), muita gente precisando ouvir conselhos, mas muita calma nessa hora. Vamos lá:

1 – Alessandra

Cony, meu nome é Alessandra e eu acho que sou invisível rsrs!!! Tenho 23 anos e até hoje beijei na boca de duas pessoas diferentes (sim, acredite!) e nem foram relacionamentos tão duradouros. Vou te falar um pouco sobre mim: eu fui evangélica boa parte da minha vida, hoje não frequento mais, mas isso influenciou muito na minha forma de levar a vida. Aprendi a não gostar de festas, baladas, esses lugares muito barulhentos, não sei dançar (sou a pessoa mais dura do mundo!!!), não bebo, etc (podem falar que sou careta! rsrs). Sou bem tímida e reservada e tbm não sou de falar pelos cotovelos. Sabe aquela  história que todo mundo fala que se vc esperar pela pessoa certa ela vai aparecer?? Esse é o problema, não aparece ninguém!!! (nem os errados,  só pra diversão!) Já falei isso pra algumas pessoas,  mas elas não acreditam, mas juro que é verdade. De vez em qd rola uns olhares com alguém,  mas não passa disso. No trabalho não rola nd tbm. Até o tinder eu baixei e mesmo assim nd de concreto acontece, tomo iniciativa e falo oi primeiro, mas os caras lá falam oi, td bem, onde mora, qts anos e… somem! Eu sei que o primeiro conselho que vcs vão dar é pra sair, conhecer gente nova, mas me falta companhia, sabe? Meu círculo de amizades é relativamente pequeno, os que namoram ou são casados não rola de ficar saindo, não é legal ficar segurando vela, outros que são evangélicos que só saem pra comer, nada que renda que alguma coisa. E sempre que saio com meus amigos é mais rever os amigos msm, colocar o papo em dia. O último namorado dizia que eu era incrível, que gostava muito de mim, que a tempos procurava alguém assim pra um relacionamento sério e dois meses depois me traiu com a ex. Sabe, eu sou uma pessoa simpática, inteligente, que ajuda todo mundo, me cuido e eu realmente não sei qual o meu problema. Bem, me sinto muito solitária sabe? Meus fins de semana são regados a chocolate e seriados. Estou a um tempo só e sinto falta de compartilhar a vida com alguém de uma forma mais íntima, sabe? Um namorado mesmo. Bom, era isso. Bjo, adoro o blog.”

Não concordo que tem que ESPERAR pela pessoa certa. Acredito que a pessoa certa vai aparecer sim, mas ficar esperando não vai ajudar em nada. E não pense que vai encontrar alguém na balada, em festas, barzinhos… pode até ser que encontre, mas preste atenção em outros lugares, principalmente! Quando eu fiquei solteira também fiquei perdida, sem amigas pra sair e as que tinha eram todas casadas, ou namoravam e tal. Mesmo assim eu sempre me oferecia para acompanhar, falava que se tivesse até batizado ou aniversário de tia era pra me chamar rs. Se via alguém reclamando de solidão ou querendo sair no Facebook eu corria nas Mensagens e chamava pra ir pra rua, conhecendo bem a pessoa ou não (e fiz lindas amizades assim)! Também mandei mensagem para TODA minha lista de contatos falando que estava solteira, sozinha e queria sair. Foi ótimo, porque o que mais queria era evitar eram finais de semana tristes e vou te falar que foram pouquíssimos os dias que fiquei trancada em casa. Faça algum curso com gente interessante, nada de corte e costura ou bordado, mas cursos de gastronomia, de vinhos, de mergulho, dança de salão (bom que você aprende a dançar!) essas coisas onde conhecemos gente nova e alto astral! E seja mais aberta, puxe papo, se jogue mesmo e não fique com medo de ser rotulada.

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2 – Giovana

“Boa tarde Cony! Não vou fugir à regra e reforçar que gosto muito do seu blog, te acho super fashion, original, autêntica e inteligente.

Estou passando por um problema em meu casamento…

Sou casada há sete anos (não temos filhos) e, meu marido sempre foi um príncipe: muito educado, gentil, trabalhador, preocupado com a família…nunca tivemos uma vida sexual super agitada, mas de uns tempos pra cá as coisas estão muito esquisitas! Cony, estamos há mais de um ano sem sexo! E não tem nada de diferente no meu casamento, ele continua atencioso, preocupado comigo, mas nada de sexo! Já pensei a achar que tinha uma amante ou algo do tipo, mas não tem nada que indique isso: nada de mensagens no celular, nada de estranho…já cheguei a segui-lo no trabalho pra ver se tinha alguém em quem ele estivesse interessado, mas…NADA! Devo deixar um adendo de que, minha sogra sempre comenta que meu sogro sempre deixou a desejar nesse quesito também e que, meu cunhado não se relaciona com ninguém há muito tempo! será que os homens dessa família têm algum problema? Será que meu marido é assexuado? Já conversei muitas vezes com ele, e o que ele alega é que está muito cansado por conta do trabalho e tals…

Mas o pior Cony, nem é isso…é que eu sinto falta de ser desejada e, estou interessada em um colega de trabalho…amo meu marido, mas estou muito tentada a ter um pouco de diversão! Esse colega de trabalho tem uma personalidade bem parecida com a do meu esposo, porém ele tem um sex appeal que está me deixando louca! Quando a gente se vê dá pra cortar a tensão sexual com uma faca! Estou desejando outro homem, que também me deseja e só não aconteceu nada (ainda), porque penso muito no meu marido…e agora Cony?”

 

VISH! Mais de UM ANO sem sexo??? Nada nada nada NADA normal! Putz queria falar muitas coisas mas tenho medo de ser mal interpretada. Se não tem outra mulher na parada, podem ser tantas coisas… E quanto ao desejo pelo seu colega, super entendo. Poxa, esse tempo todo aí criando teia ÓBVIO que isso iria acontecer! Sou completamente contra traição, mas seu caso tá quase me convencendo que existem exceções. Não sei opinar, passo a bola pras leitoras.

 

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Um ano gente. UM ANO!

 

3 – Sabrina

 

“Cony boa tarde….
​meu caso não é de cunho conjugal, e sim entre pai e filha…a história é um pouco longa, se quiser editá-la, sinta-se a vontade, mas acho importante relatar pra vc entender meus sentimentos….
Meu pai durante toda minha infância foi alcoólatra, daqueles que ficam muito agressivos quando bebem ao ponto dele ser preso por agredir a mim e a meus irmãos. Minha mãe não apanhava, mas muitas vezes não tinha forças pra defender os 3 filhos. Meu irmão mais velho era quem mais apanhava, tentando nos proteger.
Me casei muito cedo, aos 14 anos, conseqüência de um lar totalmente desestruturado pela bebida.
Eu e meu marido passávamos por dificuldades financeiras, meu marido perdeu o emprego e nós com 2 filhos pequenos pra criar, não tivemos outra alternativa a não ser pedir socorro e morar com meus pais.
Houve um incidente comigo que fez minha mãe colocar um ponto final no relacionamento após 25 anos de casamento com muita luta tentando ajudá-lo a largar o vicio. Ele foi morar em outro estado e por conta disso pouco nos falamos ou nos vemos.
Passados alguns anos da separação, meu pai parou de beber por iniciativa própria (o que devastou minha mãe por um bom tempo), ele tentou outros casamentos ( 3 ao todo) que não passaram de 2 anos até que conheceu a mulher com quem ele se relaciona hoje.
Ela cuida bem do meu pai, parece que gosta muito dele. Há 2 anos atrás ele foi com ela até a casa da minha irmã e decidimos nos encontrar pra eu conhecê-la. Eu sou uma pessoa muito direta, um tanto “Saraiva” até… se eu gosto, eu gosto…se não gosto, não finjo pra agradar quem quer que seja. Pois bem, não fiz questão de ser a pessoa mais doce do mundo, mas também não a destratei. Fui eu mesma, sem mascara ou fingimentos. Meus filhos também são assim e não os repreendo.
Minha filha casou, convidei a todos, inclusive meu pai e a mulher, e eles não compareceram. Fiquei muito chateada, mas não posso obrigar ninguém a nada.
Nesses últimos anos, ele passou a freqüentar a casa do meu irmão com certa freqüência (aquele mesmo quem ele por várias vezes espancou até arrancar sangue). Minha cunhada diz ter muita admiração pelo meu pai, por ele ter se reerguido na vida. Talvez até pra provocar minha mãe a quem ela finge gostar, mas apenas tolera. E minha cunhada é totalmente o oposto de mim, lambe, agrada, até mima a pessoa, e pelas costas mete o pau.
E numa dessas visitas ao meu irmão, a mulher do meu pai falou que minha irmã e eu a destratamos, que ela só foi nos conhecer por obrigação e que nunca mais queria me ver, que nunca tinha sido tão mal recebida por alguém.
Nesse meio está minha irmã que passa por uma gestação de alto risco, fica uma pilha de nervos com essa situação ( ela é igual ou pior do que eu no quesito Saraiva). E eu tentando amenizar a situação pra minha irmã não piorar, me remôo por dentro querendo vomitar tudo que me faz mal.
Tem muitos outros fatores que me deixam muito magoada com meu pai, como dar aos filhos da mulher dele (que não são dele) tudo o que não deu a mim e a meus irmãos na nossa infância, nem aos meus filhos na infância deles. Não falo de presentes ou dinheiro nem nada material, digo carinho, afeto, consideração mesmo.
E o comportamento do meu irmão me irrita profundamente, como se tivesse tido uma amnésia e apagado tudo que meu pai fez a ele. Não guardo rancor do meu pai, mas a cicatriz nunca vai ser apagada.
O que devo fazer? Falo tudo que está entalado e corto relações definitivamente? Ou devo apenas ignorá-los? Hoje já evito ao máximo contato com ela e meu pai pra evitar falatórios, mas parece que não está resolvendo muito…”

 

Conflitos com pai e mãe são os piores do mundo. Conheço muitas pessoas que passaram por situações parecidas e parece um fardo que carregam e que tem que ser resolvido em algum ponto da vida, afinal pai é pai e mãe e mãe, são as pessoas mais sagradas em nossa existência. Eu acredito que uma boa conversa, em bom tom, calma e tranquila porém falando tudo, vai te ajudar a descarregar toda essa mágoa que você tem. Porém, sinto que pela sua saraivice, após a conversa e você se sentir leve, provavelmente colocará um ponto final e se afastará de seu pai e da mulher dele. Sente, converse e siga seu coração quando ao que te fizer melhor. Acho que você já passou por muita coisa quando nova, viu muita coisa ruim e o que está dentro do que você pode resolver, resolva. Uma vez feito isso, tome como missão cumprida.

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  • Uma moça que quer sair pra vida mas não sabe como, uma mulher que está a um ano sem sexo com o marido, e uma filha que precisa resolver assuntos pendentes com o pai… Novamente, um Chora bem eclético.
11
Dec 2014
Chora Que Eu Te Escuto!
Chora Que Eu Te Escuto

Hoje temos de tudo, de super heroínas a mocinhas confusas…

Primeiro a Juliana!

¨Olá! Me chamo Juliana e quero muito uma visão de fora de tudo que vou contar pra tentar achar soluções, porque não venho me saindo muito bem nessa tarefa. Tenho 19 anos e nasci numa família complexa… Quando meus pais se conheceram meu pai já tinha três filhos pequenos e cuidava deles sozinho, e ainda durante o namoro minha mãe começou a cuidar deles. Daí nessa confusão eu apareci! Por complicações no casamento, por ter ido morar longe da sua família e pelos encargos de madrasta, minha mãe ficou muito carente. Então mesmo pequena me tornei mãe da minha mãe. Do tipo ajuizada, que dá bronca, que dá colo, ou seja, assumi responsabilidades de adulto ao invés de ser criança. Eu sabia de todos os problemas da minha família, desde conjugais até financeiros, e pior, me culpava por eles.

Fui crescendo sempre tentando não ser mais um problema pros meus pais e me afoguei nos estudos. Com 11 anos decidi fazer faculdade em outra cidade só para tentar fugir dos problemas que eu não conseguia resolver, e que eu nem sabia que não eram meus. Tive sucesso no colégio, sempre tirava ótimas notas, mas ao mesmo tempo eu me fechava. Acabei ficando muito ansiosa, o que começou a atrapalhar nos resultados do colégio, que eu via como única fuga.

Já no 2º ano do ensino médio conheci meu melhor amigo e futuro namorado, super atensioso e carinhoso comigo, que virou minha rota de fuga express. Só do lado dele me permitia ser eu mesma, só no mundo dele existia uma Juliana de verdade, e ao mesmo tempo que me permitia ser feliz em tempos difíceis, eu criava uma dependência mesmo sem querer. Sim, a gente se completava em tudo, viramos inseparáveis, não existindo mais um sem o outro. Mas dá um desconto,  meu primeiro relacionamento sério, claro que eu ia cometer erros…

Lembra da ansiedade que eu falei, pois é, ela me deu uma bela gastrite nervosa depois que não consegui passar de primeira no vestibular. Eu ia parar todo dia na urgência do hospital morrendo de dor. Todo dia tomando fortes analgésicos, até que percebi que estava me viciando e resovi viajar, parar o cursinho e dar um tempo pra mim.

Quando voltei, tudo foi se encaixando, tentei um outro curso na faculdade e então descobri que estava  grávida. Isso, no pré-vestibular! E eu mal tinha perdido a virgindade… Sorte e despreparo de iniciante! Mesmo tendo apenas 17 anos, sempre tive um instinto maternal forte, então não foi muito complicado na minha cabeça,  eu só tinha que ser forte! Só…

Espera que é só o começo!

Fui refazer o Enem com 6 meses de gestação, mas tava lá,  firme e forte pelo sonho de fazer o curso que queria. E então passei em medicina na federal da minha cidade! Na mesma sala do meu namorado! Sim passamos juntos! O que facilitava a vida por um lado mas aumentava a dependência. Mas até aí eu não me importava, tinha certeza que ele era o homem da minha vida. Não por ser um príncipe encantado, mas porque queria construir uma relação, porque aceitei o desafio de reconquistá-lo a cada dia!

Só que situações “extremas” acabam intensificando conflitos. A loja dos meus pais acabou de ir a falência. Meus pais estão se separando. Estou amando meu curso, mas não consigo me dedicar a única coisa que ainda consigo fazer por mim. Não tenho tempo de me dedicar a maternidade; e como eu queria ficar com minha pequena! Não consigo mais cuidar de mim, me sinto fraca, sem tempo nem cabeça pra fazer algo ‘dispensável’.

Aí nessa confusão toda entra meu relacionamento. Sempre me dediquei muito. Ele representa um templo onde eu podia descansar da correria da minha vida. Claro que cometi erros, mas sempre percebia, me desculpava e tentava melhorar. Me sacrificava sem pensar duas vezes! Só que com o aumento de conflitos (convivência + paternidade + faculdade) ele foi se afastando. Sem ele perdi o chão e fiquei muito carente. Além disso a gente não fazia mais sexo. Ele dizia que não gostava (oi?) que preferiria ficar quieto. Mas aí descobri muuita pornografia nas coisas dele, principalmente das atrizes preferidas (oi?) dele.

Claro que imaginei que o problema estava em mim e não no sexo… Estou acima do peso, mas não tinha grandes problemas na minha auto estima até aí. Me achava bonita sem nóias, tenho o corpo grande e proporcional, coxão,  peitão… Mas nada perto das siliconadas que ele colecionava… Ele apagou tudo, mas continuava assistindo on line e me rejeitando, mesmo eu querendo agradá-lo.

E, depois dee terminar várias vezes comigo, agora ele terminou sério.

Mas aí tem outra coisa, eu não consigo estudar na minha casa (é dificil concentrar com uma pequenininha me me chamando o tempo todo, por mais que nossos pais nos ajude), então a casa dele era meu refúgio. Então das vezes que a gente terminou eu continuava estudando na casa dele, porque viro a noite estudando e ele me dava esse suporte. Com meus pais separados não tenho mais casa fixa, e preciso da ajuda dele mais do que nunca. Não tô conseguindo manter o ritmo da faculdade e com todo esse estressse as dores da gastrite estão voltando.

Tenho muito medo de tudo piorar ainda mais, não conseguir lidar nada bem nas últimas separações e o momento em que aconteceu essa última achei covardia… Ou devo achar bom por logo um ponto final nisso tudo?

Não sei como posso equilibrar tantas responsabilidades, cobranças familiares e ainda cuidar de mim… Tenho todo apoio quanto a minha filha, mas quase nenhum sobra pra mim. Não queria que ninguém criasse minha filha , eu quero com todas minhas forças ficar bem para educá-la e poder cuidar de mim também. Mas nem sei por onde recomeçar. Já pedi ajuda pros meus pais, mas por ter sido sempre tão independente eles não sabem lidar comigo direito. Me sinto como uma criança, que está perdida e sozinha. Mas quero me tornar finalmente uma mulher no comando da minha vida. O que faço?¨

Menina só sei de uma coisa… você com 19 anos e essa bagagem toda me fez sentir uma titica… Juro que fiquei cansada com sua história mas esse cansaço é de me imaginar em seu lugar. De onde arruma tanta força? Já te considero uma vencedora afinal amadureceu muito cedo, foi mãe muito nova e ainda faz uma ótima faculdade numa federal. Não tem como querer que tudo se encaixe nesse panorama. Seus pais tem os problemas dele e você os seus. Será que seu marido não ficou de lado nesse turbilhão de problemas? E você? Cadê você nisso tudo? E depois que formar será uma daquelas mulheres tão dedicada à carreira (a impressão que tive de você) que continuará sem tempo pra nada e nem pra ninguém. Pare um pouco, pense na sua vida, respire! Não carregue tantas responsabilidades que não são suas… Complicado viu?

14c045427c4ca667c037d716f057715cAgora vamos com a Isabela.

¨Sabe quando você esta pronta para dar um passo adiante na sua relação, mas a outra pessoa ainda não se sente preparada?

Tenho 28 anos e quando era criança sempre sonhei viver uma linda estória de amor daquelas de filme. O tempo foi passando, a maturidade foi chegando e eu encontrei meu namorado em abril de 2008 que definitivamente não é nenhum príncipe, mas me fez feliz ao longo desses 6 anos que passamos juntos.

Enfim, o problema é que eu não aguento mais morar com meus pais, mas não tenho grana suficiente para bancar um ap sozinha. Aliado a isso tem o meu sonho de casar, ter minha casinha, meu maridinho para mimar, filhos etc. ahhh como eu sonho com isso! Sonho demais!! Já meu namorado quer… trabalhar, construir carreira, se fortalecer na empresa e depois se sobrar tempo pensar em constituir família.

Casamento é uma palavra que ele não quer ouvir nem nos seus piores pesadelos e, sinceramente, já desisti de ter uma festa digna de princesa com ele. Nos últimos meses tenho me dedicado exclusivamente a convence-lo a alugar um apartamento para morarmos juntos pq sei que isso é o máximo que posso ter com ele em um curto/médio prazo, mas já estou exausta. Já perguntei para ele se ele quer isso mesmo e ele diz que tá afim, mas não embarca no projeto sabe? Eu tenho que ficar o tempo inteiro cobrando dele para fazer uma planilha de simulação de gastos, para olhar os imóveis que eu selecionei, tenho que cobrar insistentemente cada passo. Parece que ele só faz alguma coisa pq eu estou pedindo. Se depender da iniciativa dele pode esperar dormindo.

Eu tenho que ficar me rastejando, implorando. Queria estar fazendo isso junto com ele, queria que ele embarcasse na ideia, mas tudo isso só está servindo para eu pensar e repensar o nosso relacionamento.

Nós sempre fomos muito diferentes um do outro, mas sinto que a gente tem andado cada vez mais em compassos diferentes. Eu conheço cada defeito do meu namorado e eu o aceitei com cada um deles, eu me sacrifiquei muito por ele e pelo nosso relacionamento e não me arrependo pq vivemos momentos incríveis, mas gostaria que ele se sacrificasse um pouco por mim também para tentar me fazer feliz e fazer o nosso relacionamento dar certo, mas ele é um pouco egoísta e dentre todos os defeitos dele esse é o que mais me incomoda.

Quando estamos juntos é bom, adoro a companhia dele, mas basta ele me deixar em casa para minha cabeça começar a se questionar se vale a pena, não sei se eu estou disposta a continuar me dando tanto a uma pessoa que não retribui.  Eu ainda amo muito meu namorado, mas sinto que meu sentimento não é mais tão intenso quanto costumava ser. Tenho repensado tanto nossa relação e isso tem me angustiado muito e arrancado várias lagrimas dos meu olhinhos. Tenho medo de terminar com ele e depois me arrepender, tenho medo de ficar sozinha, tenho preguiça de recomeçar…¨

Isabela, desculpa, mas quem está sendo egoísta?? Ele quer focar na carreira dele e você quer casar. Por que ele teria que abrir mão dos desejos dele – tão plausíveis – em prol dos seus? E você ainda se humilha, implora pra formar um lar com ele mesmo sabendo da sua resistência? Será que você não está querendo fugir da casa dos pais e se amparar em outra pessoa? Já pensou em tentar ser sozinha, resolver o que te incomoda e não depender de ninguém??? Ou você corre atrás e dá um jeito de conseguir alugar um apto por conta própria ou ature seus pais por mais um tempo ou termine esse namoro e procure alguém com os mesmos desejos seus. Sonhos são lindos, mas nem sempre acontecem da forma que a gente quer. E sonho é individual, se não for o mesmo do seu parceiro, não o obrigue a nada. E pela sua última frase vejo uma mulher acomodada com a situação e esperando que alguém apareça para te salvar. E uma coisa te garanto, isso não vai acontecer. Então força na peruca, menos sonhos e mais realidade, a gente vai adaptando tudo.

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Para terminar, a Luana!

¨Olá Cony e Fufu People! Meu chororô é um clássico dilema amoroso. Sempre fui bastante calma, nunca tive relacionamentos longos.  Mas estou apaixonada!! O dilema entra ai.. rs . Estou apaixonada não por um, mais por dois ! Vou explicar!

Um deles é meu melhor amigo. Nossa história começou quando eu estava de mudança para fora do pais  e uma amiga querida em comum me passou o email dele para me ajudar nas coisas práticas, já que ela estaria ocupada. Passamos a nos falar com frequência e ele me ajudou em tudo que pode, até que finalmente quando cheguei nos conhecemos pessoalmente. Desde o inicio nos identificamos e ficamos amigos . A convivência foi crescendo e não passávamos um dia sem estar juntos ou ao menos sem se falar, tinhamos praticamente vida de namorados sem ser namorados. Até que um dia ele teve que voltar para o Brasil e eu fiquei. A despedida foi bem deprê rolou toda aquela cena e para minha surpresa um beijo de despedida.Desde então nunca mais tocamos no assunto. Curti uma boa fossa pós partida dele  …  até tentei conhecer outros caras em vão mas  na realidade nunca esqueci o dito cujo . Tem um ano que voltei para o Brasil mas moramos em estados diferentes, por isso fica complicado de ter o contato que gostaríamos . Confesso que já tentei falar com ele sobre nós mas me falta coragem e um medo enorme de levar um grande fora.

Paralelo a isso estava na festa de uma amiga e fui apresentada a um amigo dela . Ela inclusive já tinha falado dele para mim e vice versa mas confesso que nunca dei muita importância. Conversamos na festa depois nos adicionamos nas redes sociais, ele sempre muito simpático e cavalheiro. Até que, recentemente precisei de uma ajuda em um projeto de trabalho e então o nome dele veio em mente (gente juro! just Business). Por conta disso tivemos que nos falar com mais frequência, ele deixou o escritório dele um dia todo para ir até o meu e trabalharmos (achei fofo isso!) rs. No  final deu tudo certo com o projeto e passamos um dia super bacana trabalhando juntos. Quando ele foi embora me deu um vazio,uma sensação estranha de como a gente nunca mais fosse se encontrar, ou que aquele dia tinha sido tão especial que jamais iria se repetir! Nunca tinha encontrado alguém tão parecido comigo e com que rolasse uma química tão bacana!  Desde então não paro de pensar nele! Para completar tem mil meninas (ele só anda no meio de gente linda)  dando em cima e para completar uma ex  rondando. E tem eu! quietinha na minha” só observando” e vendo no que vai dar.  Confesso gente, fico insegura diante disso, achando que “ah, mas ele nunca vai me dar bola….”.  E essa é minha história. Duas pessoas muito queridas, importantes para mim mas tô perdidona! Cony, queria muito saber o que você e as meninas fariam no meu lugar!¨

Sinceramente? Eu daria uma acalmada (ia falar vergonha na cara mas achei que seria forte rs) e pensaria seriamente a respeito dessa “apaixonite¨ dupla. Será que ela existe mesmo? Será que voce realmente está apaixonada pelos dois ou só encantada porque foram gentis com você? Porque paixão, paixão mesmo, do jeito que eu conheço, não dá espaço pra dúvidas e nem dá pra dividir. Acredito que você só está empolgada e pior, se ficar com um vai ficar pensando no que seria com o outro. Organiza sua cabeça aí e veja realmente a intensidade e a realidade dos seus sentimentos.

  • E esses foram os choros de hoje! E NOVIDADE! ESTÁ ABERTA A TEMPORADA PARA NOVOS DESABAFOS! Envie seu problema, sua dúvida, sua questão e até mesmo algo que você superou e quer mostrar como exemplo (farei o Chora versão feliz de vez em quando) para constanza@futilish.com com o assunto COLUNA DO CORAÇÃO. E por favor, sejam resumidas e diretas ok?
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