Comportamento
Chora Que Eu Te Escuto
17 abr 2019, 50 comentários

Chora Que Eu Te Escuto!

Quartinha da choradeira, vejamos o que temos para hoje!

Chora 01 – Rubi

“Cony, hoje entrei no seu blog pensando se ia escrever ou não o meu chora. Quando li o título do primeiro post, BRILHO NOS OLHOS, pensei cá comigo, tenho que escrever. BRILHO NOS OLHOS é o que vem me faltando ultimamente. Na verdade, já há bastante tempo.

Bem, eu tenho 32 anos e vou contar um pouco da minha história. Em 2008 conheci meu ex-marido e desde sempre tivemos um relacionamento conturbado. Eu sou uma pessoa tranquila, calma, de bem com a vida, com tudo e com todos, e ele é o oposto, briguento, ciumento, possessivo, desiquilibrado mesmo. Ainda no namoro descobri algumas traições, mas como o amava profundamente, acabei perdoando e segui em frente com isso, sem remorsos. Em 2016, nos casamos. O casamento, lógico, foi um namoro piorado. Mais brigas, mais implicâncias dele comigo, ele queria controlar a minha vida e cada passo meu, enfim, não era nada do que sonhei pra mim. Como o amava muito fui levando, uns dias melhores, outros dias piores, e assim foi. Mas o respeito não existia, ele não me respeitava e muitas vezes me falava coisas que nenhuma mulher merece ouvir. Até que 1 ano e 4 meses depois do casamento, descobri uma nova traição. Na minha cabeça, não aconteceria novamente, pois agora éramos casados, realmente o compromisso era sério, “pra valer”, pra sempre. Mas não era. Ele não mudou em nada, lógico que não mudaria (aprendi a duras penas que as pessoas são o que o que são, não queira mudá-las, e aprendi também que as pessoas dão sinais sobre seus verdadeiros caráteres, nós é que fingimos não ver ou escolhemos relevar). Depois que descobri a traição, o enfrentei. Na verdade, ele me falou que passaria um final de semana num treinamento da empresa e dias depois eu descobri que não havia sido nada disso, ele tinha mentido e tinha passado o final de semana em outra cidade. Bem, o enfrentei. Ele me enrolou, me enrolou, me enrolou e até hoje não admite que me traiu. Inventou mil desculpas, mas não engoli. Sai de casa. Isso foi há 1 ano e 7 meses. Nunca olhei pra trás, nunca mais quis voltar, afinal tinha tido a coragem de ir embora, não podia dar um passo pra trás na minha vida. Ele tentou voltar várias vezes, me procurou várias vezes, mas fui firme e essa história terminou. De verdade. Não o amo mais. Hoje, olhando de fora de forma racional, não sei como pude aceitar tanta coisa ruim. Apesar de ter conseguido sair dessa situação, acho que tudo isso trouxe consequências pra minha vida atual, tive coragem de sair desse relacionamento que hoje vejo que era abusivo, mas isso tudo me deixou “marcada”.

Enfim, depois de 7 meses separada, eu conheci uma pessoa. Ficamos por alguns meses até que no final do ano passado começamos a namorar firme. Fizemos uma viagem de final de ano legal juntos, o que selou o compromisso de vez. Estamos juntos até então. Só que eu não me sinto feliz com esse relacionamento. Na verdade não me sinto feliz de forma alguma. Ele é uma ótima pessoa, o oposto do ex. Ele é carinhoso, amoroso, cuida de mim, se preocupa comigo, quer fazer as coisas que sabe que gosto, já diz que me ama. Está apaixonado. Só que eu não me sinto da mesma forma. Eu não o amo. Eu quis tentar e tentar de todo jeito dar certo com ele durante esses últimos meses, porque realmente sei que ele é diferente, é especial, não queria perdê-lo. Mas não sei porque o sentimento não vem (estou tentando até agora, ainda estamos juntos). Mas na verdade desconfio porque o sentimento não vem. Apesar das qualidades, ele tem um defeito que tira meu sono. Não é ambicioso, é pacato demais em relação a vida e ao trabalho, aos 36 ainda mora com a mãe sem perspectiva concreta de morar sozinho. Eu tenho o meu trabalho, ganho bem (mais que ele) e me dá arrepios a ideia de ter que sustentar um homem. Eu lutei MUITOOOO para estar onde estou hoje. Me dedico ao trabalho (sem exageros), pois sei que é a única alavanca que vai me levar até onde quero chegar. Eu quero ter meu apartamento próprio (do jeito que sempre sonhei – no primeiro casamento morava num lugar que não gostava e as coisas não foram nada do jeito que eu queria – não quero me frustrar de novo, mas na verdade já me sinto frustrada.). Quero viajar para vários lugares legais também. No momento eu nem tenho dinheiro pra isso (porque acreditem se quiser, ainda fiquei com uma dívida do apartamento em que morava com meu ex-marido, ele simplesmente me largou com os problemas). Mas num futuro muito breve pretendo ter o meu cantinho e viajar para alguns lugares bacanas. Meninas, não pensem que sou mesquinha, não sou. Só vejam. Eu tenho 32 anos, quero ter uma família, filhos, mas no momento me sinto sem perspectiva de nada. Não vejo um futuro da forma que eu sonhei com ele. Como vou esperar que ele se estabilize na vida? Não sou mais nenhuma menina. Gostaria de mais estabilidade da parte dele, acho que é essa é a verdade. Gostaria de um HOMÃO DA P*&%3 do meu lado. Não quero aceitar nada menos do que acho que mereço. Mas, na verdade, acho que já estou aceitando… A verdade é que não estou encantada, não o admiro da forma que gostaria, apesar de ele ser sim uma pessoa boa. Será que é por isso que sinto que não o amo? Pela falta de admiração?

No começo desse ano comecei a fazer terapia. E minha psicóloga já me disse algumas vezes. Você precisa de brilho nos olhos. Não pode ficar apagada desse jeito. Daí que vem a decisão de escrever rs, do tal do BRILHO NOS OLHOS. Estou desanimada, não quero pensar na possibilidade de não ter o que sempre quis pro meu futuro, eu acho que mereço mais. Mas ao mesmo tempo tenho medo de terminar e não encontrar outro alguém com essas qualidades. Me sinto perdida. Sem rumo. No momento que estou escrevendo esse texto estou chorando. Não sei que caminho seguir, mas algo me diz que o melhor é ficar sozinha por enquanto. Não estou bem comigo mesma, já melhorei muito desde que terminei meu casamento, mas acho que ainda não posso fazer alguém feliz. Muitos questionamentos por aqui… só sei que meu coração não está nada sossegado, não está em paz.

Obrigada por me ouvirem, meninas! Bjs.”

Amiga, a gente não pode perder tempo na vida não! Se tem uma coisa que hoje tenho CERTEZA e que posso aconselhar de olho fechado é: se não está do jeito que você quer ou sonhou, parte pra outra JÁ! Existe homão da poha sim, mas você nunca vai encontrar com ele se estiver presa a outra pessoa! Me conta, PRA QUÊ ESTÁ PERDENDO SEU TEMPO COM ALGUÉM QUE NÃO É O QUE VOCE QUER? Pra que? Pra não ficar sozinha??? Pois saiba que a carencia é MAIOR inimiga de um relacionamento feliz e pleno! O medo de terminar e não encontrar alguém com as qualidades que você procura é o maior erro que você pode cometer! Primeiro transforme-se na mulher que você quer ser, sozinha, se vire, se ame, faça suas coisas, atinja a SUA plenitude, e isso VAI atrair alguém como você! Não pense tanto no OUTRO neste momento, não idealize ninguém além de você! O brilho nos olhos, primeiro tem que ser por você para depois ser por outro. E tenha CERTEZA, vai aparecer alguém sim, mas para isso você tem que estar livre e plena. (PS: não me julguem, mas quando eu tava solteira, fugia de homem “veio” que morava com a mãe. É treta. Eu acho.)

Chora 02 – Turmalina

“Minha choradeira tem problemas e soluções multi disciplinares, acho que você pode me ajudar! Na verdade um problema eu já resolvi, agora o outro… Tem um minuto?

Pois bem, tenho 28 anos. Saí de casa aos 17 para estudar, esse processo envolveu mudança de cidade. Consegui minha independência financeira aos 23. Durante esse período eu sempre tive ajuda dos meus pais (divorciados), e o caso aqui é com a minha mãe. Estudante, estagiária, primeiro emprego, sabe o que existe em comum com essas atividades né? Pouca grana. Por esse motivo, era muito raro eu me jogar nas compras.  Minha mãe era absurdamente consumista (nível sem noção) e acabava comprando muitas coisas para mim, e também compartilhando seu acervo comigo nas ocasiões em que nos encontrávamos. E por mim tudo bem. Sempre gostei de moda e de andar arrumada, mas não sabia definir meu estilo, me dava com qualquer coisa, até me divertia com isso.

Para mim, minha relação com minha mãe era boa, mas só hoje eu consiga identificar que ela é o que chamam de narcisista patológica. Essa característica só ficou mais evidente quando passei a viver mais perto dela. Ela se mudou para a cidade vizinha, então nos víamos toda semana.

Quando estava perto dela, entre outras coisas desagradáveis, ela gongava minha aparência o tempo todo. Dizia que meus boyfriend jeans pareciam eram maltrapilhos. “Pega aqui essa minha saia, vai ficar linda”. Acontece que o estilo dela é meio piriguético. Não me entenda mal, é uma piriguete arrumadinha, mas o shape marcado, o brilho, as rendas, os zilhões de estampas… Não são muito a minha cara. E quando eu pegava uma peça dessas, tratava de misturar com uma minha pra dar aquela equilibrada, e lá vinha a gongada. Saí de casa várias vezes me sentindo desconfortável só porque não queria ser reprovada por ela.

Foi então que aconteceu a reviravolta. Um resumão:Perdi meu emprego, tive depressão, fui morar na casa dela e trabalhar no negócio dela. O controle sobre minha vida (e meu estilo) só pioraram. Ela me estimulava a comprar roupas, mesmo que eu tivesse outros planos para meu dinheiro “Roupa é necessidade!” “Não vai trabalhar comigo mal vestida” “Não saio com você vestida assim!”. Ela se casou com uma cara mega rico, e isso só piorou sua síndrome de madame. Tivemos um desentendimento (ela tinha medo que eu tomasse a frente dela nos negócios. Nunca foi minha intenção. Ela estava paranoica.) e  fui expulsa de casa. Fui embora sem rumo, sem casa, sem emprego e com um boletim de ocorrência que viria a gerar uma ordem judicial para que ela não voltasse a me agredir. Para conseguir tirar minhas coisas de casa fui escoltada por 3 policiais. Eles me disseram: pegue o que você puder, não poderemos voltar com você depois. Era minha unica chance, pois jamais me atreveria a voltar lá sozinha, ela jurava me matar até na frente dos policiais. Sendo assim, tudo que eu pude fazer foi recolher algumas roupas e livros. Só. Móveis, eletrodomésticos, nada foi comigo. Felizmente, nessa fase eu tinha algumas economias, achei uma casa ótima para morar e na semana seguinte já tinha um emprego na minha área, tive muita sorte nesse momento.

Pode ser que eu pareça fútil pelas minhas preocupações agora, depois de mencionar essas barbaridades, mas quando o interesse é recomeçar a vida, todo detalhe importa.

Quando abri minhas malas na casa nova, percebi que mais da metade das minhas roupas tinha ficado pra trás. Não tinha mais nada, só umas coisa velhas, desconexas, roupas que estavam guardadas para doação. As mais novas, as favoritas não estavam lá, devem ter ficado na lavanderia, ou no cesto, ou em algum canto do armário. Na correria, no medo, peguei o que estava na minha frente e saí correndo. Não voltei nem para resgatar documentos que ficaram, jamais voltaria lá para resgatar roupas.

Decidi voltar a minha vida normal, e estava muito magoada e passando pelo luto de perder uma mãe que estava viva. Precisava comprar roupas novas, mas tinha medo até de sair na rua, ir ao shopping e dar de cara com ela. Tinha pavor de lembrar dela, e de qualquer coisa a fizesse ser lembrada. Passei a me vestir diferente, sabe tudo aquilo que ela abominava? Então, era o que eu usava agora. Camiseta! Eu nunca tive uma camiseta antes disso, só “blusinhas de menina”, baby look uó.  Meu novo visual era baseado em jeans, camiseta e tênis. Cortei o cabelo, removi a luzes (influencia dela). Virei uma outra versão de mim que eu não conhecia. Sinceramente? Não sei se gostei. Passado o tumulto todo, a dor, o luto, a montanha russa emocional, minha vida se acalmou, agora tá tudo bem, tô mega feliz. Mas meu armário…aiaiai…não estou me entendendo com ele ultimamente. Nesse redescoberta, me identifiquei muito com o estilo bem básico, não gosto de acessórios, prezo muito pelo conforto, não uso salto… Não tem peça que faça eu me sentir mais bonita que uma camiseta branca. Mas as vezes sinto que me visto como um menininho de 10 anos, sabe? As vezes acho que falta uma pegada mais sensual ou arrumada dentro dessa proposta básica, mas tenho medo de cair nas minhas antigas referências. Antes eu gostava de andar arrumada, hoje eu quero passar despercebida. Não sei se foi todo o impacto psicológico que tive no ultimo ano que me fez ter receio de tudo, mas preciso começar a me reinventar. Sei que nada é da noite para o dia, que nosso estilo é uma construção, mas eu gostaria muito de ter um norte para achar o meu. Ajuda?”

Gata como assim, e o Futilish, não conhece não? hahahaha Brincadeiras a parte, que horror tudo isso que aconteceu com você! Nem imagino ter uma briga feia dessa com mãe. Mãe deveria ser nosso porto seguro, nosso chão, o colo que aconchega, que cuida, que preza e zela. Fico realmente muito triste que não seja assim com você mas por outro lado fico feliz em saber que sua vida tá tomando um rumo bacana e que agora a única coisa que interessa é achar seu estilo de volta. Dá uma olhada no Pinterest, faz uma pastinha, vai salvando looks que você gosta e analisando o que te chamou a atenção. Você gosta de camiseta branca? Vai lá e coloca na busca “white t shirt outfit” e salva o que gostar! E claro, cola na gente aqui no Fufu que temos bom gosto e somos clássicas sem piriguetismo mas modernas e as vezes até zekzys. Dá para ser mulher, sensual, feminina com camiseta sim viu? Boa sorte!

Chora 03 – Jade

“Olá Constanza ! Amo o seu blog. É tudo o que falam! Você é maravilhosa. Vamos ao chora.

Namorei por quase 4 anos, uma pessoa . resumindo os três primeiros anos, foram um verdadeiro conto de fadas. Ja tive outros relacionamentos e ninguém nunca me tratou tao bem e me fez sentir especial como ele. Aconteceu de um dia, sem motivo aparente, ele me deu um tapa. Não tomei nenhuma ação, fui embora, estava na casa dele e os pais e irmãs me deram super apoio.  mas depois disso não consegui perdoar dentro de mim. passou uns meses ainda, ele me pediu perdão, começou a fazer terapia, enfim. eu não quis mais e terminei. Passou uns 3 anos e meio, e No final do ano passado,  o reencontrei no final do ano passado.

Está morando sozinho,  trabalhando,  e aceitei a sair para tomar um café. ficamos algumas vezes e fui muito sincera com ele dizendo que nao quero nada alem de ficar e para nao criar expectativa.

Porém, entretanto, toda via. Cai na minha própria armadilha.

Estou me envolvendo novamente, fui viajar com amigos e senti a falta dele. Ele me faz sentir especial e sinto que ele amadureceu,  estou fazendo uns “testes” falando algumas coisas que antes ele não admitiria, e hoje, vejo que a cabeça abriu sabe?  Ele tem feito as coisas que sempre reclamei no passado e sinto que estou me reapaixonando.
A questão é.

1) Me julgo demais. ninguém exceto a família dele (Pai, mae e irmãs) e uma amiga minha sabem desse episodio de “agressão”. Tenho um pavor de voltar a me relacionar por encarar novamente a família dele

2) Essa minha amiga tem horror a ele, pelo episodio e me sinto impedida por isso. tenho vergonha ate de falar para ela que eu voltei a reencontrá-lo.

3) As pessoas erram e mudam. Eu mesma já fiz coisas que me arrependo. Dar uma nova chance é algo errado? Sempre fui do time quem faz uma, faz duas. Mas hoje, meu pensamento não é assim. A minha vontade? é ir indo. A minha cabeça me julga. Fui bem sincera com ele, e ele demonstra estar muito arrependido, me chamou para uma conversa e falou que aquilo de forma alguma se repetirá. Que ele sofreu muito, e que no fundo, ele nunca me esqueceu, e ele só queria ter uma nova chance para me fazer feliz, assumiu toda a culpa, pediu perdão, e me pediu para esquecer e não tocarmos mais nesse assunto, e só viver coisas boas daqui pra frente.

Fato que ele me ama e tem um sentimento imenso por mim. Eu, to gostando de tudo, e não to conseguindo me desapegar e querendo dar uma nova chance. me deem conselhos? A pessoa muda? Eu já o perdoei, o difícil esta sendo lidar com os julgamentos, que na verdade nem acontecem ainda e já me assombram. Me ajudem meninas?

beijos”

 

Nossa menina, que complicado… muito complicado. Antes de mais nada, ninguém tem nada a ver com a sua decisão, não se preocupe com a reação da família dele e de sua amiga, se ela é sua amiga mesmo, irá te apoiar no que você fizer. PORÉM, agressão física é coisa MUITO séria e é tão delicado aconselhar sobre isso porque pode ser que tenha sido algo de momento (o que não está certo de maneira alguma) e realmente ele pode ter se arrependido, como pode ser uma reação de caráter explosivo e que possa voltar a se repetir. Queria entender mais esse “tapa” (ai como é difícil falar essas coisa, não que NADA justifique o tapa, mas para entender a situação e essa reação)… mas já se passaram mais de 3 anos e acho que isso já nem importa mais. EU no seu lugar, se já está perdoado, se não se encaixa na repetição do ciclo do relacionamento abusivo (tensão, agressão, reconciliação, calmaria), se foi coisa de um impulso e ele realmente se arrependeu e depois de tantos anos tenta te reconquistar, eu daria uma chance. Ainda mais porque é isso o que você quer, e isso está muito claro. E outra coisa, ele sabe qual será sua reação caso aconteça novamente, então há chances de dar certo sim. Mas atenção, OBSERVE, fique de olho. Ao MENOR sinal de agressão e violência, pule fora na hora! Depois volte aqui para nos contar como estão as coisas.

  • Choras ABERTOS! Podem mandar seus problemas, aflições, desabafos para constanza@futilish.com e no assunto coloque CHORA QUE EU TE ESCUTO. Escutaremos e conversaremos ok?
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Chora Que Eu Te Escuto
03 abr 2019, 79 comentários

Chora Que Eu Te Escuto!

Depois do meu Chora de ontem, agora é a vez de vocês rsrs.

Chora 01 – Sirius

“Oi Cony,
Amo seu jeito leve, direto e objetivo de escrever e seu blog é um dos poucos que ainda leio! Resumindo meu chora é o seguinte! Amo meu filho mais não gosto de ser mãe! Estou casada a 6 anos e juntos a 12, sempre foi um sonho ser mãe, sonho que adiei bastante por conta da carreira, casamento, enfim algumas dificuldades que apareceram no caminho!
Até que chegou uma hora em que a pós estava concluída, os frutos do esforço profissional estavam sendo colhidos, a vida conjugal em sintonia, vida financeira equilibrada e marido pressionando pra termos um filho (ele é 8 anos mais velho que eu).
Confesso que assim que fiz 30 anos achei que o desejo de ser mãe iria despertar, mais nada aconteceu!
Mais com a vida encaminhada e a pressão do marido achei que já era a hora de aumentarmos a família, confesso que não me sentia preparada, mais acho que pra uma mudança dessa nunca estamos né!
Bem recebi o meu positivo num dia e no dia seguinte o mundo já começou a desabar, meu pai ficou doente, meu marido perdeu o emprego e ficou doente, teve câncer! Uma corrida contra o tempo, cirurgia, médicos, quimioterapias !! Uma loucura!!
Não tive tempo nem de pensar, cuidando de tudo e ainda trabalhando bastante, mais do que o normal até, graças a Deus mesmo com tudo isso a gravidez foi a mais tranquila possível!
Trabalhei como nunca até o dia em que minha bb nasceu!
O amor absurdo descritos nos livros e relatos que tanto li veio mais não de imediato e sim com o passar dos dias!
Amo a minha bb incondicionalmente, mais não gosto muito de ser mãe!
Depois que o filho nasce, não temos mais nome, não temos mais vontades, prioridades, sentimentos, somos tão julgadas, é tão difícil! E como se tivéssemos que nos colocar no bolso pra viver pro filho!
Sei que a minha bb é pequena ainda e depende muito de mim, mais é complicado e sinto falta de ter tempo pra fazer as coisas pra mim! Tipo poder correr, coisa que eu gosto tanto, ou que as pessoas simplesmente perguntassem se no meio do caos eu estou bem!
Meu marido voltou a trabalhar e agora viaja bastante, fico semanas sozinha com a minha bb e tudo que eu queria era um tempinho pra mim, pra arrumar a casa ou fazer qualquer outra coisa, sei que o fato de não ter uma rede de apoio tbm não ajuda!
Estou prestes a voltar a trabalhar e como eu digo, voltar a viver!
Não converso muito sobre isso com ninguém pq parece um absurdo uma recém mãe querer fazer qualquer coisa que não seja para os filhos!
Enfim e mais um desabafo!”

Não acho nada absurdo seu desabafo porque, mesmo eu não tendo filhos, imagino o quanto você quer ter sua “vida” de volta. Eu não sou a pessoa mais certa para te aconselhar nisso, sempre acho que tem os melhores conselhos quem vive ou viveu a situação mas acredito que você não deve se preocupar tanto com o que os outros vão pensar a seu respeito. Você tem babá? Se não tiver, tenha logo, converse com seu marido. Não sou a favor da mulher se anular por causa dos filhos, já vi váaaarios casos de mulheres que eram profissionais, tinham carreira mas depois que engravidam ficam por conta de criar menino. Tá errado? Não não tá, cada um faz o que quer, mas SEMPRE ouvi lamentações que deixaram a vida de lado. Contrate uma babá! No mais, acho que ser mãe é isso mesmo rsrsrs.

Chora 02 – Canopus

“Olá Cony, Acompanho seu blog a um tempo. Ele sempre tem dicas ótimas.  MAS confesso que só fui ler os Choras a algum tempo, e resolvi enviar a minha história.
Eu tenho 19 anos, não sou uma pessoa muito vaidosa, nunca fui de usar maquiagem, nunca gostei de comprar roupas,mas, principalmente por conta da Igreja, sempre gostei de montar looks legais com as peças que tenho.
Mas vamos ao desabafo.
Tenho uma alergia, um probleminha de pele chamado: Dermatite Atópica. Essa alergia faz com que minha pele seja muito seca e sensível,  gerando reações alérgicas a grama, lama, poeira, pólen, pelos de gatos e cachorros… sem contar na rinite forte! O caso é…. como sou morena, minha pele sempre marcou muito fácil, então durante as crises, muitas vezes coçava e ficava com uma mancha no lugar.
Quando eu tinha 10 anos, ganhei uma bolsa para estudar em um super colégio de elite. O colégio era muito caro, mas a bolsa era muito grande. Eu pagava só o material. Aconteceu que as crianças da minha turma, começaram a espalhar que eu tinha uma força de pele contagiosa. Então todos me evitavam. Sempre passavam longe. Tínhamos aula opcional de natação, as sextas a tarde. E eu fazia. Vários de meus colegas pararam de fazer as aulas para me evitar, ninguém queria entrar na água contaminada. Mesmo que eu explicasse, ninguém ouvia. Quanto mais nervosa, pior eu ficava. Nessa época tbm, minha pele começou a soltar mais sebo na região do rosto, na tentativa de compensar a falta de água. Nisso, não cheguei a ter as famosas é terríveis espinhas, mas sim cravos que deixavam manchas bem escuras, e ajudavam a piorar os rumores.
Nessa escola eu tinha 3 amigos. Um que era um ano mais novo, uma menina e um menino da minha turma. O menino era legal, mas meio estranho. O mais inteligente da turma, a família dele era de uma daquelas religiões tradicionais e machistas. Era estranho pq meus pais sempre foram muito cristãos, mas sempre valorizaram a mulher e me ensinaram que eu não era menor do que ninguém só por ser mulata ou mulher.  O caso é que essa amizade se tornou bem tóxica, a ponto que  o menino, de apenas 10 anos, eu com 11, começou a achar que era meu dono. Ele mandava, eu não obedecia, ele gritava, ele amava para mim, e dizia que ele que mandava, ele batia na irmã dele. E sempre repetia que era meu dono.

Criança que era, eu me afastei assustada. Eu era nova demais para se quer compreender aquilo. Não sabia o que fazer. O bullying dos colegas mais esse menino, não sabia lidar com isso, por mais que pedisse ajuda, a coordenação nunca fazia nada. Então, quando tudo parecia estar bem ruim, o menino que falava comigo e era de outra turma…. Ele morreu em um acidente. Simples assim..  A minha colega entrou em depressão. Independente do que eu fizesse ela ficava mal. Minhas notas caíram, meus pais ficaram bravos com isso, os professores, todos exigiam as notas altas do princípio. Com isso, alguns professores que amavam o menino que me perseguia, e detestavam minhas notas, começaram a fazer comentários maldosos. Coisas do tipo: “Ahhh, vc não vai a lugar algum. Era tão promissora, mas está se mostrando só mais uma qualquer que não consegue fazer nada”. Realmente escutei isso de um professor. Na lata. Na frente de todos os alunos que já me evitavam pq achavam que eu era doente.

Com toda essa situação passei a não ter tempo para minha colega. Eu estava mal. Vivia na coordenação pedindo ajuda. Ninguém me ajudava. Não tinha coragem de falar com meus pais. Não queria mágoa-los. Ainda mais pq eles nunca teriam condições de me por naquela escola. Ainda mais pq eu estudar ali era um alívio financeiro necessário para época. Ainda mais pq eles sempre fizeram questão de me dar a melhor educação possível e se eu saísse dali, só daria mais gastos. Ainda mais pq eu sabia que eles estavam decepcionados com minhas notas. Ninguém na coordenação e na escola me ouvia. Não importava o quanto eu pedisse por socorro.
Minha colega sumiu por quase um mês. Não apereceu na escola. Ninguém sabia onde tinha ido. A coordenação foi atrás dos pais. Mas não os encontraram. Após esse mês ela voltou. Ela tinha cicatrizes nos braços. E uma marca no pescoço. Tentei me aproximar MAS ela ignorava todo mundo. Um dia, após semanas atrás dela, na véspera das férias, a menina começou a chorar e me confessou tudo. O professor tinha “abusado” dela. O mesmo professor de inglês que sempre falava mal de mim na minha frente. Ele havia tocado em partes do corpo dela. E dito para ela que deveria aprender com quem andar, tido pq ela foi pedir para ele parar de gritar comigo. Ela ficou mal, se sentiu culpada. Tentou se matar. Ela disse que era tudo culpa minha. Que eu nunca me importava com os outros. Que eu era estranha. Que eu tentava pagar de destemida. Mas que destruía a vida dos outros. Nunca ouvia ninguém. E por isso todos tinham que pagar por meus erros. Era culpa minha.

Mas férias eu tentei fingir que tudo estava bem.  MAS uma semana antes das voltas as aulas, tive uma crise de choro desesperada implorando para não me levarem de volta até lá. Eu não queria ir até lá. Meus pais me transferiram de escola por conta da crise de choro.
Na escola seguinte, fiz amigos, não sem antes ter que trocar de turma uma vez. Na primeira turma as historias da escola anterior surgiram e ninguem quis ficar perto de mim. Mas depois, fiquei bem. Tinha um garoto que pegava no meu pé. Eu morria de medo dele, mas sempre enfrentava, dessa vez não estava sozinha. Eu morria de medo de decepcionar ou ficar sozinha com homens adultos. Eu detestava os colegas homens. Até com os meus amigos garotos da Igreja eu me recusava a ficar sozinha. Foi assim por anos, eu ia aos pouco ganhando confiança. No EM fui para uma escola mais conceituada. Várias pessoas chegaram a me perguntar pq eu parecia ter medo de garotos. Era inconsciente. Eu passei a repetir que não sabia ou não lembrava. Achei que se repetisse esqueceria. Com os anos fui superando. Hoje não tenho medo de homens. Nem de pessoas.
Minha confiança e vaidade vão surgindo aos poucos, acho que finalmente voltei a me achar bonita, a gostar do meu cabelo e sorriso. Mesmo assim, quando em meio a discussões alguém próximo repete uma das frases que mais me diziam, eu desmorono.
Em partes acho que ainda me sinto um pouco culpada.
Minha mãe tbm se sente culpada. Até hoje sempre ouve tudo que falo, pois se sente mal por não ter notado que eu tinha problemas. Nunca contei a ela a história toda.
Mesmo hoje não tenho muitos amigos. Sou bem fechada. Minha melhpr amiga se mudou para fazer faculdade nos EUA. Minha outra grande amiga esta preocupada com vestibular e namorado. As vezes me sinto sozinha. Saio pouco. Normalemnte para ir ao cinema com minha família ou a igreja no cilto dos jovens. Falo com algumas pessoas mas nao considero nenhuma um amigo, no maximo um colega. Tenho transtorno de ansiedade. Tento ser mais sociável, mas sempre morro de vergonha disso depois. Não sai natural e fico parecendo louca. Tanto que recentemente, passei por um Baque,  quando as pessoas de um clube literário que participo, falaram mal de mim, e uma amiga me mandou. Duas das pessoas que falavam eram muito amigas minhas e diziam que me achavam absurda, problemática,  que eu obviamente sempre mentia sobre tudo na minha vida. Que eu provavelmente nunca sofri bullying mas causei o ódio das pessoas por sempre pagar de perfeitinha.
Eu achava que estava curada. MAS foi nesse momento que notei que não era bem curada.  E realmente não sei como agir em frente à pessoas novas. Não sei puxar assunto. Não sei manter conversa. Quando me contam uma história, tento lembrar de algo que seja parecido, crie conexão. Agora parece que isso faz as pessoas pensarem que sou esnobe.
Mas acho que a marca mais real é: Eu sempre ouço todo mundo. Todo mundo mesmo. O problema de todos. Pq sinto que eu posso ser a pessoa que escutou é fez a diferença. Pq ainda me sinto culpada pelo que aconteceu com aquela colega no passado. Apesar de não evitar mais homens, não me sinto pronta para namorar. Passo grande demais, ainda. Não ligo se me criticam por isso. Só eu sei da história, mas acho que sinto medo que a pessoa se torne controladora e violenta como aquele menino.
Até hoje, toda vez que fico triste ou mal por alguma coisa, reclamo de qualquer detalhe me acho fraca. Afinal, olha por tudo o que eu passei. E mesmo o que passei, teve gente que sofreu muito mais. Não sinto que tenho direito de reclamar ou chorar. Por isso raramente choro, normalmente de raiva e na TPM.
Tento sempre estar sorrindo, e pronta para ouvir, é a primeira vez que me abro. Achei que escrever ajudaria. Acredito que é mais um passo para me libertar de vez do que aconteceu. Talvez essa cicatriz esteja mais dolorida por que na faculdade não é fácil. Acho que essas memórias foram ativadas por conta de uma matéria que reprovei e que prendeu tudo dos semestres seguintes, talvez pq o professor da matéria disse que se eu reprovava com ele era pq era burra e nunca aprenderia a matéria. Mas é a vida de quem estuda em faculdade estadual. Por incrível que pareça, pela primeira vez, essas palavras me fazem querer provar que eles estão errados. Pela primeira vez algo em mim acredita que é mentira.”

Gata, confuso viu? Não vou negar que me perdi algumas vezes na sua narrativa e achei o texto inconcluso. Que pessoas são essas que você atrai e que tanto falam mal de você? Tanto na infância quanto na vida adulta, o que percebi é que você sempre é julgada por algum motivo. Vou fazer uma pergunta difícil: você já tentou analisar seu comportamento de FORA? Olhe bem, não é para se sentir culpada, mas é para analisar. Você tem MUITOS traumas e sabe de cada um deles. Foi o que eu falei ontem aqui no blog, nós, pessoas que temos essa facilidade de enxergar onde estão os problemas, as vezes somos teimosas em achar que não precisamos de ajuda. Uma moça comentou: tem poeira por baixo do tapete que a gente não ve! E isso me fez pensar… será que conseguimos REALMENTE entender o porque de tudo o que nos acontece? Você já tentou terapia? Hipnose? Alguma coisa vai ter que te libertar desse passado que tanto se repete em sua vida e te atrapalha. E não tente ser forte custe o que custar. Você pode ser fraca, pode chorar, pode pedir ajuda!

Chora 03 – Alpha

“Cony, adoro os choras e seu blog, leio diariamente!

Então meu chora acredito que seja um tabu entre os homens e por isso está sendo difícil pra mim lidar com ele. Namoro há 2 anos, e nesses dois anos de namoro a nossa vida sexual não é mto ativa, transamos no máximo duas vezes por semana, eu sempre gostei mto, mais tenho perdido a vontade, pq ele demora mto para ejacular, ficamos meia hora, 40, 50 minutos transando e isso me deixa cansada, sem lubrificação, me machuca e no final ele goza somente se masturbando, tentei entrar no assunto uma vez e ele ficou bravo, disse que foi sempre assim, que é normal dele. Pesquisando na internet li sobre ejaculação retardada, que é uma disfunção que pode ser tanto emocional quanto algo que está em desajuste no organismo, sem falar que toda essa demora me causa quase sempre infecção urinária.

Ele me cobra mto que temos que transar mais, que essa falta de sexo vai acabar com nosso namoro, mais toda vez que tento entrar no assunto da demora de ejacular ele desconversa. Não sei como abordar isso, pq realmente não estou satisfeita.

Alguém já passou por isso? Como resolveu? Preciso de ajuda.

Obrigada!”

TENSO! Pelamor 50 minutos de rala e rola não tem pepeca que aguente! Imagina isso todo dia? Sexo não pode ser tortura, tem que ser prazeroso então você está coberta de razão de não estar curtindo do jeito que está! Ainda mais desencadeando uma infecção urinaria! Tá certo não miga, bora falar com esse homem do jeitinho que você contou aqui pra gente. Fala que não está gostoso pra você, que está te machucando e que adoraria que ele procurasse um medico para saber o que esta acontecendo. E se ele desconversa quando você tenta falar com ele, é porque ele SABE que você tem razão. Fale tudo, de uma vezada só e se não tiver jeito, miga, respira fundo e sai dessa. Não leve isso pra sempre ou se conforme com a situação. Não é para ser assim não!

  • Choras fechados! Quando liberar aviso aqui!
Comportamento
Chora Que Eu Te Escuto
27 mar 2019, 51 comentários

Chora Que Eu Te Escuto

Dia de Chora!

Chora 01 – Madri

“Boa tarde Cony. Em casa te acompanhamos desde do comecinho e adoramos vc, sua luz e imensa e brilha cada dia mas, torcemos muito por vc.
Bom vc já me conhece e se quiser divulgar quem sou não há problema minha família sabe minha história e minhas amigas também que estão super me mando força p mim voltar a ser eu. Disculpa o tamanho é enorme e também meus erros de português que são bastante. Faz tempo que pensei em te escrever e aqui estou.
Em 2009 eu vim a Madrid na primeira comunhão do meu afilhado, conheci meu ex marido e moramos juntos até maio de 2016, foi uma vida normal apesar de algumas paranóias minhas mas tudo legal, o amor acabou e eu decidi me separar. Tive uma vida tranquila e feliz dentro do que cabe. Conheci outro moço e tudo mudou de perna pro ar, julho de 2016 resolvemos tomar o 1 chop, eu já estava decidida que até o final do ano voltaria definitivo ao Brasil, então comecei uma história com ele assim aproveita de mim até dezembro. Mas aí saímos muitos e comecei a me apaixonar e então decidi passar o natal em SP e só depois decidir se voltava definitivamente ou não, ele foi passar o ano novo no Brasil e eu decidi voltar e começar esse novo amor. Voltei do Brasil final de janeiro, arrasada, porque eu tinha uma fonte de dinheiro importante aí e trazia dinheiro p Europa e gastaba aqui, eu tinha loja e fechei porque depois de tantos anos fora fui deixando em mãos de terceiros e fui falindo, sempre gastei muito mas do que ganhei, vim do Brasil dura e com dívida é muito desanimada, p quem acababa de começar um relacionamento novo eu tava bastante caída, ele foi a primera vez ao Brasil e  amou, voltou feliz da vida e eu super baixo astral e começou tudo a virar de ponta cabeça na minha vida. Comecei a me sentir inferior a ele, ele tinha casa, empresa, dois carros, motos e eu nadaaaaaaa, sem trabalho e sem um duro no bolso. Ele queria começar a construir um futuro falando de planejar em casar, morar no Brasil e ser feliz, eu comecei a pensar que precisa respirar acabava de sair de uma relação não tive tempo p ficar sozinha e encima todas as paranóias de que fazer? Não tinha vontade de nada, os amigos dele me olhavam mal tipo a culpada da separação dele, meus amigos eu comecei a evitar porque conta da minha relação anterior, não queria sair com eles, nem fazer nada, cada dia mas fechada, não fiz ele participar da minha vida e nem me vi nesses planos de futuro, tudo que eu queria era desaparecer da face da terra. O tempo foi passando e eu empurrando com a barriga, comecei a ocultar coisas da minha vida e mentir em outras, minha relação com meu pai sempre foi de guerra e ódio, assim que eu não queria contar muito e só piorei. E comecei a ver tudo negativo, me fechei, não tava bem e não sabia como mudar e nem o que fazer, e ao mesmo tempo me assustava tudo pq o Jaime era maravilhoso, eu amo como ele se veste, como ele fala, como ele atua, como ele dorme rs… em fim eu estava paralisada como podia ser tão perfeito nunca imaginei algo assim, eu gastava muito e já não tinha dinheiro e não sabia como falar p ele, ele continuava achando que eu tinha dinheiro no Brasil e que trazia, meus cartões começaram a explodi e eu não sabia como contar a verdade, comecei a pensar que se ele soubesse não ia me querer mas nada, aí me enrolei cada vez mas, até que tudo foi piorando e as mentiras crescendo, por exemplo ele me perguntou se alguma vez foi infiel ao meu ex marido em duas ocasiões diferentes e eu disse que não, até que um dia ele descobriu que era mentira, e pro meu azar ele conhecia o fulano, cidade pequena, ele estudou com a mulher dele e ficou muito bravo comigo, perdeu a confiança logo qdo eu mas precisava, tentei explicar que ninguém podia saber pq tínhamos amigos em comum mas era tarde, até porque não era uma traição de uma noite foi de um ano, sim durou um ano até que eu precisei acabar pq estava ficando louca, aí resolvi tentar com meu marido na época um ano mas, mas não resolveu o amor por ele tinha acabado e eu não me sentia orgulhosa, acabei com meu futuro nessa época e não é coisa de querer contar a ninguém e menos a uma pessoa que acabava de começar. Bom voltamos ao assunto, ele começou a ver meus zapzap por desconfiar de mim e tudo virou uma merda até discutimos uma vez porque ele não gostou de uma conversa com minha mãe, já tava super difícil e ficou pior, qto mas o tempo passava mas eu estaba apaixonada e com medo porque minhas mentiras cresciam eu tava louca por esse homem, tinha medo de encarar e também de fugir. Bom passou 2017 voando e eu tentando arrumar e cagava cada vez mas, não fazia ele participar da minha vida. Bom …. chegou carnaval de 2018 fomos ao Brasil e ele foi com a ideia de ver como era tudo pq ele tava decidido que moraríamos aí, voltou totalmente desanimado, pq a realidade de SP era absurda, tudo caro e eu fui a culpada de todo ese tempo iludir ele de que sim podíamos morar aí,  até que em abril  ele mudou de moto e entrou em um grupo de Harley, começou a sair muito, e eu notei que ele tava muito diferente, até que chegou 12/06 dia dos namorado no Brasil e íamos jantar e ele cancelou 1 hora antes dizendo que tinha uma janta p falar de negócios e como faziam uns meses que ele tinha perdido um contrato importante é deixou de ganhar uma quantidade grande eu pensei não tem problema depois jantamos, mas era mentira ele chegou em casa de madrugada eu vi o celular de trabalho e ele mesmo tinha mandando mensagem p ele no celular pessoal marcando esse jantar p me justificar. Comecei a fazer as malas nessa mesma madrugada a louca, doida e nervosa, porque ele me contou que tinha ido conhecer uma moça que tava chateando a um tempo por um app de amizade, o que uma pessoa que tem um relacionamento sério faz em uma app dessa? Oi!  Vim p madrid p casa de uma amiga e mandei ele p merda, voltamos, brigamos, acabamos e o mês de agosto ele passou praticamente sozinho curtindo a vida de solteiro eu chorando na casa da amiga. Setembro voltamos mas eu não estava decidida a perdoar e resolvi alugar um apartamento em madrid e nos morávamos em A Coruña, bom aluguei e como eu estava ocupada com a loja que fazia pouco tempo se estaba funcionando voltei o namoro mas eu estava decidida que as coisas tinham que ser como eu queria ele tinha que me demostrar que não era um infiel, que errou mas que eu ia poder confiar nele, e com loja online eu decidir ir a China fazer compra, isso era mediados de outubro já, acabei desistindo um dia antes a viagem por brigas e mentiras e pensei só volto p casa ou seja p Coruña qdo eu começar a ganhar meu próprio dinheiro e ter minha estabilidade outra vez, em qto isso vou ficando aqui em madrid, daqui não saio e ninguém me tira, ele fez de tudo p mim voltar me mostrou que podia confiar nele, mas eu sempre tive paranóias maior que eu, e no dia 17/11 ele me pediu em casamento e eu me assustei, não sabia o que fazer, mas uma vez fui cobarde e briguei com ele dizendo que não era o momento certo. Lá atrás qdo eu digo que foi casada na verdade no papel não foi, eu cancelei o casamento 15 dias antes por medo em 2014, sempre tive problemas com fazer planos, casar e ter Filhos.
Bom o tempo passou e o fim de semana do dia 20/01/2019 minha vida ia mudar pq eu decidi que tinha que fazer alguma coisa por mim, por ele e por esse amor tão grande que tínhamos um pelo outro, entre erros de não ter assumido o Jaime de verdade, entre as mentiras que foi crescendo e eu precisava tomar uma decisão então fui lá p dizer p ele que sim aceitava e que sim eu queria fazer terapia p concertar todas as minhas paranóias desde dos 18 desde do meu 1 amor foi assim, disse não a três homens que amei e já tenho 38 anos e isso precisava mudar. E então apartir desse final de semana minha vida virou uma merda eu não me reconheço não sei quem sou e como vou sair dessa. No sábado 19/01 saímos p jantar e eu queria voltar p casa p pegar o anel e dizer p ele colocar no meu dedo que eu queria muito ser a senhora Regueira, mas paramos em um bar e ele começou a conversar com gente que eu não sabia quem era aí ele me começou a contar que era com essas pessoas que ele saiu o mês de agosto e veio tudo na minha cabeça todas essa mulheres que ele saiu todos os stories que o amigo dele pública a diário e eu explodi no dia errado a na hora errada esqueci o que eu tinha ido fazer lá e começamos a discutir e ele esculpiu na minha cara aí Cony, voltei p casa deixei ele dormindo e bloquei ele uns 8 dias, ele queria me matar, se desesperou realmente qdo viu que fui embora e claro sem poder falar comigo ele começou a ficar com ódio de mim, desde junho nessa situação já estamos quase a final de janeiro e eu ainda volto p cá sem falar nada, o único que eu pensava era que ele tinha nojo de mim e acabou o respeito e só consegui pensar acabou de vez tem que acabar, uma vez mas minha raiva falava mas alto que meu amor.  Nesse domingo 20/01 eu tive febre de madrugada e tive todos os dias até na sexta, os médicos começaram a pedir muitos exames porque não sabia o que eu tinha, e me deu baixa médica uma semana eu estava com vitamina D, ferro e 4 coisas mas, estaba realmente sem defensa nenhuma, depois mas 5 dias de baixa médica e fazendo exame p saber seu eu tinha alguma coisa mas, emagreci e nesse tempo sem poder sair de casa pq não podia nem sonhar em pegar gripe estaba muito frio e meia população com gripe, e a pior tragedia que podia acontecer minha madrinha faleceu e o médico não me autorizou viajar, aí que eu fiquei ruim mesmo, chorava o dia todo não comia de 56 kls, cheguei a 49, sozinha sem ele e sem minhas amigas porque não contei p minguem por um bom tempo. Aí eu comecei a ver a vida diferente, eu tive uma conversa com minha madrinha um dia antes quase 3 horas por videoconferência meu mundo tava sem chão e o amor da minha vida lá longe e eu comecei a pensar em recuperar de verdade esse homem porque eu realmente amo com loucura e só fiz merda durante 20 anos da minha vida, os traumas de família, de casar, de ter filhos só foram crescendo dentro de mim, e eu precisa pedir perdão a ele e precisa contar toda a verdade é o porque de tudo. Até que com as vitaminas comecei a ter forças e comecei a pensar em fazer uma sorpresa p ele comprei um anel e fiz reserva em um restaurante agora no dia 14/02 que era nosso dia da namorados aqui, mas deu tudo errado, liguei p ele e conversamos como amigos e ele me disse que tinha passado o fim de semana com uma amiga da faculdade e eu uma vez mas desisti e odiei ele porque essa moça sempre foi um fantasma na vida dele, saíram algumas vezes na faculdade ele casou teve dois filhos, ela sempre teve aí, todos os anos ele vai nessa cidade com os amigos, eles fazem final de semana lá p conversar colocar as notícias em dias e toda vez que ia durante todos esses anos depois da faculdade ele via essa mulher e comigo ele foi 4 vezes e no verão que tudo começou a dar errado eu li mensagem dele com um amigo que dizia que ele ia ver essa mulher, era  como se eles ficassem juntos nunca gostei dessa mulher e as veces penso que ele sempre foi infiel com a ex mulher dele e comigo. Enfim fiquei com ódio e não fui e meu maior erro, porque o final de semana depois do dia 14 ele foi p la e eu perdi a oportunidade de ver ele é evitar outro fim de semana, eles começaram a sair de verdade. Na semana agora antes do carnaval que era justo qdo ele voltava desse segundo fim de semana junto eu decidi que iria mesmo assim porque eu sou a que tinha que pedir perdão e recuperar o homem que eu amo, mas não deu certo, cheguei lá na segunda ficamos  junto toda a semana, nos amamos muito todos os dias, discutimos, choramos muito, até que ele me disse que essa mulher ia chegar no sábado e ia ficar até o próximo domingo porque ela tava de férias ela ia p conhecer a cidade dele, os amigos, os pais etc….. P mim foi o pior pesadelo, eu pedi p ele cancelar essa viagem p ele me perdoar p ele me escutar, ele chorou dizendo que não queria ela fosse mas, mas não podia me perdoar porque ele tava com muito ódio de mim, como eu pude fazer ele sofrer tantos meses, ele me pediu p mim voltar p casa mil vezes, e eu não voltei. Passei o pior carnaval da minha vida 8 dias sem dormir, sem comer, sem saber o que fazer, mas ainda assim pensei qdo acabar ele vai me dizer que não é ela que ele ama e vai me perdoar, e eu vou voltar p casa. Mas não foi assim, ele viu meus stories que eu inventei que estaba la me divertindo mas na verdade eu estaba morrendo por dentro e ele ficou mas bravo ainda comigo, ele me mandou mensagem dizendo que estaba sofrendo que teve diarreia varios días seguidos…. en fim eu só piorei tentando mostrar p ele que estaba feliz sem ele, qta mentira. E na quarta feira passada eu fui lá jantar com ele e uma vez mas pedi que me perdoasse, vi ele todos os dias de quarta a domingo, mas não consegui nada, ele tem raiva de mim e não me perdoa por tudo que eu fiz e principalmente porque demorei tanto p dizer p ele que sou louca por ele e que agora eu queria casar. Faz dois dias que voltei e não sei o que fazer, como sair dessa, e as veces nem sei quem sou. Estou fazendo terapia faz 3 semanas e ainda tenho muito que me perdoar, me disculpar comigo mesma, e não sei de onde vou tirar forças. Só sei que essa mulher vai acabar ir morando com ele e eu vou ficar na memória mas triste em ambas vidas, a pessoa que eu mas amei na vida foi a que eu mas falhei, como namorada, amiga e mulher. Que ironia da vida eu ter demorado tanto p tomar coragem de lutar por esse amor e mesmo ter tentando explicar p ele todo esse caos da minha cabeça e as mentiras continuo me sentindo frustada e sei que essa lição eu ou levar a vida inteira e só peço a Deus que me dê sabedoria p mim me perdoar e voltar a dormir tranquila um dia. O tempo não passa eu não sei o que fazer e nem sei como currar tudo isso aqui dentro”

Mulher do céu. PARAAAAA DE IR ATRÁS DESSE HOMEM! E se eu entendi seu portunhol, esse cara cuspiu na sua cara!!!?? É ISSO MESMO? Nem precisava escrever textão, essa atitude dele por si só já diz TUDO. NÃO VALE A PENA, e você, por favor, pare de se humilhar, de se achar a errada, de pedir perdão. Você está fazendo um papelão!!!! CHEGA! Continue na sua terapia, foque em reestruturar sua vida financeira, pare de mentir para as pessoas, de fingir ser outra pessoa, de fingir estar bem. Seja realista com você, sofra, chore, mas faça isso sozinha e com dignidade! FODA-SE se ele vai morar com outra, tomara que vá mesmo e que você consiga resetar sua vida toda e começar de novo mas fazendo escolhas mais concretas e certeiras! Você está confusa, está doída, está machucada e nesse turbilhão todo não vai conseguir melhorar se continuar insistindo em algo que já está tão bichado. Dá um reset em TUDO, põe a cabeça no lugar e bola pra frente. PRA FRENTE! E sozinha por um bom tempo, até conseguir discernir quem você é, o que você quer e o que você MERECE.

Chora 02 – Barcelona

“Olá, Cony! Meu chora hoje é o seguinte: Sou casada, eu e meu marido somos companheiros, parceiros e nos amamos.
Hoje em dia temos uma vida confortável, ele é empresário e está fazendo a empresa crescer bastante. Ele é muito batalhador, começou como técnico e foi subindo de cargo na empresa até se tornar sócio e proprietário. Eu sempre o ajudei e apoiei nas conquistas, nas viagens por conta do trabalho, no networking que ele tinha de fazer, até mesmo nos problemas da empresa dele, sempre conversamos muito e ele se abre muito comigo.
Já eu, sou funcionária pública, tenho um bom salário e estabilidade, e graças a uma nova administração, acredito que tenho conseguido desenvolver um bom trabalho na minha área e, como consequência, têm aparecido algumas oportunidades pra eu também crescer.
Nisso, me candidatei a uma vaga para ocupar um cargo de confiança em outro estado. Conversei com meu marido antes de mandar meu currículo e de início ele me apoiou. Mas depois de uns dias, ele disse que temia pelo nosso relacionamento.
Depois de umas duas semanas, recebi a resposta de que não fui para frente no processo seletivo e mandei pra ele. Diante disso, ele falou mais abertamente sobre a preocupação que ele estava caso eu fosse aprovada e tivesse de me mudar, ainda que a distância não fosse tão grande assim e que nos programássemos para nos vermos aos fins de semana e tal, ele achava que nosso relacionamento não sobreviveria.
Isso foi um balde de água fria pra mim. Agora estou bem decepcionada e dividida, porque sempre o apoiei em tudo, e numa oportunidade que ele teria de fazer o mesmo, já não receberia a recíproca. Tudo bem que são situações um pouco diferentes, já que ele não se mudaria de estado por conta da empresa, ele apenas viaja, fica alguns dias fora e volta. Eu até entendo o lado dele.
Mas, ainda assim, achei a atitude dele um pouco machista. Ele até chegou a falar algumas vezes em eu largar meu emprego de funcionária pública – algo que eu dificilmente faria.
E os meus objetivos e vontades? E se aparecerem outras oportunidades (o que não é difícil de acontecer)?
Sempre foi meu objetivo “ser alguém na vida”, alguém que faça diferença, sempre quis ter aquela satisfação e reconhecimento profissional.
Por muito tempo isso ficou adormecido em mim e deixei isso de lado por ‘n’ motivos, mas de uns dois anos pra cá a vontade de crescer profissionalmente tem voltado com força, até voltei a estudar recentemente e sempre falo com ele sobre o assunto.
E aí, o que fazer? Espero aparecer algo de concreto pra aí sim tomar uma atitude? Tenho uma conversa franca com meu marido?
Como você me aconselharia a lidar com essa situação?”

Conversa franca JÁ! Eu hein, que coisa mais esquisita ele falar que o relacionamento de vocês estaria em perigo caso você conseguisse o emprego em outra cidade. MUITO SUSPEITO isso. Cara, não é namoro, é CASAMENTO! Tem disso não! Achei brochante essa atitude dele e muito me incomoda. Super entendo sua decepção, acho que isso tem que ser conversado para esclarecer bem o que ele quis dizer.

Chora 03 – Malaga

“Oi Cony! Resolvi enviar esse Chora sobre um problema de saúde que descobri. É algo que, infelizmente, é meio tabu e ninguém fala sobre – mas pode ser muito comum. Por isso pensei que além de me ajudar, pode ajudar trazer a discussão e conscientizar as suas leitoras para que isso não aconteça com elas. Obrigada!

Sempre tive uma vida bastante corrida e atarefada, intercalando momentos de alimentação saudável com junk food total. Tem dias que esquecia totalmente de beber água e por aí vai. Pois bem, assim se desenvolveu um problema de saúde que jamais imaginei que existia. Bom, tudo começou quando tive problemas na hora de ir no banheiro – sim, de fazer o número 2! Tive uma constipação e na hora H machucou, sentia muita dor, que foi se transformando em coisa séria, sangrava (não preciso dar muitos detalhes, mas era simplesmente horrível). Essas coisas são um tabu, então ir no médico era a última coisa que queria. Cheguei a cogitar o mais fácil, que estava com hemorroidas. Mas não era.

Lá pro segundo ou terceiro dia estava insuportável e eu fui a um proctologista. Pois bem, descobri o problema: eu estava com uma “fissura anal”.
Fissura anal? Nunca tinha ouvido falar na minha vida, e ninguém sai falando que tem isso por aí. Depois de ir a alguns médicos, muitas pesquisas e estudos, vi que é um problema cujos tratamentos ainda são recentes. Basicamente, é um corte no ânus causado do “trauma” do número 2, que é até comum, especialmente se temos intestino preso. A fissura pode ser “aguda”, um corte que cicatriza rapidinho, ou “crônica”, que não cicatriza dentro de alguns meses e pode precisar de cirurgia. Só que essa cirurgia possui diversos riscos envolvidos e esse é meu medo, o que me impediu de tomar essa decisão até hoje.

Meu caso é crônico, a fissura não cicatrizou há muitos meses e apesar de não doer quase nada, ainda gera algum incômodo, em especial se eu descuido da dieta. Eu já fiz todos os exames possíveis, faço suplementação de fibras todos os dias, bebo muita água, usei todas as pomadas para tratamento e até laxantes, mas não consegui melhorar 100% – a médica diz que melhorou 80%, mas que agora esgotaram as opções não cirúrgicas.

Estudei tudo e mais um pouco sobre o tema, e vejo que é um problema pouco difundido ainda. Queria saber se alguma leitora já passou por isso e pode me ajudar, pois eu tenho muito receio de fazer a tal cirurgia e tenho esperanças que outros tratamentos (até alternativos) sejam eficazes.
No mais, quero conscientizar as leituras para algo que eu jamais imaginei que pudesse acontecer. Bebam água!! E se alimentem bem!! “

 

Menina pode não ser um assunto muito comentado mesmo, mas eu conheço algumas pessoas que já fizeram essa cirurgia e parece ser bem simples! Se o caso é cirúrgico, conforme disse seu medico, tem que fazer cirurgia SIM! Não fica adiando muito, até onde sei é internação rápida e a recuperação é tranquila. Não sei muito mais mas não é um bicho de 7 cabeças não. Se tiver alguém que ja fez, deixe seu comentário aqui!

 

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