Comportamento
Chora Que Eu Te Escuto
28 mar 2018, 57 comentários

Chora Que Eu Te Escuto

É quarta feiraaaaa, é quarta feiraaaaa, olha o dia da choradeiraaaaaa!

Chora 01 – Nokia

Oi Cony, nem precisa dizer o quanto adoramos seu blog né? O único que ainda acompanho. Mas vamos aos fatos.

Estou há dois anos com uma pessoa, maravilhoso, companheiro, enfim, relacionamento como casal ótimo. Ele tem uma filha, hoje com 6 anos. No nosso primeiro ano, não tive muito contato com a menina, fui conhecê-la acho que já estávamos juntos uns 6 meses, mas passei a ter um contato com ela bem eventual. Depois passamos a almoçar, jantar, até que com um ano de namoro, passamos o primeiro fim de semana juntos.

Primeiro ano, ótimo, relação ótima.

Eis que no segundo, muita coisa mudou. Afinal, a criança vem com uma mãe, e a relação pai e mãe que era ótima, passou a ser péssima. Ela não quis mais trabalhar, arrumou um namorado péssimo (digo barra pesada mesmo, tipo que saiu da cadeia). Ele é um ótimo pai, paga uma ótima pensão (mesmo estando numa péssima situação financeira), judicialmente eles tem guarda compartilhada, ele fica com a menina dois dias por semana mais um fim de semana alternado. Mas enfim, a relação com a mãe começou a ser terrível, e claro, sobrou pra mim. Sempre ouvi pra não me meter, mas não tem como. Eu amo a menina, amo criança, faço tudo por ela. Eu já morava sozinha e tinha o quarto todo arrumado pra ela. Fato que a mãe usa o dinheiro praticamente todo com a casa e com ela (porque vive de madame, academia, massagem) e a menina tá sempre uma “mendiga”, roupas velhas, pequenas. Passou ano passado INTEIRO, inverno e verão com roupas pequenas. No fim do ano ele comprou várias roupas e descontou da pensão, pensem o barraco.

Noivamos e estamos morando junto. Mas essa situação toda me incomoda. Eles não se falam, agora a menina vem mandando recado da mãe (pra mim), me ofendeu falando do trabalho, vive só pedindo as coisas, tanto pra mim quanto pra ele, diz que a mãe não tem dinheiro. Sei que a criança não tem culpa, às vezes eu corrijo, finjo que não escuto. Já conversei com meu noivo, ele conversa com a criança. Fato que com ele ela é muito mimada, e ta ficando mal educada.

Meu noivo todo esse tempo paga pra não entrar numa briga, só que vejo que isso ta interferindo na nossa relação, mas principalmente na educação da criança. Mesmo a mãe não trabalhando, a menina passa o dia na frente da tv, já parece uma menina de 10 anos, precoce, só quer celular e séries de adolescentes, beijou meu sobrinho de 3 anos na boca. A verdade é que não estou conseguindo lidar.

Como ser uma boadrasta, como criar uma criança que não é minha e tem uma educação completamente diferente com a mãe, como não deixar a mãe da criança interferir na minha relação? Obrigada por todo esse carinho com suas leitoras. Que você continue sempre plena e bela! Beijos!

Só consigo sentir pela menina… que dó, que confusão que ela está, pensa como deve estar a cabeça dela!!! Não faço a mínima ideia de como te ajudar e aconselhar, sei zero sobre educação infantil, só acho que infelizmente um problema que não era para ser seu, agora é e tende a se agravar. Imagina essa menina adolescente?? E não por ela, mas pelo que a mãe está passando para ela. Enfim, leitoras, conto com vocês.

Chora 02 – Samsung

Oi Cony, sua linda. Acho que nem preciso dizer que sou super fã e não deixo de acessar o Futilish um dia se quer. Minha história é longa, mas tentarei resumir. Durante as férias de dezembro conheci um cara incrível, gente boa, bom de cama, e que me trata igual uma princesa. Topei um namoro a distância, mas sempre falando sobre os planos e há quem diga que coisa está indo rápida demais. Mas até aí tudo bem.

O problema Cony é que ele tem depressão e é bastante inseguro. O assunto nunca foi tabu nas nossas conversas e ele sempre deixou bem claro sobre a “tristeza que o ronda”. Nos momentos difíceis, como os dias ruins que ele tem, mesmo que sentindo o drama por WhatsApp ou ligação, eu repenso nosso relacionamento de quase três meses.

Metade de mim diz que sou forte para continuar e termos um futuro. Peso o fato que ele é tudo que sonhei, com todas as qualidades e sabemos que o mercado (alô solteiras) não está nada fácil, principalmente onde moro, que são 5 mulheres para um homem. Mas metade de mim diz que sou jovem, bonita, bem formada e que a carga é pesada demais para aguentar, podendo retomar minha vida que era super tranquila.

Sei que o assunto já foi tratado aqui, mas o relacionamento da leitora já era mais maduro, e o meu está no começo. Obrigada pelo espaço Cony.

Antes de mais nada, isso de falar que o mercado tá ruim, tá pros dois lados viu? Tem muita mulher querendo um cara bacana e também tem muito cara bacana procurando uma mulher legal. O negócio é não ficar procurando demais, não criar expectativas e estar bem consigo mesma que quando menos pensar, aparece alguém bacana. Quanto ao seu namoro, super recente, e com um depressivo, EU (falo 100% por mim) pularia fora o quanto antes. Ser solteira é bom sim, a gente aprende a se curtir mais e o melhor, APRENDER A ESCOLHER, e não ser escolhida. Eu não escolheria alguém com problemas para iniciar um relacionamento. Depressão é punk, conviver com depressivos é complicado, tem que ter MUITO amor, muita paciência e vocês, no inicio de um namoro e ainda por cima a distancia, acho complicado. Vocês podem ser ótimos amigos, você pode ajudar ele, mas acredito que se optar continuar esse namoro, você terá que saber lidar com o peso e as consequências que isso irá trazer. Você está preparada? É o que você sonhou? Vale a pena trocar sua vida super tranquila e pacífica por algo que todos os dias irá te provocar de alguma maneira???

Chora 03 – Apple

Oii Cony! Sou muito fã do seu trabalho, em especial, do chora.

Não me recordo de ter lido um chora com a mesma “aflição” que vou descrever, então vamos lá… Namoro há dois anos, tenho 29 anos e ele 37. Nesse tempo conheci as qualidades e defeitos do meu namorado…até aí normal, não sonho com um príncipe encantado inalcançável. Temos algumas brigas, mas por coisas ínfimas, no geral, ele sempre se esforça para me agradar, me respeita e nunca me deu motivos para desconfianças de qualquer espécie, sendo sempre muito sincero comigo.

O que começou a me incomodar foi uma tendência que percebi em meu namorado:  ele não sai da casa da família, mesmo tendo casa própria. O fato é que moramos um pouco distantes e só nos vemos no fim de semana, contudo, no meio de semana ele sai do trabalho e vai direto para casa dos pais praticamente todos os dias. Quando vou para a casa dele ( é mais cômodo, pois moro com meus pais) ele sempre arranja motivos pra passar na casa dos pais e eu vou junto. Falando sinceramente, me dou super bem com a família toda, meu sogros me adoram e vivem cobrando um casamento, me dou bem com todos sem exceção, então ir lá não é tão ruim, pois sempre sou muito bem tratada. O que me preocupa é que falamos em casamento e se este se concretizar, tenho medo que ele não desgrude, não saia da casa dos pais assim como o irmão dele. O irmão dele casou,  tem dois filhos, mas sai do trabalho, pega a família toda dele ( esposa e dois filhos) e vai pra casa dos pais, fazem todas as refeições lá as custas da minha sogra e as vezes passam o dia todo do fim de semana lá, só consumindo, sem exageros. Meu namorado já foi casado e contou que no seu antigo relacionamento a ex esposa o “proibia” de ir na casa dos pais, e reclamava  que ele passava lá todos os dias após o trabalho, mas ele disse que só fazia isso pq ela trabalhava até tarde. O fato é que já mostrei que tudo isso me incomoda, já falei na cara dele que ele não cortou o cordão umbilical, o que obviamente gerou uma briga. Ele fala que no momento isso não impacta em nada no nosso relacionamento e ele não deixa de ter razão, mas e se casarmos e ele continuar assim? Quem casa, quer casa, e não viver com os sogros ou sozinha pq o marido não sai da casa dos pais. Ainda que ele não faz o mínimo esforço para conviver com os meus pais.

Sei que família é sagrada e estou longe de me intrometer entre meu namorado e sua família. Mas não sei se é normal ter sua própria casa e ir todos os dias na casa dos pais. Agora preciso da sua ajuda e das leitoras. E agora, estou viajando? Não é hora pra pensar nisso? É hipocrisia, pois moro com meus pais e os vejo todos os dias? Ou devo me preocupar com essa atitude? Se sim, qual abordagem junto ao meu namorado?

Ah preguiça desse seu bofe viu? Sinceramente isso também iria me incomodar MUITO e teria a mesma preocupação que você: e depois de casar? Imagina, todo final de semana ir pra casa dos sogros, ou durante a semana, imagina repetir o hábito do irmão, pegar a família e ir pra lá… Ah nem, coisa mais chata! A gente quer ficar em casa com o marido, juntinho, um final de semana quietos no sofá vendo filme, pedindo delivery, não ficar na casa dos outros. Vez ou outra fazer essas visitas mas jamais todos os dias e todos os finais de semana. Que bacana que ele tem uma família legal, unida, mas pera lá ne… Depois que casar a família dele passa a ser você e não pode te obrigar a fazer parte do ritual deles. Agora pensa comigo, você acha que esse homem vai mudar? Um casamento dele já acabou e bem provável que por esse motivo, o que me leva a pensar que ou você engole esse sapoa e entra na loucura de visitar os pais dele todos os dias ou dá o grito de verdade e exige um posicionamento. Claro que vale tentar novas conversas “amigáveis” sobre o assunto, mas novamente, pensa o tanto que a ex esposa deve ter falado com ele, o tanto que você já falou e ele não mudou… Tá parecendo murro em ponta de faca, sinceramente, acho que ele não vai mudar não.

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57 comentários em “Chora Que Eu Te Escuto”
  1. Anna28/03/18 • 17h31

    Caso 1: usando suas palavras… “paga uma ótima pensão (mesmo estando numa péssima situação financeira)” Isso pode e deve ser revisto. A pensão deve ser de acordo com as possibilidades de cada um. Manter um padrão incompatível com a renda é um risco para todos, principalmente para a criança, que cresce sem limites.

    “agora a menina vem mandando recado da mãe (pra mim)”. Sim, crianças são esponjas, absorvem tudo. A parte boa é que também absorvem o positivo. Sou separada e a minha filha de 6 anos entende perfeitamente que há regras diferentes em cada casa. Uma sugestão tosca, mas que funciona é: o que for comprado pelo pai, fica na casa do pai. Conversem, expliquem, tratem-na como um ser pensante que compreende instruções e regras. As birras vão acontecer, mas se vocês não cederem, ela vai se adaptar.

    Agora, sendo sincerona… toda e qualquer mudança depende do pai da criança. Se ele não tomar uma atitude, óbvio que nada vai mudar.

    • Indira29/03/18 • 13h10

      para o caso 1:

      Sou mãe de uma menina de quase 4 anos, então posso passar o outro lado. Deixe bem claro pra criança que ela tem duas casas, então tem roupa, brinquedos, itens de higiene, remédios (e etc) e, principalmente, regras a ser seguidas nas duas. Não é pq em uma casa ela pode ficar no celular e assistindo séries que na casa de vocês ela fará o mesmo.

      Outra coisa, a sua frase “meu noivo todo esse tempo paga pra não entrar numa briga” mais parece com algo do tipo “Não quero ser o chato que impõe limites”, falo isso pq por mais que a guarda seja compartilhada, final de semana é final de semana, então muita gente prefere ir levando com a barriga a ter q enfrentar o problema. Não estou dizendo que é o caso, mas cabe a você fazer a reflexão. Ele impõe limites de uso de celular e TV ou deixa pq na casa da mãe ela faz? Entende o que quero dizer?! É mais fácil ficar vendo de fora e apontando o erro, sendo que ele é tão responsável quanto ela…

      Mas é importante deixar claro que isso tem que ser ele que resolve. Não vá você sozinha se meter nisso… Tenta ver com ele a possibilidade de vcs dois poderiam conversar com a criança (que é a vítima de todo o contexto), explicar que as coisas daí ficam aí, assim evita confusão de ele ter q comprar tudo sozinho e depois descontar de valor de pensão.

      E a última dica, casar/morar junto com alguém que tem filho é saber que vez por outra vai ter um aborrecimento, principalmente quando o outro lado fica usando a criança como moeda. Seja sincera com seu companheiro e deixe as coisas claras. Os ajustes vão acontecendo na rotina mesmo, só não façam nunca esse jogo de mandar recado.. Hoje ela é pequena e não entende, mas uma hora terá maturidade pra saber como era que cada lidava com as emoções e sentimentos dela.

  2. Jéssica Diane28/03/18 • 18h20

    Caso 1: Olha, sinceramente? Eu cairia fora antes de casar com ele e não ter como sair. Essa história não tem cara de que vai melhorar: vai ser filha dele pra sempre, e ela sempre terá essa mãe maluca. Não consigo pensar em outra solução, sabe?

    Caso 2: Eu também cairia fora antes que fique sério rs.

    Caso 3: Caia fora também.

    Ou seja, hoje eu tô fugindo de tudo! ahahahahhaa, mas é que quando a coisa não tem uma solução, acho melhor passar pra frente mesmo e seguir a vida mais descomplicada.

    Um beijos a todas.

    • Constanza28/03/18 • 20h40

      Hahahahahahahahhahaahha

    • Caroline29/03/18 • 09h52

      Super concordo com você, furada detected.

    • Andressa29/03/18 • 12h04

      Super concordo!!!!!

  3. Van28/03/18 • 19h12

    Apple,

    Já passei pela mesma situação e não foi fácil mas aos poucos consegui desenhar para o meu marido que precisávamos de um tempo em “familia” somente os dois. Se não fôssemos na minha sogra todoooo final de semana ela ficava barganhando outra visita, como se tivéssemos faltado com um compromisso e tivéssemos que repor… sério, minha sugestão é conversar sempre e alinhar as expectativas de vocês pra depois do casamento.
    Uma coisa é ele morar sozinho e passar lá (cada um com suas manias) outra bem diferente é ele deixar de estar em casa com você pra estar com os pais o tempo todo ou pior, querer fazer como o irmão e te carregar junto.
    Tenta falar sobre isso de forma leve…

  4. Renata28/03/18 • 19h49

    Chora 2 (Samsung)

    Isso aconteceu comigo. Aos 32 anos conheci um boy lindo, 35 anos, tudo de bom. Não era um namoro à distância, isso eu acho que no seu caso piora um pouco a situação. Após 5 meses juntos ele foi diagnosticado com depressão. Passei exatamente pelas duvidas que você está tendo: será que vou aguentar? Eu já tenho meus “fantasmas”, como vou lidar com os dele? E se no futuro acontecer algo pior? Pensei em terminar. E falei pra ele exatamente o que estava pensando.

    Ele perguntou o que eu achava que ele deveria fazer. Eu indiquei que fizesse análise (terapia) e tomasse os remédios que o psiquiatra receitou. E ele fez.

    Eu vi claramente o esforço dele para melhorar. E presenciei os efeitos do tratamento. Depois de 3 anos ele teve alta dos remédios. E no ano seguinte, o analista também deu alta.

    Hoje, 5 anos depois, estamos casados e super felizes. Mas eu encarei tudo porque tive a certeza de que estava apaixonada. Se você não tem essa certeza…

  5. Julia28/03/18 • 20h12

    1. Vcs são noivos logo viverá com confusão de filha e ex o resto da sua vida. Aceite o pacote completo q é pesado.
    Sempre tive horror a homem com filho pois ora ou outra vem assombrar a vida do casal. Imagina depois ter um filho teu com ele e ter q lidar com ciúmes da criança. Treta forever

    2. Vou te falar algo q vou ser apedrejada: mantenha ele na manha, afinal é na distância, e se aparecer outro cara legal troca sem dó. Pq o mercado tá ruim mesmo ainda mais pra casar.
    E se tiver com peninha saiba q mtos caras já fizeram isso com vc. Não tem nada demais.

    3. Não adianta abordar esse assunto com seu namorado. Se quiser casar com ele engole o sapo. ele pode até te enrolar q não vai ser assim e tal mas vc sabe q vai ser assim sim colado na familia dele. Vc sabe.

  6. Tatiana28/03/18 • 21h34

    Samsung, se você acha que o cara é tudo o que você sonhou, gosta dele e deseja, talvez, um relacionamento duradouro, esteja lá por ele, demonstre seu cuidado e preocupação. Depressão é uma doença TRATÁVEL, medicações e terapia podem ajudar tanto a ele quanto a você. Não pule fora tão facilmente, não desista de uma pessoa que pode estar precisando da sua ajuda. Só tenha a noção de que ele precisa, também, estar apto a receber ajuda profissional. Um abraço.

  7. Lidia28/03/18 • 21h40

    Caso 1
    Sai dessa enquanto é tempo. Falo isso por experiência própria. Sou casada há 18 anos com meu esposo e junto veio uma filha, que na época tinha 3 aninhos. Enquanto a menina é pequena, quem incomoda é a mãe, depois que a criança cresce, quem incomoda é a filha. Amo meu esposo, tenho duas meninas com ele…. é um ótimo pai….Mas se eu pudesse voltar atrás, jamais teria me envolvido com homem que tivesse filho. Teria me polpado de tanto sofrimento.

  8. Grazi28/03/18 • 21h59

    Caso 1- achei seu noivo bem relapso. Ser um bom pai vai muito além de pagar uma boa pensão. Isso é o básico. Ele é tão responsável quanto a mãe pela educaçao da criança. Se ele sabe que a filha esta convivendo com um ex presidiário barra pesada (segundo voce), que a mãe gasta o dinheiro da filha com coisas para ela, e que deixa a filha passar certa necessidade, e não faz nada, me desculpe, mas ele não é um bom pai. Dar limites, educação e boas maneiras talvez seja a tarefa mais dificil quando se trata de filhos, muito mais do que a parte financeira. O que me pareceu é que ele da o dinheiro e acha que essa é a parte dele, e que a educação cabe somente à mãe. Ele nunca pensou em pedir a guarda da criança? Pelo seu relato me parece que o problema é ele, enquanto não se impor para a ex mulher e a filha, dificilmente algo mudará…
    Outra coisa que vale ser pensada, você quer casar e constituir familia com ele? É esse o pai que você deseja para os seus filhos?

    Caso 2- eu sairia correndo… Todo mundo sempre terá um problema, isso é fato… Mas acho esse problema grande demais para um início de relação, ainda mais a distancia. Eu deixaria claro o meu apoio, mas partiria para o próximo

    Caso 3- olha, existem pessoas que são muito ligadas a família, e eu não acho isso errado, pelo contrário. Só que pelo que voce falou parece que ele não quer cortar o cordão com os pais, ai acho bem complicado… Eu conversaria, e deixaria clara a minha posição sobre isso, e depois veria se existe a possibilidade real de mudança, ou não.

    • Danusa29/03/18 • 10h56

      Caso 1 – concordo. Se vocês dois se importam tanto, se vc ama criança e tem um quartinho pra menina em casa, peçam logo a guarda e deixem a menina no fim de semana com a mãe, por exemplo.

  9. Nicole28/03/18 • 23h52

    Caso 1. Não é uma opção seu namorado tentar pegar a guarda da menina na justiça? Posso estar falando asneira aqui, mas fiquei preocupada mesmo foi com esse namorado da ex dele. Se ela é maluca como você relatou, não parece ter nenhum receio em levar um desconhecido pra dentro de casa com uma criança (menina, ainda por cima) pequena. Acho que de fato seria a única solução. Se vc estaria disposta a continuar na relação, são outros 500.

    Caso 2. Qualquer pessoa tem que estar inteira pra poder se relacionar com outra pessoa, ainda mais a distância. O ideal seria ele estar curado pra entrar em um relacionamento. Depressão é coisa séria.

    Caso 3. Antes de casar vcs tem que alinhar muito bem isso aí. Pra não assustar seu namorado vc deveria ao menos propor somente 1 dia de visita aos sogros. Tipo Domingo. Não sei da onde você é, mas sou do interior e cresci indo na casa dos meus avós todo Domingo pra almoçar e passar o dia, com todos os primos e tios. Era sagrado e muito gostoso (e saudável pras crianças). Imagino que isso seja hábito de cidade pequena mesmo. Hoje em dia sinto falta. Desde que meus avós morreram o hábito se perdeu. Talvez seja por esse motivo que teu namorado e o irmão estejam sempre lá, que o motivo sejam os pais mesmo. Ou, pode ser também que os pais nem gostem que eles estejam sempre lá incomodando e são eles que estão acomodados a isso e não desgrudam. Tem que dar uma sondada. Mas, ir absolutamente todos os dias é uó mesmo e acho que nada saudável pra um casamento.

  10. Raquel29/03/18 • 00h31

    Apple,

    Tem um ditado que diz que vc não deve morar perto o suficiente da sogra pra ela ir na sua casa de chinelo, nem longe o bastante para ela ter que ir de mala.

    Acho que a solução seria vcs morarem no caminho intermediário hein. Vai dificultar esse apego do seu namorado.

    Meu noivo também é bem colado nos pais ainda, não tanto quanto esse seu, mas o suficiente para as vezes me incomodar. Eu trato com muito deboche e quando me emputeço relembro que não aceito ser menos do que prioridade na vida dele. Sim, primeiro eu, depois a família dele, se ele quiser formar família comigo. Se não quiser é simples, outro vai querer. Ele se mancou e melhorou. Eu moro longe dos meus pais e não acho hipocrisia sua, tem que cortar esse cordão sim. Tudo tem limite.

  11. Ana luisa29/03/18 • 04h40

    Para o caso 1: menina, eu tenho muitas amigas que namoraram ou casaram com caras que tinham filho e te digo que é cilada, Bino! Filho é pra vida toda e infelizmente ex-esposa também. O mesmo vale pra o cara que está com mulher que tem filho. O lado “ex” sempre arruma um motivo pra atrapalhar, não sei o que se passa com esse padrão de comportamento. Seria tão mais simples ir viver a própria vida e não colocar uma criança como arma pra incomodar o outro… no fim disso tudo só quem sofre é a criança, e os danos são irreversíveis. Eu acho que você deveria pular fora, mesmo. Ou então trabalhar muuuuuuito na sua cabeça pra não se afetar nem dar pitaco na educação da pequena (apesar de se afeiçoar, você não é a mãe) nem se afetar com esse relacionamento paralelo que teu namorado terá pra sempre. E vem pior, se um dia vocês quiserem ter um filho junto… segundo pesquisas da datafolha (brinks) é aí que a ex enlouquece de vez e faz da tua vida um inferno! Como se ela tivesse comprado os direitos autorais do esperma do teu bofe!
    Caso 3: fiquei dividida entre as razões suas e o que a Cony respondeu. Acho que no fim das contas vocês não são compatíveis. Simples assim. Apesar de você morar com seus pais, na tua cabeça não entra que um namorado ou futuro marido possa ter uma relação saudável com eles ou essa dependência. Fica meio incongruente isso. Ainda mais quando você diz que eles são ótimos e te tratam bem. Em muitas famílias os pais mantém os filhos como satélites, uma forma de os manter por perto, mesmo que seja fazendo jantar pros filhos já casados quase todos os dias, ou cafés da manhã nos fins de semana… é uma carência familiar mesmo, os pais se sentem com uma função e os filhos se sentem gratos e claro, se dando bem com a comidinha caseira e sem preocupação em crescer. Se acomodam mesmo. Na família do meu marido é assim, às vezes acho um saco ir pra casa deles todos os sábados ou domingos, mas entendo que pra eles é uma oportunidade preciosa de estar com o filho e as netas, então eu faço o sacrifício. Acho que toda a noite é um exagero, até um abuso por parte dos filhos. Quem sabe se você conversar com sua sogra, sobre ela poder descansar e ter um tempo pra ela, ao invés de passar tanto tempo se dedicando aos filhos já donos do próprio nariz… tudo com muito jeito, afinal ela gosta de você e a intenção não é ofender. E projetar sua vida, se você casar com ele, se você ficará feliz com essa rotina ou não. Se é mesmo inaceitável… parte pra outra.

  12. L29/03/18 • 07h18

    Meus pais são casados a 30 anos e todos os dias minha mãe vai na casa dos meus avós, todo final de semana tbm. Meus pais não deixam de ter um bom relacionamento e de fazer outros programas por isso, meus pais nunca tiveram uma briga séria por nada, muito menos por causa disso.

  13. Ana Carolina29/03/18 • 08h58

    Caso 3: Já vivi uma situação beeeem semelhante a sua, e o que eu fiz? Revidei na mesma moeda! Isso significa que, o boy queria ir sempre para a casa dos pais, dai eu “também queria” ir para a casa dos meus pais…e ai? Quem tem mais direito de ficar com os pais?
    Eu sei que no inicio era um dia na casa dos pais dele e um dia na casa dos meus pais (na minha na época pq assim como você tb morava com eles). Obvio que o boy foi cansando (eu ja estava farta hahah), e as visitas foram se tornando cada vez mais espaçadas e viraram só visita de final de semana mesmo (almoço de domingo).
    Então minha dica é: exija o mesmo. Diz que a sua família sente falta de conviver mais com ele, etc…Será um ótimo teste antes do casamento. E se sentir que o esforço não é o mesmo para estar com a sua familia, dá o fora pq você não merece nada menos que o melhor.

  14. Nat29/03/18 • 09h04

    Samsung: Amiga, sou casada há 5 meses e quem tem depressão sou eu. Estou com meu marido há 3 anos e ele acompanhou todo o meu processo de chegada ao fundo do poço após o falecimento do meu pai. Me apoiou quando eu marquei psiquiatra, me apoiou com o uso dos remédios, nunca me julgou pela minha doença mental e ainda procurou me incluir em novas atividades, conhecer pessoas novas. Sinto que ele me ajudou muito agindo dessa maneira, facilitou meu tratamento. Estou em tratamento com medicação há mais de um ano, nesse meio tempo melhorei muito e começarei a diminuir a medicação na próxima consulta. Resumindo tudo isso: mesmo que você opte por não continuar com ele como namorada, incentive-o a procurar tratamento. A gente não consegue sozinho.

  15. Amanda29/03/18 • 09h04

    Caso 3: concordo e discordo da Cony.
    Acho que é chato SIM viver na casa dos sogros todo fim de semana.
    mas acho que isso é super conversável a longo prazo (digo, em caso de um casamento).
    Tbm sou do tipo que tenta não sofrer por antecipação. Isso não é pra ser um problema agora… afinal, ele fica sozinho. Tem gente que não gosta de ficar sozinho em casa. Ir pra casa dos pais é super ok. Bem melhor do que se fosse pra bar ou HH todo dia, não é?? hahaha

    Acho que o cordão umbilical é algo que se corta aos poucos. Falo isso por experiencia própria (meu noivo, filho mais novo, criado com a vó. 4 anos de relacionamento esse mês e ele melhorou muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito em relação a isso).
    Vale a pena fazer as coisas aos poucos, ir mostrando o quanto é bom ficar só vcs dois.
    hoje em dia meu noivo aprecia demais isso. conseguimos muito combinar de ir na casa da sogra só aos domingos, por exemplo (coisa que antigamente era quase impossível).

    oq eu vejo mto nos choras é que o conselho mais dado é: caia fora.
    Sinceramente? relacionamento nunca é fácil, perfeito.
    vale a pena botar na balança e dosar se tem amor, se vale a pena ceder.. pq nunca vai ser 100% do nosso jeito..
    nesse caso, se vcs se amam MESMO e isso é plenamente conversável e alinhado…
    (tô falando isso em condições normais de um relacionamento e não em caso de abusos, pelo amor de deus!!)

    boa sorte =)

    • Natália Luise29/03/18 • 13h19

      Super sensato seu comentário! Também acho que se tiver amor, vale a pena fazer um esforço pra adequar as necessidades de cada um, sem que isso vire uma guerra. As pessoas não são descartáveis, todos (TODOS) somos difíceis de conviver, mas na nossa cabeça os complicados são sempre os outros, né? Falo isso por mim tbm, kkkkk. Eu só cairia fora se depois de tentar, explicar, conversar e agir, não houvesse nenhuma mudança. Aí não tem jeito mesmo.

  16. Iana29/03/18 • 09h14

    Só me sinto autorizada a falar sobre o caso 3. Apple, se vc acha que o boy vale a pena, vai fundo. Meu marido era/é assim, mas eu coloquei o MEU limite. Quer ir lá bater o ponto? Fique a vontade, mas eu não sou obrigada. Nossos filhos só vão lá quando estão com vontade.

    Meu cunhado tb vive na casa dos pais com a mulher e o filho e eu falei algumas vezes que acho isso uma infantilidade, que não levam a criança num parquinho, numa praça para brincar porque PRECISAM estar na casa dos pais dele às 18h. Se é para viver assim, então não constitua família.

    Não viver a própria vida por ter que estar sempre na barra da saia dos pais não dá, por isso só vou lá quando estou com vontade e com isso, aos poucos, ele foi diminuindo a frequência das visitas, que passaram a ser de final de semana.

    Se você colocar esse seu limite e notar que ele não muda, aí acho que a coisa é ruim mesmo e você deve cair fora sim, porque ninguém merece papinho de sogro e sogra todos os dias.

  17. Melissa29/03/18 • 09h55

    Chora 1 – Nokia: Pensei numa coisa aqui, mas não sei se é muita viagem, já que não tenho filhos e nem enteados. Mas não seria uma possibilidade colocar a criança numa terapia? Acho que pode ajudar muito ela a entender a dinâmica da família, a mudança na relação dos pais, etc. Vocês já conversaram na escola dela? Muitas escolas auxiliam muito nesse processo de aceitar padrastos e madrastas e diminuir o impacto disso nas reações das crianças. São profissionais treinados para essa ajuda, além de serem pessoas mais isentas: conversar com a mãe dela sempre vai ter um caráter de competição e a escola vai ver a situação de fora. Outra coisa que pensei também foi o que já comentaram aqui: eu acho que o que o pai compra fica na casa do pai, o que a mãe compra fica na casa da mãe.

    Não sei se você tem liberdade para isso, mas se tiver, contar para o seu noivo o que a menina te fala – os recados da mãe, os pedidos e explicar pra ela tudo. Acho muito importante tratar a criança como um ser humano pensante, que entende as coisas e que pode, sim, tirar as próprias conclusões. Quando ela te pedir alguma coisa “fora da realidade”, explica pra ela. Se for caro, explica que é caro, que você não pode fazer um gasto assim. Se for algo inadequado, explica que você não acha que é legal pra idade dela, que tem outras coisas que estão mais de acordo com o momento que ela está vivendo.

    Sobre a adultização precoce, acho que a terapia pode ajudar muito. Outra coisa seria levar ela – quando ela estiver com vocês – para fazer programas da idade dela, mesmo que ela resista um pouco no começo. Teatro, cinema, coisas de criança mesmo. Eu vetaria (pelo menos na minha casa) séries e programas de TV de adolescente, tentaria trazer mesmo o lado mais infantil mesmo. Ela só tem 6 anos! Sobre o episódio dela beijar seu sobrinho, acho que se acontecer de novo, vocês podem tentar explicar pra ela porque não foi legal e se for recorrente, conversar na escola, que pode ser de grande ajuda nesse processo.

  18. Melissa29/03/18 • 10h12

    Chora 2 – Samsung

    Eu acho que nós, mulheres, muitas vezes temos essa característica de achar que podemos “salvar” o outro, que com a nossa ajuda a pessoa vai melhorar, que a vida vai ser ótima e vcs vão ser felizes para sempre. Foi com esse pensamento que eu entrei e permaneci num relacionamento com uma pessoa depressiva durante 7 anos. Terminei há 2 anos e o que eu posso te falar é que a situação é BEM mais difícil do que a gente pensa. A depressão e a insegurança são um saco sem fundo, é uma situação que requer uma verdadeira equipe para dar certo: são médicos, remédios, psicólogos, família, amigos, você e, principalmente, a pessoa querendo MUITO sair dessa.

    Um tratamento para depressão não é simples: encontrar uma medicação adequada, um profissional com quem o paciente sinta confiança E seja muito bom e preciso no diagnóstico, um psicólogo que seja aceito pelo paciente – tudo isso é muito difícil. Tem resultados positivos? Claro que tem! Muita gente tem sorte de encontrar bons profissionais, ter acesso a bons tratamentos e consegue sim controlar a doença e ter uma vida normal.

    Eu já investi num relacionamento com uma pessoa com essa doença e não me arrependo, mas hoje não faria de novo. Exige uma dedicação e é um foco de preocupação constantes na sua vida. Eu percebia que era uma pessoa muito instável, com muitos problemas de relacionamento (com a família, os amigos, todo mundo) e uma insegurança gigantesca, que acabou passando um pouco pra mim – que sempre fui independente e segura. No fim, percebi que ou eu terminava ou ia ficar doente também. Achei melhor terminar.

    Outro ponto que eu queria trazer é a questão da insegurança. Acho que é a pior característica que alguém pode ter num namoro. Você vê futuro nesse relacionamento? Se vê casando com ele? Tendo filhos? Ele vai ter a atitude que é necessária num casamento? Paternidade? Ele trabalha? Tem uma carreira em ascenção ou está estagnado? Ele tem planos? Ou está acomodado? Infelizmente, a estagnação e inércia são características do depressivo – e você, formada, bonita, jovem, vai lidar bem com isso? O que aconteceu comigo foi que logo eu tive que carregar o relacionamento sozinha, porque o meu ex se estagnou profissionalmente, se acomodou morando com os pais e estava bem confortável com o nosso namoro. E ele tinha um discurso lindo! Falava que queria casar, ter filhos comigo, uma casa com mil detalhes, um plano de carreira incrível, coisas maravilhosas, mas que ele não conseguia mover um dedo para tirar do mundo da imaginação.

    Você fala no texto que “o mercado está ruim”: eu não acho isso não! hahahaha Você vai ficar nesse relacionamento por que quer investir e vê um futuro ou por que tem medo de não encontrar nada melhor? Tem muita gente no mundo e a vida é muito curta pra qualquer relacionamento que seja menos que incrível.

    Vivi a experiência de me relacionar com uma pessoa com depressão e é muito muito muito difícil. Eu não entraria num relacionamento assim de novo e não recomendo para ninguém.

  19. Aline29/03/18 • 10h24

    Para o primeiro caso: foge que é cilada Bino! Kkkk
    Passei pela mesmíssima situação, a guria tinha a mesma idade, passei por coisas horrendas, da guria jogar papel sujo (de cocô) no chão, ficar toda hora falando “lembra pai como a mãe fazia isso?”, dando festas do pijama e eu sendo babá de penca de crianças, saíam deixavam tudo uma zona p/que eu limpasse. A guria muito porquinha, quando expressei meu descontentamento, ele sugeriu uma terapia de casal, fui, quando contei p/psicóloga tudo, ela ficou do meu lado, sugeriu estabelecermos regras, p/que a menina tivesse responsabilidade, pensa que ele topou? Fazia as coisas no lugar dela. Nunca tinhamos tempo a sós, até dormir c/ colchão no nosso quarto ela quis. Fui cansando, sentindo que eu era somente “útil” a ele, que estava em processo de divórcio, era mais empregada e babá da filha do que companheira dele, caí fora.
    Melhor coisa que fiz na vida, estava assumindo problemas que não eram meus. Sentia que ele foi pai ausente no relacionamento anterior e estava tentando compensar isso e o processo de separação deixando a filha sem limites, ela sabia disso e fazia chantagens emocionais. Mas para mim quem ama educa, ele achava que comprar tudo que ela quisesse era uma forma de mostrar que a amava.
    Hoje estou feliz em um relacionamento em que não veio “bagagem extra”, vi que não precisava penar tentando consertar o inconsertável. (Desculpem pelo textão rsrs!)

  20. Paula29/03/18 • 10h30

    Chora 3 – amiga, vou te dar uma perspectiva de quem estava do outro lado, no caso da família que sufoca. Logo que casei, meu marido, que é filho único de pais que não dão tanta importância para os laços familiares, ficava muito incomodado por termos que ir almoçar todo domingo com minha avó e meus pais. Sabe como é, família italiana sempre se programa para estar junto da família. Eu, vindo na mesma vibe que a minha família, achava super triste que meu marido não curtisse. Foram inúmeras conversas e brigas entre nós, até que eu acabei percebendo que realmente ele estava correto. Mas percebi depois de algum tempinho, não pense que foi rápido. A gente tinha nossa casa, recém-casados, ele sem precisar dar satisfação alguma aos pais, achava uó ter que ir na casa da sogra todo fds. Convenhamos, eu também não iria querer ter o compromisso de ir na sogra todo fds, que saco né. Enfim, depois de muitas conversas, muito choro da minha parte, muita tristeza eu caí em mim. Meu marido sempre se impondo, tentando me fazer enxergar. Conversei com minha mãe, expus pra ela a situação, exemplifiquei e citei a atitude da minha vó, que fazia a mesma coisa que minha mãe vinha fazendo e que minha mãe reclamava. Lógico que ela negou e ficou triste, mas depois entendeu. Hoje quando falo pra minha mãe que não vamos, não é não. Ela não fica mais querendo saber o motivo, saber o que vamos fazer, porque não vamos lá. Pra mim foi super difícil no começo, o primeiro dia que almoçamos domingo em casa só nós dois achei super triste, mas depois fica uma delícia, você faz o que quer, acorda a hora que quer, total liberdade. No começo, quando ainda estava tentando assimilar a ideia, fiz um trato com meu marido, eu o chamava uma única vez para o programa familiar X, caso ele quisesse ele iria, caso não quisesse eu iria sozinha. Assim foi indo, hoje já sei quando ele vai querer ir e quando não. E também, pelo simples fato de não termos mais o compromisso, ele acaba topando bem mais programas do que antes, pois antes ele ia amarrado, hoje vai de livre e espontânea vontade. E também uma outra coisa que ajudou foi, nos dias que meu marido chega tarde do trabalho, após as 20h, eu passo depois do trabalho sozinha na casa dos meus pais. Eu passo na minha mãe, ás vezes janto com eles, boto o papo em dia e isso supre um pouco a necessidade de estar lá no fds. Minha dica então seria, converse com seu noivo, vá se impondo, mostre pra ele que não é legal, que vocês vão ter a vida de vocês após casamento, que você quer fazer os programas com ele e não com a família dele, faça ele ficar em sua posição. Hoje, enquanto vocês ainda não moram juntos, até é aceitável ele sair do trabalho e passar nos pais, mas saiba que este padrão não vai mudar só porque vocês estarão casados. Tenha isto em mente e já vá tentando fazê-lo assimilar desde já. E de repente você também pode negar uma passada lá. Fale que não quer ir, que já pensou em outro compromisso. Não deixe ele te levar sempre, se não ele vai continuar achando normal. Não se coloque contra a família dele e nunca fale mal deles para ele, mas já vá se impondo. As vezes temos que ser duras, mesmo contra a vontade. Espero que te ajude afinal isso não é saudável para nenhum dos lados!

  21. Aline29/03/18 • 10h53

    Complementando o textão que fiz para o 1°chora: enquanto estava nesse relacionamento tive até depressão, a dica que deixo é que jamé (o “jamais” francês aportuguesado kkk), jamé mesmo se anulem p/homem nenhum, se uma situação extrapola os nossos limites (sejam eles morais, psicológicos etc), se nos sentimos desvalorizadas, é sinal de que o boy não nos merece, não é saudável, pelo contrário, é tóxico!
    Hoje me priorizo, o que passei me serviu de aprendizado, vi a mim mesma nesse teu chora, não passes nem sofras o que sofri, homem nenhum vale a nossa paz de espírito.
    A gente tem que perceber que quando a pessoa quer, ela dá um jeito, se não, só desculpas. Muita sabedoria para ti, que possas enxergar cedo o que demorei p/ver!

  22. Juliana29/03/18 • 11h00

    Sinceramente eu cairia fora do relacionamento nos 3 casos.

  23. Ale29/03/18 • 11h11

    Confesso que estou chocada com as queixas de visitas familiares.

    Talvez por viver com uma família dispersa que não tá nem aí pro outro, acho ótimo ver que tem famílias que gostam de estar juntos.

  24. Um dia já fui Apple29/03/18 • 12h00

    Caso 3:
    Minha querida Apple, já antecipando o desfecho da minha “dissertação”, digo: cai fora, ele não vai mudar!
    A minha conclusão vem do simples fato de já ter vivido a mesma situação que você.
    Eu e meu ex marido sempre fomos muito próximos às nossas famílias. Tanto eu quanto ele valorizamos nossos pais e irmãos mais do que tudo nesse mundo. Acontece que, diferente da minha casa, na casa dele nunca ouve respeito à individualidade do casal, quer seja com a gente, quer seja com meus ex sogros. Pelo que meus ex-sogros me contavam, por toda a vida, todos os dias da semana, eles, obrigatoriamente visitavam os pais/sogros depois da aula das então crianças. O que no início me parecia uma qualidade (a criação do meu ex marido seria parecida com a minha, valorizando os pais), depois foi se mostrando como falta de individualidade e super proteção. Ah se eu tivesse seguido meus instintos…
    Nos casamos e aquele ritual que antes pertencia aos meus ex sogros, passou a pertencer à minha vida: meu ex marido, todos os dias da semana, passava na casa dos pais. Por uma questão de incompatibilidade de horários alguns dias eu conseguia acompanhar, outros não.
    Acontece que, com 6 meses de casados nos separamos! Sim, depois de um “surto interno”, meu ex marido disse que não se sentia bem e que iria para casa da mãe (e ele disse somente isso!).
    Tentando entender o que tinha acontecido, fui conversar com a minha ex sogra e ai descobri que ele nunca havia se sentido em casa morando comigo, que sentia falta do convívio com os pais e que se sentia “privado” morando em um ambiente estranho. O que, no início, pareceu uma proteção natural de mãe, depois se mostrou como verdadeiro.
    E além disso: hoje percebo que, muito mais do que a necessidade de conviver com os pais, essa atitude demonstra uma dependência psicológica da pessoa com os pais. A mãe dele se portou como porta voz do fim do nosso relacionamento, abertura dada pelo próprio filho. Tudo que sei veio dela. E isso foi triste.
    Por isso te digo: ele não vai mudar! Ou você se adapta a essa situação (mas tenha em mente que “visitar os pais” é o mínimo dos problemas) ou parta pra outra.
    Mas se serve de consolo, depois do termino a vida continua: Já faz 2 anos que estou com outra pessoa e estamos noivos!
    Boa sorte!

  25. Rhuane29/03/18 • 12h51

    Vou ser sincera sobre o que acho: todo mundo dizendo que não sonha com o príncipe encantado perfeito, mas ao mesmo tempo todo mundo dizendo pra fugir dos relacionamentos por causa dos problemas…
    Sério, relacionamento é pras horas boas e ruins, pra enfrentar os problemas juntos, óbvio que não dá pra se anular em função do outro, mas desistir de um relacionamento bom e saudável só porque o cara gosta de visitar a família mais do que você? ou porque tem uma filha ou tá em tratamento de depressão? Se você ama mesmo você tenta enfrentar os problemas juntos! Se chegar em um momento que não tem mais como equilibrar ok, mas desistir antes mesmo de tentar?

  26. vanessa29/03/18 • 13h15

    apple, miga, tbm passo por isso! hahahahah
    e isso me irrita! MAS me corta o coração em deixar a minha mãe sozinha, sem ngm na casa dela, entõ eu sempre dou uma passadinha lá, por isso não posso reclamar do meu marido fazer isso com os pais dele. o meu problema, especificamente, é que ele conta TUDO pra mãe dele, tudo mesmo! só que, escondido de mim, ele acha que eu nao sei, mas eu sei sim!hahaha pra vcs terem ideia, por exemplo, o tcc dele quem tá fazendo é a sogra, mas ele mente pra mim que é ele (eu sei que é ela pq peguei uma conversa pelo whats deles), umas coisinhas bestas, que tb já falei que ele nao cortou o cordao umbilical, ams ele fica bravo na hora, e depois ele não me conta mais nada, até que eu descubro sozinha.
    então, eu finjo que acredito nele, pra não brigar mais, afinal, ele não vai largar dela assim, de uma hora pra outra.
    o negócio é ir trabalhando aos poucos!

    eu pelo menos, to usando essa tática! hahahaha

  27. Luciana29/03/18 • 16h56

    Caso 2 – Seguinte, o cara é tudo de bom pelo que ele falou.. a depressão seria o problema, então acho que o mais importante é vc avaliar como ele trata a depressão dele… se for aquelas pessoas que se deixam abater, só reclamam, realmente fica complicado. Mas se ele estiver disposto a procurar ajuda (terapia, remédios), com força de vontade mesmo, ele vai conseguir viver super bem e ir melhorando cada vez mais. Super entendo, mas ao mesmo tempo acho triste e complicado querer desistir da pessoa por um problema que pode acontecer com qualquer um, de repente.. Eu ja tive e hoje estou super bem 🙂

  28. Danielle Freitas29/03/18 • 18h41

    Nokia vamos conversar?
    Sejamos claras e diretas: Você tem planos de casar com ele? De ter filhos?
    Pois te aviso, relação com homens/mulheres com filhos só funciona se você tratar a criança como você gostaria que tratassem seus filhos.
    A pensão alimentícia é definida pelo juiz e pode ser se reavaliada pelos PAIS se houver algum fator novo, perda de emprego, aumento dos custos…
    Todas queremos e merecemos ser bem tratadas, com carinho e educação e é isso que você deve demonstrar, que ela sempre será bem vinda, que nunca perderá o espaço, que na verdade amor só aumenta.
    Tenha o cantinho dela, com as roupas que ela usa qd sai com vocês, tente incluía-la qd for o final de semana de vcs, festeje as conquista dela (uma nota boa na escola) e quanto aos recados, mande outros, sempre felizes: Diga que está muito feliz em ver o quanto ela está crescida, esperta, feliz.
    Agora se você realmente não gosta da criança pula fora, é muito mais fácil namorar alguém sem um passado tão presente.
    Ou você soma a família (você+ o pai+ filha + ex-mulher) ou pula fora, pq a adolescência dela vai destruir você!

  29. Iraci30/03/18 • 12h16

    Caso 3: desde sempre Meu pai vai todos os dias na casa da minha vó quando sai do trabalho, mas passa uns 20 minutos e vai embora. Só vai lá, toma o café que ela faz religiosamente pra ele e vai embora. Nunca, nos meus 25 anos, meu pai deixou de jantar com a gente pra ficar com a familia dele. E minha mãe nunca foi, aliás, minha mãe só vai na casa da minha vó quando tem aniversário ou algo assim. Talvez, se você ver que ele não vai largar essa mania seja bom pelo menos estabelecer limites, e combinar de ir somente um final de semana por mês também, pq todo final de semana sem a oportunidade de aproveitar outras coisas ninguem merece ne?

    Agora se a sogra for uma bruxa, fuja! Experiencia propria: mãe de filho dependente vira uma bruxa louca quando você “separa” ele dela. A minha era um amor de pessoa, até a gente noivar e ela ver que o filho ia sair da barra da saia dela. Melhor coisa da minha vida foi mudar de cidade, mas quando moravamos na mesma cidade o acordo era que eu so iria na casa da sogra quando EU sentisse vontade, ou seja, quse nunca hahaha
    No namoro eu almoçava com eles todo Domingo, e adorava pq eu era uma estudante morando longe de casa e era uma baita economia, alem da presença de algo familiar no Domingo. Mas depois que casamos tambem chegamos no acordo que teriamos fds pra gente e quando o almoço fosse com a sogra era só almoço: comeu, voltou pra casa.

    Converse e estabeleça limites, pq casamento não muda ninguem! E é um risco pq ja sabemos que não mudou uma vez…

  30. Anna30/03/18 • 13h32

    A colega do comentário 28 chocada com o caso das visitas aos pais e eu chocada com a quantidade de “É cilada, Bino” sobre o cara ter uma filha.

    Fico triste em ler essa posição, porque sendo mãe, EU sou parte da cilada. Imaginei esse falatório sendo de mim e os futuros carinhas que vão passar pela minha vida e as futuras namoradas do pai da minha filha tendo essa mesma sensação.

    Ocorre que filhos são espelhos dos pais. Então colega do caso 1, o que você deve ponderar aí como cilada não é a criança e nem a mãe dela tá? É o comportamento permissivo do seu noivo.

    O caso aqui não é dar conselhos sobre educação infantil. É avaliar o quanto você quer continuar nesse barco, sendo que seu noivo tá remando pro lado contrário. Se, por acaso, ele resolver tomar as rédeas disso, aí sim será necessário tratar de educação infantil.

    Boa sorte!

  31. Louise30/03/18 • 17h13

    Apple querida, bem vinda ao clube! Vou aproveitar esse chora e passar o meu relato. Bom sou casada há quase três anos, e tive um namoro bem longo,mas sempre sabendo que a família do meu marido é muito pegajosa, que se acha dona da situação, é que os filhos são o centro do universo. Durante o namoro algumas coisas eu prestava atenção, contudo nao me incomodavam tanto, até pq no final ia cada um para sua casa e quando eu não estava a fim de sair com todos eles simplesmente não ia. Porém, depois que você se casa tudo muda, inclusive a sua perspectiva de família do cônjuge e da sua família -voce e seu marido-. Hoje vivo uma situação que é uma batalha diária, inclusive vivo em conflito interno, e me questiono todos os dias se vale a pena seguir em frente, pois ainda não sinto que sou a família do meu marido. Ele é maravilhoso, bom filho, bom marido, trabalhador, caseiro, carinhoso e me respeita. Porém a questão familiar dele é muito forte, digo até que é uterina e não estou conseguindo lidar; ele já evoluiu um pouco, ainda de forma muitoooo tímida, e só depois de eu ter que mostrar as situações inúmeras vezes, com brigas e conversas, é mesmo assim ainda vejo que falta muito a se lapidar. Ele ainda se sente o filhinho dos pais, e eles assim o tratam, também se sente responsável por tudo e por todos, pois é uma pessoa muito coerente e centrada, então a família o tem como referencial. Para você ter noção se sente extremamente culpado quando não consegue ver ou estar com a família (pais, irmã, sobrinhos e avós) e todo domingo é o dia para visitas, pode ter o que for, ele é capaz de desmarcar um compromisso com amigos para ir fazer as visitas. Eu me adequo como posso, tem domingo que o acompanho, tem domingo que não pq simplesmente não tenho vontade, sou uma pessoa reservada, gosto de estar no meu canto, na minha casa, e dando valor a minha conquista (vc sair da casa dos pais e ter o seu cantinho não tem preço); fui criada numa família bem definida com pais super presentes porém sem excessos de proteção e intromissão na vida; minha mãe é super amorosa e presente, adora estar na nossa companhia e nós na dela, porem respeitando o nosso espaço, e eu prezo muito por isso; ademais, não me adapto com os excessos da família do meu marido, bem como com a dinamica familiar ( prioridades, cuidados com a saúde, educação e etc sempre foram um choque para mim); não tenho como relatar todas as situações aqui, que são inúmeras e muitas vezes me sinto insegura ao ponto de achar que ele vai largar tudo e voltar para a casa dos pais, apesar de demonstrar que adora a casa dele. Já abordei a questão com ele de várias maneiras, já chorei, já pensei em desistir, já fingi demência, e te digo: não é fácil, apesar de todas as qualidades que ele tem e do sentimento que tem por mim. Te digo uma coisa: é uma escolha, não vai mudar do dia para a noite, nem vai ser um mar de rosas, porem só vc que sabe até onde você pode ir. Ainda digo mais uma coisas que venho aprendendo dia após dia: nunca deixe seu amor próprio de lado, faça coisas por você, se preserve, quando uma coisa te desertar diga, grite, berre, pq o homem nunca vai adivinhar, eu digo isso com propriedade haha, e mostre que você é, pq senão a família dele invade, você se deixa invadir, e as coisas acabam se perdendo. Digo também que 90% da culpa de uma relação familiar assim, excessiva e do marido/namorado que não mostra os espaços de cada um e não se propõe a mudar. Enfim, espero que meu relato possa ter auxiliado em algo! Bj grande, adoro os choras! Força meninas, saibam que somosais fortes dos que imaginamos, mas temos nossas fraquezas e precisamos sim ser cuidadas e respeitadas!

  32. Fernanda30/03/18 • 22h08

    Cony vivi uma história muito parecida com o caso número 1. Namorei um homem que tinha uma filha pequena. A menina, coitada, parecia um estorvo para os pais. A mãe não trabalhava e deixava a menina o dia todo na creche. Ela passava todos os fins de semana com ele e como não tinha atenção da mãe, tinha um comportamento super infantil pra a idade. Fazia birra por tudo, não comia, falava como um bebê mesmo com quase 7 anos. Ele não tinha a menor paciência e como tinha uma péssima relação com a mãe da menina não falavam sobre a educação dela. Falei muito para ele pontuar algumas coisas para o bem da menina e sempre ouvia que não deveria me meter porque não tinha filhos. Uma hora comecei a me sentir tão mal que me separei. Sabia que nada ia mudar. Morro de do da criança e ficava pensando nela adolescente me dando dor de cabeça. Tb pensava que se um dia eu tivesse um filho a educação seria completamente diferente, no entanto, os irmãos teriam que conviver. Por fim o que pesou muito e me ajudou a tomar a decisão foi pensar que meu ex não se preocupava com a filha, pq eu deveria achar que se preocuparia um dia comigo? Hoje me sinto leve. Carregava um peso enorme que não era meu. Nunca me arrependi.

  33. Lari31/03/18 • 08h39

    Para a moça do caso 3 (Apple):
    Já passei por uma experiência parecida com a sua.
    Na época que namorávamos, ele morava com os pais e eu dividia um apartamento. Para nos encontramos durante alguns dias da semana eu sempre tinha que ir pra casa dele, jantar com os pais dele e/ou fazer alguma programação junto com os pais dele. No final de semana era de lei eu ter que dormir lá e quase nunca fazíamos algo sozinhos como casal, os sogros tavam sempre incluídos nas programações. Apesar do meu apartamento ter mais privacidade, ele inventava mil desculpas pra não ir.
    Na época, tivemos algumas conversas sobre isso, mas eu imaginava que quando casássemos, seria diferente. Até que casamos e aí que o inferno começou. Eu viajava muito a trabalho, então durante a semana ele acabava indo dormir na casa dos pais, até aí tudo ok, sem problemas. Mas chegava final de semana, eu queria curtir a minha casa, fazer coisinhas de casal, normal né? Mas todo final de semana estávamos lá na casa dos sogros e na maioria das vezes, acabávamos dormindo lá (segundo minha sogra, era mais pratico, já que estávamos lá). Quando conseguíamos uma “folga” dos sogros e íamos pra um barzinho ou restaurante, quem brotava lá do nada? Isso mesmo, papai e mamãe do marido (ele falava aonde estávamos por mensagem ou ligação e eles se achavam no direito de aparecer lá também, sem convite). Diversas vezes eles apareciam na minha casa sem avisar e ficavam por lá um dia inteiro. Até em viagens eles se auto convidavam e iam (meu marido não sabia negar né). Roteiros românticos com meus sogros incluídos, hahaha.
    Os meus pais moram em outra cidade e sempre que eu falava pra irmos visitar, passar um final de semana, era uma enxurrada de desculpas e eu acabava indo sozinha.
    E olha, tivemos inúmeras conversas, brigas e discussões sobre isso. Ele falava que ia mudar, que iria impor alguns limites. Mas chegava no final de semana e qual era o plano? Casa dos sogros.
    Aguentei 3 anos disso e um belo dia decidi parar de ir, falei que só iria quando estivesse com vontade. Achei que isso talvez faria ele ter uma outra perspectiva, mas nada aconteceu. Eu comecei a ser vista (pela família dele) como a bruxa destruidora de lares. No final, nos separamos e eu senti um alívio enorme, haha.
    Meu conselho é: converse com ele, diga que você entende o lado dele, mas exponha as suas expectativas e tentem negociar algumas mudanças ainda durante o namoro. Como disse uma colega aí em cima, casamento não muda ninguém. Se ele aceitar e realmente começar a cortar um pouco esse cordão umbilical, ótimo. Se não, você precisa avaliar o quanto está disposta a casar com ele e conviver com essa rotina tão próxima dos sogros.
    Boa sorte!

  34. Livia31/03/18 • 13h56

    Caso 1 – A moça do caso 1 tá muito preocupada com um assunto que não diz respeito a ela! A filha não é dela, a educação da criança não tem nada a ver com ela, enfim, esse problema não é seu! Se te incomodada, evite estar com a criança nos dias que ela estiver na casa, fica mais na sua, seja indiferente! Vc não tem nada a ver com isso! Quanto a pensão é problema do país fiscalizar como é gasto o dinheiro… tá parecendo q vc tá com ciúmes e é controladora! Isso não é problema seu! Meu namorado tem 03 filhas e eu to pouco me importando com o dinheiro que ele gasta com elas, se não estou com vontade de fazer o programa deles, me tranco no quarto… não me intrometo, não dou pitaco, não tenho nada a ver com isso… se ele reclama, faço cara de paisagem e mudo de assunto! Pq, amiga, filho sempre tá em primeiro lugar, pare de ser infantil querendo disputar espaço com a menina e nem queira bancar a segunda mãe! Vc é só a mulher do pai, nada mais!

  35. Natasha01/04/18 • 13h20

    Caso 2- Imagino exatamente o que vc deve estar sentindo. Tive um namorado depressivo e posso te garantir NÃO É NADA FÁCIL. Além disso ele também tinha tendências suicidas. Muitas vezes as nossas brigas de casal desencadeavam crises nele. Já presenciei de tudo, já tive que esconder chave de casa e do carro dele pra ele não sair de casa desorientado. É muito puxado. Por mais que vc ofereça seu apoio vc nunca será capaz de entender o que acontece com ele. Eu nunca tinha convivido com alguém depressivo e nunca soube direito como lidar. Já me culpei muito pelas brigas e se ele tentasse algo contra a própria vida eu ficaria culpada pelo resto da vida. Ele fez terapia por muitos anos, cheguei a fazer terapia de casal junto com ele! Fora os remédios controlados que deixam a pessoa meio “lesada”. Depois de mais uma crise e diversas brigas eu resolvi terminar. E não me arrependo pois trouxe paz de novo pra minha vida.

  36. Larissa01/04/18 • 19h15

    Sobre o Caso 1: Pensei a mesma coisa que a Anna! Chocada com o monte de gente mandando pular fora, falando que o ex “sempre arruma uma forma de atrapalhar”. Isso pode acontecer, mas pode ser que não. Aparentemente, pela descrição, vc só recebe “recados” pela criança. A mãe não interfere diretamente no relacionamento de vcs. Aproveite, que pelas suas palavras, vc ama a menina e converse com seu namorado sobre a educação dela. Sobre a importância de limites para que ela seja uma criança e um adulto feliz. Coloque aos poucos sua autoridade quando ela estiver na casa de vcs. E o alerte sobre a importância DELE como pai educar. Se é o caso da mãe não contribuir, o trabalho vai ser difícil, mas vao valer a pena, por ela e por vcs. Achei super sensato um comentário que sugeriu uma terapia. Talvez ela se sinta abandonada pela mãe e isso afete muito o comportamento. Não a abandone vc também. Tenho certeza que vai valer a pena. Que bom que ele achou alguém que realmente se importa co a filha! Sejam felizes!

  37. Bruna01/04/18 • 20h14

    Caso 2:
    Meu noivo sofre de depressão e serei sincera, tem q ter mta paciência, amar muito!! Qdo percebi a depressão já estava perdidamente apaixonada… eu o amo muito, então aceito e vamos casar, mas se não o amasse tanto já tinha pulado fora… Ja fiquei sem sexo em um período de crise, já terminou várias e várias vezes, às vezes ele se isola, às vezes não quer sair de casa, já aconteceu de não tomar banho, tb tem o mau humor, enfim… inúmeras coisas, graças a Deus ele aceitou o tratamento e está bem melhor, mas a gnt passa por mtas situações e o pior é q no começo vc fica sem entender, achando q fez algo errado ou q o cara tá te sacaneando… Pense bem se vale a pena, beijos.

  38. Érika02/04/18 • 11h14

    Preguiça viu, eu também fugiria nos 3 casos. Apesar de ter 3 filhos e de não viver com os pais deles ainda (2 casamentos diferentes), tenho um namorado e ele até aguenta bem meus filhos. Esse caso 3 é um pé no saco, nunca tive paciência pra isso, inclusive foi um dos motivos da separação do segundo casamento.

  39. Fernanda02/04/18 • 13h17

    Chora 3:
    Passei pela mesma situação e detalhe:meus sogros moram em uma rua depois da minha. Pertíssimo.
    Meu marido passava TODOS os dias de manha antes de ir para o trabalho e almoço todos os domingos. Ainda levava roupas (sem eu saber) para ela lavar. Lembro que ela estava uma tristeza so, com o filho saindo de casa. Fiquei com tanta raiva, porque eu mudei de cidade, minha mae que veria a filha poucas vezes, e ela fazendo drama porque o filho ia para outra rua… francamente…

    No começo segurei a onda, pois como voce, a familia dele é otima e me acolheu como uma filha. Mas aos poucos tudo vai se acertando.
    Passei a inventar desculpas para nao ir almoçar todos os domingos (e minha sogra ainda mandava uma quentinha de comida para mim, tadinha kkkkk). Até que meu marido também foi perdendo o hábito de ir. Percebeu que ir somente por obrigação é muito chato.

    Agora ele vai umas três vezes por semana tomar café com ela antes do trabalho. E eu nunca vou. Sem dramas… E isso não me incomoda.

    Quando eu descobri o lance das roupas dei uma bronca absurda e mandei ele tomar vergonha na cara (aqui em casa dividimos as tarefas de limpeza da casa, cuidado com nossa filha e cada um lava e passa sua propria roupa).

    Acho que no final tudo se ajeita, claro que em conversas tranquilas sem imposição, eu mostrava que não era saudável manter uma dependencia tão grande assim.

    Mas posso falar uma coisa? Minha sogra foi essencial quando nossa filha nasceu. Foi uma mãe para mim (visto que a minha estava longe), no pós parto levava comida para mim, ficava com minha bebê enquanto eu almoçava e tomava um banho. Quando minha filha estava com 4 meses, montei uma empresa.Minha sogra ia toda tarde para minha casa para eu poder trabalhar e evitar trabalhar de madrugada.

    Sem ela, minha empresa não teria ido adiante.

    Ela me incentivou a voltar para a academia depois de 3 anos parada (somente me dedicando à empresa e para minha filha), pois ela sabia o quanto eu amava e sentia falta de me exercitar.

    Ela me ajudou demais até minha filha entrar na escola. Pois optamos por fazer os primeiros anos de vida dela ser baseado no convívio familiar intenso.

    Contei essa história para dizer que sou prova viva de que uma situação chatíssima dessa pode ter sim um final feliz.

    Mesmo após o nascimento de nossa filha, almoçamos aos domingos quando estamos com verdadeira vontade, minha sogra também sabe que não precisa parar a vida dela para ficar com a neta. Também fica quando pode e quando quer (desde a epoca de bebê! Ela me avisava os dias que não estaria disponível para que fizesse minha programação)

    Tudo na paz e tudo na harmonia

  40. Aurora02/04/18 • 15h11

    Caso 2- Quando eu tinha uns 8 meses de namoro tive quadro de ansiedade generalizada e ataques de pânicos e tudo o que meu namorado fez foi me apoiar e ajudar a sair dessa!
    Hoje somos casados e estou grávida de uma menininha.

    Sei que tudo que eles fez, suportar ficar comigo, foi por amor.

    Então, se vc o ama, enfrente isso! Talvez ele precise de um porto seguro.

  41. JU QUEIROZ02/04/18 • 16h12

    Samsung, CAI FORA! Eu namorei um depressivo, achei que as coisas iriam melhorar e olha, entre respiros (os momentos em que ele estava bem) e os momentos de crise, colocando tudo na balança, não vale a pena… É egoísmo? É! É MESMO! E olha que ele era um cara espetacular!! JURO!!! Mas você deve ser sua prioridade. Namoro é uma escolha e uma daquilo que te faz bem. As pessoas não são perfeitas, eu sei, mas depois de ter passado uns bons anos sofrendo(SIM, VC SOFRE MUITO), eu não aconselho ninguém a namorar alguém com depressão… Se você conseguir, seja amiga dele e toque a SUA vida.

  42. Juli02/04/18 • 18h52

    caso da sogra: depois que casan virá a sus própria família. A de origem são os pais. É bom manter contato, telefonar, agora passar todo final de semama lá não dá, quanto mais intimidade mais brigas. Melor negociar agor ano começo pode ser um domingo sim e um não para almoçar com a sogra se ele for boazinha, agora se for nada querida então almoço um mês por vez, mas o filho pode ir visitar… cuidado sogras e muitas visitas seguidas é briga na certa.

  43. Vanessa Bolzan03/04/18 • 10h50

    CHORA 1 – NOKIA: O que eu posso te dizer é que tem jeito e tudo vai depender da sua atitude! Digo por experiência: meu marido tem um filho do primeiro casamento. Meu enteado veio morar conosco quando tinha 10 anos e só saiu para casar no ano passado, com 30 anos, ou seja, foram 20 anos de convivência. O que eu acho que contribuiu para o sucesso da nossa relação: veja bem, meu enteado era uma criança de 10 anos que tinha uma educação diferente pois havia vivido com a mãe até então. O que fiz foi simples, defini regras para a nossa rotina. Ele veio morar conosco, ele não foi morar só com o pai, então a regra da casa, era a regra da casa e ponto final. O que ele fazia ou o que a mãe dele deixava fazer no final de semana, era com ela e pronto. Além disso, acho que é importante dizer que sempre fiz questão de deixar claro que nós três éramos uma família, os três. Tivemos problemas? Sim, claro! Mas continuamos na nossa dinâmica, na nossa rotina, na nossa família. Eu e meu marido tivemos três filhos. Meu enteado teve ciúmes? Teve! Assim como meu filho mais velho também teve quando o irmão do meio nasceu. Eu não me arrependo em momento algum dele ter vindo morar conosco, muito pelo contrário! A dica é simples: estabeleça como vai ser na sua casa, estabeleça a vida de vcs como família e inclua sempre sua enteada em tudo!

  44. Leticia03/04/18 • 15h51

    APPLE, sou casada há 6 meses, e desde a época do namoro almoçávamos na casa dos meus pais no domingo, sabe porque? meus pais trabalhavam a semana inteira, eu também, nunca almoçavamos juntos na semana, o único dia que isso acontecia, era no domingo. Eu não ia trocar a presença dos meus pais, pra ir ficar com meu namorado, o qual eu via outros dias na semana. Ele passou a almoçar com a gente, virou um programa em família, domingo almoço na casa da sogra… simples, leve…
    Hoje estamos casados, meus pais moram bem longe de nós (50 min de carro dirigindo) e mesmo assim vamos, às vezes dá preguiça? da! mas eu sempre penso que o dia de amanhã pode não chegar, e eu prefiro ter passado algumas horas com eles. às vezes já vamos querendo voltar! mas vamos, nos distraímos, voltamos. Fica tudo bem… às vezes meu marido não quer ir, por quer a semana de trabalho foi intensa e cansativa, entendo, ligo avisando meus pais. Você ainda mora com os seus, não sabe o quanto ainda te farão falta! e eu não sou das mais melosas e românticas. Te digo isso pq sinto falta de ser só filha! chegar em casa e perguntar: mãe, tem o que pra comer? mão a senhora viu aquele vestido que usei semana passada?
    Compreendo que ele vá todos os dias pra casa dos pais, ele gosta de pessoas, de família, e não faz sentido ficar em casa sozinho se posso ir na casa dos meus pais vê-los. A verdade é que a forma como fomos criados influenciará diretamente o relacionamento que manteremos com nossos pais, se mais distantes, se mais frios, se muito presentes… Tente compreendê-lo tbm, È natural que isso flua naturalmente quando casarem, as rotinas mudam, as coisas se ajustam… Se houver amor, vale a pena.

  45. Izabela "Grambela" Ribeiro03/04/18 • 16h44

    Nossa gente, sei que cada caso é um caso, mas daí a descartar todo pai/mãe solteiro de relacionamento é d+ neh? Depois não adianta reclamar que o mercado ta escasso.
    Teve uma moça que falou isso, apesar dos discursos, tá todo mundo procurando Sr. Perfeito.

    Chora 1: não tenho filhos, mas vi um conselho sobre ter regras especificas e cada casa, e cobrar uma postura mais forte do pai, acho que faz sentido.

    Chora 2: para termos perspectiva: se fosse outra doença de tratamento longo, vc pularia ou ficaria?

    Chora 3: amo ir na casa dos parentes, desde que não seja obrigação. Até mesmo TER QUE ir na casa da mãe/sogra todo domingo não seria legal. Eu faria um test-drive e moraria junto antes de casar pra ver se realmente é só porque ele está sozinho.

  46. Taiza03/04/18 • 22h32

    Nokia, espero que esse cara valha muuuuuuuuuuito a pena, pela dor de cabeça que essa menina te dará na adolescência. Vai ter que compensar e MUITO, porque veja que o relacionamento de vocês é bem recente e você já está envolvida numa trama envolvendo ex, filha, etc. Ele me parece meio relapso, por aquilo que vc escreveu, claro. Não conhecemos o cara pessoalmente e não temos como analisar, mas me parece que ele age como boa parte dos pais separados: paga a pensão, não quer encarar a treta de frente pra não ser o chato da história, e enquanto isso a criança e os problemas crescem. Enquanto é criança, é relativamente fácil de contornar, comparado com o que ainda pode estar por vir. Me cansei do que você vai passar ainda só de ler a história, imagina você que vai viver isso. Eu penso que se conselho fosse bom, a gente vendia. Penso que muitas vezes as pessoas expõe os problemas já meio que sabendo o que fazer no fim das contas, e que muito pouco vai mudar com base na opinião dos outros, no fim vai contar o que a pessoa acha e é assim que tem de ser. Você com você mesma, você vai ter a paciência necessária de educar uma filha que não é sua, e que provavelmente desaprenderá tudo o que aprendeu nos dias em que ficou com vocês? Que toda vez, por algum tempo, será um aprendizado do zero a cada vez que ela aparecer na sua casa? Ah e fala pro seu marido reclamar sobre a pensão, pedir revisão, e pedir para a ex comprovar que ela realmente gasta com a filha. Homem na maioria das vezes não quer fazer isso, viu? Eles meio que jogam a toalha, pagam a pensão e a parte difícil ninguém quer fazer.

  47. Taiza03/04/18 • 22h40

    Samsung. Vou dizer a você uma coisa que eu jamais achei que diria pra alguém, mas já disse há alguns dias pra umas meninas solteiras próximas: vai levando, pelo amor não se apaixone ainda por esse cara. Vai levando, se der deu, se não der chame o próximo.
    Por um simples motivo: namoro à distância é possível, mas não é simples. Faz o seguinte, se você gosta do cara e ele parece uma pessoa boa por aquilo que você escreveu – mas calma que com três meses de namoro todo mundo ainda é bem perfeito rs.Ele que vá fazer o tratamento, a terapia, e enquanto isso você só observa e se preserve. Vai enrolando, vendo se ele vai se dedicar, se ele é pro ativo para o tratamento, se ele pelo menos o busca. Eu sou depressiva, tive vários problemas psicológicos mas nunca neguei de me tratar e ainda assim tenho consciência do quanto fiz meu marido sofrer ao longo desses anos. Seria compreensível se ele tivesse desistido de mim, mas estávamos juntos há um bom tempo quando tudo começou. Não era algo de três meses, e é muito fácil uma pessoa arrastar a outra para o abismo com ela. Eu passei por vários psicólogos já, estou passando com outra e com recomendação para um psiquiatra, eu faço tudo o que precisa, certinho, marco minhas consultas, não falto, isso eu nunca empurrei pra ninguém, observe como é com ele. Observe se ele é independente, se tem instintos suicidas (eu nunca tive), se tem algum tipo de crise. Tudo isso em três meses você não detecta, moça. Vai levando e observa. Se envolver com uma pessoa depressiva é dose pra elefante, mas se ainda assim você achar que vale a pena, a condicional é que ele siga o tratamento e respeite muito o tratamento e as orientações médicas. Boa sorte.

  48. Flaviane04/04/18 • 08h52

    Caso 1: Fuja enquanto a tempo. Vivi a mesma situação até pouco tempo atrás. Comecei a namorar e o filho dele tinha 3 anos,amo criança e ele desde sempre ficou apegado a mim. Era um amor,até a mãe ficar com ciumes. O segundo ano foi um inferno, ele tbm vinha com recados de que a mãe me odeia,de que iria me bater,e eu nem podia chegar perto do pai. Sempre fui mais calma do que o pai dele,que não sabia oq fazer,pois sabemos que a criança é vitima da situação. Só que tudo tem um limite,uma hora vc cansa de fechar os ouvidos e acaba tomando birra de tudo. Isso é um peso mto grande e que não nos diz respeito,e infelizmente sempre atormentará seu relacionamento.

  49. Taiza04/04/18 • 21h32

    Caso 3: O cara ser apegado à família até entendo, mas viver lá dia e noite, sendo que o casamento anterior aparentemente acabou pelo mesmo motivo, pularia fora. Esse dificilmente vai mudar.

  50. bru.05/04/18 • 15h46

    Concordo com a Rhuane: todos querem um relacionamento bom e tranquilo, santa paz, mas qdo tem problemas caem fora. Poxa, não é assim de funciona! Ngm é criança para qdo o brinquedo não funcionar jogar fora e partir em busca de outro. E seguindo pensando assim, nada nunca estará bom. A gente precisa se esforçar pra manter relacionamentos, famílias, trabalho.. pq não fazer pelo outro? Tipo a questão do 1º caso: poxa, tem uma criança. Pensem no lado dela e ajudem ela. no 2º caso: quem sofre é o cara por conta da depressão, tive conhecidos q cometeram suicídio, e é triste, pois neste momento do ato vc só pensa que teria feito tudo para evitar. repensem e tenham compaixão! no 3º: só delimitem dias, não há nada de mais de ficar com a família, pois são os primeiros a ajudar nas horas de aperto.
    Sejamos mais compreensíveis e tenhamos compaixão por aqueles que não sabem se defender: crianças, idosos, doentes.. e tantos mais, até animais.
    Estamos aqui para nos ajudar, e não cair fora na primeira cilada.

  51. Jessica14/04/18 • 06h40

    Caso 1:
    Já fui a filha mimada e te digo: os pais jogam muitas coisas sobre os filhos e eles repassam para a madrastra afim de que hajam brigas, mesmo que de modo inconsciente! Até ela ficar adulto isso aí não vai Mudar. Tem mulheres que aceitam e tem vocação para mãe e aceitam encarar essa barra. Mas aí vc já percebe que ele não contribui na educação da criança…..

    Caso 2:
    Isso é cilada, se você tiver uma cabeca boa não vai aguentar a depressão dele caso seja grave!

    Caso 3:
    Primeira pergunta: seu namorado faz feira, manda lavar as roupas em casa e ele mesmo vai pagar as contas? Se ele não fizer nada disso, ele é encostado nos pais e vive a vida de crianção! E digo mais, a culpa é dos pais que deixam os filhos serem acomodados. Na minha família tem pessoas que os pais vivem endividados para sustentar 10 bocas enquanto os filhos, genros e netos gastam todo o dinheiro com farra e roupas. Quando casar, vai sobrar para vc bancar as coisas de casa ou ir se encostar lá nos sogros.
    Outra coisa a se pensar é se não seriam os pais que fazem chantagem emocional com ele! Comece a reparar!