Comportamento
Chora Que Eu Te Escuto
18 mar 2016, 109 comentários

Chora Que Eu Te Escuto!

Dois dias sem post pois eu estava na Argentina falando sobre blogs e tendências em espanhol! Ui ui que internacional!! hahahah depois conto os detalhes. Vamos por a casa em ordem, hoje com choradeira?

01 – Martina

Bom, meu “chora” é sobre relacionamentos, com as pessoas…Eu sei que quem me vê de fora, talvez tenha outra impressão de mim, mas eu vou contar o que eu acho a meu respeito e o que pessoas próximas dizem, e talvez você e suas leitoras possam me ajudar.

Meu problema é: eu não tenho amigos. Eu tenho alguns colegas, mas amigos.. não.

Desde que eu me lembro, na pré-escola, eu nunca fui boa com amizades…Eu até chego a entrar em algum grupo de pessoas, mas nunca dura muito tempo..Eu não me considero uma pessoa chata, e as pessoas que convivem comigo, e os “colegas” também não fazem esse tipo de menção. Eu converso sobre tudo, mesmo coisas que eu não sei, eu faço questão de tentar aprender com as outras pessoas. Digamos que eu não seja simpática demais, porque eu sou um pouco tímida, então você nunca vai me ver chegando em um lugar e escancarando um “BOOOOM DIA”. No máximo, eu digo um “Oi” e dou um sorriso. Continuo a conversa, se a pessoa continuar…Daí você vai perguntar, poxa.. como assim você não consegue fazer amigos?

 É, isso mesmo, eu não consigo! E eu até tento..por exemplo, eu ainda estou na faculdade (meu curso é longo, 6 anos), e não fiz uma amiga até hoje. Daí vocês vão dizer: amizade é você quem faz!!. Manda msg, mostra interesse!!…

Vou dar exemplo do meu curso (já que minha vida se resume a ele, nos ultimos cinco anos): normalmente, em uma sala de aula, sempre há os grupinhos que mais se identificam.. Digamos q eu não estou em um no qual me identifico, estou nele apenas por uma pessoa que eu considero e parece me considerar. Daí eu tento ter um laço mais profundo com a pessoa, eu mando msg p.ex, mas aí, se a pessoa responde monossilabicamente ou não dá continuidade no assunto, eu já desisto.. pois acho que isso é um sinal de que estou incomodando.E isso, é com qualquer pessoa.. eu já desisto de cara. E mesmo essa pessoa que eu digo considerar, quando estamos fora do contexto universitario, é como se não tivéssemos muita amizade, já que ela se identifica com as outras pessoas do grupo também.

Eu já li até alguns livros que tentam ensinar como fazer amizades e tal.. Mas não adiantou, eu não consigo ser “pop”. Durante todos esses anos de curso, as pessoas que se aproximaram de mim o fizeram apenas interessados em notas e nos beneficios que eu ia proporcionar com minha dedicação no curso.

Ah… as pessoas também nunca me convidam pra sair ou coisa do gênero, nesses cinco anos de faculdade, recebi poucos convites, e todos próximos a provas (é tipo barganha, a pessoa te convida, é legal com você.. e logo depois, pede os seus relatórios e resumos.. e passada a prova, não fala com você mais).

Quer ver uma coisa triste? Meu aniversario… todo mundo do grupo em que eu estou na faculdade, sabia disso… Mas sabe quantos me deram parabéns? Uma só…..(foi a pessoa que eu disse considerar,  mas ela nem lembrou, só veio falar, pois uma das pessoas viu no facebook e avisou). A maioria dos votos de felicidades que recebi, foram de sites na internet…..

Isso nunca me fez falta, mas agora começou a me incomodar.. eu me sinto um E.T, por não ter uma “amiga confidente”… parece q todos têm isso e eu não.. Até pessoas consideradas chatíssimas no meu círculo social tem os seus “apoios” e eu não…

Detalhe: eu namoro, e poderia até achar que as pessoas me esquecem um pouco, por acharem q eu já tenho alguém com o qual fazer as coisas… Mas como, mesmo antes de namorar eu já tenho esse histórico de não saber manter amizades… Não acho que o problema seja esse.

Eu sou uma pessoa que gosto de estar arrumada sempre. Eu me maquio todo dia, coloco uma boa roupa, porque eu acho que mostrar zelo com si próprio é importante.. Mas eu não sou exagerada…Só que sempre ouço comentarios do tipo: nossa, como você consegue todo dia de manhã fazer isso? Eu prefiro dormir…(e eu faço coisas básicas, do tipo delineador e batom)

Então eu nao sei se as pessoas enxergam em mim uma competição, ou se eu apenas nao consigo gerar empatia mesmo…

Como eu já disse, nunca me incomodou essa ausência de amigos na minha vida.. porque desde muito pequena, eu faço tudo sozinha.. Meus pais saíam para trabalhar e eu mesma cuidava de mim.. preparava minha comida, arrumava meu cabelo, meu quarto, etc..Só que, parece que a sociedade não está muito preparada, para os solitários.. Dia desses fui almoçar sozinha em um restaurante e eu parecia um alien…as pessoas me olhavam e ficavam comentando..Não foi impressão minha, porque o garçom veio perguntar duas vezes se eu estava bem e ia ter companhia………E já que falei da minha familia: somos um pequeno grupo, de três pessoas, já me contando. E nunca tivemos uma relação de família calorosa.. e isso é normal pra mim.

Eu também lido com muitas pessoas que se encontram no final da vida, e se tem uma coisa que me entristeceu muito, foi ver pessoas sem nenhuma companhia, durante um momento como esse.

Bom, é isso… Obrigada por ler o meu desabafo Cony!

Martina, li seu relato e no final mudei meu pensamento… Ia te sugerir ser mais expansiva, puxar papo e tal mas acho que não é por aí… Por algum motivo, senti que as pessoas tem ¨medo¨ ou ¨receio¨ de chegar em você. No decorrer da história você dá pistas sobre isso: se diz auto suficiente, vem de uma família ¨fria¨… E pense bem, quando uma situação se repete muito, é bem provável que o problema não esteja na situação e sim em você. De alguma forma você está bloqueando as pessoas, já parou pra analisar sua postura? Ninguém te deu os parabéns, mas se ninguém sabia, como iriam te parabenizar? Será que você não se blindou na sua solidão e não deixa ninguém chegar perto? Mesmo sendo auto suficiente, mostre algum tipo de dependência das pessoas, as pessoas gostam de serem úteis para os outros, gostam de ser necessárias e importantes, e se você acha (ou demonstra) que não precisa de ninguém, porque elas vão querer ficar perto de você? Você demonstra interesse nas pessoas que te cercam?Pense nisso…

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02 – Steffi

Depois de muito pensar, resolvi escrever sobre minha história, eu tenho 23 anos e estudo engenharia numa faculdade federal, inclusive voltei há pouco tempo de um intercâmbio que me fez crescer muito. Bom, eu nasci prematura de 7 meses e como consequência tive/tenho problemas motores, uma desordem neurológica chamada distonia, ela faz com que eu tenha movimentos involuntários no meu braço esquerdo, mas isso é controlado com o uso de botox que paralisa o músculo por alguns meses. Eu já estou acostumada a viver assim, afinal essa é a vida que conheço, e sou totalmente independente. Entretanto algumas coisas ainda me incomodam muito, o fato de meu pais serem super protetores comigo, já tentei conversar e mesmo depois de morar mais de 1 ano fora ainda sinto o controle que eles têm sobre mim e não sei como resolver isso, já tentei conversar, mas não deu muito certo. A outra coisa é o preconceito por ser diferente do padrão, isso faz eu tentar parecer “normal” e esconder minha deficiência, mas mesmo assim tenho que encarar as pessoas me encarando como se eu fosse de outro planeta, gente pensando que eu não sou capaz de fazer nada ou viver uma relação, já recebi até foras de alguns caras por causa de minha desabilidade, uns deixaram subentendido e outro deixou bem claro que o único motivo foi esse. Isso tudo tem me deixado muito pra baixo ultimamente, quando eu morava fora eu me sentia “mais eu” e mais independente sabe? Viajei pra vários lugares sozinha, conheci novas pessoas e culturas, aproveitei minha vida de solteira e também namorei por um tempo lá, mas eu queria mesmo era que as pessoas entendessem que é normal ser diferente e mesmo com algumas limitações, a vida é muito maior do que a gente pensa ou tá acostumado. Mas com tudo que tá acontecendo, eu to me sentindo deslocada, presa, triste e sozinha.

Ai Steffi, nem sei o que te falar… Isso é cultural, infelizmente. Você não tem que esconder nada, entendo que deve causar estranhamento em algumas pessoas, mas o problema está nelas e não em você. E acredito que seja justamente por isso que seus pais tanto te protegem e super entendo o lado deles. Eles não querem que você sofra, que você se sinta diferente, não querem que te tratem mal. Agora me responda uma coisa: quando você morava fora, seu comportamento era outro certo? Já pensou em repetir esse comportamento aqui? Não sei se você faz terapia, mas talvez seja uma boa. Seu desabafo é complicado pois não depende de você, e sim dos outros, o que é muito difícil de mudar. Tente mudar sua visão, amenizar as coisas na sua cabeça, não pensar tanto nisso… Boa sorte.

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03 – Serena

Olá Cony, em primeiro lugar quero lhe desejar cada vez mais sucesso ao blog, que acompanho já à alguns anos e adoro. É a primeira vez que escrevo ou faço qualquer comentário, não sou muito ativa no mundo da internet, costumo só observar. Rsrs. E te digo, que escrevo hoje por motivos de desespero.

Eu me chamo Serena, tenho 22 anos, e namoro há quase 6 anos (meu primeiro e único namorado) o rapaz X, que é um amor de pessoa, esforçado, certinho, estudioso, responsável, companheiro, fiel (Sim, praticamente todas as qualidades que se deseja em um homem). O problema nisso tudo sou eu, eu o amo não tenho dúvidas, mas não sei em que transformei os meus sentimentos por ele, horas acho que só o vejo como amigo. Tenho um carinho enorme e o quero bem e feliz, mas não o amo e desejo mais como o amor da minha vida. A gente quase não briga mais, aprendemos a conviver, ao longo de 6 anos passamos por muitos problemas, ele já duvidou dos sentimentos dele e eu segurei as pontas, eu já duvidei dos meus sentimentos e ele também segurou as pontas. Terminamos uma vez, por 1 semana, mas vi que o amava me arrependi e voltamos as boas. Eu ainda gosto da companhia dele, me preocupo, quero o bem dele acima do meu próprio bem, mas não sinto mais frio na barriga, não sinto mais ansiedade, não tenho mais vontade de fazer tantos planos juntos como tinha à algum tempo atrás. Eu me distanciei, eu esfriei os meus sentimentos por dentro, e hoje eu digo com culpa e tristeza que ele me ama mais. Algo que um dia tive tanta certeza que eu seria sempre a pessoa que amaria e dependeria mais. Hoje vejo que ele precisa mais de mim emocionalmente, que sem mim o mundo dele desabaria. O pior de tudo nessa situação, que faz com que eu me odeie e me culpe ainda mais, é o fato de que eu estou criando  sentimentos por um dos melhores amigos dele. Eu sei que sou uma vaca por isso, eu concordo plenamente.

Vou explicar melhor a situação, temos um grupo de amigos, os mais chegados são hoje uma turma de 10, que são amigos do X desde os tempos de escola. Esse amigo dele que falei, vou chama-lo de Y, nem sempre andou com a turma, ele morou fora do país um tempo, até que voltou pra cidade por motivos pessoais, e desde então enturmou e começou a andar com frequência com a gente, já que ele conhece a maioria das pessoas, que como eu disse são amigos desde a escola. Quando comecei a namorar o X, via o Y não com muita frequência, ele não se mostrava muito simpático e inicialmente eu nem ia muito com a cara dele, pois ele sempre foi muito tímido. Desde que ele voltou, fizemos amizade e descobri que ele também é um cara incrível, desse tipo raro sabe, e apesar de tudo nunca deu muita sorte com mulher, ele é bem solitário, e se entristece as vezes por esse motivo. Acho que ele nunca me olhou de outra maneira, ele e o X são amigos antigos, e ele não me faz o tipo que perderia amizade por causa de mulher. Mas eu não quero estragar tudo, temos uma ótima amizade, eu não quero ser a vaca que vai destruir isso. Eu já pensei que vai passar, já pensei ser só atração física, mas já fazem 6 meses que penso no Y dia e noite, e ele não é do tipo “homão atraente”, o interesse que tenho por ele é muito mais do que físico, eu me preocupo com ele mais do que devia, eu penso e anseio em encontra-lo mais do que se anseia em ver um simples amigo. Eu tenho noção da dimensão disso tudo, mas tão grande quanto isso é a perturbação que sinto no peito, não tenho paz. Eu já pensei em sentar com o Y, e contar tudo pra ele, pedir pra ele dizer que eu estou louca e que preciso voltar a minha sã consciência e ver o quão improvável é isso tudo, mas eu não sei a reação dele, acho que ele se afastaria do grupo e de mim pra evitar constrangimentos, e isso seria um horror, pois fazemos tudo juntos, viajamos juntos, nos vemos todos os finais de semana e as vezes até durante a semana.

Eu só quero um conselho de como esquecer o Y, só quero enxergar o tamanho da merda que minha cabeça me faz imaginar, e eu não tenho o direito de estragar a vida de ninguém por conta dos meus sentimentos.

Esse é um desabafo desesperado, de alguém que não aguenta mais guardar para si todo esse caos.

Serena, Serena, guarda esse fogo menina… Cuidado para não trocar o certo pelo duvidoso… Mas ó, sendo bem sincera, acho que você não deve terminar com seu namorado por esse outro rapaz, e muito menos tentar algo com o amigo do namorado MAS em algum momento, por algum outro motivo, sinto que você vai sair desse relacionamento. Você é muito nova, está há muito tempo com o mesmo homem e o seu PRIMEIRO homem. Já mostra sinais de insatisfação, de comodismo e acho que um dia isso vai ficar insustentável. Esse sentimento pelo amigo do namorado só surgiu porque você está com essa insatisfação. A gente nunca sabe o que vai acontecer, pode ser que você termine por um tempo mas depois volte e seja feliz para sempre com seu namorado, mas também pode cair na vida, pegar gosto e se divertir por um tempo. Nunca se sabe, só sei que o foco  NÃO é o amigo do bofe e sim o seu sentimento no namoro atual. Pensa direito, mas com calma e sem pegar o amigo do namorado.

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  • SINAL VERDE NO CHORAAAA! Podem mandar seus desabafos, de amores, amizades, família, trabalho, o que quer que esteja de afligindo! Mandem para constanza@futilish.com, no assunto coloquem CHORA QUE TE ESCUTO e tentem ser resumidas ok?
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109 comentários em “Chora Que Eu Te Escuto!”
  1. Fernanda18/03/16 • 11h21

    Espero que a Martina veja meu comentário: eu tb já estive nessa situação dela. Na época da faculdade tb me considerava autossuficiente e até vista como antipática (só miopia, gente!). Nunca havia mudado de cidade, nem de escola, e venho de família alemã onde ninguém é exatamente expansivo. Mas eu nem namorado tinha! Mudei de cidade para estudar (fazer faculdade), conhecia quase ninguem, nao conseguia desenvolver amizade nem na facul nem no trabalho. Foram anos até eu sair da minha zona de conforto e fazer amizades mesmo. Só consegui mudar a realidade por volta dos 23, 24 anos. Mas aí minha faculdade já havia acabado e eu já havia mudado de cidade de novo (a trabalho).

    Martina, eu sei como é difícil e triste. Para quem é tímido, é horrível ter que tomar a iniciativa para fazer amizade. E leva tempo. Não desista. E ainda tem o contexto da tua família, que acredito seja similar à minha. Vai ter gente que vai se aproximar de ti por causa dos trabalhos – aconteceu comigo tb, mas eu não deixava tirar proveito. E continue caprichosa contigo mesma. 😉
    Fique bem.
    Beijos
    Fernanda

    • Martina18/03/16 • 21h36

      Fernanda, muito obrigada pelo comentário. Nunca imaginei que o meu “chora” ia trazer comentários tão legais. Beijo para você também.

  2. Anomina18/03/16 • 11h32

    Me identifiquei muito com o caso da Martina. Eu também não possuo amigos e no geral nunca me incomodou TANTO. Mas atualmente comecei a me questionar o motivo e me pareço muito com a MArtina, minhas coisas são feitas por mim, dificilmente peço ajuda a alguem e tenho muito zelo pela minha imagem.
    Percebo que as pessoas (em sua maioria mulheres), criam um distanciamento e os comentários acerca da minha aparecia são bem comuns (apesar de eu me considerar SUPER básica).
    Teve épocas em que eu deixava ‘incrementar’ na imagem, com o intuito de me misturar mais, mas acredito que este não seja o problema, pois existem mulheres exuberantes e muito mais arrumadas que eu rodeada de amizades.
    TEnho essa dificuldade de ser ‘pop’, já pensei em fazer terapia.
    O que me consola, é ser casada e meu marido e eu combinamos em muitas coisas, logo ele se torna meu amigo e as amizades dele acaba que se estendendo à mim (apesar de ser algo bem superficial, rola aqueles bate-papos intensos, mas depois cada um pro seu lado).
    Enfim, vou ficar de olho nos comentarios para ver o que outras pessoas conselham!!

    Obrigada Cony pelo espaço!

    • Martina18/03/16 • 21h39

      Oi!! Tem muitos comentários mesmo, você viu? Talvez a gente consiga colocar alguns em prática né? Eu mesma, nunca me achei “Inacessível”, como as meninas e Cony colocaram.. mas agora, acho que devo dar essa impressão mesmo, rsrs..Bjos

  3. Tababa18/03/16 • 11h40

    Me identifiquei muito com a Martina. Também tenho problemas em fazer amigos verdadeiros e duradouros. Meu contexto é um pouco diferente, mas mesmo assim me sinto só e como faz falta alguém pra conversar! Queria muito conversar com vc Martina, pra tentarmos fazer amizade quem sabe. Cony, será q consigo me comunicar com ela?

    • Martina18/03/16 • 21h45

      Oi Tababa!!Consegue sim!! Só não sei uma maneira de passar o contato por aqui, sem revelar “nossas identidades”, rsrs, Vai ser muito legal falar com você.. Nunca imaginei que em um blog tão legal quanto esse da Cony, ia ter tanta gente se identificando comigo!! Bjo

      • Tababa22/03/16 • 10h56

        Oi MArtina!
        Pode escrever nesse email pra mim: tabataestela@gmail.com.
        Não tenho problema em divulgar pq é um email de coisas aleatórias! kkkk
        🙂

  4. Marília Lib18/03/16 • 11h52

    Posso opinar sobre o primeiro caso, da Martina, pois já me senti exatamente como ela em uma fase da minha vida.

    Eu me sentia “sem amigos”… não me enturmava porque tinha medo, como ela, de “incomodar”… passei anos assim até que depois de uma briga no trabalho, a pessoa disse que eu era arrogante e eu fiquei absurdamente chocada, como assimmmmmmm???? Depois de um tempo refletindo, passei a tentar ser mais acessível e, cativando algumas pessoas, perguntei a elas sobre isso, e pra minha surpresa muitas concordaram… disseram que eu parecia brava e isso passava a impressão de eu me sentir superior e arrogante! As pessoas até queriam se aproximar de mim, mas tinham medo!!! Que horror, nunca pensei! Mudei minha postura, passei a sorrir mais, a não ter medo de “Incomodar”, e hoje incomodo bastante, hahaha! Interajo, corro atrás, tento ser útil e ser ajudada também… hoje em dia tenho bons amigos e até algumas pessoas do passado, que me achavam metidinha, hoje em dia são ótimas amigas. As vezes a gente tem que fazer um esforço e mudar não nossa personalidade, mas a forma de lidar com o próximo.

    Tenho um blog sobre emagrecimento, perdi 25 quilos depois de um pé na bunda e de perder o emprego, uma mudança radical na minha vida, sem remédio, sem dietas radicais, quem quiser visitar é http://www.marilianaopodeparar.wordpress.com

  5. Jéssica Diane18/03/16 • 12h14

    Steffi,

    Tudo que você já conquistou tão novinha, já prova e muito que você é super capaz. AINDA bem que esses caras te deram o fora…pois não te merecem. Tenho certeza que você é linda por dentro e por fora. Concordo com a Cony, tente agir como você agia quando estava fora, demonstre orgulho de ser você, acredito que isso irá atrair pra perto de você pessoas especiais.

    Beijos e boa sorte em tudo <3

  6. Isabela18/03/16 • 12h14

    Martina, eu passo pela mesma situação… Estou no quarto ano da minha graduação, meus pais moram em outro país e estou longe de todo o resto da família. Nesse meio tempo aprendi que amigos são poucos e que os colegas são pessoas que temos que aprender a conviver, o que me ajudou foi entrar na academia e frequentar mais a igreja, assim descobri novas companias. Tente ser mais próxima da sua família, a minha mesmo estando a milhares km de distância são os que seguram a minha barra quando a solidão mais aperta.
    E saiba que é natural da vida ter alguns momentos de solidão, seja a sua melhor amiga, preencha o seu vazio você mesma. Os amigos vão aparecer e eles vão te aceitar da forma que você é.
    Espero que se sinta melhor 🙂

  7. Carolina18/03/16 • 12h22

    Martina, eu me reconheço na sua história. Eu também venho de família pequena e pouco social e também passei por isso de não ter muitos amigos. Hoje a história é diferente. Desde que me tornei professora passei, por condicionamento, a me expor e me abrir mais para o mundo, ser eu a quebrar o gelo. O curioso é que várias pessoas que se aproximaram de mim hoje me dizem que antigamente me achavam muito estranha, que tinham receio de se aproximar. Esses dias observei uma aluna (sou professora de adultos), que me disse que não conseguiria fazer o trabalho que eu passei por não conseguir socialmente entrar em algum grupo. Eu insisti um pouquinho e fiquei de olho. Um grupo a aceitou na mesma hora, mesmo sem conhecê-la. E ela? Ela ficou séria o tempo todo, super desconfortável e quase não interagia. Em um momento os colegas desistiram de tentar interagir. Tenho certeza que ela nem percebeu. Porque eu muitas vezes também não percebi. Ter amigos significa ceder muitas vezes (o que é beeem diferente de se anular, ok?), levar as coisas com mais leveza.

    Steffi, concordo com a Cony. É algo cultural, e terapia vai te ajudar muuuuito! Entendo o que você fala sobre os rapazes, e sei que qualquer pessoa ficaria chateada com isso. Mas sabe? Um sujeito desses eu não ia querer pra mim não, viu? Ninguém tem que ficar com ninguém por qualquer motivo que seja, mas se o cara te acha uma menina legal, etcetcetc e coloca a sua condição, que como você disse é super tranquila, acima de tudo… que sujeito perfeito é esse?

    Serena, você diz não ter dúvidas de que ama seu namorado. Eu também não duvido e não acho nada estranho você se sentir atraída por outro. Mas amor é algo que existe de diversas formas. Me parece que você perdeu o tesão pelo namorado. Lembra daquela música “Amor e sexo”? Dizia “amor sem sexo é amizade”…. Entendo que ele esteja mal também, mas você não tem que ser a muleta dele para sempre. De qualquer forma, é um pouco complicado investir no amigo dele, não é mesmo? E cuidado com as ilusões nesse momento. Quando estamos insatisfeitas com algo em alguém, as outras pessoas tendem a parecer melhores do que realmente são.

  8. Lívia18/03/16 • 13h04

    Me identifiquei muito com a Martina… eu também tenho dificuldade de fazer amizade, e olha quer me esforço. Me deu até vontade de pegar o email dela, quem sabe uma solitária não fica amiga da outra? rsrsr.

    Adoro seu blog Cony! Beijos.

    • Martina18/03/16 • 21h54

      Oi Lívia!!! Não achei que fosse encontrar tantas “solitárias” por aqui, rsrs.. Dá até um grupo: solitárias da Cony! Vai ser ótimo se a gente conseguir se comunicar. Você tem alguma ideia de como podemos trocar contatos? bj

      • Tababa22/03/16 • 11h00

        Oi!
        Como disse, não tenho problema em divulgar este email (tabataestela@gmail.com)
        Pq é pra coisas aleatórias.
        se vcs quiserem posso mediar a formação de um grupo fechado no face (tipo esse mesmo: “Solitárias do Fufu”) kkkk.

        🙂

  9. Monique18/03/16 • 13h04

    “Cuidado com o que você deixa entrar em sua mente, pois tudo que entra em nossa mente, influencia em nossas decisões e comportamento” de onde vc tira essas frases e esses conselhos que sempre vem dar um tapa na cara da gente, hein? ahahahaha
    Estava/ estou passando por isso do 3º caso tbém, e mesmo que eu já tenha percebido que a atração física por outro é só fruto de uma insatisfação, depois que coloca na cabeça, vai tirar depois??
    E assim, depois de muito me observar eu descobri que a insatisfação não era nem com meu relacionamento, era uma insatisfação profissional que estava mal canalizada, entende? Agora já estou bem resolvida com meu casamento e tentando tirar da minha cabeça a complicação (fuga da realidade) que eu mesma coloquei lá.
    É triste perceber que a maioria dos problemas que temos nós mesmas que criamos, muitas vezes para fugir de outras questões que precisamos enfrentar. Resultado?: acabamos ficando com 2 problemas p resolver. No meu caso, a questão profissional e tirar da cabeça a atração física por outro que eu mesma fantasiei e alimentei.
    Agora estou tentando substituir por pensamentos bons e construtivos, tem ajudado!

  10. Vanessa Maria18/03/16 • 13h04

    Jogadoras de tênis Cony? Gostei.

    Martina menina, se abra mais para as pessoas. A impressão que tive é que voce é tao séria que afasta as pessoas de voce… Não sei mas talvez tente ter alguma atividade diferente da faculdade, algo que te entretenha, tipo uma dança o que seria ótimo.
    Olha, fiz dança de salão por uns meses e posso te dizer que é um excelente lugar para conhecer gente e fazer amizades, mas vc precisa relaxar mais e ser menos séria ( digo mais amigável entende).

    Steffi… a Cony disse tudo. Essa sociedade que vivemos é podre com seus preconceitos. Não ha nada de errado com vc, entenda isso ok?
    Outra coisa, tenha orgulho de quem vc é! Jamais deixe alguem tripidiar em cima de vc. Auto confiança é a chave.

  11. Jéssica Diane18/03/16 • 13h18

    Bem que desconfiei que você estava viajando Cony! E que legal, heim? Você tá super phyna hahahah, parabéns!

    beijos

  12. Ligia18/03/16 • 13h23

    Oi, Cony!! Eu nunca comento, mas a história da Martina me tocou hoje, porque eu sempre fui muito assim também… E hoje eu sou uma dessas pessoas rodeadas de amigos!
    Eu acho que terapia é essencial, porque aí a gente se conhece e baixa as barreiras que levanta sem perceber. Eu me identifiquei muito quanto você disse que não gosta de incomodar, porque eu era bem assim!! Hoje eu vejo que não é incômodo, é troca. Hoje eu preciso, amanhã a amiga que precisa vai me procurar!As vezes também a gente é tão auto-exigente que acaba sendo exigente com as pessoas também. Eu era tão “perfeitinha” que inconscientemente os defeitos das outras pessoas me incomodavam, e no início quando eu fazia amizades, acabava virando meio “mãe” de todos, sempre cuidando… O que é bem exaustivo também!!! Também tenta procurar amizades fora da faculdade, no condomínio, na academia, na igreja… Assim também você não se sente tão “usada”!! Mas sério, de verdade, procure terapia que vai mudar a sua vida!!!

    Steffi, infelizmente ainda tem muita gente babaca nesse mundo, e seus pais só querem te proteger disso… Talvez fosse legal você ir conversando com eles, mostrando o quanto amadureceu no seu tempo fora do país, contando as coisas que fazia e como reagia por lá, longe deles… Como a Cony falou: aja como agia lá!! Com certeza as pessoas certas verão o quando você é maravilhosa, e seus pais ficarão tranquilos de te deixar voar com suas próprias asas!!!

  13. Kaa18/03/16 • 13h35

    Engraçado… cuidar da aparência aproxima as pessoas, não o contrário. E digo por experiência própria porque sou melhor tratada desde que visto o que me favorece e uso maquiagem do que no meu tempo de escola que era uma jeca.

    Martina, já perguntou pro seu namorado porque ele acha que você não tem amigos?!
    Meu irmão uma vez me alertou que por eu ter rinite e boca caída, quando a alergia me atacava dificultando a respiração eu passava o dia com cara de nojo. Olha a minha situação?!! hahaha
    Além do sorine na bolsa em dias punks, procuro sorrir +.
    Meu problema com amizade é só atrair gente chata… não encontro afinidades, sabe?! :/

    • Jéssica Diane18/03/16 • 15h09

      Esse lance de afinidades é muito difícil MESMO! Sempre que encontro alguem que realmente tem a ver comigo (pq meus amigos nao tem muito nao hsuahsuahus), parece que a pessoa nao “fica”, elas devem achar que eu que nao tenho nada a ver com elas….pq sera?

    • Martina18/03/16 • 21h56

      hahahahaha!! Oi Kaa!! Já perguntei pra ele sim, o que ele acha…Ele diz que não tenho cara de nojo não, que eu só sou introspectiva. Mas ele já me fez umas críticas construtivas, como vocês fizeram.. do tipo: que eu pareço muito autossuficiente! Bjoo

  14. pat Floripa18/03/16 • 13h38

    Stefi

    Procure se relacionar com pessoas das Artes, povo do teatro, cinema, plásticas, dança… Essa galera costuma ser mais livre dos costumes culturais e padrões de “ser e viver”. Você deve transitar bastante por meios mais tradicionais por fazer engenharia.
    Procure cursos de teatro, aulas diferentes e vá entrando nesse outro universo.

    Claro, cada pessoa é um universo, tem sim gente careta nas Artes rsrsr e lokassa nas exatas, lógico. Pelo que vivo (sou profa de Artes Plásticas) a galera que existe olhando para o poético da vida pode ser uma boa pra você encontrar alguem que te olhe além da nossa casca de pele e etiquetas.
    Bjs e sorte na vida!

  15. Sabrina18/03/16 • 13h40

    Para a Steffi: eu lia seu relato e me veio um vídeo na cabeça, feito pela Paola Antonini (aqui ó – https://www.youtube.com/watch?v=vHHwE340Z7o). O vídeo é de um ano depois do acidente que ela sofreu em que teve uma perna amputada, e quando terminei de ver fiquei mto emocionada, a mensagem que ela deixa é muito linda e acho que vc pode gostar. Você é feliz com quem vc é, e é isso que importa. Não se deixe abalar. É difícil às vezes, mas temos q perseguir isso. Um beijão!

    • NANA18/03/16 • 15h11

      TB LEMBREI DA PAOLA!!Ela é o máximo!

  16. Isabela18/03/16 • 13h45

    Martina, tbm sou filha única, tbm n sou mto de abraços e demonstrar afeto (minha melhor amiga fala que meu coração é de pedra)e tbm faço programas sozinha (amo viajar, ir pra balada, shows, restaurantes).
    Mas, isso nunca me impediu de ter amigos! Tenho amigos de infancia (n tm ngm da sua época de colegio que vc tem contato?) e duas amigas da epoca de faculdade!
    Não tente ver as amizades pela frequencia afetiva, pq a vida de td mundo é mto corrida e as vezes n temos tempo mesmo!
    No meu caso, por exemplo: minhas duas amigas da epoca de faculdade são casadas e tem filhos, nos falamos só pela internet mesmo!
    Meus dois amigos de infancia moram fora do país e tbm só nos falamos pela internet.
    Perto de mim mesmo, só tenho minha grande amiga da vida q eu conheço desde os 2 anos de idade! hahahaha Ela q fala q meu coração é de pedra!! hahahaha
    Essa questão de ser fria, autossuficiente nunca me atrapalhou com relaçao a amizades. Mas, em relacionamentos, sim!! hahahaha Não consigo achar um boy q goste do meu jeito!!
    Minha dica é: se abre um pouco!! Dá uma chance pra essa sua “amiga” da faculdade!
    Se quiser conversar, pede a Cony meu email (acho que ele aparece pra ela!! hahahah)
    Bjos!
    Boa sorte!!

    • Martina18/03/16 • 21h58

      Oi Isabela! Também já ouvi esse comentário do coração de pedra..rsrs.. Vou pedir à Cony o seu email. Bjo

  17. Thais18/03/16 • 14h00

    Martina: me identifiquei muito com seu relato. Já refleti muito e não sei porque tenho essa dificuldade de fazer amigos… Fiquei “feliz” que não sou só eu (pelo que vi nos comentários, outras pessoas também sofrem com isso). A sensação que eu tenho é que as pessoas não se aproximam de mim por alguma razão, mas não sei bem o motivo. É difícil ficar tentando não ser como vc é naturalmente, é um exercício bem desgastante.
    Acredito que eu seja muito fechada e séria e, talvez, as pessoas não se sintam a vontade comigo por pensarem que eu vou julgá-las, sei lá.
    Também venho de família pequena e sempre fui muito independente e, principalmente, tenho receio de incomodar as pessoas ligando e procurando a toda hora (mas me esforço bastante para demonstrar interesse e preocupação pelos outros).
    Acho que são mais ou menos essas as razões, mas quem passa por isso sabe o quanto é difícil tentar se abrir mais e se controlar para ser diferente daquilo que é o seu “normal”.
    Enfim, não sei o que aconselhar porque tenho o mesmo problema! hehe
    Mas saiba que não está sozinha nessa!

  18. Andy18/03/16 • 14h04

    Martina, como eu te entendo. Sempre senti dificuldades em fazer novas amizades e acabava sempre me isolando nos lugares como escola, faculdade e trabalho. No final da faculdade, foi horrível porque eu ia para as aulas e não conseguia interagir com ninguém.
    Hoje, meu círculo de amigas é muito pequeno e são amigas de longa data e a maioria da época da escola. Fazer novas amizades parece impossível.
    É sempre a mesma coisa até converso com as pessoas do meu dia a dia como trabalho ou de um curso, por ex, mas fazer com que a “amizade” vá além disso parece ser muito difícil. Por outro lado, vejo várias pessoas desses círculos saindo e criando amizades entre si. Me sinto meio excluída.
    Uma coisa que percebi foi o que me atrapalha é exatamente a minha timidez e o medo de incomodar. Acho que a solução disso passa por ser uma pessoa mais expansiva e mais simpática. Acho que, como ficamos desconfortáveis, tendemos a ser menos simpáticas e não notamos isso.
    Além disso, acho que depois que comecei a namorar (já faz 5 anos) isso se agravou porque aí mesmo que não tive mais “interesse” em conhecer e sair com novas pessoas. Não foi uma escolha deliberada, mas foi o que acabou acontecendo.
    De qualquer forma, acho que não posso ajudar muito porque sofro do mesmo problema. Vou prestar atenção nos comentários e tentar seguir as dicas.

    Steffi,
    Como a Cony disse, infelizmente é uma questão cultural. A única coisa que você pode fazer é se blindar emocionalmente para que esse tipo de pessoa não consiga te afetar (terapia é uma boa opção para conseguir isso) e continuar seguindo a sua vida. Aja do mesmo modo como você agia no exterior, mostre as pessoas que você é independente e siga em frente. Pessoas preconceituosas e ruins vão aparecer aos montes, mas também aparecerão pessoas legais e boas.

  19. Thais18/03/16 • 14h07

    Serena: Passei por uma situação parecida com a sua. Aos 24 anos (e quase 6 de namoro) me interesse por um amigo (era só meu amigo e não do meu namorado). Eu nunca contei isso para nenhum dos dois (amigo nem namorado), mas foi essa “paixão” que me fez me dar conta que não amava mais meu namorado e que precisava terminar. Talvez, se não fosse esse “empurrão”, eu teria continuado acomodada num namoro sem me dar conta que não me sentia mais bem naquele relacionamento.
    Enfim, depois de terminar, acabei me dando conta de que não estava realmente apaixonada pelo meu amigo, aquilo tinha sido apenas um momento de carência em que confundi as coisas.
    Mas isso tudo me proporcionou poder aproveitar um tempo solteira e, depois, conhecer alguém que eu realmente gostava e namorar com ele.
    Me parece que pode estar acontecendo algo assim com vc.

  20. Mariana18/03/16 • 14h13

    Serena, eu já estive em uma situação um pouco parecida. O ponto não é o Y, ele é só a sua distração do problema maior.
    Eu namorei por cinco anos um cara super especial, meu primeiro também, sem nenhum defeito, querido por todos. Achei que viveríamos felizes para sempre. Até que eu não era mais apaixonada por ele. Ele se tornou um grande amigo, um irmão, e deixou de ser namorado. Depois de muito sofrer sem saber o que eu sentia, foi o distanciamento com os dois fazendo intercâmbio que me mostrou a realidade dos meus sentimentos. Terminamos. Todo mundo achou que eu tava doida, ninguém entendeu nada, mas eu estava muito certa disso. Doeu, perdi meu melhor amigo. Mas o amava demais pra mantê-lo em um relacionamento aquém do que ele merecia só por um conforto de estar com alguém que sei que é bom. Não é justo com ele.

    • Serena18/03/16 • 15h27

      Oi Mariana, obrigada pelas palavras. Já pensei em terminar, e concordo quando vc diz sobre prende-lo a um relacionamento aquém do que ele merece, muitas vezes tenho esse sentimento. Eu tento sempre fazer as coisas certas, mas nesta situação qualquer provável decisão já me parece errada, parece que eu o enganei esse tempo todo quando penso em deixa-lo, e parece que sou egoísta quando penso em seguir em frente e continuar mantendo o relacionamento com todas as forças que ainda tenho. Realmente estou muito confusa, acho que preciso dar um tempo pro meu coração aquietar, e ver se a poeira abaixa e então consigo ver qual é a melhor decisão a tomar.

    • Ilka18/03/16 • 15h44

      Mariana, achei lindo esse trecho “Mas o amava demais pra mantê-lo em um relacionamento aquém do que ele merecia só por um conforto de estar com alguém que sei que é bom. Não é justo com ele.”
      Acho que esse é o verdadeiro amor, às vezes nos acomodamos em um relacionamento porque a pessoa é fantástica e não a queremos deixar ir de nossa vida, mesmo sem querê-la mais como companheira, e relutamos em aceitar isso até para nós mesmas.

  21. PAULA18/03/16 • 15h15

    Cony, tuas análises estão fantásticas! Vc faz sozinha ou alguém te ajuda?

    • Constanza18/03/16 • 20h36

      Sozinha! rsrs

  22. Mi18/03/16 • 15h25

    #somostodasmartinas 😛

    • Martina18/03/16 • 22h00

      Oi Mi!! kkkkkk, Obrigada pela hashtag de apoio! Nunca pensei que encontraria tanto comentário legal. Eu fiquei muito feliz mesmo. Obrigada, bjooosss

  23. Zi18/03/16 • 15h34

    Martina, se você sente falta mesmo de ter amigos, acho que a terapia é sim uma boa saída… mas como disseram aqui, você deu muitos sinais de que sabe o que pode causar esse isolamento (o fato de ser fechada, ser tímida, ser autosuficiente…), o que falta é combater aquilo que te incomoda de fato. Agora, se você estiver bem consigo mesma, mas tiver a sensação de que não “se encaixa” nos grupos da sua faculdade, por não ter afinidade nem valores em comum, vale a pena buscar lugares novos, outros ambientes e até mesmo interagir pela internet, fazer amigos online também supre muito essa carência. Principalmente, você pode procurar pessoas em grupos semelhantes, em que já exista uma afinidade de ideias… acredite, existe muita gente tímida como você esperando para encontrar amigos. 🙂

    Steffi, infelizmente é um mal da nossa sociedade este preconceito e esta falta de respeito que pessoas com deficiência sofrem. Seus pais devem tentar te proteger dessa podridão toda, e por isso agirem dessa forma. Mas infelizmente eles não podem fazer nada além disso 🙁 Nem imagino o quanto deve ser difícil para você lidar com isso, e é algo estrutural, que ainda deve demorar uns bons anos para solucionar. Falta representatividade, mas tenho certeza que novos espaços vão surgir e aos poucos as pessoas vão se sentir mais acolhidas. Gostei muito do conselho de uma moça aqui que indicou a você procurar se relacionar com outras pessoas, inclusive em outras áreas de conhecimento. E quanto a relacionamentos…. poxa, por mais doloroso que seja, sinta-se grata por este tipo de gente pequena sair da sua vida, de alguma forma. Cedo ou tarde estas pessoas te decepcionariam, acredite. Você ainda é novinha, logo vai achar sua tampa da panela. Estamos na torcida por um depoimento feliz seu. 😀

    Serena, veja só, é normal com o tempo não sentir mais frio na barriga, nem aquela ansiedade ou a paixão dos primeiros dias do namoro. Isso não dura em nenhum relacionamento, ok. A gente idealiza estas coisas porque vê em novela, filme, seriado, ou então porque vê nossas amigas solteiras vivenciando estas coisas… Acho que antes de qualquer coisa, você precisa parar um pouco, refletir e colocar as coisas numa balança. Ver o que há de ruim no seu relacionamento, se de repente está faltando esforço, se o que está acontecendo é comodismo. De repente falta fazer uma viagem, variar um pouco a rotina, algo assim. Você fala que o ama, mas que o vê como amigo… é complicado, você está confusa e isto está acendendo na sua cabeça esta chama pelo amigo dele. Se depois de refletir bem você chegar à conclusão de que é isto mesmo que quer, chame seu namorado, coloque os pingos nos is e termine de vez. Porque você pode estar impedindo-o de encontrar alguém que o ame de verdade. Se achar que é isso mesmo, que você precisa sair disso, termine. E se depois da turbulência passar você e o tal amigo dele realmente tiverem uma afinidade, se for pra acontecer um relacionamento, não vejo nada de errado. Conheço casais que se formaram entre ex-cunhados, ex-amigos… nas coisas do coração não tem regra, né. O que não tá certo é você confundir e misturar as coisas simplesmente porque está insatisfeita e infeliz, nem usar este rapaz como “tábua de salvação”. E nem ser desleal com o seu namorado.

    • Anita19/03/16 • 20h06

      Que comentário perfeito!

  24. Mariana18/03/16 • 15h43

    Bom, sou o oposto da Martina, sou muito expansiva, tenho super facilidade de fazer amigos (de verdade), mantenho contato com todos eles, de todas as tribos etc
    Exatamente por ser o oposto, decidi escrever. Certza vez ouvi de uma amiga: “caramba, nos dias de hoje, onde todo mundo tem uma vida corrida, vc é uma das únicas que consegue estar presente na vida de praticamente todo mundo.” Foi a partir dai que parei pra pensar em como sou… No ônibus, puxo assunto com qq pessoa que esteja do meu lado; gosto de saber da vida dos outros, como eles se sentem, que momento estão vivendo … faço milhoes de perguntas. Aprendi que as pessoas gostam de serem ouvidas e se sentirem alguem num mundo tão frio hoje em dia, em que as pessoas vivem submersas em seus celulares.
    Não encare as pessoas como “Interesseiras”, achando que só se aproximam de voce em situaçoes como epoca de provas, trabalhos… talvez no inicio seja por isso mesmo mas aos poucos vc pode mostrar que é muito mais do que isso e mostrar que você pode ser uma boa amiga.
    Arrume tempo pras pessoas. Chame-as pra almoçar, pra um café, pra caminhar no parque. Quando for almoçar sozinha, puxe assunto com a pessoa do lado. Vira e mexe vou ao cinema sozinha e, acredita, já fiz amizade com outra menina que por acaso estava sozinha na msm sessão… Inscreva-se em grupos de corrida, por exemplo; Faça atividades em grupo, pois se você for mais instropectiva voce pode dar a sorte ( ou o azar rs) de ter alguem como eu num grupo desses…
    Quebre as barreiras com um sorriso, um bom dia, um qq coisa… fale sobre qq coisa…
    Como diz a música “é impossivel ser feliz sozinho…”
    E boa sorte no seu caminho 🙂

    • Martina18/03/16 • 22h05

      kkkk, Oi Mariana!! Acho que seria sorte achar alguém mais expansiva como você.. Eu tenho problemas mesmo para tomar a iniciativa com pessoas novas.. Mas estou aprendendo a lidar com isso aos poucos.. E o apoio de todos os comentários aqui, foi muito bom pra mim. Bjo

  25. Bruna T.18/03/16 • 15h47

    Martina, não sei se assistir este vídeo vai resolver seu problema, mas vai te fazer refletir sobre algumas questões. Lembrei dele imediatamente quando li seu relato.
    Segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=-nTp2e4bCMc
    (Susan Cain – O poder dos quietos)

    No mais, concordo muito com a opinião da Cony.
    Sou do tipo quieta e tímida, tenho poucos amigos e bons de verdade. Não tenho uma multidão de amigos mas sei que é da minha personalidade e realmente não me agrado e não me abro facilmente com qualquer pessoa (ou quase nenhuma). Sou feliz assim. É uma questão de auto conhecimento e aceitação. Se você deseja ter uma resposta diferente das pessoas, acho que precisa ser um pouco mais expansiva e menos auto suficiente com a Cony mencionou.

    • Martina18/03/16 • 22h07

      Oi Bruna T! Já tinha ouvido falar desse vídeo, mas não assisti ainda. Obrigada pela indicação.. Vou procurar mais a respeito. Bjooo pra vc!!

  26. Raíssa18/03/16 • 16h01

    Me identifiquei tanto com as duas primeiras histórias, acredito que no meu caso as duas se entrelaçam, existe muita gente babaca que não acrescenta nada, que nem os colegas que só falam com a Martina para pedir ajuda com os resumos e tal, corta essas pessoas, sério, costumava sempre fazer uma parcela a mais nos trabalhos de escola e faculdade por conta disso, acho q vc deve procurar pessoas que se pareçam mais com vc, e Steffi, sei o quanto doloroso é ser discriminado por uma coisa que não se tem controle (nasci com um tumor facial) e essas pessoas que não gostam de vc por causa disso não valem a pena, meus pais também são super protetores, tente conversar com eles, agradecendo por isso é depois explique que não há necessidade desse exagero, infelizmente vivemos num mundo em que a diferença não é aceita, seja e aja como quiser! Às vezes foi necessário bater de frente com algumas pessoas, vc não é obrigada a aceitar desrespeito porque é cultural!

    • Steffi19/03/16 • 18h16

      Ja conversei varias e varias vezes com eles, mas nem sair sozinha eu posso, tenho sempre que avisar aonde vou e com quem que eles conhecem. Acho que eles tem muito medo da violência aqui na cidade tbm. Isso realmente me incomoda, mas vou continuar conversando com eles e tentar provar que ja sou uma mulher formada e independente 😛

  27. Veronica Almeida18/03/16 • 16h08

    Serena, vivi seu drama de duvidar dos meus sentimentos sobre meu ex namorado há uns anos atrás. Não estava interessada em ninguém, mas não sentia nem vontade de beijá-lo. A presença dele me incomodava. Demorei quase um ano para tomar a decisão de terminar e vi que foi a melhor coisa que fiz: por mim e por ele. Ficar com alguém sem gostar é desgastante e só faz ambos infelizes. Mas você deve ter certeza pra não se arrepender. Como disse, foi a melhor decisão que tomei pois era o que eu queria. Ele foi meu primeiro namorado. Namoramos por 6 anos e depois que terminei fui aproveitar as baladas e festas , ficar em casa e curtir meu momento, sozinha e feliz.

  28. Io18/03/16 • 16h20

    Martina, eu gosto de ser sozinha, mas tenho amigos com quem eu posso contar. São raros e conto nos dedos. Não me imagino cheia de amigas e todas me ligando e mandando whats pra falar mal do ex. da namorada atual do ex. da ex. namorada do namorado. Seria um inferno. Se aproxime de pessoas que fazem VOCÊ se sentir bem e não por comodismo.

    Serena seu problema é: ele é seu primeiro namorado. Quando você terminar com ele vais ver que é difícil achar um cara legal que te atura e você ature ele. TODO relacionamento longo já não dá mais borboletas no estômago, isso é conto da disney. É muito difícil você achar alguém nos dias de hoje, se o cara é legal, a mãe dele é uma vaca. Se o cara é legal, tem uma ex. pra infernizar ou os amigos chatos. As vezes o cara é legal, mas quando bebe fica grosso. E isso vai longe. E se você acha que vale a pena esse relacionamento, fale com o Y, e seria muito bom pra você se ele se afastasse.

    Bjs

  29. Kaa18/03/16 • 17h04

    Adoro seus conselhos, Cony!
    Mas esse pra Serena foi d+!! Acho que todas nós já fomos ou seremos um pouco Serena uma vez na vida, né?! #mentetraiçoeira

  30. carolina18/03/16 • 17h08

    Me identifiquei um pouco com a segunda história a da Steffy.

    Olha, eu sofro de distonia cervical, o mesmo probelma, só que no pescoço e os movimentos involuntários só cessam com botox.Por sorte, até hoje só tive uma crise, mas o que eu aprendi é que tem pessoas que não valem o nosso esforço. Veja, são elas que nãos nos merecem e não o oposto. E sim, é um problema cultural, até o meu neuro disse que infelizmente ter essa doença aqui no Brasil é mais complicado porque as pessoas são muito preocupadas com a vida dos outros, muito intrusas.
    No meu caso, quando descobri essa disfunção fiz questão de alertar as pessoas. Não adianta, tem gente que não entende e tudo bem,mas tem muitas outras que não só entendem como buscam te ajudar.
    Só mais uma coisa, essa disfunção não tem nada a ver com o fato de você ser prematura, ela pode se dar em qualquer pessoa, é um pequeno defeito nos neurotransmissores. Outra dica é procurar um neuro que possua um aparelhinho específico que guia a aplicação do botox, assim o resultado é muito mais eficaz.
    No mais, te aconselho a viver a vida de uma maneira mais leve porque as pessoas queridas sempre estarão por perto. No meu caso, meu marido estava comigo quando descobri e ele me apoiou e me fez descobrir uma força que nem eu mesma sabia que possuía. Tenho certeza que você também a tem 😉

    • Steffi19/03/16 • 18h23

      Carol,
      Nossa eh tao raro eu conhecer gente que tenha ou saiba o que eh distonia! Obrigada pelo seu comentario 🙂
      Entao, no meu caso, faltou oxigenio na gestao e eu fiquei com uma parte do cerebro lesionada, felizmente foi so essa area motora esquerda. Sei que poderia ser muito pior, mas viver assim tbm tem seus dias ruins 🙁 Ahhh sei sim, meu neurologista usa esse equipamento! bjs

  31. Lina18/03/16 • 17h10

    Me indentifiquei com a Martina, tenho 30 anos e moro em sp capital, e posso dizer que não tenho nenhuma amiga de verdade apenas colegas de trabalho e amigas distantes de faculdade todas casadas/noivas ou seja, nenhuma tem disposição pra sair com uma pessoa solteira.
    Não que eu me considere velha, mas na minha idade sinto que 95% das mulheres já estão casadas ou comprometidas e não estão dispostas à sairem com as amigas solteiras no meu caso sinto isso. Então meus programas sao fazer tudo sozinha cinema, shopping e agora criei coragem pra frequentar os restaurantes que tinha vontade sozinha demorei anos pra ter coragem, e oque a Martina falou confere, os garçons ficam chocados ao atender mulheres bonitas, jovens, independente financeiramente e principalmente desacompanhadas frequentando restaurantes legais em sp ou qq outro lugar desse Brasil… gostaria de fazer amizades tb

    • Pri Missako20/03/16 • 02h22

      Lina, essa é a história da minha vida! haha
      Tenho 31 anos e voltei pra SP há poucos anos. Não vou dizer que não tenho amizades, tenho minhas 5 amizades fiéis, mas todas essas 5 pessoas são casadas ou estão namorando. Então pra sair é realmente difícil às vezes, a não ser que o programa seja restaurante. E sempre quando saio com algum deles estou de vela. Já até me acostumei.
      Não tenho problemas para ir ao cinema/shopping/restaurante sozinha, acho que só quando quero sair pra dançar que as coisas ficam meio complicadas.
      Se quiser entrar em contato, estamos aí! 😉

  32. Iza18/03/16 • 17h30

    Me identifiquei muito com os sentimentos da Martina, só que diferente dela: minha família é enorme (tenho aproximadamente uns 20 primos da minha faixa etária), tenho irmãs, nunca namorei e não tenho amigos. Acho que sou simpática, também não gosto de incomodar as pessoas, embora de uns anos pra cá mudei muito isso sabe? Vou atrás de ajuda, pergunto, tento me envolver, faço minha parte, mas os outros não fazem a menor questão de serem simpáticos, não se esforçam pra criar um vínculo, pelo contrário são folgadas sabe? Só querem favores, depois que os conseguem caem fora, até mesmo minhas irmãs. Então, após muitas tentativas, acabo me afastando. Sempre saio sozinha: cinema, compras, enfim essas bobagens (nem minhas irmãs me acompanham, muito menos são minhas amigas). Não ter amigos não me incomoda (va)?, mas ajudaria muito na hora de arrumar um namorado, né?! (o círculo de amizades facilita muito, na hora de conhecer pessoas) rsrs. Sei que o problema sou eu, alguma coisa que não estou enxergando, mas “meio” que já me conformei. Boa sorte pra nós!!!

  33. Milena18/03/16 • 17h47

    Como a maioria, me identificando com o problema da Martina. Sou de São Luís/MA, mas me mudei para São Paulo/SP há um ano e vivo esse problema: não consigo fazer amigos! Como alguém comentou acima, parece que não encontro mais pessoas com as quais tenho afinidades. Enfim, se alguém quiser tentar uma amizade, colegagem ou só um chopp mesmo, falem aí que a gente pode trocar contatos.

    • Martina18/03/16 • 22h10

      Oi Milena! Tenho uma colega da faculdade que tb é de São Luís!! Vamos ver se existe uma forma de mantermos contato.. você se importa de colocar algum contato seu nos comentários? Bjo

      • Milena19/03/16 • 19h18

        Vou pedir o seu email pra Cony!

  34. Raquel18/03/16 • 19h04

    Faz tempo que não comento, mas tem tanto caso parecido com a Serena que eu preciso dividir a minha experiência:

    Não concordo com a aplicação desse clichê “trocar o certo pelo duvidoso” nesse caso. É preferível a pessoa ficar sendo desleal em pensamento?Ter outro em mente, ficar na dúvida e enquanto isso fica prendendo o namorado até se decidir?Que pensamento egoísta!
    Serena, você estar em dúvida já é motivo mais do que suficiente para não ficar mais com seu namorado!Já passei por isso, unico namorado, tava meio saturada, e comecei a me encantar por outro. Separei mesmo achando que amava o namorado.E só depois do término as coisas ficaram claras pra mim.
    As vezes o que a gente sente nem é amor mais,só quer evitar a sensação de frustação de não conseguir continuar o relacionamento, dizer que desistiu, que vai arriscar.Medo de começar de novo e não dar certo, se arrepender. Apego. Vaidade. É tudo, menos amor de homem e mulher.
    Você é muito nova, vá viver suas experiências. Acredite, mal você está fazendo ao seu namorado não conseguindo mais estar inteira ao lado dele. Você ficaria feliz se descobrisse que um dia ele ficou ao seu lado desse jeito?E não te largou por pura covardia?
    O planeta te dá 7 bilhões de oportunidades de encontrar outra pessoa pra te fazer feliz. Te garanto, ninguém é insubstituivel, você está perdendo a chance de ser feliz plenamente com outra pessoa. E outra, já cansei de ouvir histórias de casais que reataram depois de 5 anos, 10 anos, 20 anos separados!!Se tiver que ser com seu namorado, vai ser!!O que é seu está guardado!Seja sempre respeitosa, saia da relação, mas não batendo a porta, tenha um término digno.

    Quanto ao meu caso: Estou noiva do carinha pelo qual me encantei. Se ele é o homem da minha vida?Isso não existe flor, isso é história contada pela Disney pra vender princesas….kkkkkkkkk Ele é o homem certo enquanto estivermos felizes juntos. E se um dia eu achar que não é mais, recomeço de novo. Estou ao lado dele enquanto achar que sou a mulher que ele merece, inteira!Isso é a verdadeira fidelidade. Não é viver de aparência não.

    • Carla19/03/16 • 13h51

      Minha história também foi assim. Me encantei por outro (por sorte não era amigo do ex) e nunca mais consegui tirar da cabeça. Hoje estamos casados há dois anos. Não foi da noite para o dia que consegui tomar a decisão, mas procurei ser correta e respeitar tanto os meus sentimentos quanto o meu relacionamento anterior. Terminei e não olhei pra trás. Boa sorte!!!!! Sei como é difícil!

  35. Bianca18/03/16 • 19h22

    Me identifiquei demais com a Martina! Tenho muita dificuldade em me aproximar dos outros e sei que a culpa é minha, por timidez, por achar que estou incomodando. Sei bem como é!
    Pra piorar, uma das poucas pessoas em quem confiava, me aplicou um golpe e fiquei no prejuízo. Hoje está melhor, na faculdade encontrei pessoas com quem me identifico mais, mas ainda não consigo me abrir mesmo. Às vezes, a gente cria expectativas demais sobre as pessoas, julga por achar que ela é de uma forma só porque viu uma vez. Dê mais chances! Tá cheio de meninas aqui que já demonstraram querer ser sua amiga e eu sou uma delas, viu?! Se tiver alguma forma de nos comunicarmos, quero te conhecer! 🙂

    • Martina18/03/16 • 22h12

      Você viu, Bianca? Nunca imaginei que ia ter tantas meninas com o mesmo sentimento!! Vou adorar conhecer você tb!! Vamos ver se tem como passar os contatos de modo mais anônimo. Bjooo.

  36. Letícia18/03/16 • 19h43

    Me identifiquei muito com a Martina,mudei de cidade no segundo ano do ensino médio achei que ia fazer mais amizades ao contrario me senti mais isolada ainda,nesse meio tempo foi perdendo o contato com minhas amigas da época da escola,na faculdade fiz duas amigas hoje 4 anos depois do tenho mais contato com uma,acabei reprovando e entrando é uma depressão voltei para faculdade e não consegui fazer mais amizades.Hoje minhas amigas fiz na internet todo mundo me acha louca mas é só com elas que consigo conversar,porque tenho fobia social,mas ao contrário de você minha família é super protetora e não tenho namorado,se quiser podemos conversar mais

    • Martina18/03/16 • 22h13

      Vamos conversar sim, Leticia! Você está no grupo do facebook que a Cony fez? Estou pensando em colocar o meu perfil lá. Bjo

  37. Camila18/03/16 • 20h03

    Martina, tô com a Cony. Por mais que a gente não precise objetivamente de ninguém pra nada e dê conta de fazer tudo sozinha, a vida é melhor com amigos. Mas amizade é um conceito e sentimento abstrato, a gente precisa operacionalizar ele no cotidiano e uma das maneiras que as pessoas estão mais acostumadas é pela via da necessidade. Ainda que não seja uma demanda à princípio,peça ajuda e opinião das pessoas, pergunte sobre a indicação de um livro, peça uma ajuda com o celular. As pessoas gostam de se sentir necessárias, de ver que tem um espaço pra elas na vida do outro. E demonstre suas fraquezas e dificuldades, fala que você gosta de se maquiar de manhã porque tem muita olheira, que estuda tanto para não decepcionar seus pais ou o que quer que você sinta. Isso aproxima as pessoas, ver que você também é gente,sofre e tem seus medos.

    Steffi, gostei demais de uma dica aí em cima sobre uma mudança de ares. A gente não consegue mudar os outros, mas pode tentar mudar que tipo de outro aparece na sua vida. Vai conviver com gente mais descolada, concordo demais que uma parcela boa do povo das artes,das humanas, por demanda da profissão e formação, tá mais aberto pra diversidade. E jogo aberto com seus pais, não proteja eles como eles fazem com você. Manda a real de como é o seu cotidiano, de tudo que você passa e sofre, mas que sobrevive e ta aí cheia de planos e vontade de viver. Acho que isso pode ajudá-los a ver que você não é uma criança indefesa.

    Serena, você tá em um ponto crucial do seu relacionamento. Chegou a hora de escolher se você segue com seu namorado e aceita a troca natural que a gente faz em todo relacionamento longo da paixão e frio na barriga pelo companheirismo, pela certeza de que você tem alguém no mundo por você. A outra opção é sair fora e ver o quê mais que o mundo tem pra te oferecer. Como você é jovem, eu tendo mais pra essa segunda opção. Acho que escolhas mais definitivas são meio incompatíveis com a juventude que eu acho que é tempo de experimentar o mundo sem receio.

  38. Marina18/03/16 • 20h18

    Martina querida, vem cá, deixa eu te dar um abraço.
    Brincadeiras a parte…
    Vi que váááárias meninas comentaram seu caso, muito mais do que comentaram sobre os outros dois casos.
    Eu fiquei pensando muito antes de postar esse comentário.
    Ia falar que o problema podia ser a faculdade de medicina. Pois é, é medicina que vc faz né?! Eu tbm faço e sei o quanto os nossos colegas podem ser interesseiros e impessoais.
    Mas aí eu lembrei que vc mesma diz que sempre foi assim. Que nunca teve amigos ou se teve não conseguiu manter as amizades. Vc vem de uma família que parece não se importar muito com manifestações carinho ou proximidade. Talvez para você isso é uma coisa normal, mas acredito que esse seu comportamento é que afasta as pessoas. Vc entrar numa sala cheia de colegas que estão lá falando um monte, contando casos, e só dar um sorrisinho amarelo e falar um “oi” não conquista ninguém.
    Interaja! Sei que pode ser dificil para você. Até eu que sou extremamente expansiva tenho dificuldades com certas pessoas. Ache o grupo do qual quer fazer parte e tente articular alguma coisa. Já que vc disse que é estudiosa e vai bem na faculdade pq não montar um grupo de estudos? Pode até ser que inicialmente as pessoas irão por puro interesse, mas é aí que entra sua parte, vc tem que tentar conquistar as pessoas por suas outras qualidades. Mostre que vc faz questão de ter as pessoas por perto (pq foi bem isso que eu senti, vc quer alguém por perto, mas não demonstra isso). Se gosta de se vestir bem e de usar make, quando alguém comentar algo sobre isso diga que quem sabe vcs não podem sair para fazer compras, ou que vc pode ensinar a pessoa a se maquiar.
    Vc tem que se mostrar disponível e acho que vc faz exatamente o contrário.
    Se as pessoas olham para vc e veem a garota autosuficiente que vc afirma ser pq elas iriam querer se aproximar? Todo mundo quer algo de alguém, mas tbm queremos que essas mesmas pessoas que tanto tem a oferecer tbm precisem de algo da gente.

    Espero, de coração, que vc leia esse comentário e, que se quiser, venha falar comigo.
    Sei lá, a gente dar um jeito de trocar emails rs.
    Onde vc estuda? Me conta mais.

    Beijos, Marina.

    • Martina18/03/16 • 22h15

      Oi Marina! É MED sim….e acho que é um problema do nosso meio social a frieza entre os “colegas”… tudo muito competitivo.. Chega a ser triste.. Quando entrei, achei q ia ser tudo lindo e cooperativo, mas é tudo ao contrário..Quero falar mais com você sim!! Como faremos para trocar os emails? Você esta no grupo do facebook que a Cony fez? Bjo

      • Marina19/03/16 • 22h44

        Martina!

        Anota meu email aí, criei esse só pra falar com vc hehehe
        dramgomes@hotmail.com

        Fico esperando vc entrar em contato.

        Beijos.

  39. Monique18/03/16 • 21h14

    Martina, tenho 2 faculdades completas e a terceira pela metade. Vivi a mesma situação que vc: os colegas só se aproximavam para pedir meu caderno ou resumo, pq sempre fui muito organizada!
    Fiz algumas amigas ao longo da vida, de viajar junto, ir pra balada… Mas era sempre eu que ligava, que chamava pra sair. Por um tempo éramos amigas, depois, se eu parasse de ligar, a amizade acabava. E isso aconteceu tanto, que uma época resolvi que eu seria minha melhor amiga, desisti de ficar correndo atrás delas!
    Tive poucos namorados e me casei bem tarde! Meu marido há pouco tempo fez um churrasco de aniversário e chamou os amigos: não veio nenhum! Ele tampouco tem amigos que nos chamem pra ir ao teatro, show, jantar fora.
    Nunca fui incluída nos programas que as mães da escola da minha filha planejavam e isso me doía muito, ela não fazer parte desse grupo. Um dia ela estava aos prantos por não ter sido convidada pra uma festinha de aniversário e pediu que eu “ficasse amiga daquelas mães”. Como, pensei eu? Fui tentando conversar com uma e outra até que consegui uma amiga. E, de tanto insistir, minha filha agora é “arroz de festa” rsrs
    Durante quase um ano eu fiz reuniões na minha casa, até quase todas as mães terem vindo tomar chá comigo. Mas só uma me convidou de volta, aquela única amiga que fiz.
    Não sei o que acontece conosco, pelos relatos acima não sou a única “sem amiga” do mundo rsrs.
    Fiz terapia pra entender o que poderia estar errado e hoje estou mais tranquila. Ache o caminho para mostrar às pessoas o quanto vc pode ser legal. Novas amizades irão surgir, tenho certeza disso!

  40. Isabela18/03/16 • 22h09

    chocada, super me identifiquei com a Martina e vi que muitas pessoas tb. desde criança sou do tipo que nao tenho muitos amigos, sempre fui tímida e hoje me considero antisocial. vejo que já melhorei bastante, consigo conversar com desconhecidos, entrar nos assuntos, mas tb sinto que tenho muito mais colegas do que amigas, e mesmo com elas tenho dificuldade de me abrir demais, acho que nao gosto de falar de mim, e tb nao sou do tipo que curte baladas e sair muito, então fico meses sem encontrar com elas. nos divertimos muito quando estamos juntas, mas sei lá, nao sinto essa necessidade de ter contato frequente, sou meio E.T. hahahahh penso em fazer terapia, pq apesar de conviver bem com isso as pessoas nao entendem muito esse meu jeito, então talvez me ajude…

  41. Martina18/03/16 • 22h22

    Meninas! Vocês não sabem como fizeram o meu dia mais feliz hoje! Nunca imaginei que tantas pessoas se identificariam comigo e me mandariam tantos conselhos e palavras de apoio. Me senti muito acolhida. Algumas observações sobre mim:
    – eu falo muito (depois que crio certa intimidade).
    – Minha amiga (que citei na historia), já me disse que meu problema é q as vezes pareço nao me importar.. Eu me importo, mas eu não sou muito sentimental… acho que isso incomoda né? Estou tentando contornar esse meu jeito.
    – Meu namorado diz que eu sou um pouco introspectiva e que não demonstro muitas emoções..
    – No geral, o grupo que eu estou na faculdade (como citei na história) me acha muito bem humorada..sempre brincam cmg, mas não estreitam os laços.. Acho que o problema deve ser que eu pareço muito autossuficiente mesmo!!
    – Meu namorado as vezes diz que sou muito empolgada com as coisas, e que eu deveria ser menos eufórica… Então, dá pra ver que é dificil né? Problema q eu sou muito tímida pra iniciar o contato.. mas depois, eu me abro e fica normal (as vezes até empolgado demais, como meu bofe diz, kk).. Problema q eu não sou como “todo mundo”, que sai junto pra barzinho e fica recebendo vídeos no whats!! Gente, eu não recebo nada no meu whats… povo deve me achar muito séria mesmo!! Mas eu sou legal!!!!!!!kkkkkkkkk
    Fiquei feliz demais com vcs!!
    Estou pensando em uma maneira de entrar em contato! Cony, o que você acha melhor? Pensei em deixar meu telefone aqui nos comentarios (em época de whatsapp né!!).
    – Se você não achar inviável, colocarei.
    Meninas, MIL BEIJOOOOOOS!

    • Constanza19/03/16 • 12h04

      Martina, se autorizar, posso passar seu email para as meninas que querem falar com vc! Meninas que querem falar com a Martina, me mandem um mail com o assunto EMAIL DA MARTINA que eu envio ok? Beijosss

      • Martina19/03/16 • 16h10

        Está autorizada sim!!

  42. Gláucia18/03/16 • 23h58

    Gente, tou vendo tanto caso de guria com 22,23,25 anos que só tiveram um namoro na vida e estão querendo asas para voar. Eu estou nessa mesma situação e sinto que é toda uma geração :((

  43. Nicole19/03/16 • 00h17

    Vi que muita gente se identificou com a Martina. Venho, então, falar com ela mas sob outra perspectiva.
    Tenho um grupo de amigos da faculdade, em que uma das pessoas sempre se manteve mais “deslocada”. Diversas vezes ela comentou sua dificuldade em fazer e manter amizades. Disse que isso acontecia desde criança. Que até entrava em grupos, mas logo as pessoas se afastavam e ela não entendia o porque. Bom, o mesmo se repetiu com o nosso grupo. O motivo foi que ela não demonstrava empatia. Não “acrescentava”. Não quero parecer rude ou arrogante e nem estou dizendo que esse é o seu caso. Sei que timidez é um problema sério… mas, tem que cuidar pra não misturar isso com desinteresse.
    Essa amiga em questão saía conosco mas não fazia um comentário… Quando falava algo, era depreciativo ou negativo. Todos compartilhávamos histórias uns com os outros e ela nunca falava de si. Qualquer relação saudável deve somar. As pessoas querem ser ouvidas, sentir que são importantes… enfim. Você mesma disse que está em um grupo pq considera apenas uma pessoa do grupo. Mas, por que? Já tentou conhecer e saber mais sobre os outros?
    Aproxime-se até das pessoas que parecem não ter nada a ver com você. Não tenha medo de “incomodar”. Mostre interesse, demonstre que quer fazer parte do grupo. Se mostre presente. Pertença, de verdade. Esta amiga de que falei, mantenho uma amizade muito mais saudável com ela agora que “saiu do grupo”. A situação fez todas as partes amadurecerem. Uma amizade deve ser uma multiplicação. Boa sorte 🙂

  44. Bia19/03/16 • 00h43

    Martina, eu tbm não sou uma pessoa de muitas amizades, mas diferente de vc sinto que as pessoas se aproximam e eu que acabo afastando (esqueço de responder msgs, nao procuro etc). Gosto mto dos poucos amigos que tenho, mas simplesmente nao sinto a necessidade de ter contato sempre ou de formar laços fortes por onde passo. Por algum tempo eu me achava anormal por isso e tentava me forçar a ser mais isso ou aquilo, mas foi preciso muito autoconhecimento para aceitar e entender que eu simplesmente me sinto bem assim e nao preciso me forçar a ser quem nao sou para parecer mais ~normal. Se o que te incomoda é apenas nao ser como a maioria das pessoas, espero que um dia vc possa se aceitar, entender que vc nao precisa ser como todo mundo e pode simplesmente ser vc mesma. E acredite: vai ter gente que vai gostar de vc mesmo assim.

    Vc diz que te incomoda o fato de nao ter amigos na faculdade e logo ja aponta o motivo: vc nao se identifica com seu grupo. Tente se aproximar de alguem/grupo que tenha mais a ver com vc e nao fique presa a essa pessoa q vc considera (afinal vc nao precisa deixar de falar com essa pessoa pra se aproximar de outras e tenho certeza que essa pessoa tbm nao espera que vc faça isso)

  45. caca19/03/16 • 00h50

    meu comentario vai para a MARTINA
    esta chegando o fim do teu curso, pelo que entendi, entre para a turma que vai organizar a formatura, vai ser um ambiente diferente de tu conviver com essas mesmas pessoas, tem essas festas dos 300 dias para a formatura( na minha cidade tem esses tipos de festa com camisetas iguais para os colegas e fazem a festa em uma boate) de ideias para eles mostra que tu não é só a martina da faculdade, interaja esforça-te
    vi que tem namorado, e a turma dele, tu nao se da com eles? as namoradas de amigos dele
    e se nem isso adiantar
    na proxima etapa da sua vida, entrar no mercado de trabalho, vai com outra mentalidade, hoje uma pessoa te procura por um interesse, tem contato contigo, e dai nasce uma afinidade. hoje tu ajuda fulano amanha ele lembra de ti numa oportunidade que apareca
    de oportunidade para te conhecerem mesmo que para isso voce tenha que ceder um pouco

    e o mais importante, não faça julgamento precipitados, permita-se a se relacionar com pessoas, por mais que elas pensem muito diferentes de voce,

  46. Cindy19/03/16 • 01h06

    Tá, quem mesmo ficou encarregada de fazer o grupo “Amigas da Martina” no face para nós começarmos a dar um jeito nisso? kkkk

    Vocês não conhecem várias pessoas tímidas que têm amigas íntimas? Eu tenho a impressão que isso passa muito mais pela questão da independência do que da timidez ou introspecção.

    Com frequência me parece que as pessoas vêm pessoas muito independente como quem “não precisa dos outros”. Eu entendo o raciocino, e de certa forma, comparada com outras pessoas, não precisa mesmo. Não na mesma intensidade com que a maioria das pessoas precisa. Mas o fato de não precisar – num sentido prático – não significa que não queira a companhia de outras pessoas. Dá para fazer uma analogia com o eu não “preciso” de uma marido / namorado e variações do mesmo tema, mas minha vida pode também ficar bem mais interessante com ele.

    Faz sentido ou é melhor escrever outro “Chora” pra Cony? 😉

  47. Camila19/03/16 • 01h33

    Martina, olha só, eu nunca tive problemas em fazer amizades, mas uma grande amiga minha tem mto e eu nunca entendia mto bem pq. Eis que por voltas do destino acabei indicando ela pra trabalhar na minha equipe e trabalhamos juntas nos últimos 2 anos. Aí eu consegui ver exatamente o que acontecia. Ela é tímida e bloqueia as pessoas involuntariamente. Eu, que a conheço mto bem, sei que ela é tímida, mas para as pessoas a imagem que ela passa é ser brava, arrogante e até mesmo um pouco grosseira. Ela não é nada disso. Não mesmo. Mas eu já vi várias posturas dela com pessoas q ela não tem intimidade que podem passar (e passam) essa impressão. Percebi que ela não sabe ser simpática com quem não conhece. Ela é monossilabica, não sorri e parece mal humorada. Na hora a pessoa se afasta. Acredite, vc deve ser um doce de menina, mas está passando a mensagem errada. Essa minha amiga sofre pq as pessoas não gostam dela e eu vejo q não gostam mesmo. Eu tentei bastante integrar elas mas consegui só com os mto próximos. Depois de um tempo convivendo as pessoa percebem q não é arrogância, é timidez e aí se abrem. Mas isso leva tempo e a maioria desiste antes de fazer isso. Como uma pessoa que tem mtos amigos e que nunca teve dificuldade nisso eu te falo: se abra mais. Sorria. Faça piada. Mostre quem vc é pq não importa quem vc seja sempre vai ter alguém que vai gostar. Acredite, um lindo sorriso e bom humor sempre geram.simpatia e sempre funcionam. Boa sorte.

  48. Káh19/03/16 • 11h28

    Nossa Martina seu texto parece que me descreve. Achei fácil perceber que o problema estava em mim mesma, assim como você Martina, o difícil, para mim, é encontrar ou criar meios para contornar essa situação.
    Gostaria de manter contato com as meninas que estão na mesma situação.

  49. Alessandra19/03/16 • 12h35

    Steffi

    Quem te trata assim, não te merece! Que nojo de gente babaca desse jeito!
    Os carinhas citados, já foram tarde. Você não perdeu nada, quem perdeu foram eles.
    A sociedade brasileira tem uma enorme mania de tentar tornar os deficientes invisíveis, infelizmente. O mais simples exemplo é gente estacionando em vagas para deficientes e a falta de acessibilidade em lugares públicos.
    Em países com maior nível cultural, deficientes são incluídos na sociedade, de todas as formas.Você morou fora e teve essa experiência.
    Não são invisíveis e nem são coitadinhos, são apenas pessoas que necessitam de algumas adaptações para viverem livremente e essas adaptações incluem a mentalidade da sociedade.
    O problema são idiotas ao redor.

    Posso estar falando uma bobagem enorme, mas já pensou em morar fora definitivamente?
    Eu sou da premissa de quem não me respeita, não me merece e se as pessoas de um certo lugar não tem a mentalidade que me aceite, eu não tento mudar as pessoas, eu mudo de lugar.
    Sei que mudar de país não é uma coisa fácil, mas é algo a se considerar talvez.

    • Steffi19/03/16 • 18h09

      Pior que vc tem razao, aqui as pessoas com deficiencia sao vistas como pobre coitados incapazes de viver bem ou ter uma relacao, posso sentir isso de ate alguns parentes meus :/
      Eu quero muito voltar pra Europa, quando me formar vou tentar conseguir uma bolsa de mestrado e um trabalho por la, vai ser dificil, mas nao vou desistir 🙂

      • Alessandra19/03/16 • 23h08

        Steffi

        Aqui na Alemanha o governo ajuda bastante os estudantes 😉

        E não desista mesmo! Fácil não é, mas bora acreditar na nossa capacidade? Afinal, não é disso que estamos falando? Está cheio de brazucas por aqui e pipocam vídeos no YouTube sobre o assunto.
        Tem também o mestrado sanduíche. Te desejo toda a sorte do mundo! Não se transforme naquilo que algumas pessoas te enxergam.

  50. Camila19/03/16 • 15h33

    Ai, Martina! Pelo visto somos várias iguais a você!! Rs. Eu fui assim como você até meus 25 anos, mais ou menos. Hoje tenho 28 e tudo mudou ABSURDAMENTE (sim, não desista! não ache que sempre foi assim, então sempre será). Eu simplesmente não sabia qual a razão de não conquistar amizades, me achava bacana, inteligente, legal, mas nada fazia as pessoas manterem o contato de verdade. Sempre me senti excluída. Olha, nesse meio tempo, acabei fazendo terapia por outros motivos (fim de relacionamento), só que o que eu não imaginaria, é que a terapia ajudou MUITO nessa parte. Aí eu enxerguei meus problemas: sim, eu também pareço muito autosuficiente, muito segura, acho que dou conta de tudo, que vou superar qualquer dificuldade. Isso afasta as pessoas, pois afinal elas não tem o que acrescentar na sua vida né? Pois bem, é preciso mudar isso.
    O melhor conselho que posso te dar, que mais funcionou pra mim, é: além de ser solícita, disponível, boa ouvinte, marcar passeios, bares, cafés, etc., o principal é: DIVIDA SUAS INTIMIDADES. DIVIDA QUEM VOCÊ É DE VERDADE. sem medos! eu não percebia, mas as pessoas estreitam os laços assim: contando suas histórias, não apenas suas vitórias, mas também seus fracassos. as pessoas se solidarizam, se sentem próximas, começam a te ver de outra forma.
    eu parei de querer passar apenas uma boa imagem, me permiti me mostrar ao mundo como alguém q sofre, que tem angústia, que tem dúvida, que pede conselhos, mesmo sem precisar. se incomodar, incomodou! ninguém vai te apedrejar por isso. você vai ver, as pessoas vão começar a lembrar de você e chegar mais.
    é isso! boa sorte! vou tentar mandar o email para a Cony pois quero te conhecer! um beijo.

    • Martina20/03/16 • 20h41

      Camila!! Pede meu email para a Cony!! Vou adorar conhecer você tb!! Ainda mais que você superou isso, e eu preciso de dicas.. Pq desde muito pequena, eu não suporto mostrar minhas fraquezas pra ninguém.. Isso deve ser um fator tb!! Obrigada pelas suas palavras. Mil beijos.

      • Luciane21/03/16 • 22h19

        Martina, me identifiquei e li todos conselhos publicados até agora. Tbm tenho dificuldade em manter amizades e agora percebi: eu não sei falar sobre os meus problemas! Sou boa ouvinte e tento ajudar/aconselhar os outros, mas não sei pedir ajuda (orgulho, talvez?). Tbm gostaria de conversar com todas que vivem uma situação parecida ou que possam ajudar com conselhos!

  51. Lizandra19/03/16 • 16h06

    Martina, entendo complementarmente. As vezes me sinto um ET, parece que sou a única sem amizades, que não tem uma amiga pra “desabafar.” Tenho 3 colegas na faculdade, mas cada uma tem sua vida e ai a nossa relação se limita apenas na faculdade. Sempre lidei bem em ficar sozinha, mas ultimamente tenho ficado muito pra baixo e melancólica. Final de semana é o pior pra mim, fico querendo sair com alguém, dar risada e não tenho ninguém. Com certeza o problema ta em mim, sou extremamente tímida e acho que séria demais, e as pessoas confundem isso com “aquela menina é tão metida” ou me acham brava, antipática. Mas, me sinto melhor em ver que não estou sozinha e tem pessoas que compartilham do mesmo.

    • Martina20/03/16 • 20h44

      Lizandra!! Só não fico “sozinha” o fim de semana, porque me atolo nos meus livros… se nao………. Mas mesmo na companhia deles, me sinto sozinha demais as vezes.. sem ninguém para dividir as ideias sabe? Porque apesar do namorado, não gosto de jogar tudo em cima dele, acho que isso pode atrapalhar a relação… Vou pedir seu email pra Cony. Bjo!

  52. Cris19/03/16 • 17h01

    Steffi,
    Como Cony disse, realmente algumas atitudes são culturais. E,eu diria também que,quanto mais jovem se é,mais a gente se deixa abalar pelas atitudes e opiniões alheias.
    Parece cliché, mas se você se mostrar uma pessoa feliz e bem resolvida com sua diferença, as pessoas vão, cada vez mais, deixar de levar esta diferença em consideração.
    Mas isso tem que ser de uma forma verdadeira. Terapia ajuda muito na auto-aceitação. E você já provou a si mesma que pode ser feliz do jeito que é. Todos temos nossos defeitinhos,cabe a nós não valorizá-los!
    Os outros só nos fazem o que a gente permite! Beijão.

  53. Steffi19/03/16 • 18h02

    Ahhh Cony e meninas, me emocionei muito com tudo que vcs escreveram! Um apoio mesmo que virtual faz tao bem! <3

    Ahhh sabe quando eu li a historia da Martina, tbm me identifiquei! Tenho bons colegas, mas amigos mesmo sao bem poucos que eu fiz no intercambio e moram em outras cidades
    Eu ja tentei terapia, mas confesso que nao consigo me abrir completamente sobre o que tem se passado na minha vida, eh muito dificil pra eu falar sobre isso 🙁
    Voces estão certas, sobre ter o lado bom dessas pessoas sairem de minha vida, quero pessoas no meu circulo que me tratem igual como qualquer um, falaram sobre conhecer gente de artes e humanas, mas minha vida eh praticamente em funcao da engenharia, nem sei como conheceria pessoas dessas areas. Seria tao mais facil se a sociedade entendesse que "o diferente" eh normal.

    • Alessandra19/03/16 • 23h26

      Steffi

      Engenharia na Alemanha é uma profissão muito requisitada. Uma das poucas, senão a única, na qual é possível conseguir emprego sem falar alemão.
      Fique de olho no site DAAD, mas tem outros também.

      • Steffi24/03/16 • 09h49

        Estou olhando agora mesmo esse site, obrigada pela dica!

  54. Gabs19/03/16 • 23h39

    Martina também me identifiquei com a sua história.. Mas sei o meu problema: pareço ser auto suficiente demais, mas isso é pq sou MUITO tímida. E não tenho papas na língua e falo o que eu penso (com educação e respeito, mas falo). E sabe uma coisa que me ajudou muito? Dois anos atrás, com poucos amigos, solteira e chateada com isso.. Resolvi baixar o Tinder! Cara, me ajudou taaaanto a me soltar, conhecer pessoas, ser mais piadista, falar sobre coisas miiiiil.. Pq era um tiro no escuro, só eu e o cara (em um lugar público, obviamente hahaha).. Enfim, sei que VC tem namorado e tal, mas só pra falar o que me ajudou hahaah Mas não desista não, pq acredito que a amizade, assim como um amor, é um encontro de almas. Encontrei a minha gêmea de alma há 10 anos e é a única até hoje, mas sei que é pra vida toda.. Assim como qualquer relacionamento, é difícil as vezes, mas no final o saldo é MEGA positivo.

    Serena também já passei por isso, mas a diferença é que trabalhava (trabalho) com ele. E ele também tinha (tem) namorada e nós já falamos o que sentíamos um para o outro. Corri pra terapia e uma sugestão que ela me deu era dar um tempo, pra ver o que realmente eu sentia. Não acredito muito em tempo e vi que estava sofrendo mais com medo de fazer ele sofrer.. Percebi que com o Y era só atração física mesmo e era válvula de escape, poia tenho muita necessidade de aventura, desafios constante, pq sempre tive isso de várias formas diferentes na vida. Comecei a pensar o que eu queria pra minha vida, como seria a minha vida em diversas hipóteses (aliás foi um exercício na terapia) e vi que não conseguia me ver se o X de forma alguma.. E assim fiz a minha escolha e estou cada dia mais feliz. Mas fica aqui a dica, tenta se ver ao lado do Y, o que VC vê? Não pensa só nos outros, muitas coisas na nossa vida não conseguimos controlar o tempo todo. Se VC não consegue se ver nem com um e nem com o outro, pensa na possibilidade de um tempo. Um tempo pra VC pensar e refletir e vê se sente falta do X. Se ele te amar, vai entender..

    Steffi vi que VC respondeu sobre ir morar fora e tal, não desista! Se VC se sentiu que lá é seu lugar, mais que aqui, vai sim! Faz o possível e o impossível, o importante é a sua felicidade. E as pessoas que te julgam por uma coisa tão pequena, que não te define, não merece nem a sua pena.

    Enfim, boa sorte meninas!

  55. Débora21/03/16 • 09h14

    Amada Steffi, eu entendo seus pais, também tenho filho. Se coloque no lugar deles, eles querem o melhor para você porque te amam. Nesses casos, a conversa parece não funcionar, deixe que eles percebam naturalmente que você sabe se cuidar, mas nunca pense que não precisa deles. Precisamos sempre, independente de nossa condição, do apoio das outras pessoas, principalmente dos nossos amigos e familiares.

  56. Adriana21/03/16 • 09h18

    Que legal as meninas interagindo nos comentários!!!

  57. Débora21/03/16 • 09h23

    Amada Martina, penso que a chave para boas amizades é demonstrar interesse sincero pelos outros. Não se trata de ser intrometida ou super expansiva, é reparar nos sentimentos dos outros e se mostrar disponível. De outro lado, é bom demonstrar quando precisamos de apoio, ninguém é autosuficiente, viver é uma constante troca, principalmente de afetos.

  58. Bia21/03/16 • 09h30

    Steffi, sou terapeuta ocupacional e imagino o que esteja passando!Afinal trabalho com pessoas ditas “deficientes” o tempo todo, mas na verdade deficiente e o ambiente que não se adapta a vocês e o pensamento disfuncional dos Brasileiros rs
    Você alguma vez já fez ou conhece a Terapia Ocupacional??? e uma profissão belíssima que quando bem executada faz maravilhas na vida de uma pessoa.
    Infelizmente o Brasil é um pais com um preconceito que é vergonhoso, mas aos poucos creio que as coisas estão mudando!!! E vocês são parte fundamental disso… a postura de independência e autonomia que me pareceu mostrar esta certíssima não e um tônus anormal que faz uma pessoa diferente da outra!!!
    Siga seus sonhos e não deixe ninguém afetar sua auto estima, a Cony arrasou na dica dela rs !!! Beijos

    • Steffi24/03/16 • 09h54

      Conheco sim, TO eh uma profissao muito importante na vida de pessoas com alguma disabilidade!
      Pois eh, a nossa sociedade tem muito o que evoluir ainda, espero que algum dia essas visoes das pessoas mudem

  59. Danyydaniuru21/03/16 • 11h58

    Nunca comentei aqui, mas me identifiquei muito com a MARTINA, e fiquei curiosa com um fato dela ter um namorado. Também sou muito auto suficiente, já me deram essa característica de inacessível e acho que por conta disso tudo a muito tempo não namoro e derrubar esses muros não é nada fácil.

    • Danyy21/03/16 • 12h01

      O nome foi errado… é só Danyy

      • Martina22/03/16 • 19h17

        Namoro há oito anos, rsrs!! Eu não sou tão tímida quanto pareceu, meu problema é q eu nao sei manter as pessoas mesmo. Mas eu já comecei a seguir as dicas das meninas.. Essa semana mesmo, comentei com as meninas do meu grupo que tinha enviado um “chora” pra Cony.. as coisas melhoraram muito, acho q elas me viram mais “frágil”, talvez, rsrs.

  60. Eleonora21/03/16 • 16h46

    Martina, eu tbm não tenho muitos amigos e eu não sou tímida.
    Acho que tem um aspecto que outra menina já citou antes: a autossuficiência + a franqueza.
    Dificilmente eu peço ajuda a alguém, tenho o costume de fazer tudo sozinha. Tudo. E isso afasta as pessoas.
    E eu falo as coisas. E as pessoas ficam chateadas e se afastam. É batata! No trabalho, na faculdade, no estágio, no ensino médio, no cursinho… Acho até que em outro “Chora” uma menina ficou chateada com meu comentário ríspido. Quando eu vejo…já falei/escrevi. E de uns tempos pra cá estou MUITO mais calada. Pq se abro a boca e estrago tudo, prefiro então ficar calada.

    E tem uma outra coisa também: é muito difícil encontrar alguém pra dividir uma alegria. Pra dividir tristeza tem aos montes. Vc manda uma msg dizendo que terminou com o boy e chooove conselho etc
    Agora se vc recebe uma promoção…aí a coisa aperta. Infelizmente não estamos (nós todos) preparados para nos alegrar com os outros.E se a pessoa é autossuficiente e não divide as tristezas da vida…a chance de ficar sozinha é maior.

    Ai, não tenho face mas quero ser amiga da Martina e das outras meninas.
    E agora?
    Grupo no whatsapp por favooor!

    • Jéssica Diane22/03/16 • 14h03

      Grupo no whats e legal!! vamos fazer

      • Martina22/03/16 • 19h19

        Vamos fazer grupo sim gente!!!!!! Algumas meninas ja me enviaram os telefones por email… Vamos nos juntar! Bjos

  61. Jackeline21/03/16 • 18h20

    Steffi

    Obrigada por compartilhar sua história. Não acho que você seja diferente, nossa sociedade não tá preparada pra lidar com ela mesma! O modelo imposto dito “normal” não existe é insustentável. Tenho dois grandes amigos, um é cadeirante e a outra tem baixa audição no início pensava muito no que podia ou não falar pra eles, porque já cometi algumas gafes do tipo “zé, corre estamos atrasados” e ele responder “você não é Jesus pra me fazer correr” hahaha com todo o bom humor. Aprendi a falar com minha amiga olhando nos olhos e devagar, pra ela entender. O valor da amizade deles excede qualquer dúvida ou embaraço que eu me meta, e olha eu sempre cometo erros, porque a vivência deles é mto singular, não sei o que é andar sobre rodas, ou ouvir quase nada… Mas a minha sinceridade de querer aprender com eles, fez com que eles me aceitassem tbm do jeito q eu sou. Recentemente minha mãe torceu o pé e naquele dia ela percebeu o quão inacessível é nossa casa. Todos estão sujeitos a ficar com desabilidade em algum momento da vida, pessoas idosas, grávidas por exemplo. As pessoas que não se permitiram ter algum tipo de relacionamento com vc NÃO MERECEM a sua companhia. E vc não precisa de pessoas de mente tão vil e insignificante! Desejo de coração que você encontre no seu caminho pessoas menos babacas! abraço

    • Steffi24/03/16 • 09h47

      Obrigada por tudo que escreveu, fico tao feliz que vc pense assim!
      Amizade eh tudo!! <3 As vezes, a gente tem que levar as coisas no bom humor mesmo, adorei seu amigo rsrs
      Eu sei que esses tipos de pessoas nao merecem minha companhia, mas ao mesmo tempo, nao deixo de imaginar que se eu nao tivessse deficiencia, tudo seria tao diferente

  62. Rayssa Garcia21/03/16 • 18h42

    Martina, adoro essa frase e acho que ela cabe bem: “todos nós precisamos de alguém que precise de nós”.

  63. Cassiana Zamith Vilela21/03/16 • 19h45

    Para as que estão buscando ampliar seu círculo de amigos… Eu me mudei muitas vezes de cidade e cada vez que mudava, era um começar de novo a fazer os contatos. Numa dessas eu descobri o CouchSurfing, que é um grupo de gente descolada que gosta de se juntar, receber estrangeiros, viajar, receber gente em casa. Gente bem bacana! Eles tem um grupo enorme na net, procurem. Vocês podem se inscrever e buscar se na cidade de vocês tem os encontros do pessoal. Se não, tem fóruns de gente querendo se conhecer, aprender inglês ou português… Eu conheci gente da Rússia, da Europa do Leste, etc… tudo para bater papo em inglês. Amplia muito a visão da gente sobre a vida além de ampliar o idioma! Recomendo! Beijos!

  64. Vitória22/03/16 • 17h54

    Martina, eu trabalho com comunicação, sempre fui a popular do colégio, sempre tive festas de aniversário pra 3.000 pessoas, não sei como é ser tímida. Mas olha, se quiser mudar de ideia e ter uma amiga, pode falar comigo, viu? ainda cabe muito mais no meu grupo de amigos!

    Segundo caso, veja mais vídeos e histórias de outras pessoas com alguma deficiência física, veja como essas mulheres se empoderam e se empodere também! você é linda e maravilhosa, pare com isso! ria na cara do garoto que não lhe quer por causa disso, quem perdeu foi ele.

    Serena mulheeeeeeeeeeeer!!! é contigo que quero falar!!! minha melhor amiga ACABOU de passar por essa situação!!! so que no caso dela, o Y correspondia e também namorava. sabe o que aconteceu? ela botou gaia no maravilhoso namorado que ela ja tinha e no outro dia acordou decidida a acabar com o boy e viver uma linda historia de amor com Y e quando chegou sorridente, ele disse: “foi bom, mas vou continuar com minha namorada mesmo”. e ela que ja tinha acabado com o namorado, ficou na merda real! e era exatamente assim, primeiro namorado, namorado perfeito, quase não briga, mimimi. a sorte dela, foi que ela contou tudo pro namorado e eles, graças a deus, voltaram. mas olha, nem todos são que nem ele viu? eu acho super normal isso que voce ta sentindo, nada de ser uma vaca. eu ja senti, essa minha amiga ja sentiu e 90% das mulheres que namoram um cara perfeito por muito tempo sentem falta de emoção, principalmente quando se é nova. no meu caso, quando aconteceu comigo (ja teve umas tres vezes), eu tentava animar o namoro. ia viajar so nos dois, ia jantar em um lugar novo, motel novo e loungerie nova, fazer um passeio diferente. pede pra voces fazerem mais coisas sozinhos e para de sair um pouco com esse grupo de amigos, quem sabe voce não acha esse amor perdido de novo?

  65. Sonia23/03/16 • 15h48

    Antes de mais nada, Cony acho você 10!! Dou muita risada com os posts!!
    Oi Martina! Também tenho poucos amigos com quem posso contar de verdade e antes achava q era por conta de sempre ter namorado desde muito cedo e sempre ter feito programas com meu namorado (hoje marido)…mas lendo o seu texto e os comentários acho que também tem muito dessa questão de eu me mostrar auto suficiente pros outros.. achei ótimo pra refletir e muita gente se identificou!
    Ia ser ótimo conversar com todas vocês~!
    Bjs

  66. Sonia23/03/16 • 15h50

    Cony você pode por gentileza passar o email da Martina? Bjs

  67. Jordana25/03/16 • 15h38

    Martina: todo mundo se identificou, perceberam? Eu tb passei por um período assim. Eu tinha muitos amigos e por causa de uma má influência de ex namorado afastei as pessoas. Desde quando me dei conta disso tento mudar isso. Coisas que para mim estão dando muuuito certo: ter interesse (de vdd) na vida de qualquer pessoa ao seu lado, mesmo que vc não vá vê-la nunca mais. Como? Pergunte coisas a ela. No início vc se esforça pra achar uma pergunta (geralmente é sobre o clima, kkkkk) mas depois fica normal, vc fica criativa, e as pessoas te perguntam coisas de volta. Acho que isso vale pra todo mundo no mundo.

    Steffi: ,acho que todos, principalmente mulheres, passam por algum nível de “eu cuido de vc pq vc não consegue sozinha”. E com ctza é cultural. Nosso país ainda é muito tradicional. Vale pra tudo. Um exemplo? Eu sou advogada e meu namorado tb, mas a minha família faz “consultoria” com ele, na minha frente, mesmo com ele me devolvendo a pergunta na mesma hora. Eles não fazem por mal, mas aqui existe preconceito com mulher advogada. Se vc foge do comum (ser mocinha prendada, saber cuidar de casa, ir na igreja, namorar sério, noivar, casar, ter filhos, cuidar disso tudo e ser bonita) vc sofre algum preconceito. Oq fazer? Seja vc mesma e transmita essas ideias ao próximo sempre que alguém queira te ouvir, pvf! Eu mesma agradeço!

    Serena: Pode ser que vc não sinta mais amor (de namoro) pelo seu X. Acho que pelos mesmos motivos do caso da Steffi vc tenha dificuldades de sair de um relacionamento e ficar sozinha. Mas pode ser tb que só amadurecimento da relação. Me explico: eu não sei se sentimos amor de gelar a barriga para sempre, quero dizer, não imagino que um casal que fica junto até os 70 anos sinta isso. É claro que tudo depende do que vc quer e que te faz feliz, se um friozinho ou a cumplicidade que os anos trazem, e acho que a idade influência nessa escolha tb. Hj vc quer o frio, daqui 20 anos a companhia. E tem gente que inverte. Mas o importante é ser feliz e se preocupar com os próximo, como vc está fazendo. Como algumas meninas falaram, nem sempre evitar o rompimento a qualquer custo será o melhor pro X (e pra vc, né?). Se eu fosse vc falava com ele sobre isso, como quem não quer nada a princípio. Afinal, ele deve tá sentindo tb super amigo, não?